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Ticampos

Politica Internacional

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A visita do Joe Biden aos UK está a ser mítica. 🤣

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A Lei de Restauro da Natureza foi aprovada no parlamento europeu. Dos partidos de cá, PSD e CDS votaram contra. O resto a favor. 

Só passou por 12 votos. 

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Citação de HappyKing, há 53 minutos:

A Lei de Restauro da Natureza foi aprovada no parlamento europeu. Dos partidos de cá, PSD e CDS votaram contra. O resto a favor. 

Só passou por 12 votos. 

Na Madeira já começaram com o mimimi que cá deveria ter um regime excepcional e afins. Tão bom pertencer a um local único e especial como a Madeira 

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Eleições: “como na Catalunha nada é o que parece, o separatismo teme e deseja que Espanha seja governada pelas direitas”

Subida da direita ao poder travaria todos os avanços obtidos pelo socialista Pedro Sánchez na redução das tensões políticas. Por outro lado, daria desculpa aos separatistas mais radicais para reativarem a luta pela secessão

Os partidos políticos catalães, sobretudo os de orientação ultranacionalista, anteveem um cenário pouco sedutor no pós-eleições de domingo, 23 de julho. Num contexto de queda lenta, mas permanente, das intenções de voto nos independentistas, um triunfo do Partido Popular (PP, centro-direita) em Espanha, deixa os separatistas em estado de alerta. Obrigá-los-ia a adaptar as suas estratégias a uma situação de clara hostilidade em Madrid.

Segundo as últimas sondagens, o Partido dos Socialistas da Catalunha — PSC, centro-esquerda, sucursal catalã do Partido Socialista Operário Espanhol do primeiro-ministro Pedro Sánchez — será o mais votado na região nas legislativas antecipadas. Conquistará 16 a 18 assentos no Congressos dos Deputados, onde hoje tem 12.

Os dados do Centro de Estudos de Opinião (CEO), organismo dependente do governo regional, confirmam a tendência de queda das forças independentistas. A Esquerda Republicana da Catalunha (ERC, que lidera o executivo catalão), terá 8 a 10 lugares no Parlamento nacional, onde agora tem 13; o partido do ex-presidente Carles Puigdemont, Juntos pela Catalunha (JxC), aspira a 7 a 9, face aos atuais 8; e a Candidatura de Unidade Popular (CUP, extrema-esquerda independentista) tanto pode manter os 2 que tem como perder 1 ou ficar sem representação.

Além do PSC, os demais partidos constitucionalistas também devem subir. O PP poderá ter 8 deputados pela Catalunha, disputando o segundo lugar ao independentismo, e o Vox (extrema-direita) consolidará a sua posição com 2 a 3 lugares. Segundo o Centro de Estudos Sociológicos (CIS), entidade dependente do Estado espanhol, os partidos independentistas perderão metade dos seus atuais assentos no Congresso, de 23 para 12.

SEPARATISTAS SÃO APOIO ESSENCIAL PARA SÁNCHEZ

A ERC, presidida por Oriol Junqueras e base do governo regional de Pere Aragonès, perdeu mais de 300 mil votos nas municipais de maio passado. O JxC ainda chora a perda da Câmara de Barcelona, onde o seu candidato Xavier Trias foi o mais votado, mas um acordo de última hora com o PP permitiu que o alcaide fosse o socialista Jaume Collboní, para travar passo ao autarca independentista.

Os 48 lugares da Catalunha no Congresso dos Deputados (que tem um total de 350), divididos pelas províncias de Barcelona, Tarragona, Lérida e Girona, podem ser cruciais para formar maiorias de Governo depois de 23 de julho. A coligação que hoje governa Espanha, formada pelo PSOE e pela frente de esquerda radical Unidas Podemos, não tem maioria, pelo que depende dos independentistas catalães (ERC) e bascos (Bildu), do Partido Nacionalista Basco (PNV) e de outras pequenas forças regionalistas.

Não é de excluir que Sánchez possa ficar atrás de Feijóo em votos e deputados, mas consiga ainda assim formar uma aliança parlamentar que atinja os 176 deputados (metade mais um). A ERC já se disse disposta a dialogar, embora avisando, pela boca do líder parlamentar no Congresso, Gabriel Rufián, que “o preço será mais caro”.

Na legislatura que está a terminar, o primeiro-ministro conseguiu pacificar as relações Madrid-Barcelona e atenuar o ruído separatista. Fê-lo através de cedências como os indultos aos implicados no processo judicial pelo referendo ilegal de outubro de 2017 ou alterações ao Código Penal sobre os delitos de sedição (suprimido) ou desvio de fundos públicos.

Sánchez gaba-se de ter “recuperado a convivência na Catalunha” ao criar uma Mesa de Diálogo como a ERC. O seu rival do PP, Alberto Núñez Feijóo, promete “desativá-la” se chegar a chefe do Executivo espanhol. Recorde-se que a Catalunha terá eleições autonómicas em fevereiro de 2024.

