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Lebohang

É Natal, É Natal

  

201 votos

  1. 1. O que comem na noite da Consoada?

  2. 2. E doces?

  3. 3. E bebidas?



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nos Açores não há Tiger :mrgreen:

estão a ver? Agora vejam se consigam:

 

  • máximo 10€
  • nos Açores
  • Não pode ser álcool

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nos Açores não há Tiger :mrgreen:

estão a ver? Agora vejam se consigam:

 

  • máximo 10€
  • nos Açores
  • Não pode ser álcool

 

Um porta chaves catita daqueles de 7,5€? Há dias, num aniversário, ofereci um porta-chaves que era uma guitarra. Comprei na tabacaria do PA.

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nos Açores não há Tiger :mrgreen:

estão a ver? Agora vejam se consigam:

 

  • máximo 10€
  • nos Açores
  • Não pode ser álcool

 

bombons

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Malta, dica para um prenda neutra?

Tenho um rapaz que vou dar prenda no amigo oculto e como não tenho grandes proximidades não sei bem o que vou dar :lol:

Um shaker de cocktails da Tiger.

 

ups, li Açores depois

Editado por antifa

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Já tenho o Natal "estragado". Ou melhor, agridoce. Por um lado super feliz por ir ser pai para o ano, mas super triste por ter um familiar no hospital.

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Já tenho o Natal "estragado". Ou melhor, agridoce. Por um lado super feliz por ir ser pai para o ano, mas super triste por ter um familiar no hospital.

Parabéns.

 

Quanto à noticia menos boa, que recupere rapidamente.

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Foi com alguma tristeza que soube de uma notícia este natal.

O meu pai abandonou a minha mãe quando eu nasci e tinha outra família, deixando-a solteira e com grandes dificuldades para criar um filho sozinha.

Tenho poucas memórias dele (estivemos umas 5/6 vezes juntos se muito) e no ano passado, mandou uma mensagem à minha mãe a dizer que sentia muito sozinho, para nos voltarmos a reunir, etc. No entanto, sempre disse à minha mãe que não, que era imperdoável o que tinha feito e nem sequer teria coragem para olhar para a cara dele.

Entretanto, neste mês comecei a pensar se não seria boa ideia encontrar-me com ele, só mesmo numa de tentativa de falar e ele me conhecer um pouco melhor. Foi então que comecei a ligar para o número dele (que estava sempre desligado) e também encontrei o face e adicionei-o no fim de semana, mas como nunca mais me aceitava, comecei a ver amigos dele no face até que encontro um sobrinho que tinha uma fotografia dele a preto e branco: "Descansa em paz tio e amigo".

E foi assim, que soube que o meu pai faleceu. Não que o tenha conhecido particularmente ben, mas fiquei um pouco transtornado porque as coisas poderiam ter sido diferentes se tivesse dado o passo e o tivesse perdoado.

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Foi com alguma tristeza que soube de uma notícia este natal.

O meu pai abandonou a minha mãe quando eu nasci e tinha outra família, deixando-a solteira e com grandes dificuldades para criar um filho sozinha.

Tenho poucas memórias dele (estivemos umas 5/6 vezes juntos se muito) e no ano passado, mandou uma mensagem à minha mãe a dizer que sentia muito sozinho, para nos voltarmos a reunir, etc. No entanto, sempre disse à minha mãe que não, que era imperdoável o que tinha feito e nem sequer teria coragem para olhar para a cara dele.

Entretanto, neste mês comecei a pensar se não seria boa ideia encontrar-me com ele, só mesmo numa de tentativa de falar e ele me conhecer um pouco melhor. Foi então que comecei a ligar para o número dele (que estava sempre desligado) e também encontrei o face e adicionei-o no fim de semana, mas como nunca mais me aceitava, comecei a ver amigos dele no face até que encontro um sobrinho que tinha uma fotografia dele a preto e branco: "Descansa em paz tio e amigo".

E foi assim, que soube que o meu pai faleceu. Não que o tenha conhecido particularmente ben, mas fiquei um pouco transtornado porque as coisas poderiam ter sido diferentes se tivesse dado o passo e o tivesse perdoado.

Aconteceu parecido com a minha ex-namorada.

O pai traiu a mãe e abandonou a família quando ela estava na pré adolescência.

Entretanto nunca mais falaram e no ano passado morreu.

 

Do que passei com ela, acontece sempre o sentimento "e se...", exatamente como descreveste no fim, mas é uma questão de tempo até os pés assentarem na terra e voltar a frieza para analisar o que foi feito pela pessoa.

