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FPF e Liga de clubes firmam acordo para centralizar direitos televisivos até 2027/28

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O que eu gosto mais nos jogos dos clubes pequenos é os horários. Quem não quer ver um Chaves vs Portimonense as 21h de uma segunda-feira enquanto o Ross Country vs Motherwell é jogado sempre ao fim de semana as 12h30/15h.

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Citação de Petar Musa, há 2 horas:

Acho que só o Gil rodou a equipa.

Lembro-me que o Santa Clara foi na máxima força possível e perdeu com o Partizan; o Vitória, este ano, foi eliminado por uns pobrezinhos da Eslovénia.

Volto a dizer, o nosso problema é muito profundo. No entanto, há coisas que se podiam começar a fazer já na próxima época tanto na Liga, como na SportTV.

Não ia melhorar muito, mas já seria um cheirinho menos fedorento 

Já que falas na sporttv, parece-me claro que precisa de mudanças. E profundas. Nunca vi muito a eleven, só o sporting na champions, e não me pareceu muito melhor, pelo menos durante o jogo. Pensando no que fazem nas transmissões da skysports (acho que a premier league são eles), e isto baseando-me no que via há 8 anos atrás, há toda uma envolvência e análise ao jogo que torna a transmissão muito mais apelativa. Aqui é só anúncios e anúncios, quase que se perde a entrada das equipas em campo e depois o intervalo é quase apenas isso. Há certamente modo de continuarem a ganhar dinheiro com os anúncios mas respeitarem o espectador, dando conteúdo como os ingleses davam. A sporttv continua com as mesmas análises gráficas e estatísticas de há 20 anos atrás, só mudando o grafismo. Pouco mostram do jogo e o que fazem é quase todo dirigido à arbitragem.

E já agora, que evoluam no modo como transmitem os jogos. É ridículo a quantidade de vezes que não se percebe o que se vai passar porque decidem focar demasiado num jogador, principalmente quando estão perto da linha, ou então o quão horrível é ver os jogos em determinados estádios como o do famalicão e moreirense(?). A sporttv é dona e senhora da transmissão do campeonato, tem que ser obrigada a arranjar modo de trasmitir os jogos de modo minimante perceptível. 

Editado por smashing_pumpkin
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Essa parte da publicidade é spot-on. "O melhor da liga portugal bwin está na bwin. Se não é óbvio, devia ser". Ainda tenho pesadelos com este slogan. Repetem a mesma publicidade (tipo aquela estorilista alegadamente a ter um filho) vezes sem conta, e os jogos tem a mesma qualidade de análise de 1998, só que em FHD e um grafismo mais moderno.

E a música também enerva. A SportTV mudou tudo no ano passado mas já estou farto de ouvir o tema.

Deixei de ter Eleven quando a F1 saltou fora. Olha, por falar em F1, aí está uma transmissão bem mais interessante.

Editado por Mica
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Mas não se esqueça de votar no herói do jogo!!!

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Citação de Mica, há 3 horas:

Essa parte da publicidade é spot-on. "O melhor da liga portugal bwin está na bwin. Se não é óbvio, devia ser". Ainda tenho pesadelos com este slogan. Repetem a mesma publicidade (tipo aquela estorilista alegadamente a ter um filho) vezes sem conta, e os jogos tem a mesma qualidade de análise de 1998, só que em FHD e um grafismo mais moderno.

E a música também enerva. A SportTV mudou tudo no ano passado mas já estou farto de ouvir o tema.

Deixei de ter Eleven quando a F1 saltou fora. Olha, por falar em F1, aí está uma transmissão bem mais interessante.

A F1 na Sportv tem sido excelente, desde os programas pré corrida como durante e o pós. Belo trabalho desenvolvido ao longo destes 2/3 anos, uma pena voltar para a Eleven. 

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Citação de smashing_pumpkin , há 4 horas:

Já que falas na sporttv, parece-me claro que precisa de mudanças. E profundas. Nunca vi muito a eleven, só o sporting na champions, e não me pareceu muito melhor, pelo menos durante o jogo. Pensando no que fazem nas transmissões da skysports (acho que a premier league são eles), e isto baseando-me no que via há 8 anos atrás, há toda uma envolvência e análise ao jogo que torna a transmissão muito mais apelativa. Aqui é só anúncios e anúncios, quase que se perde a entrada das equipas em campo e depois o intervalo é quase apenas isso. Há certamente modo de continuarem a ganhar dinheiro com os anúncios mas respeitarem o espectador, dando conteúdo como os ingleses davam. A sporttv continua com as mesmas análises gráficas e estatísticas de há 20 anos atrás, só mudando o grafismo. Pouco mostram do jogo e o que fazem é quase todo dirigido à arbitragem.

