P. Chagas Freitas Publicado 4 Agosto 2016 Uliana Gridina. É daquelas meninas que lá andam na Volta, mas como é russa e o camisola da juventude não fala inglês, teve de fazer de tradutora. Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 4 Agosto 2016 Franco Pellizotti: "Eles disseram: olha o que os #VoltaPortugal são fortes. E eu depois 9giri , 3tour 2vuelta e eu ri. Bem, pense de novo ... Eu sou #nocomment !" Esta malta vem a Portugal correr a pensar que isto é tudo fácil e toda a gente anda de monociclo mas depois... Volta a Portugal pode não ter a duração de uma Vuelta ou Giro mas é tão ou até mais exigente do que essas duas porque todas as etapas são corridas em condições meteorológicas duras (muito calor, ar muito seco e quente, temperaturas quase sempre superiores a 38/39 graus e etapas que coincidem com as horas de mais calor (12-16 horas)). Podem dizer que no Tour ou na Vuelta também é assim mas lá existe mais variedade porque há etapas de alta montanha (com temperaturas mais baixas) ou então no litoral (mais fresco) mas aqui não porque a prova é maioritariamente disputada assim. E depois não ajuda apanhar equipas fortes como a W52 e a Efapel que passam quase um ano a preparar-se para isto porque a Volta a Portugal é de longe a prova mais importante e sobretudo a com maior exposição do calendário português. Compartilhar este post Link para o post
What Publicado 4 Agosto 2016 Eu cada ano que passa mais começo a concordar com o director desportivo de uma equipa francesa que veio cá há uns anos... Há equipas cá que deviam ir correr o Tour. :mrgreen: A verdade é que há sempre muitos casos estranhos na nossa volta. E nem é só na W52. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 4 Agosto 2016 (editado) Está tudo dopado até à veia. Os controlos devem ser à boa moda tuga, fecha-se os olhos. Editado 4 Agosto 2016 por Enzo Dios Perez Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 4 Agosto 2016 Eu cada ano que passa mais começo a concordar com o director desportivo de uma equipa francesa que veio cá há uns anos... Há equipas cá que deviam ir correr o Tour. :mrgreen: A verdade é que há sempre muitos casos estranhos na nossa volta. E nem é só na W52. um ciclista que ganhe a volta a Portugal consegue lutar, se estiver em forma, por um top 10, ou mesmo top 5, em qualquer corrida de uma semana no estrangeiro. Compartilhar este post Link para o post
Mesut Ozil Publicado 4 Agosto 2016 Belos tempos em que as melhores equipas portuguesas iam à Vuelta e faziam quase sempre belas prestações. Compartilhar este post Link para o post
treinadordebancada Publicado 5 Agosto 2016 Está tudo dopado até à veia. Os controlos devem ser à boa moda tuga, fecha-se os olhos. Começas a tornar-te demasiado repetitivo com essas insinuações diárias. Até parece que somos um país de coitadinhos ao nível do ciclismo e que a concorrência é muito forte. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 5 Agosto 2016 onde é que há montanha na volta a Portugal. A única coisa que anda perto disso é a Torre, o resto são topos onde um contra-relogista que se aguenta na alta montanha passa a cagar. Isto e mais uma coisa: o pelotão nacional é fraco. Fraco. Se há uns anos ainda havia uns quantos estrangeiros de qualidade, actualmente vemos ciclistas a preencher os primeiros lugares da classificação que há pouco tempo não passavam de gregários medianos. Temos o exemplo do Rui Sousa, que surgiu como figura maior de um pelotão já enquanto trintão, quando antes não passava de gregário. Temos o Rui Vinhas como camisola amarala, e Raul Alarcon ou Henrique Casimiro no top10 da Volta. O Joni Brandão será talvez o melhor trepador do pelotão no momento, mas convenhamos, não chega sequer à qualidade de alguns dos portugueses emigrados, como o André Cardoso, o Tiago Machado ou se calhar o Ricardo Vilela. Assim, e com uma Volta onde a alta montanha é uma miragem, não é estranho que um ciclista como o Veloso brilhe. Não há qualidade, nem dureza, para o destronar. É o mesmo motivo pelo qual o Ricardo Mestre venceu uma Volta. O Candido Barbosa, se corresse hoje, teria ganho duas ou três. E não espanta que os estrangeiros cá cheguem e se vejam em dificuldades. Os portugueses preparam-se para isto; os estrangeiros, não. Para eles, a Volta é mais uma corrida no calendário e não a corrida do calendário. Chegam cá desgastados ou ainda a preparar outras corridas, deparam-se com equipas que pegam na corrida e com ciclistas no pico da sua forma, aliando isto ao desconhecimento que têm do terreno quando os nossos já conhecem o caminho de trás para a frente e, claro, levam no lombo. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 5 Agosto 2016 (editado) Até parece que somos um país de coitadinhos ao nível do ciclismo e que a concorrência é muito forte. Err... E não é verdade? IAssim, e com uma Volta onde a alta montanha é uma miragem, não é estranho que um ciclista como o Veloso brilhe. A evolução que teve em 2 anos, agora com 36 anos de idade, é tudo menos normal. Chegar em 4º nos sprints sem sequer se esforçar muito, não é normal. Um ciclista que há 2 anos era apenas um bom contra-relogista, não se destacava em mais rigorosamente nada. Editado 5 Agosto 2016 por Enzo Dios Perez Compartilhar este post Link para o post
treinadordebancada Publicado 5 Agosto 2016 Err... E não é verdade? A verdade é que tens as equipas nacionais a trabalhar o ano todo para esta prova e das equipas estrangeiras, tirando aquelas jovens sem andamento para isto, ou aparecem para rodar sem grandes objectivos ou vêm para cá a pensar que vai ser um passeio e são surpreendidas. Depois, entre as nacionais, há bons portugueses na montanha mas perdem todos tempo no CR, não sendo de estranhar ver o Marque ou o Gustavo a vencer a Volta. Mas podes dar uma vista de olhos pelas provas em Espanha e vês lá corredores nacionais no meio da Movistar ou da Caja Rural e vês que a diferença não será assim tão grande. Curioso é ver que te focas apenas numa equipa. Esqueces-te é que é, com alguma distância, a que tem melhor equipa e melhores condições. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 5 Agosto 2016 A evolução que teve em 2 anos, agora com 36 anos de idade, é tudo menos normal. Chegar em 4º nos sprints sem sequer se esforçar muito, não é normal. Um ciclista que há 2 anos era apenas um bom contra-relogista, não se destacava em mais rigorosamente nada. E que sprinters é que cá andam? O Veloso fez aquilo que muitos outros ciclistas já fizeram: afinaram as suas qualidades para o tipo de corrida que é a Volta. Isto é o paraíso para os ciclistas com um motor forte que passam bem a média montanha. Basta perderem um pouco de peso para passarem melhor a montanha - isso, aliado à falta de trepadores de qualidade, permite-lhes passar tranquilamente as principais dificuldades. Não é nada que o David Blanco não tenha feito. Ou o Andrei Zintchenko antes dele, ou o Claus Moller, ou o Hector Guerra. Este último até se dava ao luxo de lançar o Candido Barbosa e ainda fazia top3 no sprint. Ainda sobre o assunto dos estrangeiros, e para acrescentar ao que referi no outro post sobre o desconhecimento da corrida, uma vez veio cá um trepador de qualidade chamado Sergio Pardilla, claramente acima do nível do pelotão nacional, e na etapa da Senhora da Graça decidiu atacar logo nas primeiras rampas. A Tavira, na altura, manteve o ritmo no grupo e apanharam-no já perto do alto. Quando ele voltou, dois ou três anos depois, já não foi parvo: manteve-se no grupo, atacou apenas no final e ganhou a mesma etapa. É um misto de ignorância e preconceito: eles vêm cá a pensar que os ciclistas portugueses são fracos - e se calhar até o são, pelo menos comparados com alguns deles -, mas não conhecem a realidade do ciclismo nacional e a especificidade da Volta a Portugal. De repente, quando estão na estrada, deparam com equipas razoavelmente organizadas com os ciclistas no pico da sua forma, que sabem onde mexer na corrida, quando e onde atacar. Depois é demasiado tarde. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 5 Agosto 2016 E que sprinters é que cá andam? O Veloso fez aquilo que muitos outros ciclistas já fizeram: afinaram as suas qualidades para o tipo de corrida que é a Volta. Isto é o paraíso para os ciclistas com um motor forte que passam bem a média montanha. Basta perderem um pouco de peso para passarem melhor a montanha - isso, aliado à falta de trepadores de qualidade, permite-lhes passar tranquilamente as principais dificuldades. Não é nada que o David Blanco não tenha feito. Ou o Andrei Zintchenko antes dele, ou o Claus Moller, ou o Hector Guerra. Este último até se dava ao luxo de lançar o Candido Barbosa e ainda fazia top3 no sprint. Ainda sobre o assunto dos estrangeiros, e para acrescentar ao que referi no outro post sobre o desconhecimento da corrida, uma vez veio cá um trepador de qualidade chamado Sergio Pardilla, claramente acima do nível do pelotão nacional, e na etapa da Senhora da Graça decidiu atacar logo nas primeiras rampas. A Tavira, na altura, manteve