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Foi com alguma tristeza que soube de uma notícia este natal.

O meu pai abandonou a minha mãe quando eu nasci e tinha outra família, deixando-a solteira e com grandes dificuldades para criar um filho sozinha.

Tenho poucas memórias dele (estivemos umas 5/6 vezes juntos se muito) e no ano passado, mandou uma mensagem à minha mãe a dizer que sentia muito sozinho, para nos voltarmos a reunir, etc. No entanto, sempre disse à minha mãe que não, que era imperdoável o que tinha feito e nem sequer teria coragem para olhar para a cara dele.

Entretanto, neste mês comecei a pensar se não seria boa ideia encontrar-me com ele, só mesmo numa de tentativa de falar e ele me conhecer um pouco melhor. Foi então que comecei a ligar para o número dele (que estava sempre desligado) e também encontrei o face e adicionei-o no fim de semana, mas como nunca mais me aceitava, comecei a ver amigos dele no face até que encontro um sobrinho que tinha uma fotografia dele a preto e branco: "Descansa em paz tio e amigo".

E foi assim, que soube que o meu pai faleceu. Não que o tenha conhecido particularmente ben, mas fiquei um pouco transtornado porque as coisas poderiam ter sido diferentes se tivesse dado o passo e o tivesse perdoado.

 

Keyser :compinchas:

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Visitante

Keyser :compinchas: é uma situação complicada, mas não acho que te devas culpabilizar com "ses". Bem pelo contrário, é sinal de grande personalidade que apesar daquilo que ele fez, tu decidires dar passos em direcção à reconciliação. Já tive um caso parecido na família, com o meu tio, e provavelmente nunca o perdoaria depois disso.

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Sinceramente acho que fizeste bem

 

o meu avô paterno abandonou a minha avó com dois filhos ( o meu pai que deveria ter 8anos e a minha tia ) e por isso a minha avó sempre teve de trabalhar imenso e passar grandes dificuldades para lhes conseguir dar o básico e fugiu para a Holanda e arranjou outra família. Para além disto a vida dele enquanto estava cá era ir beber e ir de leiria para lisboa para clubes de strip e merd*as assim.

Passados alguns 25-30 anos veio um men da holanda de um programa de TV tipo o ponto de encontro ter com o meu pai a dizer que o meu avô tinha uma doença grave ( tipo um tumor algures ou algo do género) e de momento estava sozinho ( deve ter acabado tb com a outra) a dizer que o meu pai e a minha tia tinham tudo pago para ir a holanda vê-lo e assim e o meu pai por e simplesmente recusou e não quis saber mais e tanto quanto sei nunca mais soube nada dele a não ser que entretanto morreu

 

Isto para dizer que discordo um pouco do elliot no que diz respeito a grande personalidade por avançar para a reconciliação.....em muitos casos acho que simplesmente é preferível não o fazer pq no caso do meu pai ele nunca na vida conseguia perdoar o pai pelo que ele fez e por tudo aquilo que fez a minha avó passar

Editado por lordbifana

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Foi com alguma tristeza que soube de uma notícia este natal.

O meu pai abandonou a minha mãe quando eu nasci e tinha outra família, deixando-a solteira e com grandes dificuldades para criar um filho sozinha.

Tenho poucas memórias dele (estivemos umas 5/6 vezes juntos se muito) e no ano passado, mandou uma mensagem à minha mãe a dizer que sentia muito sozinho, para nos voltarmos a reunir, etc. No entanto, sempre disse à minha mãe que não, que era imperdoável o que tinha feito e nem sequer teria coragem para olhar para a cara dele.

Entretanto, neste mês comecei a pensar se não seria boa ideia encontrar-me com ele, só mesmo numa de tentativa de falar e ele me conhecer um pouco melhor. Foi então que comecei a ligar para o número dele (que estava sempre desligado) e também encontrei o face e adicionei-o no fim de semana, mas como nunca mais me aceitava, comecei a ver amigos dele no face até que encontro um sobrinho que tinha uma fotografia dele a preto e branco: "Descansa em paz tio e amigo".

E foi assim, que soube que o meu pai faleceu. Não que o tenha conhecido particularmente ben, mas fiquei um pouco transtornado porque as coisas poderiam ter sido diferentes se tivesse dado o passo e o tivesse perdoado.

As coisas não foram diferentes porque o teu pai fez algo terrível ao filho e à mãe do filho.

O que levou a este desfecho não foi a tua mágoa, que é perfeitamente natural, foi a irresponsabilidade com quem teve um filho e nunca lhe deu valor.

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