Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Alexis Ren

Rio'16

Publicações recomendadas

E ninguém fala do De Grasse que fez melhor parcial que o próprio Bolt?

Compartilhar este post


Link para o post

USA desclassificados :lol:

 

Ainda os metem a correr sozinhos para ver se passam os japoneses :mrgreen:

Compartilhar este post


Link para o post

Há uma imagem em que um atleta americano transpõe a linha e pisa o terreno do jamaicano mas diz-se que pode ter sido por causa de alguma irregularidade na passagem do testemunho.

Compartilhar este post


Link para o post

Tirando ali uma parte em que passou das marcas, foi na mouche.

 

Lembrei-me deste artigo de opinião idiota que li ontem no Expresso:

 

Fernando Pimenta e as folhas mortas

 

Isto é vergonhoso. Primeiro ridiculariza as declarações do atleta, depois insinua que está a mentir e de seguida, como se não bastasse, questiona a estratégia de prova de um atleta que já foi campeão mundial e europeu na sua especialidade como se ele fosse um amador inexperiente.

 

Ridículo.

Compartilhar este post


Link para o post

Uma palavra e um nome, Opinião e Nicolau Santos, que acho que são suficientes para afastar qualquer um.

Se há coisa em que eu não estou interessado, seja qual for o tema, é em saber a opinião dele, infelizmente temos de levar com as patacoadas dele em muito lado, mas já estou treinado o suficiente para me conseguir esquivar a tempo.

Editado por whatever

Compartilhar este post


Link para o post

Mas pronto, Pimenta abdicou de muita coisa nos últimos quatro anos para ganhar uma medalha – dos amigos, da sobremesa, etc - e é seguramente muito bom rapaz.

 

Enfim

Compartilhar este post


Link para o post

Mas pronto, Pimenta abdicou de muita coisa nos últimos quatro anos para ganhar uma medalha – dos amigos, da sobremesa, etc - e é seguramente muito bom rapaz.

 

Enfim

 

Isto é um pouco dizer que quem tem sucesso, seja em que area for, academica, profissional, desporto, artes, etc... normalmente abdica de muita coisa em detrimento. O Pimenta não é nenhuma excepção.

Compartilhar este post


Link para o post

Sucesso amargo dos Jogos. Não me lembro de uns Jogos em que numa variedade tão grande de desportos e de desportistas tenhamos feito tantos lugares no top10 final, mas, infelizmente, só conseguimos uma medalha com perspectiva realista de obter apenas mais uma (neste momento, antes da final de K4).

 

Portugal tem cronicamente poucas medalhas conquistadas. 1, 2. 3, na loucura, por JO. Razões? Várias.

 

Somos um país de pessoas que não gostam de desporto. É um mito o português gostar de desporto. O português não gosta de desporto. Gosta de sentir a sensação de vitória, e consegue-o normalmente através de um clube de futebol de entre os chamados grandes. Diz-se que a maioria dos portugueses só gosta de futebol. Tretas. Não gostam de futebol. Muitos nem percebem puto de futebol. Gostam de ganhar. Vêm o seu Benfica, o seu Porto, o seu Sporting. Quando ganham. Gozam com o amigo, com o colega, cada vez mais com o desconhecido nas redes sociais, com escalada gritante do vernáculo. Ficam felizes.

 

Logo por aqui se percebe que a percentagem da população (que já de si fica em números absolutos a anos luz do número de habitantes dos países cronicamente no topo do medalheiro olímpico) que pode enveredar pela carreira desportiva diminui abruptamente. Dentre os que gostam de desporto, temos de excluir os que não têm capacidade física para o praticar com regularidade, os que não têm capacidade económica para o praticar a um nível de elite, ou os que tendo algum dinheiro para investirem nas suas carreiras desportivas, enveredam por um caminho seguro fora do desporto em vez de arriscarem um meio geralmente mal remunerado onde a linha que separa o sucesso e o fracasso é ténue, que é extremamente exigente física e psicologicamente.

