whatever Publicado 27 Abril 2017 é este? Sim, é o mesmo do link que meti lá atrás. Compartilhar este post Link para o post
w0 Publicado 28 Abril 2017 (editado) Lol. Um dos mais caros do país. Certo.Há quem tente de tudo pada tentar fazer os links entre um adepto animal e o Benfica. Só da para rir. Mas continuem a tentar. Uma coisa eu sei, estou safo que não sou eu que pago a "um dos advogados mais caros do país" :lol: Editado 28 Abril 2017 por w0 Compartilhar este post Link para o post
Homem do Bussaco Publicado 28 Abril 2017 Como está o top dos advogados mais caros do pais ? Não tenho acompanhado. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 28 Abril 2017 Sei que está tudo a gozar, mas eu já dei PT a um advogado, e ele dizia-me que um dos advogados mais caros se não mesmo o advogado mais caro do país era o Garcia Pereira. Compartilhar este post Link para o post
Red Prince Publicado 28 Abril 2017 Se não tivesse havido uma morte, isto era quase comédia. SOL: Num relato publicado numa página de Facebook afeta ao Sporting, intitulada Sporting 1906, um elemento da claque Juve Leo que esteve presente nos confrontos que aconteceram junto ao estádio da Luz contou o que aconteceu na noite do atropelamento mortal. “Foi o dia mais triste da minha vida. Dia em que conheci o que é bater no fundo psicologicamente”, começa por dizer Valter Semedo, autor do texto. No texto, o elemento da Juve Leo começa por dizer que no “código de Ultras” existem regras e o “assassinato” não é uma delas. Valter Semedo conta o que aconteceu: “Chegámos à Luz com o objetivo de mostrar que nada temos a temer, que a nossa força é a maior de Portugal. Procurámos o confronto corpo a corpo, mas eis que a claque adversária na falta de coragem decide fazer um confronto como nuncatinha visto em nenhum canto do mundo das claques: carros vs. Ultras”. O adepto do Sporting explica que acabaram por abandonar o local e que, já em Alvalade, o grupo percebeu que faltava um elemento: “foi como se tivéssemos todos levado uma facada no peito”. Um carro ainda se dirige ao local, mas já se encontra lá a polícia e o INEM, conta este adepto, que explica que “o Marco não foi abandonado”. “Homicídio não faz parte nem de amor, nem do mundo Ultra, nem de nada”, lê-se na publicação. Valter Semedo deixa ainda uma mensagem aos adeptos que critica a atitude desde grupo: “Se eram capazes deviam lá estar e não darem uma de heróis sem nunca o terem sido”. “Nenhum dos críticos é mais homem que eu”, sublinha. Compartilhar este post Link para o post
G1njas Publicado 28 Abril 2017 Se não tivesse havido uma morte, isto era quase comédia. SOL: Num relato publicado numa página de Facebook afeta ao Sporting, intitulada Sporting 1906, um elemento da claque Juve Leo que esteve presente nos confrontos que aconteceram junto ao estádio da Luz contou o que aconteceu na noite do atropelamento mortal. “Foi o dia mais triste da minha vida. Dia em que conheci o que é bater no fundo psicologicamente”, começa por dizer Valter Semedo, autor do texto. No texto, o elemento da Juve Leo começa por dizer que no “código de Ultras” existem regras e o “assassinato” não é uma delas. Valter Semedo conta o que aconteceu: “Chegámos à Luz com o objetivo de mostrar que nada temos a temer, que a nossa força é a maior de Portugal. Procurámos o confronto corpo a corpo, mas eis que a claque adversária na falta de coragem decide fazer um confronto como nuncatinha visto em nenhum canto do mundo das claques: carros vs. Ultras”. O adepto do Sporting explica que acabaram por abandonar o local e que, já em Alvalade, o grupo percebeu que faltava um elemento: “foi como se tivéssemos todos levado uma facada no peito”. Um carro ainda se dirige ao local, mas já se encontra lá a polícia e o INEM, conta este adepto, que explica que “o Marco não foi abandonado”. “Homicídio não faz parte nem de amor, nem do mundo Ultra, nem de nada”, lê-se na publicação. Valter Semedo deixa ainda uma mensagem aos adeptos que critica a atitude desde grupo: “Se eram capazes deviam lá estar e não darem uma de heróis sem nunca o terem sido”. “Nenhum dos críticos é mais homem que eu”, sublinha. :estrelas: Isto é perturbador. