Ir para conteúdo
Ticampos

Politica Internacional

Publicações recomendadas

Citação de BrunoCardoso, há 2 minutos:

Não encontro o video. fds vou levar BO por fake news

Reportado🦎

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BrunoCardoso, há 2 minutos:

Não encontro o video. fds vou levar BO por fake news

Li isto, cliquei sem querer no teu avatar e deparei-me com isto:

image.thumb.png.cda4e77aa78ce454aec22fac3d9f7f7d.png

 

Com quem é que tu estás a falar?

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Descartes, Agora:

Li isto, cliquei sem querer no teu avatar e deparei-me com isto:

image.thumb.png.cda4e77aa78ce454aec22fac3d9f7f7d.png

 

Com quem é que tu estás a falar?

Devo estar mais embriagado que o @Le God

  • Haha 2

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BrunoCardoso, Agora:

Devo estar mais embriagado que o @Le God

E agora isto, só para tirar dúvidas:

image.png.a207f58b439f318989ff4d6370e27355.png

  • Haha 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Descartes, Agora:

E agora isto, só para tirar dúvidas:

image.png.a207f58b439f318989ff4d6370e27355.png

Afinal tu é que deves estar mais embriagado que nós os dois

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BrunoCardoso, Agora:

Afinal tu é que deves estar mais embriagado que nós os dois

Quem está com os copos é o fórum. Coloca no perfil de cada um que estamos sempre a responder ao criador do tópico. Como é que eu nunca me tinha apercebido disto?

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BrunoCardoso, Agora:

Afinal tu é que deves estar mais embriagado que nós os dois

Ticampos > Campos > Vegetação > Lagartixas > Répteis 

Esteve tudo sempre ligado.

  • Haha 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Descartes, há 2 minutos:

Quem está com os copos é o fórum. Coloca no perfil de cada um que estamos sempre a responder ao criador do tópico. Como é que eu nunca me tinha apercebido disto?

Eu já tinha apercebido, sempre foi assim. 

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Descartes, há 8 minutos:

Quem está com os copos é o fórum. Coloca no perfil de cada um que estamos sempre a responder ao criador do tópico. Como é que eu nunca me tinha apercebido disto?

Não usas o "Conteúdo não lido"? Também aparece assim lá 

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Le God, há 26 minutos:

As in, répteis que vivem nos esgotos? Lizard people?

Ninja Turtles.

 

E do flúor na água, alguém já falou?

  • Haha 1

Compartilhar este post


Link para o post

Quando, para aqueles lados, descobrirem a prática de sal iodado nem vai ser bonito. A taxa de bócio vai explodir.

TWFHBD.gif

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BrunoCardoso, há 27 minutos:

Eu já tinha apercebido, sempre foi assim. 

Nunca tinha visto.

Citação de Caviar, há 20 minutos:

Não usas o "Conteúdo não lido"? Também aparece assim lá 

Não.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Rain Dog, há 1 hora:

conferência do Trump e dr. Oz para dizer que tomar paracetamol durante a gravidez causa autismo

isto é uma realidade paralela, juro

Aparentemente o argumento é que os amish não tomam Tylenol e não têm autismo.😂

FB_IMG_1758581589084.jpg

  • Haha 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de bmfpcdm, há 19 minutos:

Quando, para aqueles lados, descobrirem a prática de sal iodado nem vai ser bonito. A taxa de bócio vai explodir.

TWFHBD.gif

Boccia?

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Le God, há 5 horas:

Aparentemente o argumento é que os amish não tomam Tylenol e não têm autismo.😂

FB_IMG_1758581589084.jpg

isso foi um daqueles jornalistas bajuladores de um dos canais bizarros pró-trump que fez uma pergunta ao Trump sobre isso.

"Senhor presidente, no outro dia ouvi um amish num podcast a dizer que nem sequer têm dados sobre autismo, adhd e doenças mentais, não acha isso incrível?!"

não estou a gozar. Acho que se estava a referir ao podcast do Theo Von que entrevistou um puto Amish

Compartilhar este post


Link para o post

Estes maluquinho usam os amish como exemplo de que as vacinas e medicamentos provocam autismo há muito tempo. Simplesmente o que não é diagnosticado não existe.

Mas eu, os amish andam de carroça. Se calhar as carroças previnem o autismo.

O que eles também não gostam de dizer é que a população amish tem tantos problemas de saúde por conta da consanguinidade que até hospitais próprios têm de ter.

Especificamente sobre o tema do Paracetamol, é das únicas coisas que uma mulher grávida pode tomar para as dores. Mais uma vez o que estes fanáticos querem é controlar o corpo e o sofrimento feminino.

E sobre saúde, ainda ontem o Trump saiu se com esta

Screenshot-2025-09-23-06-29-46-650-com-t

 

Compartilhar este post


Link para o post

Toda esta situação do Trump e RFK Jr está a dar-me visões do Ventura PM e Gustavo Santos Ministro da Saúde

  • Like 1
  • Haha 5

Compartilhar este post


Link para o post

Essa situação do autismo me dá Vietnam flashbacks da época em que meu presidente ofereceu cloroquina para uma ave. Boa sorte aos coirmãos do norte, vão precisar.

