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pedritsh

[UCL] Benfica 5-1 Brugge (RF)

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O Florentino é o jogador com mais Kms corridos nesta edição da Champions até ao momento.

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Citação de HappyKing, há 1 hora:

Como é que o Ramos não foi o homem do jogo? 

Porque não marcou 2 golos, pelos vistos foi o Gonçalo Guedes.

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No Verão vão ser mais uns 80M€ no Ramos, de um random Chelsea ou United.

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Citação de Plagio o Original, há 1 hora:

Foram os portugueses lol

os belgas também

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Citação de Poeira, há 12 minutos:

No Verão vão ser mais uns 80M€ no Ramos, de um random Chelsea ou United.

No início da época falou-se numa proposta de 40M por ele e eu disse que no fim da época ia valer o dobro.

E o Florentino a jogar assim na champions também não dura muito.

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Citação de Plagio o Original, há 1 hora:

Foram os portugueses lol

Foram nada, a malta do Benfica começou e perdeu logo a bola, quando recuperam ficaram eles a fazer. I mean, depois da viagem mais valia divertirem-se 

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Citação de Poeira, há 25 minutos:

No Verão vão ser mais uns 80M€ no Ramos, de um random Chelsea ou United.

Espero que não. Por esses valores pode ficar cá até ao final do contrato. 

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Grande aposta no Ramos este ano e a evolução dele é notória, quando está em boa forma fisica, torna-se um jogador muito importante, tb acho que vai ser a nossa maior venda no verão. 

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Citação de Poeira, há 30 minutos:

No Verão vão ser mais uns 80M€ no Ramos, de um random Chelsea ou United.

Estás a ser modesto. O Benfica saca facilmente 100M€ por ele, assim mantenha este rendimento (ou próximo disso) até ao final da época. 

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Citação de Quintero, há 3 horas:

Parabéns aos benfiquistas cá do burgo… grande temporada que estão a fazer…

Agora que o Porto elimine o Inter , para vermos um Porto x Benfica nos quartos da Champions 😂

Era bonito de se ver.

Citação de Plagio o Original, há 3 horas:

Foram os portugueses lol

Foram mesmo os belgas.

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32 anos depois, vejo por fim o Benfica

Este Benfica de Schmitt é finalmente o Benfica europeu. 32 anos depois, estou por fim a ver o verdadeiro Benfica e a acreditar no velho mito dos sócios: somos grandes na Europa. Vejo por fim o Benfica e, sim, sinto uma felicidade imediata, inexplicável e indizível, até porque assisto à ressurreição encarnada ao lado das minhas filhas - quer dizer, a pequenina é do Sporting, mas não me estraguem a poesia do momento

Sou benfiquista; na verdade, sou um índio do terceiro anel, seria um ninja do peão se ainda existisse peão. Só que cresci na época errada. As últimas décadas não foram gloriosas e, por vezes, sentia que me estavam a enganar quando me garantiam que o Benfica tinha sido um colosso europeu. Claro que eu olhava para os números e via os títulos, as finais, os golos. Ainda hoje o Benfica é o segundo clube com mais presenças na Taça/Liga dos Campeões e o oitavo com mais vitórias. E foi o segundo com mais vitórias até há uns anos. Mas eu nunca vi essa glória. Vejo-a agora, 32 anos depois.

Porquê 32 anos? O meu primeiro jogo na Luz foi na época 1990/91. Era o Benfica de Erickson, um Benfica ainda dos anos 80, um Benfica senhor e seguro com não sei quantas finais europeias. Vi, mas não me lembro desse jogo contra o Farense. Não me lembro do jogo, só me lembro do que vem agarrado ao jogo, talvez o essencial.

Lembro-me de andar de mãos dadas com o meu velho no meio da multidão. Eu e o meu velho de mãos dadas? Lembro-me do espasmo de espanto e alegria assim que, lá em cima no terceiro anel, vi pela primeira vez o relvado e as bancadas por dentro; é um ângulo picado único, é como estar num desfiladeiro feito pelo homem, é sentir que o homem pode fazer coisas que à partida só podiam ser feitas pela natureza. Lembro-me das queijadas de Sintra, um hábito gastronómico incompreensível do estádio, um pouco à imagem da bola de Berlim na praia. Porquê? Lembro-me de me abeirar da orla exterior do estádio, senti vertigens, nunca tinha estado num sítio tão alto. Lembro-me de ficar assustado com outro estranho hábito da tribo: bater com os pés no chão, 200 mil pés a criar um som e um tremor de trovão em cima de uma estrutura com ferrugem à vista.

Porquê, pá? Lembro-me de abraçar o meu pai, coisa rara, naqueles segundos de honestidade desarmada que cada golo abre; lembro-me de suspeitar de algo que só agora consigo perceber: se calhar, o golo serve para pais e filhos silenciosos mostrarem afeto uns pelos outros naquela janelinha de 5 segundos após o remate certeiro. Lembro-me da equipa tipo desta época que acabou em glória com a vitória histórica nas Antas, Neno/Silvino, Veloso, Ricardo, William, Schwarz, Paulo Sousa, Thern, Valdo, Paneira, Pacheco, Águas.