E já agora, que evoluam no modo como transmitem os jogos. É ridículo a quantidade de vezes que não se percebe o que se vai passar porque decidem focar demasiado num jogador, principalmente quando estão perto da linha, ou então o quão horrível é ver os jogos em determinados estádios como o do famalicão e moreirense(?). A sporttv é dona e senhora da transmissão do campeonato, tem que ser obrigada a arranjar modo de trasmitir os jogos de modo minimante perceptível. 

Mas não te interessa saber durante um Inter x Lecce, que o árbitro não marcou uma falta semelhante no Benfica x Estoril?

Um jogo é muito mais agradável de seguir na Eleven porque não estão sempre em cima dos árbitros; as análises que fazem no pós jogo também são um bom entretenimento.

 

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Se a Eleven não tivesse o Alexandre Afonso em loop nos jogos todos, dava 1000 a 0 à SportTV, e a Eleven nem sequer faz nada de especial nas transmissões. Assim, dá só 100.

É o quão má a Sporttv é, não só não ajuda como ainda prejudica o espectáculo e, consequentemente, o produto.

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Citação de Poeira, há 45 minutos:

Se a Eleven não tivesse o Alexandre Afonso em loop nos jogos todos, dava 1000 a 0 à SportTV, e a Eleven nem sequer faz nada de especial nas transmissões. Assim, dá só 100.

É o quão má a Sporttv é, não só não ajuda como ainda prejudica o espectáculo e, consequentemente, o produto.

Pouco futebol vi na Eleven, mas em relação à F1 é isso mas ao contrário.

Por isso vamos ter o pior dos dois mundos.

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Acabei de ouvir a entrevista do Conde d'Abranhos, muitas certezas e nenhuma resposta às perguntas pertinentes dos dois jornalistas

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Em França finalmente conseguiram vender os direitos 

British platform DAZN and Qatari channel beIN Sports have acquired the TV rights to French football's top-flight Ligue 1 for at least the next two seasons, a source close to the negotiations told AFP on Sunday.

The financial commitment is reported to be close to 500 million euros ($544 million) annually for domestic broadcast rights, while international rights will fetch a further 160 million euros plus 40 million for the second-division Ligue 2.

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Pediam 800M de euros, venderam por 500.

Fazendo o exercício para a realidade portuguesa onde a Liga avalia em 300M dá algo como 188M de euros.

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

Pediam 800M de euros, venderam por 500.

Fazendo o exercício para a realidade portuguesa onde a Liga avalia em 300M dá algo como 188M de euros.

O que dá, mais ou menos, o valor atual, se não estou em erro

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Citação de Petar Musa, há 3 minutos:

O que dá, mais ou menos, o valor atual, se não estou em erro

185M

Mas o diretor da DAZN diz que hoje valem menos que isso

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

185M

Mas o diretor da DAZN diz que hoje valem menos que isso

E um diretor de uma empresa que compra direitos televisivos ia dizer outra coisa?

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"Viram o que ia acontecendo em França? Vá aceitem isto que estamos a oferecer"

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Citação de smashing_pumpkin , há 10 minutos:

E um diretor de uma empresa que compra direitos televisivos ia dizer outra coisa?

Ele não deve estar errado. A Liga dos Países Baixos vai ser "vendida" por 150M€/ano

Deve ser esse o nosso valor, também 

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

185M

Mas o diretor da DAZN diz que hoje valem menos que isso

Como podem valer menos se somarmos a inflação? É uma boa questão a colocar.

Outra questão seria garantir um concurso leal, uma vez que o operador atual sobrevive às custas das 3 operadoras. 

Já agora, que alarguem o concurso a plataformas digitais.

Editado por Pedro_Y2J

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Citação de Pedro_Y2J, há 1 hora:

Como podem valer menos se somarmos a inflação? É uma boa questão a colocar.