Compartilhar este post


Link para o post

já nem sei o que dizer

a internet e as suas consequências foram um desastre para a nossa espécie

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Rain Dog, há 5 horas:

isso foi um daqueles jornalistas bajuladores de um dos canais bizarros pró-trump que fez uma pergunta ao Trump sobre isso.

"Senhor presidente, no outro dia ouvi um amish num podcast a dizer que nem sequer têm dados sobre autismo, adhd e doenças mentais, não acha isso incrível?!"

não estou a gozar. Acho que se estava a referir ao podcast do Theo Von que entrevistou um puto Amish

Os memes são sempre que vivemos na timeline do 1984 e outros exemplos distópicos mas eu cada vez acho mais que estamos na timeline do Saints Row.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Peplin, há 15 minutos:

Síria realiza as primeiras eleições da era pós-Assad, mas quem vota não é o povo: para onde se dirige este barril de pólvora?

Spoiler

Nove meses após o fim do regime do clã Assad, que reinou durante 53 anos e acabou às mãos de uma ofensiva rebelde sobre Damasco, a 8 de dezembro de 2024, a Síria tenta reerguer-se através de um ato eleitoral que começou na segunda-feira e decorre, pelo menos, até sábado.

No poder, está agora um antigo líder jiadista que, durante a guerra civil (2011-2024), tornou-se rei e senhor no bastião rebelde de Idlib. Ahmed al-Sharaa comandava a temida Frente Nusra, leal à Al-Qaeda e depois rebatizada Hayat Tahrir al-Sham (Organização para a Libertação do Levante).

O novo homem forte da Síria foi entronizado Presidente interino em janeiro, numa Conferência da Vitória em que participaram 18 milícias que tinham combatido Assad. É toda a legitimidade que tem.

Com este processo eleitoral, Al-Sharaa — que despiu a farda de guerrilheiro e substituiu-a pelo fato e gravata ocidental — tenta criar a imagem de um país que segue pelo trilho da democracia e ganhar a confiança internacional.

“A confiança entre o governo predominantemente árabe sunita e as minorias religiosas e étnicas da Síria está no seu nível mais baixo de sempre”, diz ao Expresso Joshua Landis, investigador no Centro de Estudos do Médio Oriente da Universidade de Oklahoma (EUA) e autor do blogue “Syria Comment”. “Os políticos ocidentais apelam a medidas de construção de confiança, mas a realidade no terreno e o discurso nas redes sociais parecem estar a quilómetros de distância da linguagem do compromisso e da amizade.

Ahmed al-Sharaa, um antigo líder jiadista, é o atual Presidente interino da Síria

Murat Gok / Anadolu / Getty Images

 

Qual é o objetivo destas eleições?

 

Basicamente, iniciar a construção do edifício político da nova Síria. O guião consta de uma Declaração Constitucional, assinada pelo Presidente a 13 de março de 2025, que prevê um período transitório de cinco anos findo o qual será elaborada uma Constituição permanente e terão lugar eleições nacionais.

O documento confere amplos poderes a Al-Sharaa — como a possibilidade de aprovar leis e fazer nomeações judiciais —, dignos dos anos de autoritarismo dos Assad. Em dezembro de 2024, quando estava iminente o fim de Bashar al-Assad, Al-Sharaa defendeu, em entrevista à CNN, que a Síria merecia um sistema em que nenhum “governante único tomasse decisões arbitrárias”.

A constituição provisória da Síria não confere poder ao parlamento. O presidente pode promulgar e aprovar leis sem o parlamento. Pode também decidir sobre o orçamento nacional. Os seus ministros não são responsáveis perante o parlamento; em vez disso, são nomeados pelo presidente e podem ser demitidos por este”, enumera Landis.

Estas eleições visam a constituição de um parlamento transitório que sucederá à Assembleia Popular, dissolvida com a deposição do anterior regime. Será deste órgão legislativo que sairá uma Constituição permanente.

Dos 210 membros previstos, apenas dois terços (140 deputados) serão escolhidos neste escrutínio. Segundo a Declaração Constitucional, os restantes 70 serão nomeados diretamente pelo Presidente interino. “A construção do novo parlamento é um esforço para fabricar consentimento”, diz o académico norte-americano. Sem dúvida, Al-Sharaa nomeará representantes de cada comunidade minoritária, mas serão em grande parte impotentes.”

Tomada de posse dos membros dos comités eleitorais regionais, numa cerimónia em Damasco, a 3 de setembro

Izz Aldien Alqasem / Anadolu / Getty Images

 

Quem vota nas eleições?

 

Contrariamente ao expectável, não é o povo que escolhe o futuro parlamento, mas antes comités representativos de todas as províncias da Síria.