 

Quem opta pela carreira desportiva debate-se com falta de meios. Temos alguns centros de estágio de referência em várias modalidades, mas faltam apoios para dedicação 100% profissional a um desporto durante os 365 dias do ano em desportos que não o futebol. Em que, para manter um nível competitivo de topo, é preciso competir constantemente em torneios à volta do globo, que têm custos elevados em deslocações, estadias e material. Isso tem custos, não só o financiamento directo, mas o prejuízo do rendimento em actividades paralelas (as que permitem a subsistência e o rendimento a aplicar no treino e preparação desportiva?!), sejam laborais ou de ensino universitário. O exemplo objectivo desta realidade foi o do Rui Bragança, taekwondo, medalhado e dono de um lugar cimeiro no ranking mundial da modalidade, ao mesmo tempo que conjuga um curso de medicina com dezenas de viagens para competir custeadas pelos pais do próprio bolso. Pagar para atingir o limite em vez de ser pago por um país que depois exige resultados. Um contrassenso. Esta é a realidade dos desportos de nicho. Dos desportos em que há poucos praticantes, poucos apoios e escassos adeptos durante quatro anos. Ao fim dos quatro, normalmente na véspera, aparecem milhares de adeptos, e logo os mais exigentes.

 

Mas se a grande diferença entre as nossas medalhas que se contam usando poucos dedos de uma mão para as dezenas dos países do top10 pode ser explicada por sermos dos países com maiores dificuldades económicas em apoiar os seus atletas dos ditos países de “primeiro mundo”, além das diferenças óbvias na dimensão do campo de recrutamento existente entre Portugal e a maioria destes países (EUA, China, UK, Rússia, Alemanha, Austrália, Japão ou França, por exemplo), ficamos atrás de países muito mais pobres e com uma população de igual ou menor número do que Portugal. Jamaica, Hungria, Quénia, Cazaquistão, Cuba, Irão, Geórgia, Uzbequistão, Arménia, Etiópia, entre (bastantes) outros… Há várias razões, mas creio que as principais são a genética e a histórica/cultural.

 

Na verdade, não somos geneticamente predispostos para a prática de nenhum desporto. Nos colectivos, safamo-nos no futebol (e suas variantes) e no hóquei, que exigem um centro de gravidade baixo e técnica apurada. Culturalmente foram os desportos mais implementados no país, desde sempre. Por outro lado, o vólei, basquete, andebol, todos exigem atletas altos e o português médio fica a largos centímetros da média dos países dominadores.

 

Quanto aos desportos que não as modalidades colectivas de pavilhão já abordadas… na natação, que atribui bastantes medalhas, historicamente, se excluirmos Yokochi, não temos registos nenhuns. Por outro lado, noutros países, foi desporto de estado, com investimentos brutais, uma das principais armas do combate desportivo na guerra fria olímpica entre EUA e ex-União Soviética, bem como, mais recentemente, a China. Por uma questão de facilidade e adequação incluo aqui os desportos associados desde natação sincronizada a saltos para a água, onde se aplica a mesma ausência total de história do nosso país.

 

Na senda dos desportos de estado temos a ginástica, com excelentes participações constantes dos países referidos anteriormente – EUA, países da ex-União Soviética, China - sem história por cá, e o atletismo, onde apesar de termos as nossas melhores histórias olímpicas nas provas de resistência, estas serão cada vez mais difíceis de repetir com a exportação de quenianos e etíopes (além do investimento quase em exclusivo no desporto nacional desses países no fundo e meio fundo) para países que pagam as naturalizações quase como transferências. Hoje há pelo menos uns 10 a 15 quenianos e etíopes por maratona, 10 ou 5 mil metros, espalhados entre diversos países, o que torna uma medalha cada vez mais difícil dada a vantagem genética das fibras lentas dos fundistas do corno de África. Por outro lado, é praticamente impossível aos europeus competir com as fibras rápidas dos velocistas caribenhos e subsarianos, salvo raras excepções. Não temos a fisionomia troncular eslava e a escola da ex-União Soviética nos desportos de lançamento. Restam-nos desportos de nicho, como o triplo salto, e mesmo aí recorrendo a atletas possuidores de um património genético bem diferente dos do rectângulo. Atletas excepcionais, diga-se! O exemplo de ressurreição do Nélson Évora é algo de inspirador a tirar destes JO.