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 28 Abril 2017 Procurámos o confronto corpo a corpo, mas eis que a claque adversária na falta de coragem decide fazer um confronto como nuncatinha visto em nenhum canto do mundo das claques: carros vs. Ultras”. Fez-me lembrar . Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 28 Abril 2017 Toda aquela publicação é doentia. Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 28 Abril 2017 Toda aquela publicação é doentia. É a do "noSSa", certo? Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 28 Abril 2017 Mas eles dão vida ao ambiente dos estádios!! Cambada de animais. Compartilhar este post Link para o post
Keef Publicado 28 Abril 2017 Esse bold mais parece os miúdos no intervalo da escola a combinar porrada para depois das aulas. Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 28 Abril 2017 (editado) Estas bestas acham que a legalização é o mesmo que a profissionalização. Ao ler essa ignomínia, não pude deixar de sentir uma espécie de frustração semelhante à de uma pessoa que apenas quer fazer o seu trabalho e vê um chimpanzé fugido do circo conduzir um carro pelo seu escritório dentro. Eu já disse que o Governo tem de meter a mão nisto, já que os responsáveis pelo futebol julgam ser os palhaços alegres do circo de onde fugiu o chimpanzé que atropelou o marginal profissional- e que agora presta um muito melhor serviço à comunidade a trabalhar como adubo. Editado 28 Abril 2017 por John Reverend Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Abril 2017 Aqui chegados neste tópico sinto a falta de 2 coisas: Primeiro a ausência daqueles users que, à falta de melhores argumentos, me tentam calar perguntando-me o que sei eu sobre as claques e a sua vivência. Agora que o Valter Semedo, com um poder de síntese assinalável, nos mostrou a todos o que são as claques, para que servem e o que vem a ser isso de "espírito ultra", com código próprio e um mundo só deles, tinha muita curiosidade em saber o que têm a dizer esses users cmptianos... A segunda coisa de que sinto falta é a transcrição e subsequente debate de uma das últimas declarações do Presidente do Sporting. Aquela em que ele diz que «os "piropos" entre presidentes não fomentam a violência no futebol». Eu bem sei que o Presidente do Sporting nos está a vencer pelo cansaço. Ele é inabalável na sua demanda de debitar o maior número de grosserias e incensatezes possíveis por dia. Tantas ou tão poucas que já as consideramos rotineiras e não lhes damos a devida atenção. Mas estas foram particularmente graves. Porque, dado o momento que vivemos, conferem uma auto-desresponsabilização absolutamente criticável. Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 28 Abril 2017 Não se debate porque pouco havia a debater: foram completamente irresponsáveis e ponto final. E para andarmos aqui, uns a apelidar o Sr Carvalho de rato e outros a defender que o problema é do queijo, mais vale poupar a BD do fórum. Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 29 Abril 2017 É a do "noSSa", certo? Esta: RELATO DE QUEM ESTEVE NA FATÍDICA NOITE 22 de Abril de 2017, foi o dia mais triste da minha vida. Dia em que conheci o que é bater no fundo psicologicamente. Nunca pensei sentir o que senti e o que estou a sentir estes dias. Estou a viver os dias mais tristes da minha vida até hoje. Véspera de derby e qualquer Ultra (palavra em vias de extinção no panorama nacional) sabe que as rivalidades aumentam de nível. Existem regras e o assassinato é uma das que não consta no código de Ultras. Claque vai, claque vêm, sucedem-se as provocações, pintam-se paredes, preparam-se coreografias vai-se à procura do confronto físico, usam-se armas de acordo com o código Ultra, tudo para demonstrar a força e a qualidade do Grupo. Chegamos à Luz com o objetivo de mostrar que nada temos a temer, que a nossa força é a maior em Portugal. Procurámos o confronto corpo a corpo, mas eis que a claque adversária na falta de coragem decide fazer um confronto como nunca tinha visto em nenhum canto do Mundo das claques. Carros VS Ultras. Fomos em busca do confronto à mesma, achando que poderia ser possível haver um confronto leal. Depois de termos ido à casa do adversário mostrar a nossa