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Sumudica by Night

Ministério Público acusa PSP de racismo e tortura

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Visitante

Ouvir o opinião pública sobre isto só mete asco... Ponto em comum... Começam quase sempre com o "Não sou racista mas..."

 

 

Mas alguém pode censurar essas pessoas? Estamos a falar de gente mais velha, que provavelmente não teve a mesma educação que eu e tu tivemos, e que nunca procuraram entender o ambiente que os rodeia para lá das manifestações superficiais. Bairros sociais são geralmente locais privilegiados para o crime, seja violência, roubos ou tráfico, isso é um facto, e muitas dessas pessoas ficam-se por aí e acabam por não só evitar esses locais, como também por criar barreiras contra as pessoas que lá moram. Cabe a pessoas como eu e tu, com a obrigação de saber melhor, mudar mentalidades e ajudar à integração, e não lamentar ou apontar o dedo à ignorância das pessoas que julgam outras de forma errada. Caso contrário, não somos melhor do que elas ;)

Editado por Visitante

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Gostava que a maior parte das pessoas que aqui comenta fosse passar uma tarde a um bairro.. nem digo à Cova mas a um qualquer à vossa escolha.

 

Isto é daqueles assuntos que nenhum de nós devia comentar, primeiro porque todos com dois dedos de testa sabe que o que está na notícia deve ter sido escrito por algum guionista da TVI, decerto o mesmo que fez a reconstituição do Meco. Depois é preciso perceber que os dois lados vão ter razão em vários pontos e por isso não se pode analisar só com base nisto. Por último é preciso ver quem é que está de cada lado. Não vou desenvolver muito porque no CMPT é impossível, aparece sempre alguém que ou não leu/não quis ler e começa uma guerra parva num debate até interessante.

 

Grande parte da população num bairro corresponde a um perfil que não faz qualquer esforço para se distanciar, até muito pelo contrário, vivemos numa época em que só é bandido quem quer e é porreiro ser bandido, dá para sacar umas gajas. Não estamos a falar dos retornados ou de outros tempos em que existia uma desigualdade tremenda, isso não existe por muito que tentem fazer crer. A polícia a mesma coisa, grande parte dos policias são ex-militares que já foram só militares porque nunca deram para mais nada, não têm nada dentro daquela cabecinha e é ai que se vê a eficácia da GNR ou da PSP em comparação com a PJ, é noite e dia. Os PSP/GNR eram os gajos que na escola que só faziam m*rda (E aqui podem vir quantos quiserem discordar de mim, conheço uma carrada de policias que foram todos da minha criação e sei muito bem como é que eles eram/são fora da farda) e normalmente são gajos de pavio curto e sem os recursos necessários para cumprir o seu trabalho onde até têm de pagar a farda. Ora quando se juntam as comadres, dá m*rda, óbvio. Não sei é como que isso surpreende alguém.

 

Inb4 algum que não saiba ler - obviamente que não estou a dizer que são todos assim dos dois lados das facções, é um profile genérico.

 

Desculpa se não percebi, mas que tipo de desigualdade é que não existe?

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Mas alguém pode censurar essas pessoas? Estamos a falar de gente mais velha, que provavelmente não teve a mesma educação que eu e tu tivemos, e que nunca procuraram entender o ambiente que os rodeia para lá das manifestações superficiais. Bairros sociais são geralmente locais privilegiados para o crime, seja violência, roubos ou tráfico, isso é um facto, e muitas dessas pessoas ficam-se por aí e acabam por não só evitar esses locais, como também por criar barreiras contra as pessoas que lá moram. Cabe a pessoas como eu e tu, com a obrigação de saber melhor, mudar mentalidades e ajudar à integração, e não lamentar ou apontar o dedo à ignorância das pessoas que julgam outras de forma errada. Caso contrário, não somos melhor do que elas ;)

Genta mais velha? Eu ouvi sujeitos na casa dos 30...

Peço desculpa se julgo pessoas que começam com "Eu não sou racista mas, hão de me explicar porque é que estas coisas só acontecem com negros ou ciganos". Pessoas que falaram do caso claramente sem o conhecerem e que utilizaram o espaço apenas e só para ir destilar ódio. Pessoas que quando desmentidas pelo moderador mudaram o discurso para apontar à raça ou ao local dos envolvidos, ou que utilizavam casos em nada relacionados com este para justificar a sua posição aqui sem nunca aceitarem o que lhes era dito. Estes espaços de opinião podiam ser úteis exactamente para o que referes, mas era necessário que essas mesmas pessoas quisessem abertura para discutir e deixar cair dogmas. No entanto foi impressionante ver durante meia hora o desfile de idiotices.