 

Passando aos “outros” desportos, os desportos de combate nos JO têm uma implementação cultural histórica nos seus países de origem (Japão, China, Coreia, Tailândia…) que lhes dão essa vantagem competitiva, mas onde temos tido uma evolução notável nos últimos anos por termos capacidade física para lhes fazer frente (judo, taekwondo). No ténis de mesa somos suficientemente ágeis para ser os melhores entre os “humanos”, mas os asiáticos conseguem sistematicamente tempos de reacção quase sobre-humanos que os tornam praticamente imbatíveis – basta olhar para os rankings e ver quem são os países sistematicamente no topo, bem como os nomes dos competidores de alguns dos outros países. Badminton mesma história, embora não tenhamos uma geração tão boa como a dos mesatenistas liderados pelo Marcos Freitas. Temos uma geração fantástica na canoagem e é provavelmente o desporto com a maior evolução dos últimos anos em Portugal. É uma pena que seja apenas brindado com uma medalha nos últimos dois Jogos – faltando ainda o K4, com final daqui a pouco. Desaproveitamos completamente a nossa história náutica e costeira por não termos tripulações de topo na vela. Temos provavelmente a melhor geração de ciclistas de sempre, mas é complicadíssimo obter resultados numa prova de estrada de um dia em que o traçado ou se adapta às características do ciclista ou… não! Provavelmente ainda colheremos frutos da boa geração de ciclismo de pista que vai despontando por cá e que acredito que esteja em pleno em Tóquio.

 

Um desporto importante para contribuir fortemente para o medalheiro é o halterofilismo, mas é um desporto demasiado centrado historicamente (e pela fisionomia determinante já referida relativamente aos lançadores do atletismo) nos países do bloco de Leste para termos alguma hipótese de sonhar sequer com medalhados e tops.

 

Concluindo: geneticamente não temos vantagem objectiva em praticamente nenhum desporto que dê muitas medalhas (pelo grande número de variantes de provas, seja de distâncias, seja de categorias de peso), bem pelo contrário. Temos, por isso, de trabalhar o dobro ou o triplo para igualar os melhores em diversas modalidades. Com menos recursos, em muitos casos quase como part-time, com bolsas olímpicas que ficam nos antípodas das de outros países mais poderosos. Devemos valorizar isso. Devemos valorizar o esforço de quem conseguiu resultados muito bons nestes jogos. De quem tão ingloriamente ficou tão perto das medalhas. Faltou muito pouco para números históricos de pódios nestes jogos, mas o balanço global só pode ser francamente positivo.

 

Um reparo final à capacidade organizativa do Brasil. Fiasco total, desde a Aldeia Olímpica finalizada fora de prazo, à água verde das piscinas, ao esgoto a céu aberto das provas de vela e natação de águas abertas, às algas do lago de canoagem e a falhas pontuais como o colete do taekwondo do adversário do Rui Bragança que provavelmente esteve avariado/desligado o combate todo.

Compartilhar este post


Link para o post

hoje a final masculina de polo aquatico em directo na Sportv a partir das 22 horas

Sérvia - Croácia!

Compartilhar este post


Link para o post

Não vale a pena analisar minuciosamente o que se passou no Rio quando não há interesse do Estado em criar atletas de topo. Porque isso requer investimento e uma mudança de mentalidade.

 

Basta olhar para o vizinho do lado que antes de 1992 andava ao papéis e não passava de uma mão cheia de medalhas nos Jogos Olímpicos. Agora são uma potência mundial a nível desportivo.

 

Isto não ocorre por acaso.

Compartilhar este post


Link para o post

Eu qdo for ministro antes de roubar o estado como posso e fugir po Brasil vou dar os primeiros passos para tornar Portugal uma potência olimpica, com a ajuda da Mamona :heart:

Editado por Kendrick Lmao

Compartilhar este post


Link para o post

Acho que o melhor caso é mesmo o da GB. Em 96 tiveram uma medalha de ouro. Em 2016 vão com 25.

Compartilhar este post


Link para o post

Eu qdo for ministro antes de roubar o estado como posso e fugir po Brasil vou dar os primeiros passos para tornar Portugal uma potência olimpica, com a ajuda da Mamona :heart:

Pensei que era com ajuda da Maratona 8)

Compartilhar este post


Link para o post

Não é preciso grandes investimentos, basta haver vontade. A prática do desporto devia ser incentivada às crianças logo na escola. Depois também podia haver pessoas ligadas ao desporto a ir às escolas falar com as crianças e até realizar testes para apurar as aptidões físicas delas, desde a velocidade à resistência, e tentar enquadrá-los dentro dos contextos que mais os favorecem. Também seria importante que um ou outro atleta de referência os acompanhasse de modo a cativar as crianças. Claro que para dar seguimento a isto tudo é necessário haver toda uma estrutura que faça as coisas funcionar. Este incentivo nem é só pela questão das medalhas ou da alta competição, nem todos podem ser atletas, é também uma questão de saúde. Mas em vez disso caminham no sentido contrário ao tornarem a disciplina de Educação Física em algo irrelevante.