Movimentos cívicos anti-independentistas apresentam ao líder do PP um caderno de encargos urgente para a Catalunha: dar visibilidade aos catalães não-independentistas, rever os textos educativos que apresentam Espanha como realidade distante, reivindicar o uso do castelhano na escola, vigiar a execução orçamental, para evitar que dinheiro público financie o independentismo, entre outras.

Face à probabilidade de futuro Governo conservador em Madrid, hostil às reivindicações separatistas, organizações nacionalistas como a Assembleia Nacional Catalã (ANC, com mais de 40 mil sócios) ou o Centro Catalão de Negócios promovem uma campanha pró-abstenção para dia 23. A iniciativa não tem tido êxito: numa consulta interna entre associados da ANC só participaram 3773 e, destes, 59,71% expressaram-se contra a ideia de promover abstenção.

PUIGDEMONT, A EMINÊNCIA PARDA

Nisto teve influência a posição tomada pelo Conselho da República, uma entidade sem existência legal nem poder real, fundada pelo ex-presidente regional Carles Puigdemont, fugido para a Bélgica. Este lançou “um chamamento à participação em massa do independentismo nestas eleições espanholas”. Puigdemont estabelece ainda o “único preço admissível” para apoiar nova investidura de Sánchez como primeiro-ministro: “Amnistia e direito de autodeterminação”.

O objetivo declarado do ex-presidente e do seu Conselho é que “os partidos independentistas se tornem atores suficientemente numerosos para poderem bloquear a investidura”. Ou seja, os nacionalistas não devem apenas “evitar um Governo PP-Vox, mas forçar a repetição das eleições com seis meses de instabilidade e incerteza”.

Os prognósticos sobre o clima político futuro entre a Catalunha e Madrid não são otimistas. O historiador Joaquim Coll opina que “se o resultado das legislativas for um Governo chefiado por Feijóo em coligação com o Vox, o separatismo procurará o confronto duro, embora não tenha condições para repetir novo processo secessionista a curto ou médio prazo. O seu fito será tentar revalidar maioria no Parlamento da Catalunha e travar a subida do socialista Salvador Illa”. A seu ver, “como na Catalunha nada é o que parece, o separatismo teme e deseja, ao mesmo tempo, que Espanha seja governada pelas direitas”.

Iñaki Ellakuría, colunista do diário conservador “El Mundo”, concorda com esta descrição do ambiente pré-eleitoral: “A Catalunha prepara-se para um Governo ‘facho’ [simplificação de fascista] em Madrid para desobedecer, responsabilizá-lo pelas incompetências próprias e, se for caso disso, revoltar-se violentamente contra ele. É o cenário em que a endémica vitimização nacionalista se sente mais reconfortada e que permitirá à ERC e ao JxC, em baixa por serem incapazes de manter vivas mais tempo as mentiras separatistas, um salvífico cerrar de fileiras”.

Neste contexto, os analistas não souberam examinar ao detalhe o putativo efeito junto do eleitorado da decisão do Tribunal Geral da União Europeia, (TGUE) que há dias indeferiu o recurso apresentado por Puigdemont e outros seus aliados foragidos contra o Parlamento Europeu, que lhes retirou a imunidade judicial que cabe aos eurodeputados.

A sentença do TGUE permite que o magistrado Pablo Llarena, do Supremo Tribunal espanhol, reabra o processo e reative o mandado europeu de detenção para o antigo líder catalão ser entregue a Espanha. Puigdemont está acusado de desvio de fundos agravado, que pode valer-lhe até 12 anos de cadeia. “A opção de regresso está exatamente no mesmo ponto em que estava antes da sentença. Nem mais perto nem mais longe”, admitiu, em Bruxelas, um Puigdemont visivelmente contrariado. O recurso pode demorar ano e meio a apreciar.

O antigo governante catalão revelou que há meses recebeu de enviados do PSOE uma proposta de indulto caso se entregasse à Justiça espanhola e aceitasse passar “uns meses” na prisão. O Executivo espanhol desmentiu “taxativamente” tal oferta. O secretário de Organização do PP, Elías Bendodo, está convencido de que “se estiver na sua mão, Sánchez indultará Puigdemont”. Sobretudo se disso depender a sua continuidade no poder.

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Só um governo PP conseguirá travar o crescimento do Vox. Se forem coligados melhor ainda. A guerra da Ucrânia não vai terminar, as economias europeias são sapos em panelas ao lume. Sem darmos conta vamos morrer, que seja a morte da direita salvadora do capitalismo selvagem. 

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Update da minha previsão.

Em Deputados:

PP 153 PSOE 102 VOX 31 SUMAR 29

Editado por Ticampos

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Citação de antifa, há 20 horas:

 

oh boy

ui, acabou-se a Lua de Mel.

 

Bem, todos sabíamos que chegará o dia em que o Ocidente deixará de apoiar a Ucrânia. O Ocidente fá-lo amiúde com as suas causa justa em que professa acreditar muito, a realpolitik triunfa sempre, mas parece que esse dia está mais perto do que parece.

