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Mister Master

Um dia na vida do Sporting - 29/02 - E ao 616º dia, Bruno de Carvalho ressuscita

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Eu adoro a Rádio Popular. Adoro mesmo. Desde sempre comprei lá tudo o que é eletrodoméstico. Ia lá com a minha mãe e ficava maravilhado com aqueles frigoríficos e com aqueles tinteiros de tantas marcas diferentes. Até coisas de que não precisava comprei na Rádio Popular. E quando precisava de bifanas de porco ou de pão ia sempre à Rádio Popular primeiro antes de ir a qualquer outra superfície, não fosse a Rádio Popular começar a produzir as melhores bifanas de porco e os melhores pães do mundo.

 

Entretanto, comecei a trabalhar na Rádio Popular há já uns anos. Nem sempre fomos a melhor empresa ou a mais bem contada. Muitas vezes até concorrentes nossas ultrapassavam-nos nas vendas e nos lucros. Mas não me importei, porque a verdade é que adoro a Rádio Popular. Sempre me dediquei à Rádio Popular de corpo e alma, todos os dias, por vezes sem fins-de-semana e sem folgas. Adorava ver que os clientes compravam aquele eletrodoméstico que eu também comprei na minha querida Rádio Popular. Adorava dizer aos clientes que tinham acabado de arranjar o melhor microondas de sempre, batendo no peito, de punho cerrado, no lado do coração, com o orgulho próprio de fazer parte daquela equipa.

 

De há uns tempos para cá, o novo poderoso chefão da loja começou com umas conversas esquisitas de que não estávamos a dar o nosso melhor, que os nossos concorrentes, ainda que com a ajuda de terceiros, estavam a passar-nos à frente. Não percebi muito bem o contexto, mas lá fui fazendo orelhas moucas. A bem da verdade, durante anos dei sempre o meu melhor em prol da Rádio Popular. Claro que houve Natais melhores que outros. Claro que houve dias em que nem uma porra de uma venda fiz. Mas sempre estive focado em dar o meu melhor, em ter boas relações no trabalho e em contribuir para os melhores resultados para a Rádio Popular.

 

De há uns mesinhos para cá, esse chefe começou também a ameaçar toda a equipa que trabalhava na loja. Não fisicamente, claro. Mandava mensagens dirigidas a mim para eu transmitir aos colegas. "Ah e tal, vocês são indignos, não merecem vestir a camisola da Rádio Popular, é uma m*rda sentir isto outra vez; comecem de uma vez por todas a atinar ou então vai haver consequências". Coisas assim. Isto acontecia dia sim, dia não. Até houve manifestações à porta da loja, com clientes a assobiarem-nos e a gritar insultos baratos ao vento. Comecei a entrar ao trabalho com outro ânimo. Pior, claro. A Rádio Popular deixou de irradiar o azul celestial que sempre, durante todos estes anos, teve aos meus olhos. Mas pá, era trabalho. E eu tinha contrato, por isso tinha de continuar apesar de já não me sentir feliz.

 

No outro dia, um grupo de estupores entrou pela loja dentro e agrediu-nos. Eu até nem fui dos que ficou pior, mas vi o meu colega holandês, que até mal chegou à nossa equipa começou logo a render imensas vendas, a ser pontapeado e chicoteado com um cinto. Vocês até devem ter visto isso na televisão. Foi o caos na loja. Pior que os dias 23 e 24 de dezembro. Pior que a Black Friday. Ficámos destruídos. Física e psicologicamente. O nosso chefe chegou à loja pouco depois, e a primeira coisa que disse foi "realmente foi chato, foi uma situação chata, mas olhem, vocês têm de regressar cá já amanhã para continuarem a trabalhar".

 

A corda estava já esticadíssima. Ponderei muito bem sobre tudo, sobre se valia a pena continuar no meu emprego de sonho na minha empresa de sonho ou se, para bem da minha sanidade mental, o melhor não seria mudar de ares. Chegou-me uma oferta de emprego do estrangeiro, de uma empresa que já conhecia o meu percurso e que mostrou vontade de contar comigo. Depois destes últimos tempos, era o melhor que me poderia acontecer. O chefe até concordou! Tinha de aproveitar a oportunidade. Só que, no mesmo dia, recebi a notícia de que já não poderia ir porque o chefe tinha abortado o negócio.

