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Oficial: Zidane regressa ao Real Madrid

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O pessoal aqui tudo a apostar treinadores de tubarões, e aposto que vai pra lá um treinador random que anda na liga espanhola. #barcelonastyle

Editado por Scurvy

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Se calhar o CR7 já sabia disto e não está a gostar do mono que lhe está para cair em sorte.

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Estou desolado mas ao mesmo tempo sei que é o momento ideal para ele e para o clube. E não é uma decisão de agora pois quando estive em Madrid há uns meses já havia uns zunzuns de que isto ia acontecer.

 

Nunca me esquecerei que estávamos feridos e quase mortos quando ele pegou na equipa e o resto fala por si. O que nós fizemos nestes últimos 3 anos não o fará mais nenhum clube nem nos próximos 50 anos. Ainda mais importante que isso, foi enquanto jogador e treinador do clube sempre um excelente representante daquilo que deve ser a maneira de estar no futebol e só resta expressar a gratidão total por tudo o que ele significa para o Madridismo e desejar lhe toda a sorte no próximo projeto que decidir fazer parte.

 

Gracias por todo, Zizou

 

 

Hala Madrid!

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O homem que se segue no Real, o impacto que se sente em Madrid: as réplicas do terramoto Zidane

 

Anúncio da saída de Zidane provocou um autêntico terramoto em Madrid. Pela surpresa, pelo timing, pela falta de alternativas pensadas. Quem se segue? E quais são os jogadores que mais perdem?

 

Por algumas horas, Zinedine Zidane regressou aos tempos de jogador. Fez da decisão pessoal que já tinha tomado antes uma bola, andou naquelas fintas em roleta que deliciavam os amantes de futebol a quem queria saber o que se estava a passar e viu na reunião com Florentino Pérez, o presidente que apostou em si como técnico quando poucos acreditavam que tivesse aquele sucesso que outrora conseguiu com a camisola 10, a sua baliza prioritária. O líder do clube foi o primeiro a saber, na véspera, à noite; os jogadores receberam SMS esta manhã, no seguimento da reunião para definir os últimos pormenores da saída. Sempre em sigilo, o que apanhou todos fora de jogo.

 

Como seria de esperar, e mesmo com uma moção de censura a Mariano Rajoy, o tema está a dominar o dia em Espanha e em diferentes perspetivas. Do perfil escolhido por Florentino Pérez ao nome que irá suceder a Zidane, do impacto da notícia no balneário aos jogadores que ficarão a ganhar ou a perder com a troca no comando, passando ainda pelo futuro do francês como treinador, estas são as cinco grandes perguntas à procura de resposta.

 

O regresso ao treinador com currículo ou a aposta no perfil Zidane?

 

Florentino Pérez está pela segunda vez na presidência do Real Madrid. Resumindo a primeira vigência a uma única ideia, o líder dos merengues conseguiu enraizar o conceito de galácticos no clube (que começou com Figo e teve em Zidane o segundo expoente máximo) mas falhou na escolha de treinadores após a saída de Vicente Del Bosque, em 2003 (Carlos Queiroz, Camacho ou Vanderlei Luxembrugo foram tiros ao lado, sendo que o português ainda ganhou uma Supertaça); agora, esse é sempre um cuidado especial. Apostou sempre em treinadores com currículo mas sem terem propriamente a relação mais próxima com os jogadores. Mourinho e Ancelotti conseguiram ganhar (mais o italiano do que o português), Pellegrini e Rafa Benítez falharam. Até que chegou Zidane, um técnico mais novo, com menor experiência mas capaz de lidar mais facilmente com o balneário que ainda há pouco tempo ocupava. Esta será a grande dúvida de Florentino: procurar um perfil como o francês ou apostar num peso pesado.

 

O argentino, os alemães ou a surpresa inesperada?

 

A imprensa espanhola divide-se em relação aos favoritos, mas há dois nomes que parecem ocupar a pole position na sucessão a Zinedine Zidane: Joachim Löw, selecionador da Alemanha que renovou recentemente até 2022 mas que deixou sempre a porta aberta para uma eventual tentativa de negociação de Florentino Pérez; e Mauricio Pochettino, argentino que está nos comandos do Tottenham há quatro anos, que também prolongou o seu vínculo na última época até 2023 mas que se tornou numa espécie de treinador da moda, não pelo que ganha mas pelo que consegue colocar a equipa a jogar. Além destes, Jürgen Klopp, germânico que levou o Liverpool à final da Liga dos Campeões de forma surpreendente, surge como uma espécie de terceira via, à frente de Arsène Wenger (que acabou contrato com o Arsenal 22 anos depois) ou Massimiliano Allegri (Juventus). Existem ainda dois nomes colocados na short list caso a opção recaia pelo “modelo Zidane”: Guti e Solari, técnicos mais jovens que também jogaram no clube durante alguns anos até iniciarem a carreira como treinadores no setor da formação dos merengues.

