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Politica Internacional

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Citação de noikeee, há 31 minutos:

 os ucranianos vão fazê-los pagar caro e que nunca irão aceitar

eu não sei se a situação hoje em dia é diferente e também não sei se a questão da língua está necessariamente relacionada com isto, mas a maior parte dos ucranianos que eu conheci na minha vida falam só a língua russa, e já vi várias vezes, em comunidades ucranianas no Canadá, situações que quase deram porrada apenas porque alguém começa a falar ucraniano. Tenho a impressão que a questão identitária é complexa para aqueles lados e deve haver bastante gente pro-Rússia no leste da Ucrânia (tal como acontecia na Crimeia)

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O mais "engraçado" é que, mesmo assim, há muitos especialistas que dizem que tudo isto é bluff:

 

 

 

 

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EUA e Rússia começaram hoje a esvaziar as embaixadas em Kiev. Estado Unidos citam o risco de invasão, Rússia cita o risco de provocações.

As últimas 24 horas foram decisivas e o tom mudou muito.

Editado por antifa

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Citação de antifa, há 5 minutos:

As últimas 24 horas foram decisivas e o tom mudou muito.

Para o lado bélico?

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Citação de Ghelthon, há 7 minutos:

Para o lado bélico?

Sim, e quem o diz é gente informada.

 

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Citação de SAS_Robben, há 22 minutos:

Putin e Biden vão falar hoje por telefone

Vai adormecer coitado

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Citação de Black Hawk, há 10 horas:

O que fica disto é a inutilidade da União Europeia enquanto entidade política e a ineficiência da NATO enquanto força dissuasora e protectora dos seus aliados.

Por muito que não se goste dela, nota-se já a falta da Merkel em todo este processo.

Pessoalmente ainda continuo mais inclinado para o cenário de bluff, mas as últimas horas realmente parecem trazer como bastante real a hipótese de invasão.

Editado por Peplin

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Ainda não tinha visto as declarações. Ainda acabou a gozar na cara do Macron.

Editado por Peplin

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Citação de Peplin, há 29 minutos:

Ainda não tinha visto as declarações. Ainda acabou a gozar na cara do Macron.

Que falta de respeito para o Macron

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Gosto destes argumentos russos de zonas históricas pertencentes ao país e de proteger minorias de cidadãos do país, faz lembrar um cidadão austríaco que se tornou chanceler alemão nos anos 30 do Século XX. 

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Citação de Peplin, há 3 horas:

Por muito que não se goste dela, nota-se já a falta da Merkel em todo este processo.

Pessoalmente ainda continuo mais inclinado para o cenário de bluff, mas as últimas horas realmente parecem trazer como bastante real a hipótese de invasão.

Acho que foi ontem que vi uma reportagem qualquer precisamente sobre a Merkel, onde falaram com a biógrafa dela que disse claramente que a Merkel é dos líderes mundiais que o Putin mais respeita(va).

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Acho que foi ontem que vi uma reportagem qualquer precisamente sobre a Merkel, onde falaram com a biógrafa dela que disse claramente que a Merkel é dos líderes mundiais que o Putin mais respeita(va).

Porque basicamente não precisavam de tradutores, Merkel aprendeu russo quando estava na RDA e o Putin alemão quando era agente da KGB em Dresden. 

Basicamente falavam alemão na primeira parte dos encontros e russo na segunda. 

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Citação de Lebohang, há 18 minutos:

Porque basicamente não precisavam de tradutores, Merkel aprendeu russo quando estava na RDA e o Putin alemão quando era agente da KGB em Dresden. 

Basicamente falavam alemão na primeira parte dos encontros e russo na segunda. 

And what? You think Macron and Putin aren't fluent in french kissing?