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Gostava que a maior parte das pessoas que aqui comenta fosse passar uma tarde a um bairro..

 

Passei muitas, a jogar futebol, basket ou simplesmente a falar, durante a minha adolescência. Ao pé da minha escola havia um bairro social e mais à frente um bairro estilo gueto.

 

Portanto, podes ser mais claro no teu raciocínio?

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Só acho que à acusação falta ainda a questão da discriminação de género:

 

uma subcomissária de serviço, com o objetivo de esconder vestígios do sangue provocado pelas agressões, pegou numa esfregona e limpou o chão

 

 

Isto é inconcebível. Mesmo sendo o elemento mais graduado lá na esquadra, o certo é que a esfregona calha sempre à gaja... :roll:

Editado por Descartes

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Só acho que à acusação falta ainda a questão da discriminação de género:uma subcomissária de serviço, com o objetivo de esconder vestígios do sangue provocado pelas agressões, pegou numa esfregona e limpou o chãoIsto é inconcebível. Mesmo sendo o agente mais graduado lá na esquadra, o certo é que a esfregona calha sempre à gaja... :roll:

 

Nada disso, isso deve-se ao facto de as mulheres serem mais perspicazes.

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A partir do final dos anos 90 os grupos de skinheads, principalmente depois de matarem uma pessoa negra no Bairro Alto, começaram a deixar de exisitir dessa forma e aos poucos foram-se introduzindo nas forças de segurança, é lá que eles se organizam. Dscobriram que assim podem bater, torturar, insultar, de cara tapada e sem identificação, e ainda sair impunes.

 

Quem já viveu num bairro social sabe bem como é a actuação da policia e este tipo de actuação, prepotência e discriminação causa raiva e revolta naquelas pessoas. Já não bastava termos criado estes guetos para enfiar lá as pessoas daquelas terras que andámos a explorar durantes décadas e que agora já não nos interessa em vez de pensar em politicas de integração.

 

 

Explica lá como é que isso se faz.

 

Há links de noticias disso? Não sabia

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Ouvir o opinião pública sobre isto só mete asco... Ponto em comum... Começam quase sempre com o "Não sou racista mas..."

Não sou racista, mas alguém se lembra daquele adepto do Benfica que enfardou, de um subcomissário, em Guimarães?

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Há links de noticias disso? Não sabia

 

Pesquisa no Google por "Alcino Monteiro Bairro Alto"

 

Não te vai faltar literatura sobre o assunto.

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Muito bem a Lúcia Gomes, advogada das vitimas e o pessoal do Moinho da Juventude, lá na Cova da Moura.

 

Quanto ao resto, é uma história que aparentemente poderá ter um final diferente no meio de uma infinidade de outras de que nunca se ouve falar.

Editado por antifa

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Em caso de dúvida defendo sempre a polícia. E é mesmo por isso que este tipo de casos têm que servir de exemplo, se não houver dúvida e for provado em tribunal a vergonha que se passou, a punição tem que ser exemplar.

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Vi num intervalo do trabalho uns minutos do debate que se estava a fazer na TVI24, aí há umas duas horas, e foi suficiente para fazer uns quantos facepalms. O tipo do SOS Racismo a dizer que não estava comprovado que tivessem havido pedradas, pois segundo ele não constam do auto do MP, e um outro interveniente a ir buscar outros casos em que houve pedradas para poder justificar a actuação da PSP :lol:

 

Infelizmente é isto que ocorre um pouco por todo o lado onde se vai discutindo este assunto: um monte de generalizações e pouco, ou nenhum, interesse em discutir o caso específico em análise. Mas o que importa se noutra(s) ocasião(ões) se passou X? Isso é suposto justificar um possível caso de abuso e uso de força excessiva nesta situação?

 

Eu tenho familiares em vários ramos das forças de segurança, desde a PSP à GNR e até na Força Aérea, sei que este tipo de situações são complicadas até porque passei boa parte da minha infância e juventude paredes meias com a Quinta da Princesa e a Jamaica, na Amora, vivi na Arrentela, e como tinha familiares na PSP passei muitas horas dentro da esquadra da Cruz de Pau. Vi muita coisa e ouvi muito mais. Sei bem como o trabalho da PSP nestes bairros é complicado e como por vezes saíam de lá à pedrada e aos tiros. Lembro-me de ver um agente, um tipo impecável, que uma vez voltou à esquadra com a marca de um tiro que lhe passou à tangente pela orelha.