 

Prioridade: controlar os estilhaços da bomba no balneário

 

Em fevereiro, numa altura em que Zidane chegou a ser assobiado na sequência de alguns resultados menos positivos do Real, Sergio Ramos chegou a admitir que não se admirava que o técnico saísse mesmo que ganhasse a Liga dos Campeões, neste caso a terceira consecutiva. Hoje, muitos recordam essa tirada e tentam criar um nexo de causalidade que parece não existir: a notícia da saída do francês, que foi comunicada pouco antes aos jogadores via SMS, caiu como uma bomba no balneário dos merengues. A Marca ressalva que a maioria tinha ficado com a ideia de que poderia haver novidades em breve mas em torno de uma possível renovação. Em paralelo, e sustentando essa surpresa, o jornal explica que os pesos pesados sempre tiveram uma relação próxima com o técnico, que as mudanças depois da saída de Benítez fizeram toda a diferença e que, à exceção de jogadores com menos minutos como Morata ou James Rodríguez, houve apenas pequenos momentos de tensão numa ligação forte e próxima.

 

Os jogadores que ganham, os jogadores que perdem e… Ronaldo

 

O Sport faz uma análise individual ao plantel do Real Madrid depois da saída de Zidane e aponta três elementos que poderão ter mais dificuldades daqui para a frente: Keylor Navas, guarda-redes costa-riquenho que foi sempre a aposta número 1 do técnico ao ponto de ter sido vetada uma possível entrada de Kepa (isto sem falar do interesse em nomes de outras ligas, como Courtois); Varane, central que viu a sua trajetória nos merengues claramente subir desde que Zidane chegou, ganhando lugar a Pepe e fazendo com que nunca houvesse uma aposta clara na compra de um defesa de topo; e Benzema, uma espécie de “patinho feio” deste Real que foi dos atletas mais protegidos pelo técnico. Em contrapartida, a realidade poderá ser diferente para melhor para outro trio: Isco, que viveu muitas vezes à sombra do BBC (Bale-Benzema-Cristiano) e poderá ocupar um papel de maior protagonismo na equipa; Asensio, grande destaque no final de 2016/17 e no arranque da presente temporada que chegou à seleção espanhola mas acabou por ter menos minutos do que era esperado; e Dani Ceballos, médio contratado ao Betis que se destacou na seleção Sub-21, era apontado como uma das grandes esperanças mas “estagnou” nesta última época. Depois, há Cristiano Ronaldo: o português, que chegou a abrir a porta da saída após a final da Champions, fica sem um elemento de confiança e com quem ia gerindo da melhor forma o desgaste ao longo da temporada.

 

O que pode abalar o período sabático de Zidane?

 

Na conferência de imprensa de saída, Zinedine Zidane falou num período sabático a breve ou médio prazo, explicando que o facto de sair do Real Madrid não significava que fosse para uma outra equipa no dia seguinte. No entanto, e como a paixão de treinar continua intacta, o francês vai entrar na bolsa de nomes que são apontados às principais formações da Europa. Olhando para o cenário atual, só existem duas hipóteses fortes para Zidane: o Chelsea, que continua sem confirmar em definitivo Antonio Conte para a próxima época, ou uma seleção em caso de insucesso no Mundial, como a França. Depois, e numa perspetiva futura, há três conjuntos que se poderão virar para o gaulês caso continuem a ganhar no plano interno e a passar ao lado das contas na Liga dos Campeões: os franceses do PSG (Tuchel), os italianos da Juventus (Allegri) e os alemães do Bayern (Kovac).

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Adorava ver o JJ a queixar-se da quantidade de jogos

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Se calhar o CR7 já sabia disto e não está a gostar do mono que lhe está para cair em sorte.

Não me admirava.

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Foi inteligente. Sai em altas em vez de ser escorraçado como aconteceu com todos os outros e que a bem da verdade era o que lhe iria acontecer se não tivesse ganho a Champions.

 

Ainda assim estou curioso para ver que carreira vai construir o Zidane. Para já meteu a bitola alta.

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Lopetegui ganha o mundial e ruma ao Real Madrid :mrgreen:

Editado por LordSkaN

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ZINEDINE ZIDANE is being lined up as the new Qatar national team manager and would be paid an eye-watering £44million per year, according to reports.

 

@The Sun

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Podem lhe pagar o que quiserem, a treinar 23 monos não vai a lado nenhum.

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Podem lhe pagar o que quiserem, a treinar 23 monos não vai a lado nenhum.

 

Não foi o Ferguson que disse que ganhava a champions com o Zidane + 10 paus?

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Não foi o Ferguson que disse que ganhava a champions com o Zidane + 10 paus?

A champions não digo, mas deu medalhas da premier a muito meco.

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Podem lhe pagar o que quiserem, a treinar 23 monos não vai a lado nenhum.

 

Por 50M por ano é o que menos importa :lol:

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Se abre la vía Míchel tras el no de 5 entrenadores al Real Madrid

 

Pochettino, Löw, Allegri, Klopp y Nagelsmann han rechazado al Madrid. El club tiene serias dificultades para sustituir a Zidane. Ya no descartan la opción de Míchel...