Esta arquitetura eleitoral foi desenhada por decretos presidenciais, um dos quais, a 13 de junho, instituiu um Comité Supremo de onze membros com autoridade para supervisionar a formação desses comités regionais. Cada um deles é composto por, pelo menos, três membros, cuja elegibilidade tem de obedecer a critérios: ser cidadão sírio residente no país, ter pelo menos 25 anos, não ter antecedentes criminais, não ter pertencido ao antigo regime nem servido nas forças de segurança.

Depois, estes comités ficam encarregues de formar colégios eleitorais de 30 a 50 pessoas, obedecendo a quotas: 20% devem ser mulheres, 3% pessoas com deficiência e os restantes estão divididos entre intelectuais, tecnocratas e notáveis das comunidades.

Só os membros dos colégios eleitorais podem candidatar-se e só eles podem votar. A votação decorre presencialmente, em espaços comunitários, sendo os resultados anunciados no próprio dia. Depois, a lista dos candidatos aprovados é submetida ao Presidente.

O novo parlamento será muito semelhante ao antigo”, prevê Joshua Landis. “O aparelho governativo da Síria pouco mudou na sua estrutura. A grande mudança é que, hoje, os árabes sunitas da Síria estão firmemente no comando e as minorias sírias foram marginalizadas. O poder consolidou-se efectivamente nas mãos do presidente e do círculo restrito de amigos em quem confia.”

 

Os comités regionais têm todos o mesmo peso eleitoral?

 

Não. O número de deputados que cada província elege depende do seu peso demográfico (conforme o censo de 2010). Alepo, no norte, é a região que mais representantes elege: 32. Segue-se a área de Damasco, com a cidade a escolher 10 e a zona rural 12.

“Nós queríamos realizar eleições diretas, que provavelmente seriam mais desejadas pelos cidadãos. Mas, neste momento, enfrentamos grandes desafios demográficos e logísticos na Síria em termos de distribuição de boletins de voto e dispersão de deslocados e refugiados, tornando quase impossível a realização de eleições diretas e justas”, explicou o médico Nawar Najma, porta-voz da Comité Supremo Eleitoral.

Em consequência da guerra civil, uma grande parte da população está deslocada. Segundo as Nações Unidas, em 2023, cerca de sete dos 25 milhões de habitantes eram deslocados internos, muitos deles sem documentos de identificação. Acresce que o país carece de um censo ou registo de eleitores preciso.

 

Vota-se em todo o país?

 

Não. O Governo determinou que as eleições só se realizam nas áreas “sob total controlo governamental” e anunciou que, por razões de segurança, o escrutínio seria adiado em três províncias.

Uma delas é Suwayda (no sul) onde, em julho, ocorreu um massacre de sírios pertencentes à minoria drusa. As outras duas são Hasakah e Raqqa (no nordeste), regiões de forte implantação curda, controladas pelas Forças Democráticas Sírias, formadas durante a guerra civil para combater o “Estado Islâmico”.

No futuro parlamento, os lugares designados para estas províncias ficarão reservados até que haja condições para que consigam realizar eleições. A suspensão das eleições nas zonas dominadas por minorias, a par da exclusão dos cidadãos, são fragilidades do processo.

No bairro de Al-Somaria, subúrbios de Damasco. Assinalar as casas com X significa que os moradores podem continuar a viver ali

Feras Dalatey / Reuters

 

Quão pacificada está a Síria?

 

Com Al-Sharaa aceite pela comunidade internacional, ao ponto de quer a União Europeia quer os Estados Unidos já terem anunciado o levantamento de sanções à Síria, o regime de Damasco enfrenta um duplo desafio interno: por um lado, a difícil coexistência entre as várias minorias e, por outro, a relação de desconfiança entre as minorias, algumas delas necessitadas de proteção, e o poder central. Junto das minorias, subsistem ainda diferendos quanto ao seu lugar no país: aceitar a integração ou exigir a autonomia?

“A maioria dos estadistas ocidentais pede a Al-Sharaa que lide com as comunidades minoritárias da Síria de forma mais gentil e amável, mas as minorias apelam à descentralização, algo que Al-Sharaa insiste que não concederá. Insiste que a descentralização equivale à divisão do país”, diz o investigador. “Também não está disposto a falar de democracia ou de eleições reais. Os membros do novo parlamento que está a construir são todos nomeados direta ou indiretamente por ele, não deixando espaço para uma representação real.”

Em março, por exemplo, as Forças Democráticas Sírias (curdos) assinaram com o governo um acordo visando a integração das suas forças no exército sírio. No entanto, exigiram permanecer sob comando curdo e entrar no exército como um bloco, em vez de se dissolverem e serem recrutados de forma regular.

Por outro lado, episódios como o que aconteceu em Al-Somaria, um subúrbio de Damasco predominantemente alauita — o grupo étnico dos Assad e de famílias de milhares de ex-soldados do exército do antigo regime que ali viviam —, provoca calafrios a muitos sírios. Ao estilo de um ajuste de contas, em agosto, forças de segurança invadiram o bairro e distribuíram ordens de despejo de uma forma um tanto ou quanto primitiva: grafitaram com um “X” as casas de moradores que podiam continuar a viver ali e com um “O” as de quem não era bem-vindo.

 

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

×
×
  • Criar Novo...