Outra questão seria garantir um concurso leal, uma vez que o operador atual sobrevive às custas das 3 operadoras. 

Já agora, que alarguem o concurso a plataformas digitais.

Um argumento razoável (que pode ou não ser anulado por outros de sentido contrário) é que na altura da última renegociação houve um despique brutal pelos direitos televisivos entre as duas principais operadoras.

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Li um bocado por alto. Tem sempre uma desculpa, aumentamos 4 ou 5€ mas depois não baixamos do outro lado, sure. 

E acho um bocado estranho que saiba os números de IPS que viram o jogo ilegalmente do Benfica ou as operadores abriram um livro que nunca devia ser aberto que é mostrar as operadores o que fazem as pessoas na net ou a DAZN acedeu a algo de forma ilegal. 

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Forçada a “escolher entre a peste e a cólera”, a Ligue 1 assinou um contrato televisivo muito abaixo do desejado. Um aviso para Portugal?

O presidente da liga francesa assumira o objetivo de vender os direitos de transmissão por €1.000 milhões por temporada. No entanto, numa fase em que já se temia pela sustentabilidade financeira de vários clubes, fechou-se um negócio por cerca de €660 milhões. Os espetadores queixam-se do aumento do preço das subscrições e há notícias de bares que recorrem à pirataria, num quadro que sublinha que, para Portugal, a negociação da centralização de direitos televisivos pode não ser um cenário de prosperidade plena

O contrato de comercialização dos direitos televisivos da Ligue 1 relativo ao período entre 2021 e 2024 estava próximo do fim quando Vincent Labrune lançou uma frase que viria a persegui-lo. O presidente da liga francesa disse que o objetivo era vender o pacote de transmissão do futebol gaulês por €1.000 milhões por temporada, uma subida significativa face ao acordo do triénio 2021-24, fixado em €741,5 milhões.

A meta soou, desde o primeiro momento, ambiciosa. Os problemas da Ligue 1 com os direitos televisivos não são novos e as mudanças recentes não faziam antever horizontes de maior prosperidade. No plano interno, vários estudos têm apontado a quebra do interesse do público francês na competição, enquanto, internacionalmente, as saídas do PSG de Messi e Neymar, em 2023, e de Mbappé, em 2024, foram um rude golpe no quão aliciante é a competição fora do hexágono.

Some-se a isto a pouca imprevisibilidade competitiva — o PSG ganhou 10 das últimas 12 edições da competição — e teríamos a receita perfeita para convidar ao conservadorismo na hora de fazer projeções quanto ao mercado da televisão. Não obstante, o líder da Ligue 1 quis manter um discurso audaz.

A ambição esbarrou com a realidade. O primeiro sinal que confirmou as suspeitas veio da Amazon, plataforma que transmitia jogos do campeonato francês no ciclo anterior e não quis entrar no negócio que englobará o período entre 2024 e 2029, um horizonte temporal mais alargado para ganhar estabilidade contratual.

O segundo sinal, o qual despertou definitivamente o alarme, veio do atraso no fecho das negociações. A época 2023/24 acabou e não havia luz verde. O verão foi avançando e também não havia sinais de avanços. Vários clubes foram manifestando a sua preocupação com o processo, desde logo porque dependem dos milhões que chegam da televisão para sobreviver — e evitar um destino à Bordéus.

O impasse só se resolveu a duas semanas do arranque da Ligue 1, cuja primeira jornada se disputou a 16 de agosto. Em plenos Jogos Olímpicos em solo gaulês, fechou-se um acordo que unia a liga francesa, a DAZN e a beIN Sports.

Assim, a DAZN paga €400 milhões para transmitir oito encontros por jornada, enquanto a beIN Sports desembolsa €100 milhões para garantir uma partida por ronda. Colocando neste bolo os direitos de transmissão internacionais e mais algumas variáveis, chega-se, segundo a France 24 e a Associated Press, aos €660 milhões por temporada, num acordo válido de 2024 a 2029. Trata-se de uma queda de 11% face ao anterior acordo e longe dos famosos €1.000 milhões por ano pretendidos pela liderança da liga.

Os protestos e a pirataria

Parece haver a ideia generalizada de que este negócio se tratou de um mal menor. “Tivemos de escolher entre a peste e a cólera”, disse um presidente de clube, que não se quis identificar, ao The Guardian, falando sobre a opção entre acordo concretizado e a hipótese de não vender os direitos de transmissão.