o ritmo no grupo e apanharam-no já perto do alto. Quando ele voltou, dois ou três anos depois, já não foi parvo: manteve-se no grupo, atacou apenas no final e ganhou a mesma etapa. É um misto de ignorância e preconceito: eles vêm cá a pensar que os ciclistas portugueses são fracos - e se calhar até o são, pelo menos comparados com alguns deles -, mas não conhecem a realidade do ciclismo nacional e a especificidade da Volta a Portugal. De repente, quando estão na estrada, deparam com equipas razoavelmente organizadas com os ciclistas no pico da sua forma, que sabem onde mexer na corrida, quando e onde atacar. Depois é demasiado tarde. O Veloso acaba as etapas e parece que está pronto para outra igual, enquanto os outros acabam com os bafos de fora. Era só ele querer/esforçar-se e ganhava as etapas quase todas.. Isto não é normal nem deriva do treino e de perda de peso. O homem até de aguadeiro faz, sprinta nas subidas, é puro gozo. Parece que tem tudo sob controlo, o tempo todo. Se é assim tão bom porque é que não dá o salto? Se o Valverde viesse cá disputar isto, era capaz de comer pó... Se calhar o problema dos maus resultados dos estrangeiros é outro. Talvez se passe algo de muito estranho por cá. O Azevedo quando saiu da Discovery (carregadinho, portanto) e decidiu tentar a sua sorte, chegou e flopou. Compartilhar este post Link para o post
Eu... Publicado 5 Agosto 2016 Só uma coisas: O Rui Sousa nunca foi um mero gregário. Por alguma coisa conseguiu um 16o lugar na Vuelta de 2002, quando trabalhava para outros ciclistas. Sempre deve ter havido algum talento ali. Quanto ao Joni e ao Veloso, o tempo de subida da senhora da graça do ano passado deles, é o melhor de sempre (21:10 a 23,1kmh). Como comparação, o Blanco fez em 2010 21:36. O Blanco em 2010 devia estar no topo da forma, e o Blanco não era banal, chegou a fazer top 10 na Vuelta. Os valores de watts/kg eram maiores que os de média do Froome no tour de 2015 (não tendo em conta a distância da subida obvio.) Com isto, acho que é difícil de dizer que o Joni é mais fraco que os outros trepadores Portugueses. Acho também falso dizerem que o nível baixou (apenas o dos estrangeiros, nisso concordo) nos últimos anos. Agora uma coisa concordo, o nível do Gustavo Veloso é absurdo. Se o Joni, que sempre demonstrou potencial, já tem valores de subida algo absurdos, que dizer do Veloso e de toda a W52. Não afirmo nada, mas que deixa dúvidas, deixa. Antes que digam que é clubite, sou Portista, mas sinceramente, acho que gosto demais de ciclismo para ter de ver o que se vai passando e ignorando... Mas claro, pode ser tudo técnicas de treino ainda mais avançadas que a Sky e o talento do Veloso... Enviado do meu ONEPLUS A3003 através de Tapatalk Compartilhar este post Link para o post
riquelme21 Publicado 5 Agosto 2016 O Joni é superior ao Vilela. O Vilela esteve por cá há poucos anos atrás e não passava de ciclista de top-10 e limitava-se a trabalhar para Veloso e Marque. Anyway, eu concordo com boa parte do que está a ser dito pelo Hrakkar. No entanto, eu sinto-me sempre pouco à vontade para empregar exemplos de malta como o Hector Guerra nestas contas. É certo que o Hector aproveitava a base de ser um ótimo rolador para obter essas posições, mas também sabemos muito bem os antecedentes do mesmo. Quanto à situações dos w/kg que foi aqui referida, é preciso ter em conta que estamos a falar de subidas com extensões diferentes e em períodos diferentes da prova. O senhor que aplicou esses cálculos andou a comparar subidas do Tour na 3ª semana (com óbvio cansaço acumulado dos ciclistas) com a nossa Sr.ª da Graça que é feita num período com pouquíssimo cansaço acumulado e que tem uma extensão bem pequenina. É certo que os valores são excelentes, mas não é nada de transcendente o que o Joni e o Veloso fizeram. Por fim, dizer que cá em Portugal acontecem sempre transformações estranhíssimas e é isso que me faz ficar de pé atrás. Para já são os sprinters à la anos 90. Foi o Cândido, depois foi o Sérgio Ribeiro e agora temos o Vicente Garcia de Mateos... Depois são os gajos que não valiam um chavo há 2/3 anos e surgem de repente a partir a corrida: Raul Alarcon, Sandro Pinto, Henrique Casimiro, etc. Se alguns se explica por estarem em estruturas deficitárias há outros que não. Por exemplo, o Daniel Silva era um ciclista fraquíssimo em sub-23 e surge de repente num Loulé (carregadinho de malta como o Eladio Jimenez e o Tino Zaballa...) a trepar com os melhores. Desde então tem sido um ciclista consistente de top-5! É isto que sempre me faz confusão na nossa Volta. Dá toda a ideia que aqui tudo é possível. Compartilhar este post Link para o post