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Citação de HappyKing, há 14 minutos:

Foi isto que foi aprovado em Espanha para ser tocado na rádio.

Na rádio nacional? O Vox tem poder para isso?

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Citação de IlidioMA, há 21 minutos:

ui, acabou-se a Lua de Mel.

 

Bem, todos sabíamos que chegará o dia em que o Ocidente deixará de apoiar a Ucrânia. O Ocidente fá-lo amiúde com as suas causa justa em que professa acreditar muito, a realpolitik triunfa sempre, mas parece que esse dia está mais perto do que parece.

E depois disto o UK comprometeu se com mais 70 veículos, munições para tanques e 65 milhões em ajuda para reparação de material militar.

A ajuda ainda não vai parar. Ainda para mais com o acordo de segurança com o G7, o novo pacote da Austrália, os novos mísseis de longo alcance franceses, mais leoparda a caminho, os F-16 e a nova fábrica de drones turca na Ucrânia.

O maior ponto de contenção foi mesmo a reparação dos Leopard que a Alemanha se recusou a pagar a Polónia por considerar os preços especulativos.

Agora isto de entregar F16 a Turquia para eles aceitarem a Suécia na NATO é que é uma tristeza. Ainda para mais quando o país invadido a da a os pedir a meses.

Como sempre são os curdos que se f*dem.

Mas que o Zelensky entrou a matar na cimeira entrou, provavelmente mal aconselhado pelos Bálticos e Polónia. Aquelas declarações no primeiro dia caíram mal.

Editado por SAS_Robben
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Citação de Gilberto Carlos, há 21 minutos:

Na rádio nacional? O Vox tem poder para isso?

Não é o Vox. É o Falange. Naquelas publicidades que existem em tempos eleitorais dos partidos. O Falange é um partido inspirado na Falange espanhola que teve um papel importante no regime franquista. O @Black Hawk pode explicar melhor isto, com certeza. 

Penso que coloquei há uns dias aqui:

Editado por HappyKing

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A renovação do pacote de ajuda humanitária ao norte da Síria foi ontem vetado no Conselho de Segurança da ONU pela Rússia.

A resolução era patrocinada pelo Brasil e Suíça.

De notar que a rota partia da Turquia e as últimas interações diplomáticas entre a Turquia e a Rússia podem ter pesado.

Editado por SAS_Robben
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Citação de HappyKing, há 31 minutos:

Não é o Vox. É o Falange. Naquelas publicidades que existem em tempos eleitorais dos partidos. O Falange é um partido inspirado na Falange espanhola que teve um papel importante no regime franquista. O @Black Hawk pode explicar melhor isto, com certeza. 

Penso que coloquei há uns dias aqui:

Falamos de um partido que faz o MAS parecer grande, recebeu 600 votos nas últimas eleições.

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E como sempre esses partidos estão cheios de gente de meia-idade que parou de se desenvolver cognitivamente entre os 12 e os 13 anos, ficam todos contentes por andar a cantar todos desafinados uma música proibida chata que dói. Agora que já a podem cantar à vontade vão ter de arranjar outra qualquer coisa para se entreterem, do género querer obrigar que as escolas primárias a fazer visitas de estudos ao cemitério municipal nos arrabaldes de Madrid onde enfiaram os ossos do Franco.

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A defesa contra a expansão da NATO, os Nazis ucranianos e a proteção da população russofona do Donbass perfeitamente demonstrada.

Os diferentes discursos do Putin a negar a existência do povo e da nação ucraniana e as publicações do ex PM russo a sonhar com a eliminação total da Ucrânia são claramente todos delírios coletivos.

Entre este e o Alex Jones a diferença é zero.

Ainda acaba na campanha como vice do Trump

Editado por SAS_Robben

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"atrazine shrinks testicles, reduces sperm count, and can even make males grow ovaries.  Or, as the authors put it, "demasculization" is a "decrease in male gonadal characteristics including decreases in testicular size, decreases in Sertoli cell number, decreases in sperm production, and decreases in adrogen production."  Feminization of gonads is "the development of oocytes in the testes or complete ovarian differentiation in genetic males."

https://www.nrdc.org/bio/andrew-wetzler/new-study-confirms-atrazines-effects-across-range-species-including-us

O Steve Bannon conseguiu pôr a esquerda liberal a defender a guerra e a agricultura intensiva. Ufffff! 

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Citação de IlidioMA, há 3 minutos:

frogs-alex-jones.gif

Das melhores m*rda de sempre e de forma não ironica

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Btw

Acho que a IL aprova está mensagem 

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Pena é que esta retórica caia bem com o público alvo que anseia pela manipulação retórica de factos científicos que lhes legitimize uma guerra cultural que descrimina e desumaniza minorias.

Mas siga a marinha que não se passa nada.

Editado por SAS_Robben

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