 

No entanto, se cairmos no erro de proceder a uma escalada do uso da força como resposta a situações anteriores, o rumo que seguimos é o de criarmos um cenário semelhante ao do Far West. A resposta tem de ser coerente com o tipo de ameaça que se apresenta. E neste caso, confirmando-se o que alega a acusação, não o foi de todo.

 

Infelizmente, para muita gente o recurso a violência e ao uso de força excessiva parece ser o argumento ideal para responder a situações anteriores. Como se a manutenção da ordem pública se devesse pautar pela resposta, pela vingança a situações anteriores. E o pior é que isso já nem é apanágio dos bimbos e guerreiros das redes sociais, mas vejo muito boa gente com responsabilidades na matéria a dizê-lo à boca cheia. Só que este tipo de acção nunca teve bons resultados. Nunca.

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Infelizmente, para muita gente o recurso a violência e ao uso de força excessiva parece ser o argumento ideal para responder a situações anteriores. Como se a manutenção da ordem pública se devesse pautar pela resposta, pela vingança a situações anteriores. E o pior é que isso já nem é apanágio dos bimbos e guerreiros das redes sociais, mas vejo muito boa gente com responsabilidades na matéria a dizê-lo à boca cheia. Só que este tipo de acção nunca teve bons resultados. Nunca.

É preciso saber se os polícias nessas zonas querem lá estar, se têm formação para lidar com situações limite porque pode parecer teoria mas formação em gestão de stress, comunicação acertiva e inteligência emocional ajuda muito a não explodir, se têm rotação por outras esquadras para fazer "dilatação", se as condições de trabalho e de refeição são boas, etc.

 

Além disso saber se há avaliação de resultados, diagnóstico de competências e polivalência, prémios e punições, enfim "gestão e desenvolvimento de RH em cenário de m*rda" como diria um antigo chefe meu.

 

A minha suspeita quase certa é que não há nada disso, e as novas gerações de PSPs estão a ser trucidadas pela "máquina".

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A verdade é que as forças de segurança foram remetidas a um declínio e degradação tais que só a farda distingue muitos deles dos criminosos. Até quem dá o sustento a ambos é a mesma entidade!

 

Depois é óbvio que em zonas problemáticas as tensões só se agudizem em vez de serem apaziguadas. Quando se pede a gente frustrada para lidar com as frustrações dos outros o resultado não pode ser outro além do conflito. Eu até nem acredito que casos como este sejam um reflexo objetivo do preconceito racial. Acho que o contexto sócio-económico desempenha um papel mais decisivo na geração de pensamentos discriminatórios.

 

Resumindo, se os agentes de segurança sentem que o Estado lhes presta um tratamento em pouco nada diferente- para não dizer pior- que aos criminosos, é natural que o ressentimento inerente seja depois direcionado para os cidadãos das minorias.

 

Não estou com isto a justificar seja o que for, mas entendo que o principal responsável pelo surgimento destes casos tem de ser o Estado.

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Genta mais velha? Eu ouvi sujeitos na casa dos 30...

Peço desculpa se julgo pessoas que começam com "Eu não sou racista mas, hão de me explicar porque é que estas coisas só acontecem com negros ou ciganos". Pessoas que falaram do caso claramente sem o conhecerem e que utilizaram o espaço apenas e só para ir destilar ódio. Pessoas que quando desmentidas pelo moderador mudaram o discurso para apontar à raça ou ao local dos envolvidos, ou que utilizavam casos em nada relacionados com este para justificar a sua posição aqui sem nunca aceitarem o que lhes era dito. Estes espaços de opinião podiam ser úteis exactamente para o que referes, mas era necessário que essas mesmas pessoas quisessem abertura para discutir e deixar cair dogmas. No entanto foi impressionante ver durante meia hora o desfile de idiotices.

 

Estava a generalizar, muitos deles serão mais velhos vá.

As idiotices ditas nesse tipo de programas andam de mão dada com a ignorância, sempre. E tu podes julga-los de racismo e tudo mais, e até certo ponto terás razão, mas é como disse anteriormente - notícias sobre tiroteios, roubos ou droga em bairros sociais são quase diárias, e mesmo não compondo sequer a maioria dos crimes que passam nas televisões ou jornais, eles têm outro tipo de exposição, porque têm origem numa parte da população que está menos (ou pensam estar menos) integrada na sociedade. E por isso é fácil generalizar e julga-los como um todo, e o facto de uma boa parte dos habitantes desses bairros não serem "brancos", mais fácil fica de colar esse julgamento à raça. E se juntarmos a isto o medo e algum confirmation bias, entramos na espiral de idiotices que vemos nesses programas.