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Citação de Peplin, há 1 hora:

Ainda não tinha visto as declarações. Ainda acabou a gozar na cara do Macron.

a retardadice desse tweet da forma como brinca e faz um meme de coisas muitas sérias faz-me subir o sangue à cabeça lol

isto ainda vai abrir um precedente de muitas outras nações começarem a pensar em fazer o mesmo e lá voltaremos nós há um século onde se invadia e se matava e construíam-se impérios de morte e era a coisa mais natural do mundo, em vez da sociedade avançar em frente e pensar em coisas mais importantes que o próprio umbigo

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Citação de Rōnin, há 25 minutos:

isto ainda vai abrir um precedente de muitas outras nações começarem a pensar em fazer o mesmo e lá voltaremos nós há um século onde se invadia e se matava e construíam-se impérios de morte e era a coisa mais natural do mundo, em vez da sociedade avançar em frente e pensar em coisas mais importantes que o próprio umbigo

My King, the rotten swine of Spain declared WAR on us. 

Prepare for battle. 

They cite Conquest as Causus Belli

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Eu acho que a questão da Merkl vai além disso. Acho que a Alemanha, mesmo com a liderança actual, acaba por ter aqui uma visão mais pragmática que as restantes potências Ocidentais.

Não soa bem, nem encaixa no discurso aceite, mas a verdade é que a Rússia é uma potência enorme e quer se goste, quer não, é normal que tenha ambições de ter uma esfera de influência em territórios com os quais tem afinidade histórica, cultural ou interesse geopolítico. Não fazer qualquer tipo de concessões à Rússia é uma loucura, tal como é absurdo tornar a Rússia num pária Mundial quando anda toda a gente a fazer negócios com Chinas, Emiratos, etc. Tratar a Russia como uma anedota, como muitas vezes a administração Americana faz, é tipo ter uma panela de pressão sem válvula.

A Rússia tem uma história e uma propensão imperialista desde sempre, é um país conservador, que gosta de lideranças duras, culturalmente não podia estar mais distante dos EUA, portanto, a suposição de que a Russia um dia pode ser "chamada à razão", mesmo que pela força, e ser transformada numa espécie de democracia liberal à Americana/Europeia é ridicula. A Alemanha reconhece isto, percebe que no Leste há um vizinho que funciona de forma diferente e tenta-se relacionar com ele, na base dos negócios e da diplomacia, percebe que enquanto houver algo a ganhar pelos dois, mantém-se a paz e o status quo.

 

Ontem perguntava-se o que pode a NATO fazer. Bem, a NATO em si não pode fazer nada mais do que armar a Ucrânia e a haver conflito, torna-lo o mais sanguinário possível, só assim o regime Russo pode "perder" e Putin sair fragilizado internamente. Fora isso, o que pode bem acontecer é este ser o principio do fim de uma NATO que já poderia e deveria ter sido reformulada, já que é uma organização cujo propósito se esgotou há 30 e tal anos e que hoje tem membros com visões tão diferentes. O que é que em termos de política externa uma Turquia tem a ver com a Polónia por exemplo? O que é que os países que integram a NATO na sua generalidade ganham em mandar, em 15 dias, países como a Líbia para a idade da pedra? E neste caso especifico, imagine-se que, lá está, uma Polónia ou uma Roménia decidiam apoiar a Ucrânia pois viam uma ameaça existencial em ter a Russia nas fronteiras? Os restantes países europeus estão mesmo dispostos a mandar milhares morrer na Ucrânia? Esses países invocavam o artigo que obriga todos os outros a intervir, os outros iam mesmo intervir? Eu tenho sérias duvidas. E essa dúvida a ser real faz com que a NATO não possa existir no formato actual.

Putin sabe isso e joga com isso, sabe que ao contrário dele, que tenta que a Russia mantenha internamente no seu povo uma propensão militarista, patriótica, que suportaria milhares de mortos num conflito, a Europa e os EUA estão, como ele define, "emasculados". E por um lado tem razão, a malta no Ocidente vive numa sensação de conforto total, ninguém põe a hipótese de ir em massa para a tropa, seguir um gajo qualquer, ser carne para canhão para nada. Politicamente seria suicidio para qualquer politico Ocidental sugerir uma guerra, seria imediatamente retirado por meios democráticos. É por isso que Putin pode arriscar a fazer uma jogada militar, porque sabe que as consequências são provavelmente passageiras.