Mesut Ozil Publicado 5 Agosto 2016 Colocar em causa a seriedade e a "limpeza" de um pelotão inteiro é ridículo e insultuoso para quem passa a época toda a trabalhar com o pensamento numa corrida. Não percebo como é que há gente que pensa isso e depois passa dez dias a perder tempo a ver isto. E um contra relogista passar bem na montanha não é sinónimo de doping, o Dumoulin está cada vez mais à vontade a subir, com a diferença que ele corre entre os melhores do mundo, cá não se corre entre os melhores do Mundo, o que torna mais fácil uma evolução nesse campo de atletas mais velhos. Compartilhar este post Link para o post
P. Chagas Freitas Publicado 5 Agosto 2016 O Hector Guerra estava dopado até às orelhas, até parece mal menciona-lo nesta conversa. Fiquei muito desiludido com ele, era o único da Liberty com que simpatizava. Compartilhar este post Link para o post
Eu... Publicado 5 Agosto 2016 A partir do momento em que o Gustavo Veloso faz, em situações idênticas, melhor tempo de subida da Sra da Graça que o David Blanco, que era bom trepador... E a evolução do Dumoulin foi nos seus 20 e poucos anos. A do Veloso foi nos 30, acho dificil puder haver comparação. Enviado do meu ONEPLUS A3003 através de Tapatalk Compartilhar este post Link para o post
Aiden Publicado 5 Agosto 2016 Mas em Portugal nunca houve sprinteres puros, isso é factual, os sprinters que há são ciclistas que passam bem a montanha, por acaso isso é uma das cenas que me faz menos impressão, embora o António Carvalho por exemplo me faça uma comichão do crl. Compartilhar este post Link para o post
riquelme21 Publicado 5 Agosto 2016 Mas em Portugal nunca houve sprinteres puros, isso é factual, os sprinters que há são ciclistas que passam bem a montanha, por acaso isso é uma das cenas que me faz menos impressão, embora o António Carvalho por exemplo me faça uma comichão do crl. Well, passar de sprinter de grupeto como o Vicente Garcia de Mateos para gajo que passa 2 subidas à Torre com os melhores faz comichão. Compartilhar este post Link para o post
P. Chagas Freitas Publicado 5 Agosto 2016 Onde anda o Manuel Cardoso? Já se retirou? Compartilhar este post Link para o post
Aiden Publicado 5 Agosto 2016 Onde anda o Manuel Cardoso? Já se retirou? Sim, retirou-se porque o ciclismo não é rentável e tem outros negócios para gerir. Casinha, mesmo De Mateos nunca foi nenhum sprinter puro ele sempre me pareceu mais um puncheur que um sprinter, sempre tive a sensação de ele subir bem, pelo menos cá em Portugal. Compartilhar este post Link para o post
Contador Publicado 5 Agosto 2016 Sim, retirou-se porque o ciclismo não é rentável e tem outros negócios para gerir. Na verdade foi porque o joelho dele deu o berro Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 5 Agosto 2016 sto e mais uma coisa: o pelotão nacional é fraco. Fraco. Se há uns anos ainda havia uns quantos estrangeiros de qualidade, actualmente vemos ciclistas a preencher os primeiros lugares da classificação que há pouco tempo não passavam de gregários medianos. Temos o exemplo do Rui Sousa, que surgiu como figura maior de um pelotão já enquanto trintão, quando antes não passava de gregário. Temos o Rui Vinhas como camisola amarala, e Raul Alarcon ou Henrique Casimiro no top10 da Volta. O Joni Brandão será talvez o melhor trepador do pelotão no momento, mas convenhamos, não chega sequer à qualidade de alguns dos portugueses emigrados, como o André Cardoso, o Tiago Machado ou se calhar o Ricardo Vilela. Assim, e com uma Volta onde a alta montanha é uma miragem, não é estranho que um ciclista como o Veloso brilhe. Não há qualidade, nem dureza, para o destronar. É o mesmo motivo pelo qual o Ricardo Mestre venceu uma Volta. O Candido Barbosa, se corresse hoje, teria ganho duas ou três.. há menos dinheiro no pelotão nacional. Não há muitos clubes dispostos a pagar um ordenado de 6000 euros/mês a um Pedro Lopes da vida O Cândido Barbosa foi um ciclista que beneficiou da perda de qualidade do pelotão nacional, ele apanhou aquela fase de transição que coincidiu com o fim da era Moller/Jekker. Não considero o Xavier Tondo/Hector Guerra ou Bérnabeu ciclistas assim muito superiores ao Gustavo Veloso ou ao Marque. O Gustavo Veloso a nível internacional tem como principal vitória uma volta que tem um percurso que não foge muito do da Volta a Portugal. Compartilhar este post Link para o post