“Claro que não é o resultado que imaginávamos, mas permite-nos não comprometer o futuro”, comentou Jean-Pierre Caillot, presidente do Stade Reims.

Uma cláusula do acordo chama particularmente a atenção: segundo a France 2024, a DAZN pode rescindir o contrato se não atingir o milhão e meio de subscritores em França.

O novo panorama televisivo do futebol francês obrigará, também, a custos mais elevados para quem desejar assistir às partidas da Ligue 1. Ver todos os jogos significará pagar €44,99, valor que parte do público considera excessivo e que levou a que a mensagem #BoycottDAZN" se tornasse uma das mais partilhadas nas últimas semanas em França.

Também no negócio dos bares e restauração há ondas de choque. Até agora, esses espaços tinham de pagar €85 por mês para passarem os encontros, valor que subiu, agora, para €200. E, se um bar quiser ter duas televisões que dão os jogos, a quantidade a pagar passa para €218 por mês.

De acordo com uma reportagem do Le Parisien, muitos estabelecimentos estão a optar pela via da pirataria, instalando plataformas ilegais de transmissão de jogos. Um bar que queira ter a Ligue 1 e a Liga dos Campeões tem de desembolsar €278 por mês.

Problemas em Itália… e Portugal?

França não é exceção no minguar das receitas televisivas. Depois de longas e duras negociações, a Serie A vendeu à DAZN e à Sky os direitos para o ciclo 2024-2029 por €900 milhões por temporada, valor que é cerca de €25 milhões por ano menor do que o anterior contrato.

Nos Estados Unidos da América, mercado onde o calcio vinha ganhando força recentemente, a última venda de direitos à CBS também foi por valores “significativamente inferiores” aos registos prévios, informou o New York Times.

Num continente repleto de casos de difíceis renegociações de contratos televisivos, mundos bem diferentes do universo da Premier League, que continua a vender-se cada vez mais cara, Portugal aproxima-se da grande revolução nacional do passado recente nesta área.

Por decreto-lei de 2021, a comercialização centralizada dos direitos televisivos dos jogos da I e II Ligas terá de acontecer a partir de 2028/29. Esta venda conjunta terá de acontecer mediante modelo apresentado, pela Liga e pela Federação, à Autoridade da Concorrência até final de 2025/26.

Os últimos anos não registaram muitos progressos palpáveis neste processo. Um dos valores que já foi lançado como hipótese para a venda do conjunto dos direitos de transmissão nacionais eram €275 milhões, mas Jorge Pavão de Sousa, diretor-geral da DAZN em Portugal, questionou essa verba em entrevista à Lusa, dizendo que “nos últimos oito/nove anos”, o mercado nacional “não tem conseguido monetizar €180 milhões”.

Perante as dúvidas quanto ao desenvolver legislativo, há já certezas quanto à época de competições europeias que já se iniciou. Na nova Liga dos Campeões, Sporting e Benfica disputarão oito jogos na fase regular, ao contrário dos anteriores seis na fase de grupos, mudança que também se aplica à Liga Europa, onde o FC Porto tem presença garantida e o SC Braga lutará por estar.

Sport TV e DAZN dividirão estas competições, com a Sport TV a ter direito às duas primeiras escolhas de jogos em cada ronda. Ambas as estações decidiram aumentar os seus preços: a Sport TV subiu €5, passando o total multiscreen para €34,99, valor que pode mudar segundo o operador de televisão; a DAZN subiu o pacote total para €20,99, num acréscimo de €3; há, ainda, a BTV, que transmite os jogos do Benfica em casa e custa €11,49, mais €1,5 pela hipótese de ver em vários dispositivos.

Assim, para ter a totalidade dos pacotes das operadoras que transmitem o futebol em Portugal, é preciso pagar cerca de €68,97, cifra que pode variar caso se queira ver em vários dispositivos ou segundo a operador de televisão que se tenha contratada.

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É suposto continuar tudo a converseta que o aparecimento da DAZN foi algo de bom? Parece bem claro qual é o seu modo de operação e se vencerem, no longo prazo, vamos ter os clubes a receberem cada vez menos e o povo a pagar cada vez mais.

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