 

O caminho já não dava para ficar mais apertado. Já não dava. Não conseguia continuar a olhar para o chefe, a ouvir a voz dele, a ser insultado e enxovalhado juntamete com os meus colegas, com os quais convivia diariamente e sabia que também davam o seu melhor em prol da empresa. Sempre adorei a Rádio Popular, mas uma pessoa tem de gostar mais de si própria acima de tudo. Pois então mandei um pombo-correio com a minha carta de rescisão alegando justa causa e, agora, sinto-me livre. Não deixei de gostar da Rádio Popular, mas quando a coisa não dá mais... não dá.

Situação péssima, toda a força nisso. Mas isso devia estar no tópico dos Empregos.

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C-4 :prayer: :prayer: :prayer:

 

Agora só falta o Pedro vir dizer "Vou ter saudades" de trabalhar na Worten (para manter o critério) :compinchas:

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O Jorge Mendes é o vigarista que todos sabemos. Não vou presumir que a história é mentira só porque foi o Bruno de Carvalho que a contou. Para além disso, também nunca presumi que fosse verdade. Simplesmente, dei-lhe o benefício da dúvida. Benefício esse que toda a gente merece, por muito odiável que seja, e é, a pessoa em questão.

Continuas a esquivar-te à pergunta. Dizes que o Mendes é vigarista para dares o beneficio da dúvida ao Bruno, mas o porquê de o dares é porque "toda a gente a merece"?

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O Jorge Mendes é o vigarista que todos sabemos. Não vou presumir que a história é mentira só porque foi o Bruno de Carvalho que a contou. Para além disso, também nunca presumi que fosse verdade. Simplesmente, dei-lhe o benefício da dúvida. Benefício esse que toda a gente merece, por muito odiável que seja, e é, a pessoa em questão.

Calma, todos menos o Mendes.

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Mas porque é que o Jorge Mendes não tem credibilidade? Porque ganha milhões nas vendas do jogadores? Só os ganha porque os clubes o usam para as transferências. Lavagem de dinheiro? É bem capaz de a fazer, todos os sabemos. Fuga ao fisco? Provavelmente. É um chulo? É.

 

Mas neste caso em concreto o que é que o Jorge Mendes fez de mal? Tinha percentagens de 2 jogadores do Sporting, o BdC renovou os contratos e "rasgou" as percentagens, vendeu um deles e pagou 0% à Gestifute, sabe muito bem que está a negociar a venda do outro jogador de quem "rasgou" a percentagem do passe com a Gestifute, estes apresentam o montante em dívida do Adrien e o montante da percentagem do passe que detém, ou detinha segundo o BdC, e pede que seja pago os dois valores nesta transferência.

 

Basicamente, Doyen 2.0.

 

Ou seja, se o Jorge Mendes é um vigarista e alguém sem credibilidade porque é que o BdC passou a fazer negócios com ele?

Editado por Almeno

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Eu adoro a Rádio Popular. Adoro mesmo. Desde sempre comprei lá tudo o que é eletrodoméstico. Ia lá com a minha mãe e ficava maravilhado com aqueles frigoríficos e com aqueles tinteiros de tantas marcas diferentes. Até coisas de que não precisava comprei na Rádio Popular. E quando precisava de bifanas de porco ou de pão ia sempre à Rádio Popular primeiro antes de ir a qualquer outra superfície, não fosse a Rádio Popular começar a produzir as melhores bifanas de porco e os melhores pães do mundo.

 

Entretanto, comecei a trabalhar na Rádio Popular há já uns anos. Nem sempre fomos a melhor empresa ou a mais bem contada. Muitas vezes até concorrentes nossas ultrapassavam-nos nas vendas e nos lucros. Mas não me importei, porque a verdade é que adoro a Rádio Popular. Sempre me dediquei à Rádio Popular de corpo e alma, todos os dias, por vezes sem fins-de-semana e sem folgas. Adorava ver que os clientes compravam aquele eletrodoméstico que eu também comprei na minha querida Rádio Popular. Adorava dizer aos clientes que tinham acabado de arranjar o melhor microondas de sempre, batendo no peito, de punho cerrado, no lado do coração, com o orgulho próprio de fazer parte daquela equipa.

 

De há uns tempos para cá, o novo poderoso chefão da loja começou com umas conversas esquisitas de que não estávamos a dar o nosso melhor, que os nossos concorrentes, ainda que com a ajuda de terceiros, estavam a passar-nos à frente. Não percebi muito bem o contexto, mas lá fui fazendo orelhas moucas. A bem da verdade, durante anos dei sempre o meu melhor em prol da Rádio Popular. Claro que houve Natais melhores que outros. Claro que houve dias em que nem uma porra de uma venda fiz. Mas sempre estive focado em dar o meu melhor, em ter boas relações no trabalho e em contribuir para os melhores resultados para a Rádio Popular.