 

Cuando el pasado jueves Zinedine Zidane decidió poner punto final a su etapa en el Real Madrid se tambalearon los cimientos del club. Con la pretemporada a la vuelta de la esquina, con un Mundial a punto de empezar, con la mayoría de los mejores entrenadores del panorama futbolístico con contrato en vigor, con Cristiano y Bale dejando en el aire su futuro y sin entrenador. La entidad blanca no ha tenido tiempo de reacción y se está encontrando con un auténtico camino de obstáculos para dar el relevo a Zidane en el banquillo. Löw se desmarcó desde el primer día, Pochettino está prácticamente descartado por no tener que lidiar con Levy, Klopp quiere acabar su recién proyecto iniciado en Anfield... Y hasta Nagelsmann, el mini Mourinho de la Bundesliga que ha llevado al Hoffeinheim por segunda temporada consecutiva a la Champions, ha declinado la opción del Real Madrid. Con este panorama, en los despachos del club empiezan a plantearse la vía Míchel porque reúne una serie de condiciones necesarias para dirigir al Real Madrid...

 

Tiene algo parecido a Zizou: tiene la bendición de la grada gracias a sus 559 partidos y 134 goles entre 1984 y 1996 con el Real Madrid. Uno de los mitos de la Quinta del Buitre y respetado por la parroquia madridista. Y, además, tiene experiencia en los banquillos: Málaga, Marsella, Olympiacos, Sevilla, Getafe, Castilla y Rayo. Más allá de los resultados y del nivel de los equipos, ha dirigido 308 partidos en la élite. En marzo del año pasado volvió a repetir un deseo muchas veces expresado: "Me veo capacitado para entrenar al Real Madrid".

 

Low

 

Fue el primer candidato en retirarse de las apuestas. "Lo puedo descartar absolutamente. Para mí eso no es un tema, ahora estoy centrado en el Mundial. Seguro que el Real Madrid encontrará un buen recambio", anunció el pasado 1 de junio. El alemán lleva sonando antes de que llegara al club Carlo Ancelotti en la temporada 2013-14. En tiempos de Mourinho empezó a sonar su nombre. De momento sigue sin ser posible su aterrizaje en la Casa Blanca.

 

Pochettino

 

Era el candidato preferido desde que el Madrid se cruzara con el Tottenham en la Champions. Gustaba todo: su libreto, su juventud, su paso por LaLiga, su experiencia en la Premier, sus declaraciones ("nunca entrenaré al Barça")... Pero había un problema: no tenía cláusula liberatoria y acababa de renovar con los Spurs. "Levy muerde", advirtió el técnico la semana pasada. El Madrid lo ha descartado prácticamente porque entablar una negociación con Levy retrasaría aún más la planificación de esta temporada...

 

Klopp

 

Favorito para la afición, según la encuesta de As.com, y técnico de moda tras llevar al Liverpool a la final de la Champions, tiene contrato hasta 2022 y sacarle de Anfield costaría alrededor de 32 millones de euros, tal y como informó este fin de semana la prensa inglesa. Jürgen Klopp no es la primera vez que ha 'sonado' para el banquillo del Real Madrid. Ya en 2013, cuando entrenaba al Borussia Dortmund se rumoreó que podría ser el recambio de José Mourinho. Entonces fue taxativo en su respuesta ("No tengo tiempo para el Real Madrid") y ahora, aunque aún no se ha pronunciado, parece complicado que pueda hacerse cargo del Real Madrid.

 

Allegri

 

Ya estuvo en los planes de Florentino en 2015. El nombre del técnico de la Juventus empezaba a sonar con fuerza porque reunía todos los requisitos: ha ganado cuatro Scudettos (con el Milán uno), además de cuatro Copas de Italia, dos Supercopas italianas (una con la Juve y otra con el Milán) y en tres ocasiones ha recibido el premio a Mejor entrenador de la Serie A. Además, en dos ocasiones acarició el título de la Champions. Pero hace unas semanas rechazó una propuesta del Chelsea para ocupar el banquillo de Stamford Bridge. El técnico adujo entonces ante el club inglés motivos personales para declinar su ofrecimiento. Ahora, según la SER, también ha vuelto a declinar la vía madridista por motivos personales...

 

Nagelsmann

 

Otro perfil de entrenador. Con éxito y joven. Sólo 30 años y que ha llevado al Hoffeinheim a la Champions por segunda temporada consecutiva (en la anterior edición cayó eliminado en la ronda previa). Tiene contrato en vigor con el Hoffenheim hasta el 2021, pero posee una cláusula de exclusión voluntaria en el verano de 2019, fecha muy lejana para la necesidad madridista. Bild asegura que el club blanco ya ha contactado con Nagelsmann y que éste habría rechazado la oferta para dirigir el banquillo del Madrid.

 

AS

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Real vai passar a jogar em 2-5-3

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Pelas notícias que vão saindo, andam a levar negas de toda a gente. Estou a ver que ainda vão sacar um ex-jogador novamente, já se falou no Hierro e no Guti.

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