Editado por antifa
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Alemanha e Áustria são países muito particulares a nível de política externa, estão comprometidos com o Ocidente ao contrário de uma Belarus mas não antagonizam a Rússia como os países bálticos. 

Influências que vem da WW2, Áustria compremeteu-se em manter-se neutral depois do tratado de 1955 entre eles e as potências vencedoras (estavam divididos como a Alemanha) que ditou o fim da ocupação e a Alemanha precisava da autorização da Rússia para a reunificação. 

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Citação de antifa, há 2 horas:

Putin sabe isso e joga com isso, sabe que ao contrário dele, que tenta que a Russia mantenha internamente no seu povo uma propensão militarista, patriótica, que suportaria milhares de mortos num conflito, a Europa e os EUA estão, como ele define, "emasculados". E por um lado tem razão, a malta no Ocidente vive numa sensação de conforto total, ninguém põe a hipótese de ir em massa para a tropa, seguir um gajo qualquer, ser carne para canhão para nada. Politicamente seria suicidio para qualquer politico Ocidental sugerir uma guerra, seria imediatamente retirado por meios democráticos. É por isso que Putin pode arriscar a fazer uma jogada militar, porque sabe que as consequências são provavelmente passageiras.

A Europa consigo concordar perfeitamente, os EUA já tenho algumas dúvidas, por todo o histórico militarista do país. De qualquer forma não acredito minimamente que os americanos se metam nisto fisicamente, será mais na base do envio de armamento.

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Citação de antifa, há 4 horas:

Eu acho que a questão da Merkl vai além disso. Acho que a Alemanha, mesmo com a liderança actual, acaba por ter aqui uma visão mais pragmática que as restantes potências Ocidentais.

Não soa bem, nem encaixa no discurso aceite, mas a verdade é que a Rússia é uma potência enorme e quer se goste, quer não, é normal que tenha ambições de ter uma esfera de influência em territórios com os quais tem afinidade histórica, cultural ou interesse geopolítico. Não fazer qualquer tipo de concessões à Rússia é uma loucura, tal como é absurdo tornar a Rússia num pária Mundial quando anda toda a gente a fazer negócios com Chinas, Emiratos, etc. Tratar a Russia como uma anedota, como muitas vezes a administração Americana faz, é tipo ter uma panela de pressão sem válvula.

A Rússia tem uma história e uma propensão imperialista desde sempre, é um país conservador, que gosta de lideranças duras, culturalmente não podia estar mais distante dos EUA, portanto, a suposição de que a Russia um dia pode ser "chamada à razão", mesmo que pela força, e ser transformada numa espécie de democracia liberal à Americana/Europeia é ridicula. A Alemanha reconhece isto, percebe que no Leste há um vizinho que funciona de forma diferente e tenta-se relacionar com ele, na base dos negócios e da diplomacia, percebe que enquanto houver algo a ganhar pelos dois, mantém-se a paz e o status quo.

 

Ontem perguntava-se o que pode a NATO fazer. Bem, a NATO em si não pode fazer nada mais do que armar a Ucrânia e a haver conflito, torna-lo o mais sanguinário possível, só assim o regime Russo pode "perder" e Putin sair fragilizado internamente. Fora isso, o que pode bem acontecer é este ser o principio do fim de uma NATO que já poderia e deveria ter sido reformulada, já que é uma organização cujo propósito se esgotou há 30 e tal anos e que hoje tem membros com visões tão diferentes. O que é que em termos de política externa uma Turquia tem a ver com a Polónia por exemplo? O que é que os países que integram a NATO na sua generalidade ganham em mandar, em 15 dias, países como a Líbia para a idade da pedra? E neste caso especifico, imagine-se que, lá está, uma Polónia ou uma Roménia decidiam apoiar a Ucrânia pois viam uma ameaça existencial em ter a Russia nas fronteiras? Os restantes países europeus estão mesmo dispostos a mandar milhares morrer na Ucrânia? Esses países invocavam o artigo que obriga todos os outros a intervir, os outros iam mesmo intervir? Eu tenho sérias duvidas. E essa dúvida a ser real faz com que a NATO não possa existir no formato actual.