 

Depois há a questão dos apoios. Quem é que vai investir em atletas que só aparecem na tv de 4 em 4 anos? As provas têm que ser transmitidas. Porque não transmitir canoagem, atletismo, provas de judo ao invés de enveredarem todos por programas de treta ao género do Você na TV? Será que isso a médio prazo não poderia trazer audiências? Já temos alguns atletas de referência em diversas modalidades, há que saber tirar partido disso para cativar o interesse das pessoas. Organizar provas em conjunto, isto é, com várias modalidades em simultâneo, ter o cuidado de não transmiti-las ao mesmo tempo que o futebol (seria a morte do artista) e as coisas poderão evoluir de forma gradual. Com as transmissões televisivas gera-se interesse, o interesse gera patrocínios/dinheiro.

 

Depois também há a questão do destaque na comunicação social que poderia trazer mais visibilidade a estas modalidades, mas essa é difícil de controlar, especialmente a desportiva. Mas se as provas começarem a ser televisionadas penso eu que a imprensa lhes dê um pouco mais de destaque. Toda esta evolução terá que ser gradual e todas as partes de acompanharão.

 

Nem acho que o Estado precise de investir assim tanto. Pelo que se diz já temos grandes infra-estruturas para a prática de algumas modalidades, aqui o trabalho do Estado é mais o de criar condições para que os jovens pratiquem desporto e, essencialmente, que os incentivem a tal. Em cada região, ou pelo menos naquelas com mais potencial, devia haver um pouco este trabalho de base com os alunos das escolas e tentar recrutar os melhores, e dar-lhes condições para progredirem. O segundo passo é tornar o desporto rentável através da criação de bases para que estas modalidades ganhem mais visibilidade, e é aqui que entra a televisão.

Editado por Enzo Dios Perez

Compartilhar este post


Link para o post

O típico Português é o adepto das vitórias. Quando um nosso representante ganha (modalidade colectiva ou individual), a vitória é nossa, mas quando perde é única e exclusivamente deles.

Para a grande maioria do português comum, conhecer um, dois ou três atletas olímpicos deste ano é muito, pelo menos, falo por mim, não tenho problema nenhum em assumir que conhecia apenas meia dúzia deles. No entanto, reconheço o esforço que aquela malta fez e muitos deles fazem, pois ser desportista de profissão, treinar com condições excepcionais e com a maior e melhor competitividade possível, só no futebol, tudo o resto é uma miragem/paisagem ou perto disso. Exemplos disso, as nossas modalidades de voleibol, andebol e basquetebol, onde apresentamos um nível fraco, sem expressão actual no panorama mundial, e isso entristece-me. Cá, batemos nas equipas menos cotadas e lá fora levamos na boca à grande, claro que uma vez por outra existem excepções.

Passando agora ao atletismo. Quando o nosso campeão nacional de corta-mato (masculino) tem quase 40 anos e trabalha num hipermercado e ainda dedica tempo ao desporto que gosta, está tudo dito.

Quando um dos nossos melhores velocistas (Arnaldo Abrantes), divide o seu tempo num gabinete médico ou num hospital ou até mesmo na FPA... torna-se difícil "ser-se grande" Lembro-me que por cá foi achincalhado e arrasado (por falhar a final dos 200m) pelos especialistas no desporto de sofá aquando dos Olimpicos de Londres 2012.

Gostava de desabafar mais coisas, das quais não me lembro. E termino com um outro desabafo. Como é possível termos um atleta bicampeão europeu (Bragança) a andar de prova em prova às custas da família porque simplesmente "ninguém" o conhece. É só ridículo.

É claro que estes atletas precisam de dinheiro, dinheiro para ser canalizado correctamente, para ser investido correctamente. Para termos mais e melhores atletas é preciso haver uma melhor articulação entre escolas básicas/secundárias, universidades e Governo, caso contrário nunca passaremos do quase que ganhamos medalhas.

 

Agora, para os nossos atletas do K4. Tragam lá a m*rda do ouro, f*da-se!

 

E pronto, é isto.

 

 

Só mais uma coisa. Se mal enchemos o estádio da equipa local, quanto mais encher pavilhões ou um estádio com provas de atletismo.

 

Editado por ventura21

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...