força, decidimos abandonar o local para não sermos apanhados pela Polícia que a qualquer momento poderia aparecer, e também para irmos guardar a nossa casa. "NUNCA SE DEIXA UM HOMEM PARA TRÁS" - um Ultra sabe que este lema é dos mais importantes do código de claques. Do nosso lado estavam alguns dos mais antigos e maiores Ultras de sempre do Sporting Clube de Portugal. Pessoas incapazes de deixar alguém para trás. Eu apesar de ter ainda pouco mais de 5 anos de Ultra, seria incapaz de deixar alguém para trás, porque não interessa a quantidade de tempo ligado a claques, interessa sim a mentalidade da pessoa. Mas na verdade houve uma falha NOSSA. Chegamos em Alvalade e estavamos todos em festa porque tudo teria corrido bem, até que de repente surgiu uma voz que dizia que faltava alguém, foi como se tivéssemos todos levado uma facada no peito. Vai um carro direito ao local onde tudo aconteceu e depara-se com um aparato policial e INEM no local, um corpo estendido. A notícia chega a Alvalade e todos ficam nervosos, a Policia começa a surgir e decide-se que todos devem se ir embora ao mesmo tempo, ficando um grupo à procura em hospitais e esquadras. A notícia só é confirmada pela manhã. Foi o dia mais triste da minha vida até hoje. O que num momento teria sido um grande momento Ultra para nós, transformava-se no maior pesadelo de todos nós. Mas agora quero mandar um recado a todos os críticos, a todos os falsos moralistas, e a todos os que dizem que estando lá aquilo não acontecia, tenho-vos a dizer algumas coisas. 1. O Marco não foi abandonado. 2. Ninguém tem direito a criticar este estilo de vida. Podem criticar assassinos, não podem criticar a vida de Ultra que seja levada dentro dos códigos "correctos". 3. Quem conhece a palavra Amar, sabe que pelo Amor que sentimos somos capazes das maiores loucuras. O amor que sentimos pelo nosso clube e pelos nossos ideais é igual. 4. Homicídio não faz parte nem de Amor, nem do Mundo Ultra, nem de NADA! 5. Aos "Ultras Sportinguistas" que dizem que com eles lá aquilo não acontecia, digo: Nuns casos não aconteceria de certeza porque nunca lá estariam. Pela falta de coragem de enfrentar claques de nome. São mais do tipo de Ultras que apenas sabem viver os seus momentos de glória contra claques que não fazem mal a ninguém, ou que procuram antes confrontos dentro da própria claque ou contra claques do próprio clube, vivem falsas rivalidades, cheios de pactos de não agressão mascarados com shows-off para Inglês ver. Não critico quem tenha amigos de outras claques, critico sim, quem fala muito que faz e acontece, quem fala num ódio interminável, critico sim quem vive fingindo viver rivalidades, mas na verdade só sabe ser mau dentro de própria casa. Noutros casos até poderia realmente não acontecer, ninguém sabe, ninguém evita por antecedência, nem altera depois de acontecer. Agora é fácil falar. 6. Se eram capazes deviam lá estar e não darem uma de Heróis sem nunca o terem sido. 7. Jamais irei virar as costas aos meus princípios e ideais, jamais irei trair o meu coração e a minha consciência. 8. Nenhum dos críticos é mais Homem que eu. Poucos já fizeram mais que eu pela Juventude Leonina. Poucos são tão leais como eu à Juventude Leonina. Só quem lá esteve ou quem realmente saiba o que é ser Ultra sem ter telhados de vidro tem direito a apontar o dedo. E mesmo assim, mesmo tendo esta desilusão toda a consumir-me, nada irá afetar a minha moral. Se antes disto me sentia um grande Ultra, hoje sinto-me ainda maior. 9. Estou demasiado triste por tudo isto, e na verdade tudo isto fez-me refletir. Muitas perguntas na minha cabeça, mas só tenho uma certeza: UM DIA JUVELEO, JUVELEO ATÉ MORRER! Marco Ficini serás sempre recordado. Descansa em Paz. Texto: Valter Semedo Como é que as claques gozam do apoio dos clubes e da impunidade que todos sabemos é algo que me ultrapassa. Compartilhar este post Link para o post
NIkeL Publicado 29 Abril 2017 Só para dizer que subscrevo completamente todos os comentários do Descartes sobre este assunto e o tema das claques. 100% de acordo em tudo. Compartilhar este post Link para o post