 

De há uns mesinhos para cá, esse chefe começou também a ameaçar toda a equipa que trabalhava na loja. Não fisicamente, claro. Mandava mensagens dirigidas a mim para eu transmitir aos colegas. "Ah e tal, vocês são indignos, não merecem vestir a camisola da Rádio Popular, é uma m*rda sentir isto outra vez; comecem de uma vez por todas a atinar ou então vai haver consequências". Coisas assim. Isto acontecia dia sim, dia não. Até houve manifestações à porta da loja, com clientes a assobiarem-nos e a gritar insultos baratos ao vento. Comecei a entrar ao trabalho com outro ânimo. Pior, claro. A Rádio Popular deixou de irradiar o azul celestial que sempre, durante todos estes anos, teve aos meus olhos. Mas pá, era trabalho. E eu tinha contrato, por isso tinha de continuar apesar de já não me sentir feliz.

 

No outro dia, um grupo de estupores entrou pela loja dentro e agrediu-nos. Eu até nem fui dos que ficou pior, mas vi o meu colega holandês, que até mal chegou à nossa equipa começou logo a render imensas vendas, a ser pontapeado e chicoteado com um cinto. Vocês até devem ter visto isso na televisão. Foi o caos na loja. Pior que os dias 23 e 24 de dezembro. Pior que a Black Friday. Ficámos destruídos. Física e psicologicamente. O nosso chefe chegou à loja pouco depois, e a primeira coisa que disse foi "realmente foi chato, foi uma situação chata, mas olhem, vocês têm de regressar cá já amanhã para continuarem a trabalhar".

 

A corda estava já esticadíssima. Ponderei muito bem sobre tudo, sobre se valia a pena continuar no meu emprego de sonho na minha empresa de sonho ou se, para bem da minha sanidade mental, o melhor não seria mudar de ares. Chegou-me uma oferta de emprego do estrangeiro, de uma empresa que já conhecia o meu percurso e que mostrou vontade de contar comigo. Depois destes últimos tempos, era o melhor que me poderia acontecer. O chefe até concordou! Tinha de aproveitar a oportunidade. Só que, no mesmo dia, recebi a notícia de que já não poderia ir porque o chefe tinha abortado o negócio.

 

O caminho já não dava para ficar mais apertado. Já não dava. Não conseguia continuar a olhar para o chefe, a ouvir a voz dele, a ser insultado e enxovalhado juntamete com os meus colegas, com os quais convivia diariamente e sabia que também davam o seu melhor em prol da empresa. Sempre adorei a Rádio Popular, mas uma pessoa tem de gostar mais de si própria acima de tudo. Pois então mandei um pombo-correio com a minha carta de rescisão alegando justa causa e, agora, sinto-me livre. Não deixei de gostar da Rádio Popular, mas quando a coisa não dá mais... não dá.

 

Esqueceste-te de dizer que no último dia do ano passado, depois do chefe da loja ter berrado contigo o Natal todo, sentiste a pressão e deixaste um micro-ondas cair ao chão. Mas era um micro-ondas que estava bastante avariado e já não havia nada a fazer.

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Mas porque é que o Jorge Mendes é vigarista?

 

Lavagem de dinheiro? É bem capaz de a fazer, todos os sabemos. Fuga ao fisco? Provavelmente. É um chulo? É.

 

:estrelas:

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Não me expliquei bem LOL.

 

Apanhei um autocarro conduzido pelo Rui Vitória e perdi-me nas voltas à rotunda.

Editado por Almeno

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Epa que se f*da. Se é para roubar ao menos que seja a sério!

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Visitante

Eu gostava era de ver provas ou, sequer, indícios que ele lava dinheiro ou foge ao fisco. Não me lembro de nenhuma notícia nesse sentido, é apenas algo que se vai dizendo e que um dia se torna verdade.

 

O Mendes vive da influência que tem sobre os jogadores e presidentes de alguns dos clubes mais importantes da Europa. E o sistema que ele montou até faz sentido, uma espécie de toma lá e dá cá - ele vende os jogadores de um clube por uma quantia acima do que outros agentes conseguiriam no mercado, e espera ser recompensado pela sua importância (Lazio vende Baldé ao Mónaco por um balúrdio e substitui por 2 jogadores cujo passe lhe pertence em parte; vende o Pizzi por 12M ao Atlético e pede 3M pelo Rúben Micael do mesmo Atlético; vende meia dúzia de jogadores sobrevalorizados do Benfica e em troca coloca lá o Raúl Jiménez igualmente sobrevalorizado, com a promessa de ser vendido por mais dinheiro mais tarde; livra o Atlético do Adrián por um bom valor e convence o Porto a aceitar a compra com a promessa de que só tem de pagar um ano mais tarde e que nessa altura já o terá vendido por mais do que os 13M, etc). No geral, é por isto que o Mendes é visto com desconfiança, mas não é propriamente ilegal, é só chato para os adeptos ver o clube fazer parte de um carrossel que serve só para aumentar o volume de negócios e, por conseguinte, as comissões que ganha. Ainda assim, também é justo dizer que salvo casos pontuais, os clubes também saem beneficiados globalmente - Braga, Rio Ave, Wolves, Monaco, Benfica, todos têm tido maior retorno financeiro e desportivo desde que começaram a trabalhar com ele.

