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Citação de pedritsh, há 34 minutos:

Porque é que a minha filha, citadina privilegiada e já mergulhada na cultura hipster do seu tempo, fica triste quando lê uma notícia já antiga sobre a possibilidade de Fernando Mendes sair do “Preço Certo”, o programa que simboliza a humildade dos mais pobres e esquecidos da periferia suburbana e rural? Porque ela, quando está na aldeia e na quinta, vê sempre o “Preço Certo” com os meus pais. É um ritual de amor e de humildade, larga a manga japonesa ou o Instagram e aproxima-se do mundo antigo, rural e esquecido dos avós, um mundo onde as pessoas gostam de tourada e caça, dois hábitos que lhe causam repugnância. O curioso é que eu fazia o mesmo há 20 anos. Lembro-me de a minha avó celebrar a entrada do Fernando Mendes no programa.

Eu, nessa altura, estava na faculdade e a sair do meu meio de origem; estava a sair do mundo que lê o “Correio da Manhã” e a entrar no mundo que lê o “Expresso”; estava a sair do mundo que recebia o Toy na festa do bairro e a entrar no mundo que ouvia The Divine Comedy. Nesse contexto, ver o “Preço Certo” com a minha avó era uma forma de manter uma ponte de 45 minutos com a minha raiz; era uma forma de não me sentir um traidor de classe. A partir de outra posição, a minha filha faz exatamente o mesmo: usa o “Preço Certo” como ponte entre classes.

Este esforço de empatia social não é apenas uma obrigação moral, não há nada pior do que um arrivista que tenta esconder de onde vem. É também uma obrigação política. O que acontece quando deixamos de ouvir e ver aquilo que é popular? O que acontece quando só sabemos dia­bolizar os hábitos do povo? Somos abalroados pelo populismo, esse tijolo que os populares esquecidos atiram à janela dos snobes. Sim, às vezes o povo diz coisas boçais e impróprias, mas é preciso perceber a origem dessa boçalidade, porque muitas vezes a grunhice é só a resposta errada a uma pergunta legítima que está escondida nos tabus da capital. De resto, é esta a grande diferença entre 2022 e 2000: o respeito pela pobreza desapareceu e, numa época de hipersensibilidade e proibição de piadas, o desprezo gozão pelos pobres (brancos) tornou-se a moeda corrente das elites à esquerda e à direita.

Há uns tempos, a “Visão” fez capa com a Cristina Ferreira. No ‘meio’ jornalístico e intelectual surgiram logo vozes a dizer que não fazia sentido, que a “Visão” não é revista cor-de-rosa. A diretora da “Visão”, Mafalda Anjos, até sentiu necessidade de explicar o que devia ser óbvio: temos de sair da bolha, temos de ouvir, ver e tentar perceber o que é popular, até porque essa é a melhor maneira de evitarmos a emergência do populismo. O “popular” e até o “popularucho” não são sinónimos automáticos de “populista”. O “Preço Certo”, tutelado pelo amigo imaginário dos nossos velhos (a minha avó falava com Fernando Mendes como se ele pudesse ouvi-la), é um bom exemplo: ao contrário de outros fenómenos como a CMTV, é popular mas não é populista. Nas férias de Natal que se avizinham, lá estaremos os quatro, eu, ela e os meus pais, a discutir o preço da montra final.

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Muito fixes os dois primeiros episódios do Sou Menino Para Ir do Salvador Martinha. Foi árbitro num jogo de futebol feminino e no outro episódio foi a Fátima a pé. Estão disponíveis na RTP Play. Também já tinha gostado bastante das temporadas que estão no YouTube, o conceito é o mesmo.

Não sei com que regularidade vão saindo mais episódios.

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Citação de Simeone, há 39 minutos:

Muito fixes os dois primeiros episódios do Sou Menino Para Ir do Salvador Martinha. Foi árbitro num jogo de futebol feminino e no outro episódio foi a Fátima a pé. Estão disponíveis na RTP Play. Também já tinha gostado bastante das temporadas que estão no YouTube, o conceito é o mesmo.

Não sei com que regularidade vão saindo mais episódios.

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Jornalista Hugo Cadete suspenso da RTP por "olhar fixamente" para chefe

A informação foi avançada pela Comissão de Trabalhadores, através de um comunicado, que refere que o jornalista foi suspenso por várias vezes “ter olhado fixamente para o seu ‘superior hierárquico’ Hélder Silva”, demonstrando “uma atitude provocatória, hostil, intimidatória, ameaçadora e agressiva”.

Outro motivo para a sua suspensão foi ter-se “dirigido ao diretor-adjunto de Informação como ‘senhor Hugo Gilberto’ escrevendo ‘senhor’ com letra minúscula”.