Editado por Visitante

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"O mito de uma Cova da Moura sem lei vem dos meados dos anos 90. O semanário O Independente fez então sair uma primeira página com “os bairros de Lisboa onde a polícia não entra”. A Cova da Moura era dos mais proeminentes destes bairros — e era também um bairro predominantemente negro. Passado pouco tempo, notícias no Expresso e reportagens na SIC, citando fontes policiais, voltavam a referir a Cova da Moura como um local onde gangs criminosos proliferavam e a polícia não conseguia entrar. O preconceito racial facilitou, é claro, a transmissão dessa narrativa. Uma boa parte do resto da imprensa e da sociedade acreditou no que as fontes policiais diziam e a fama do bairro cristalizou-se naquela ideia de que a polícia não conseguia lá entrar.

 

Só que isto era mentira. E sei que era mentira porque nessa época, como voluntário da Associação Moinho da Juventude, eu dava aulas no Alto da Cova da Moura — o nome correto do bairro — e lá ia todas as semanas. A polícia foi sempre presença habitual nas ruas do bairro, com toda a normalidade. E uma ou duas vezes por semana eu via, com os meus olhos, uma realidade que jornais e televisões negavam — uma primeira experiência, profundamente frustrante, acerca de como uma narrativa fomentada por fontes interessadas se pode rapidamente tornar inamovível entre a população em geral."

 

O Resto: https://www.publico.pt/2017/07/12/sociedade/noticia/cova-da-moura-sem-lei-1778776

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É preciso saber se os polícias nessas zonas querem lá estar, se têm formação para lidar com situações limite porque pode parecer teoria mas formação em gestão de stress, comunicação acertiva e inteligência emocional ajuda muito a não explodir, se têm rotação por outras esquadras para fazer "dilatação", se as condições de trabalho e de refeição são boas, etc.

 

Além disso saber se há avaliação de resultados, diagnóstico de competências e polivalência, prémios e punições, enfim "gestão e desenvolvimento de RH em cenário de m*rda" como diria um antigo chefe meu.

 

A minha suspeita quase certa é que não há nada disso, e as novas gerações de PSPs estão a ser trucidadas pela "máquina".

 

Todos os policias têm formação para lidar com situações limite, se depois conseguem ou não lidar com essas situações, é outra historia.

 

Na minha opinião isto é o resultado de um acumular de situações, em que nenhum dos lados é totalmente inocente, nem nenhum é o totalmente culpado.

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Todos os policias têm formação para lidar com situações limite, se depois conseguem ou não lidar com essas situações, é outra historia.

Muito insuficiente. Tenho amigos na PSP e na GNR. A formação que se dá na PSP em gestão de stress é limitadíssima, não no assunto mas na duração. Estranhamente (ou não) a malta da GNR tem mais horas de formação em comunicação acertiva, nota-se até na comunicação institucional que começou bem mais cedo com "ares modernos".

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Muito insuficiente. Tenho amigos na PSP e na GNR. A formação que se dá na PSP em gestão de stress é limitadíssima, não no assunto mas na duração. Estranhamente (ou não) a malta da GNR tem mais horas de formação em comunicação acertiva, nota-se até na comunicação institucional que começou bem mais cedo com "ares modernos".

 

Só porque já não é a primeira vez: é "assertiva". :wink:

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Só porque já não é a primeira vez: é "assertiva". :wink:

e o corrector meteu a linha vermelha e tudo e eu deixei ficar na mesma. vícios, é este e escrever inúmeras vezes extrutura. vou-me tentar conter :mrgreen:

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e o corrector meteu a linha vermelha e tudo e eu deixei ficar na mesma. vícios, é este e escrever inúmeras vezes extrutura. vou-me tentar conter :mrgreen:

 

Esse também é bom. :lol:

 

Eu sou sensível à troca dos "ss" pelo "c" porque me irrita profundamente a quantidade de vezes que se escreve "acessor" em vez de "assessor". Demasiadas vezes até em jornais de referência. Embora eu até compreenda porque em boa parte das vezes o assessor de um ministro, por exemplo, não é alguém que presta assessoria mas sim alguém que acede a um tacho. :D

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