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Dia 17.

 

Ah, e estou cada vez mais convencido que aquilo que aconteceu na transferência do Adrien não foi por acaso.

Eu tenho a certeza, agora.

 

Tenho ideia de que nunca tivemos a totalidade do passe do Rui. Andamos muito tempo com 65%, e aquando da entrada da Holdimo no clube, penso que passamos a ter 80% (ou à volta disso). Portanto, no mínimo 20% dos 18M€ nunca seriam nossos. Se a isso juntarmos os 10% habituais da Gestifute, dá para perceber por que razão sempre defendi aqui que vender o Rui nunca traria retorno ao clube, mesmo que fosse por 30 ou 40M€. Ele vale (ou valia) mais que isso para o Sporting, de todos os pontos de vista. Não vamos comprar um guarda-redes do nível dele, podem esquecer essa ideia. E muito menos vamos encontrar um símbolo tão forte do clube como ele nos próximos anos.

 

Acho muito bem que tenha avançado com a rescisão. Tenho cada vez mais orgulho nele. Podia sair a custo zero quando quisesse, e mesmo assim ainda esperou que o clube o tentasse negociar (nem preciso de ser eu a dizer isto, o novo Director do Futebol Profissional confirmou-o há dias). Agora, perante a milésima tentativa de brincar com a cara dele, fez aquilo que qualquer pessoa decente e com dois dedos de testa faria. E espero que a atitude dele contagie de coragem os companheiros e abra a porta para que apareçam mais rescisões. É o meu desejo desde que aconteceu o que aconteceu, porque acredito que só assim será possível fazer cair toda a gente no clube.

 

Só mais uma nota: mais do que chatear, dói-me na alma ver pessoas a duvidar do Rui e a dar o benefício da dúvida à pessoa mais autista e desfasada da realidade que o futebol português conheceu nas últimas décadas.

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Eu gostava era de ver provas ou, sequer, indícios que ele lava dinheiro ou foge ao fisco. Não me lembro de nenhuma notícia nesse sentido, é apenas algo que se vai dizendo e que um dia se torna verdade.

O tempo que o Estado e a Comunicação Social espanholas passam atrás de jogadores dele. Se é uma fuga ao fisco, não sei; mas que é algo que não é tão linear ou bem organizado como seria ideal. Não percebo muito, mas não é ilegal criar uma empresa para cada peido em separado que os jogadores dão, mas que torna toda a contabilidade e fidedignidade dos processos um pouco mais dúbios, lá isso torna.

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Eu gostava era de ver provas ou, sequer, indícios que ele lava dinheiro ou foge ao fisco. Não me lembro de nenhuma notícia nesse sentido, é apenas algo que se vai dizendo e que um dia se torna verdade.

 

O Mendes vive da influência que tem sobre os jogadores e presidentes de alguns dos clubes mais importantes da Europa. E o sistema que ele montou até faz sentido, uma espécie de toma lá e dá cá - ele vende os jogadores de um clube por uma quantia acima do que outros agentes conseguiriam no mercado, e espera ser recompensado pela sua importância (Lazio vende Baldé ao Mónaco por um balúrdio e substitui por 2 jogadores cujo passe lhe pertence em parte; vende o Pizzi por 12M ao Atlético e pede 3M pelo Rúben Micael do mesmo Atlético; vende meia dúzia de jogadores sobrevalorizados do Benfica e em troca coloca lá o Raúl Jiménez igualmente sobrevalorizado, com a promessa de ser vendido por mais dinheiro mais tarde; livra o Atlético do Adrián por um bom valor e convence o Porto a aceitar a compra com a promessa de que só tem de pagar um ano mais tarde e que nessa altura já o terá vendido por mais do que os 13M, etc). No geral, é por isto que o Mendes é visto com desconfiança, mas não é propriamente ilegal, é só chato para os adeptos ver o clube fazer parte de um carrossel que serve só para aumentar o volume de negócios e, por conseguinte, as comissões que ganha. Ainda assim, também é justo dizer que salvo casos pontuais, os clubes também saem beneficiados globalmente - Braga, Rio Ave, Wolves, Monaco, Benfica, todos têm tido maior retorno financeiro e desportivo desde que começaram a trabalhar com ele.