Putin sabe isso e joga com isso, sabe que ao contrário dele, que tenta que a Russia mantenha internamente no seu povo uma propensão militarista, patriótica, que suportaria milhares de mortos num conflito, a Europa e os EUA estão, como ele define, "emasculados". E por um lado tem razão, a malta no Ocidente vive numa sensação de conforto total, ninguém põe a hipótese de ir em massa para a tropa, seguir um gajo qualquer, ser carne para canhão para nada. Politicamente seria suicidio para qualquer politico Ocidental sugerir uma guerra, seria imediatamente retirado por meios democráticos. É por isso que Putin pode arriscar a fazer uma jogada militar, porque sabe que as consequências são provavelmente passageiras.

Uma vez que tens acompanhado mais a fundo toda esta situação, achas que o Putin terá o apoio do povo russo num conflito armado?

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Citação de antifa, há 7 horas:

Não soa bem, nem encaixa no discurso aceite, mas a verdade é que a Rússia é uma potência enorme e quer se goste, quer não, é normal que tenha ambições de ter uma esfera de influência em territórios com os quais tem afinidade histórica, cultural ou interesse geopolítico. Não fazer qualquer tipo de concessões à Rússia é uma loucura, tal como é absurdo tornar a Rússia num pária Mundial quando anda toda a gente a fazer negócios com Chinas, Emiratos, etc. Tratar a Russia como uma anedota, como muitas vezes a administração Americana faz, é tipo ter uma panela de pressão sem válvula.

Mas a Rússia é, de facto, uma potência enorme? Sempre tive a ideia (talvez errada, mas acho que aqui no Ocidente há muito esta ideia) de que a Rússia para além dessa força militar e influência cultural nos países próximos, não vale assim muito. Afinal de contas, estamos a falar de um país com apenas 144 milhões de pessoas e, por exemplo, o PIB russo não é nada de especial. E falando assim à toa, diria que o típico russo não vive propriamente bem. 

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Citação de Jpa, há 10 minutos:

Mas a Rússia é, de facto, uma potência enorme? 

Penso que a nível militar depois dos EUA, a Rússia será a maior. A nível económico não, mas já está bem longe dos problemas do pós-URSS.

Citação de Rōnin, há 7 horas:

a retardadice desse tweet da forma como brinca e faz um meme de coisas muitas sérias faz-me subir o sangue à cabeça lol

isto ainda vai abrir um precedente de muitas outras nações começarem a pensar em fazer o mesmo e lá voltaremos nós há um século onde se invadia e se matava e construíam-se impérios de morte e era a coisa mais natural do mundo, em vez da sociedade avançar em frente e pensar em coisas mais importantes que o próprio umbigo

Isso é cíclico. Este conflito entre Russia e NATO (EUA) é algo secundário. O verdadeiro conflito, actual e de futuro é entre a China e EUA. Sempre foi assim, o Imperio dominante vs império pretendente.

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Citação de Liberblue, há 17 minutos:

Penso que a nível militar depois dos EUA, a Rússia será a maior. A nível económico não, mas já está bem longe dos problemas do pós-URSS.

Isso é cíclico. Este conflito entre Russia e NATO (EUA) é algo secundário. O verdadeiro conflito, actual e de futuro é entre a China e EUA. Sempre foi assim, o Imperio dominante vs império pretendente.

E qual é o dominante? EUA ou China?

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Citação de Seferogol, há 10 minutos:

E qual é o dominante? EUA ou China?

A nível militar? Acho que são os EUA.

Edit: E a nível económico também, para já. 

Editado por Liberblue

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Citação de Liberblue, há 19 minutos:

A nível militar? Acho que são os EUA.

Edit: E a nível económico também, para já. 

A militar devem ser elas por elas. Numa guerra rápida, talvez os EUA. Numa guerra longa, apostava na China.

A nível económico, acho que é equilibrado, com alguma tendência para os EUA. Mesmo no Ocidente, a influência chinesa já é muito grande.

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