 

 

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Citação de Apocalypse Now, há 42 minutos:

Jornalista Hugo Cadete suspenso da RTP por "olhar fixamente" para chefe

A informação foi avançada pela Comissão de Trabalhadores, através de um comunicado, que refere que o jornalista foi suspenso por várias vezes “ter olhado fixamente para o seu ‘superior hierárquico’ Hélder Silva”, demonstrando “uma atitude provocatória, hostil, intimidatória, ameaçadora e agressiva”.

Outro motivo para a sua suspensão foi ter-se “dirigido ao diretor-adjunto de Informação como ‘senhor Hugo Gilberto’ escrevendo ‘senhor’ com letra minúscula”.

 

 

Boa desculpa 😁

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Citação de Mister Master, há 38 minutos:

E a Inês Gonçalves parece que também está suspensa.

Não é aquela que foi ao Porto Canal? Também foi suspensa mas esse caso não sei como vai ficar.

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Alguém acompanha o Masterchef? A reação emocional daquelas duas assusta. A miúda tambem, mas ainda é nova e faz parte do crescimento.

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Citação de kareca, há 9 horas:

Alguém acompanha o Masterchef? A reação emocional daquelas duas assusta. A miúda tambem, mas ainda é nova e faz parte do crescimento.

Eu acompanho, acabei de ver o ep de ontem.

Spoiler

Foi ridículo.

Aquela Sandra era do mais intriguista que havia, comeu o que semeou.

O Alexandre é que a sabe toda. No início eu ficava incrédulo com a arrogância da personagem, mas o gajo anda a cala-los a todos.

 

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O taskmaster recomeça sábado. O primeiro convidado é o Cândido Costa.

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Voltou ao mesmo nível, ou seja, muito bom.

Gritos histéricos da Gabriela à parte, os convidados encaixaram muito bem nisto.

Editado por Shai

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Citação de Shai, há 5 minutos:

Voltou ao mesmo nível, ou seja, muito bom.

Gritos histéricos da Gabriela à parte, os convidados encaixaram muito bem nisto.

Continua sem gostar da Jessica Athayde

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Citação de Gilberto Carlos, há 4 horas:

Continua sem gostar da Jessica Athayde

É a piorzinha mas tbm tem os seus momentos. Para mim não estraga aquilo e não vejo necessidade de mudar a dinâmica dos 4.

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Citação de Shai, há 18 horas:

Voltou ao mesmo nível, ou seja, muito bom.

Gritos histéricos da Gabriela à parte, os convidados encaixaram muito bem nisto.

A Gabriela foi excelente

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Btw o toy e a Inês continuam a encarnar completamente o espírito do programa, são fantásticos. Acho que preferia alguma rotação como em Inglaterra mas estes dois valem a pena. O Palmeirim é que coise, já cansa

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Citação de JohnyM, há 37 minutos:

O Rui Melo está a ser fantástico 

Acabei de ver a parte da entrega das peças de roupa e ele foi genial.

Também não sabia que ele é que escrevia as letras dos Jesus Quisto

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Citação de Sandes., há 9 horas:

Btw o toy e a Inês continuam a encarnar completamente o espírito do programa, são fantásticos. Acho que preferia alguma rotação como em Inglaterra mas estes dois valem a pena. O Palmeirim é que coise, já cansa

O maior problema do Palmeirim é que é demasiado permissivo e está ali para all fun and good time.

Principalmente se fazes o paralelismo ao Greg Davies. O Greg já tinha corrido metade daquela gente a zero pontos e mete várias vezes os concorrentes em ordem. E nenhum deles fica chateado e é super fun as interações. O Palmeirim mete 0 mão naquilo, é um taskmaster que está ali mais para a galhofa do que para fazer com que as tarefas sejam mais strict. E parte do fun do TM UK é os momentos em que ele é super strict (potatogate, p.e.)

Outra das coisas que não gosto do TMPT é que parece tudo demasiado desconexo. Os eps são demasiados standalone. São uma season e no final ganhas a cabeça do Palmeirim mas , por outro lado, sentes muito mais que os eps. são completamente individuais. Não tens a sensação que é uma season, que há 1 prémio final, tens a sensação que cada ep é so um ep e no último momento é que se lembram. Até porque, esse bocado de competitividade, acaba por trazer grandes momentos ao programa e tu, como espectador, nem sabes como está ou não está. E porque fazer mal não é propriamente "mau" para o programa. Tens o exemplo do Nish, no Uk. O momento da song task dele  e do mark watson pinta ainda melhor quando percebes que dois individuos que constumam falhar sacam aquilo. Ou até o potatogate. O que me parece, no PT, é que eles estão demasiado na vibe do somos todos bffs e ninguém pode fazer super mal.