 

 

Relativamente à fuga ao fisco.

 

http://www.cmjornal.pt/desporto/futebol/detalhe/falcao-aponta-jorge-mendes-como-cerebro-de-esquema-de-fuga-ao-fisco

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O tempo que o Estado e a Comunicação Social espanholas passam atrás de jogadores dele. Se é uma fuga ao fisco, não sei; mas que é algo que não é tão linear ou bem organizado como seria ideal. Não percebo muito, mas não é ilegal criar uma empresa para cada peido em separado que os jogadores dão, mas que torna toda a contabilidade e fidedignidade dos processos um pouco mais dúbios, lá isso torna.

 

Sim, mas o que eu queria mesmo era acusações ao JM. Porque é que os jogadores dele são apanhados e ele não...

 

 

Investigado há mais de um ano e ainda nada. É só isso que eu acho estranho.

Editado por Visitante

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Sim, mas o que eu queria mesmo era acusações ao JM. Porque é que os jogadores dele são apanhados e ele não...

 

 

Porque, regra geral, esse tipo de mafiosos safam-se sempre.

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Há aqui gente que está toda roída por dentro a aguentar-se para não defender o Bruno, porque é realmente isso que sentem e querem. Mas para não serem crucificados, preferem ser falsos e discretos lol

 

São poucos os que por aqui realmente o querem fora do clube. Já na situação das agressões senti isso.

Transversal a todos os clubes. Vejo pessoas aqui a apontar isso mesmo, que há gente roída por dentro a aguentar-se para não defender o Bruno (verdade). Não vi ninguém apontar o mais básico, gente que está toda roída por dentro e a aproveitar para dizer que os adeptos do clube x (Sporting) são piores adeptos que os do meu clube y e vai dizendo isso por outras palavras em circulo (falsa e discretamente). Digo agora, como disse o mesmo numa ocasião que até envolveu outro clube, a percentagem de gente "acéfala" não é maior nem menor que noutros clubes.

 

 

Sou, como muitos aqui, contra a continuidade do Bruno de Carvalho como presidente do Sporting. Isso faz com que seja obrigatório termos a mesma opinião que vocês para tudo o que seja tema Sporting? Ou temos de pedir desculpa por termos uma opinião? Eu como defensor da demissão de Bruno de Carvalho respeito as opiniões que vão de encontro ao meu ponto de vista mas também respeito as que têm outra posição. Mas isso sou eu que como admito outras opiniões consinto que não se revejam.

 

 

 

É tudo Branco ou Preto para vocês. Para muito users aqui o Branco é o lado certo como é óbvio, o Cinzento nem considerado opinião é e deve abstrair-se de dar o seu parecer e o Preto devia falecer. Até rima tal como CMPT e Bruno de Carvalho também parecem rimar na forma ditatorial com que alguns users tentam impor a sua opinião como verdade absoluta.

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Epá, não sei se vou ofender alguém, mas cada vez mais me vem à cabeça estabelecer paralelos entre os últimos dias do Hitler no bunker, abandonado pelos seus indefectíveis, trancado e isolado do mundo e a manobrar exércitos fantasiosos, e o BdC, abandonado pelos seus indefectíveis, trancado no clube, desligando o fax para se isolar do mundo e a nomear órgãos fantasmas fora das competências de um qualquer presidente seja de que colectividade for.

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Investigado há mais de um ano e ainda nada. É só isso que eu acho estranho.

Porque quando tens esse nível de dinheiro, tens uma equipa de advogados a condizer.

E esse nível de dinheiro também implica que ele tenha um grupo de empresas e não uma empresa unipessoal na qual ele seria o único e singelo responsável por qualquer coisa - qualquer coisa, pode apontar para a empresa A que detém a B e representa a C, uma coisa assim desse género. Ou usar o habitual esquema de dissolver uma empresa acusada e abrir outra para lavar o dinheiro da anterior.

Editado por Ricardo Gouveia

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Que sirva para uma debandada geral, ninguém merece ter um BdC como patrão.

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Eu como defensor da demissão de Bruno de Carvalho respeito as opiniões que vão de encontro ao meu ponto de vista mas também respeito as que têm outra posição.

 

Aqui ninguém é expulso por ter uma opinião a favor do Bruno. Isso é respeito.

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