Pickle Rick Publicado 29 Abril 2017 Sei que está tudo a gozar, mas eu já dei PT a um advogado, e ele dizia-me que um dos advogados mais caros se não mesmo o advogado mais caro do país era o Garcia Pereira. O Garcia Pereira é barra acima de tudo em Direito do Trabalho. Btw, supostamente o suspeito vai ser acusado também acusado de tentativa de homicidio de mais quatro pessoas, sendo que as camaras supostamente provam isso. Compartilhar este post Link para o post
Casual 1904 Publicado 30 Abril 2017 Não sei até que ponto as imagens podem ser usadas em tribunal. Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 30 Abril 2017 (editado) Citação do jornal "O Jogo" online Opinião: A perplexidade de não ter sido um grunho do norte a lançar a primeira tochaEstava escrito nos editorais que aos broncos nortenhos estava destinada a autoria do primeiro acto trágico do futebol português.Os ingleses chamam-lhe "bias". Significa influenciar o modo de contar uma história, distorcê-la para favorecer um ponto de vista ou reforçar um preconceito. "Bias" é parente do viés português, que quer dizer esguelha, soslaio, enviesar, mas o verbo manipular é o que mais se aproxima do tal "bias", embora sem a mesma leveza. Vem isto a propósito da morte do adepto do Sporting nas imediações do Estádio da Luz. Durante anos, desde que há Imprensa livre e sobretudo desde que há televisão privada, a opinião pública foi sendo preparada para a eventualidade de a primeira morte entre adeptos acontecer às mãos dum adepto do Porto. Cada escaramuça, cada distúrbio numa estação de serviço da A1 continha em si o eco premonitório da tragédia, ao passo que os mesmos factos a sul eram objecto de tratamento menos histérico. Nos anos noventa havia quem jurasse em Lisboa que Pinto da Costa se movimentava escoltado por capangas de Kalashnikov, e que a polícia fechava os olhos por medo. A ideia duma violência cega, exclusiva do Porto, enquanto a de outros se situava no limite do desmando tolerável, encontrou terreno fértil e ascendeu ao tabuleiro do mito urbano. Como se trezentos quilómetros bastassem para criar o abominável grunho do norte e o inócuo grunho do sul, mais concretamente da Segunda Circular. Ou como se o grunho do futebol não fosse uma categoria sociológica universal, de Buenos Aires a Moscovo, mas uma bizarria indígena que medra a norte do sistema Montejunto-Estrela, como um cardo bravio. Estava escrito nos editorais que aos broncos nortenhos estava destinada a autoria do primeiro acto trágico do futebol português. Mas, por ironia macabra, ele aconteceu numa final de Taça entre Benfica e Sporting. Lisboa indignou-se, desdobrou-se em condenações e votos de pedagogia, mas, lá no fundo, essa Lisboa remoeu a perplexidade de não ter sido um grunho do norte a lançar a primeira tocha. Recentemente, quando um árbitro foi agredido sem dó num jogo do Canelas, a cena passou em "loop" na televisão até à náusea - por certo com fins profiláticos. Ou talvez não se tratasse de profilaxia, nem de defesa da arbitragem, nem de responsabilização dos clubes, mas de cupidez noticiosa pela ligação do agressor a uma claque do Porto. Agora, perante a morte deste adepto, o país jornalístico, ciente do peso da sua clientela maioritária, exibe uma espécie de embaraço etnocêntrico e remete-se a uma contenção responsável. Estivesse um grunho do Porto sob suspeita num caso semelhante e quase aposto que circulariam já imagens provenientes de misteriosas fugas na investigação policial. Lembrei-me daquela senhora de Oeiras num qualquer telejornal, quando os jovens finalistas causaram estragos em Torremolinos. Dizia ela, com a distinção de que só as damas da Linha são capazes, que tinha falado com o filho ao telefone, tendo ele garantido que tudo aquilo era obra dum pequeno grupo do norte. E por causa desses pecadores pagavam os justos do sul. Ah, o norte, esse grosseirão sem emenda. http://www.ojogo.pt/opiniao/cronistas/carloste/noticias/interior/a-perplexidade-de-nao-ter-sido-um-grunho-do-norte-a-lancar-a-primeira-tocha-6257417.htmlÉ na mouche. Editado 30 Abril 2017 por UnReal Compartilhar este post Link para o post
Casual 1904 Publicado 30 Abril 2017 Eu chamo-lhe estupidez, usar um acontecimento destes para mais uma vez fazerem-se de coitadinhos. Compartilhar este post Link para o post