E, honestamente, ele não dar DQs e 0 pontos é um bocado throwoff para mim. Os momentos em que o Greg dá 0 e o desespero do pessoal é brutal.

Also, pq crl é que eles mudaram as studio tasks de 1 a 5 para simplesmente dar 5 e o resto 0? A studio task, demasiadas vezes, decide quem ganha o ep.

O programa é excelente, a permissa é excelente mas estas pequenas coisas que mudaram do original não me parecem ter sido mudanças para o melhor.

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Citação de Maffu, há 9 minutos:

O maior problema do Palmeirim é que é demasiado permissivo e está ali para all fun and good time.

Principalmente se fazes o paralelismo ao Greg Davies. O Greg já tinha corrido metade daquela gente a zero pontos e mete várias vezes os concorrentes em ordem. E nenhum deles fica chateado e é super fun as interações. O Palmeirim mete 0 mão naquilo, é um taskmaster que está ali mais para a galhofa do que para fazer com que as tarefas sejam mais strict. E parte do fun do TM UK é os momentos em que ele é super strict (potatogate, p.e.)

Outra das coisas que não gosto do TMPT é que parece tudo demasiado desconexo. Os eps são demasiados standalone. São uma season e no final ganhas a cabeça do Palmeirim mas , por outro lado, sentes muito mais que os eps. são completamente individuais. Não tens a sensação que é uma season, que há 1 prémio final, tens a sensação que cada ep é so um ep e no último momento é que se lembram. Até porque, esse bocado de competitividade, acaba por trazer grandes momentos ao programa e tu, como espectador, nem sabes como está ou não está. E porque fazer mal não é propriamente "mau" para o programa. Tens o exemplo do Nish, no Uk. O momento da song task dele  e do mark watson pinta ainda melhor quando percebes que dois individuos que constumam falhar sacam aquilo. Ou até o potatogate. O que me parece, no PT, é que eles estão demasiado na vibe do somos todos bffs e ninguém pode fazer super mal.

E, honestamente, ele não dar DQs e 0 pontos é um bocado throwoff para mim. Os momentos em que o Greg dá 0 e o desespero do pessoal é brutal.

Also, pq crl é que eles mudaram as studio tasks de 1 a 5 para simplesmente dar 5 e o resto 0? A studio task, demasiadas vezes, decide quem ganha o ep.

O programa é excelente, a permissa é excelente mas estas pequenas coisas que mudaram do original não me parecem ter sido mudanças para o melhor.

 

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Citação de Maffu, há 8 horas:

O maior problema do Palmeirim é que é demasiado permissivo e está ali para all fun and good time.

Principalmente se fazes o paralelismo ao Greg Davies. O Greg já tinha corrido metade daquela gente a zero pontos e mete várias vezes os concorrentes em ordem. E nenhum deles fica chateado e é super fun as interações. O Palmeirim mete 0 mão naquilo, é um taskmaster que está ali mais para a galhofa do que para fazer com que as tarefas sejam mais strict. E parte do fun do TM UK é os momentos em que ele é super strict (potatogate, p.e.)

Outra das coisas que não gosto do TMPT é que parece tudo demasiado desconexo. Os eps são demasiados standalone. São uma season e no final ganhas a cabeça do Palmeirim mas , por outro lado, sentes muito mais que os eps. são completamente individuais. Não tens a sensação que é uma season, que há 1 prémio final, tens a sensação que cada ep é so um ep e no último momento é que se lembram. Até porque, esse bocado de competitividade, acaba por trazer grandes momentos ao programa e tu, como espectador, nem sabes como está ou não está. E porque fazer mal não é propriamente "mau" para o programa. Tens o exemplo do Nish, no Uk. O momento da song task dele  e do mark watson pinta ainda melhor quando percebes que dois individuos que constumam falhar sacam aquilo. Ou até o potatogate. O que me parece, no PT, é que eles estão demasiado na vibe do somos todos bffs e ninguém pode fazer super mal.

E, honestamente, ele não dar DQs e 0 pontos é um bocado throwoff para mim. Os momentos em que o Greg dá 0 e o desespero do pessoal é brutal.

Also, pq crl é que eles mudaram as studio tasks de 1 a 5 para simplesmente dar 5 e o resto 0? A studio task, demasiadas vezes, decide quem ganha o ep.

O programa é excelente, a permissa é excelente mas estas pequenas coisas que mudaram do original não me parecem ter sido mudanças para o melhor.

Uma coisa que noto desde meio da primeira temporada é que por vezes as notas das provas qualitativas são bastante tendenciosas, isto é, quem vai atrás na tabela é claramente beneficiado, o que é triste. Um gajo vê o programa para se rir com qualquer um dos participantes, deveria ser irrelevante se o campeonato é competitivo ou se o Toy dá 15 a 0 a todos.

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