Esta foi a última equipa de uma era iniciada nos anos 60. Foi a última equipa do Benfica realmente sólida, segura, imponente. Quando eu comecei a prestar atenção ao futebol, depois do Verão Quente de 93, só conheci Benficas instáveis. O Benfica de Toni (92-94) ganhou muita coisa, teve jogos épicos, mas era uma equipa de garrafão na mão, era desequilibrada, não dava sossego. Após o apagão de quinze anos, tivemos o Benfica de Jesus, que, apesar de empolgante, foi sempre uma equipa de vertigem sem solidez, víamos os jogos sempre à espera do disparate e, por isso, nunca conseguimos impor o nosso jogo aos grandes da Europa, FC Porto incluído.

Portanto, este Benfica de Schmitt é finalmente o Benfica europeu. 32 anos depois, estou por fim a ver o verdadeiro Benfica e a acreditar no velho mito dos sócios: somos grandes na Europa. Vejo por fim o Benfica e, sim, sinto uma felicidade imediata, inexplicável e indizível, até porque assisto à ressurreição encarnada ao lado das minhas filhas - quer dizer, a pequenina é do Sporting, mas não me estraguem a poesia do momento.

O futebol não é só futebol.

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Citação de Apocalypse Now, há 1 hora:

 

o Futre! 😂

Editado por bobzz

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Lol, nem o nome do treinador sabe escrever.

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Citação de Duda34, há 14 horas:

O Rafa foi efetivamente o melhor em campo. Que jogador

O Brugge vai despedir o Scott Parker e ir buscar o Schreuder lol. Bem sei que não se saiu mal por lá antes, mas não me lembro de ter visto alguém tão mau no Ajax recentemente

Ali com o Arne à mão, salvo seja…

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Citação de Lebohang, há 7 horas:

32 anos depois, vejo por fim o Benfica

Este Benfica de Schmitt é finalmente o Benfica europeu. 32 anos depois, estou por fim a ver o verdadeiro Benfica e a acreditar no velho mito dos sócios: somos grandes na Europa. Vejo por fim o Benfica e, sim, sinto uma felicidade imediata, inexplicável e indizível, até porque assisto à ressurreição encarnada ao lado das minhas filhas - quer dizer, a pequenina é do Sporting, mas não me estraguem a poesia do momento

Sou benfiquista; na verdade, sou um índio do terceiro anel, seria um ninja do peão se ainda existisse peão. Só que cresci na época errada. As últimas décadas não foram gloriosas e, por vezes, sentia que me estavam a enganar quando me garantiam que o Benfica tinha sido um colosso europeu. Claro que eu olhava para os números e via os títulos, as finais, os golos. Ainda hoje o Benfica é o segundo clube com mais presenças na Taça/Liga dos Campeões e o oitavo com mais vitórias. E foi o segundo com mais vitórias até há uns anos. Mas eu nunca vi essa glória. Vejo-a agora, 32 anos depois.

Porquê 32 anos? O meu primeiro jogo na Luz foi na época 1990/91. Era o Benfica de Erickson, um Benfica ainda dos anos 80, um Benfica senhor e seguro com não sei quantas finais europeias. Vi, mas não me lembro desse jogo contra o Farense. Não me lembro do jogo, só me lembro do que vem agarrado ao jogo, talvez o essencial.

Lembro-me de andar de mãos dadas com o meu velho no meio da multidão. Eu e o meu velho de mãos dadas? Lembro-me do espasmo de espanto e alegria assim que, lá em cima no terceiro anel, vi pela primeira vez o relvado e as bancadas por dentro; é um ângulo picado único, é como estar num desfiladeiro feito pelo homem, é sentir que o homem pode fazer coisas que à partida só podiam ser feitas pela natureza. Lembro-me das queijadas de Sintra, um hábito gastronómico incompreensível do estádio, um pouco à imagem da bola de Berlim na praia. Porquê? Lembro-me de me abeirar da orla exterior do estádio, senti vertigens, nunca tinha estado num sítio tão alto. Lembro-me de ficar assustado com outro estranho hábito da tribo: bater com os pés no chão, 200 mil pés a criar um som e um tremor de trovão em cima de uma estrutura com ferrugem à vista.

Porquê, pá? Lembro-me de abraçar o meu pai, coisa rara, naqueles segundos de honestidade desarmada que cada golo abre; lembro-me de suspeitar de algo que só agora consigo perceber: se calhar, o golo serve para pais e filhos silenciosos mostrarem afeto uns pelos outros naquela janelinha de 5 segundos após o remate certeiro. Lembro-me da equipa tipo desta época que acabou em glória com a vitória histórica nas Antas, Neno/Silvino, Veloso, Ricardo, William, Schwarz, Paulo Sousa, Thern, Valdo, Paneira, Pacheco, Águas.

Esta foi a última equipa de uma era iniciada nos anos 60. Foi a última equipa do Benfica realmente sólida, segura, imponente. Quando eu comecei a prestar atenção ao futebol, depois do Verão Quente de 93, só conheci Benficas instáveis. O Benfica de Toni (92-94) ganhou muita coisa, teve jogos épicos, mas era uma equipa de garrafão na mão, era desequilibrada, não dava sossego. Após o apagão de quinze anos, tivemos o Benfica de Jesus, que, apesar de empolgante, foi sempre uma equipa de vertigem sem solidez, víamos os jogos sempre à espera do disparate e, por isso, nunca conseguimos impor o nosso jogo aos grandes da Europa, FC Porto incluído.

Portanto, este Benfica de Schmitt é finalmente o Benfica europeu. 32 anos depois, estou por fim a ver o verdadeiro Benfica e a acreditar no velho mito dos sócios: somos grandes na Europa. Vejo por fim o Benfica e, sim, sinto uma felicidade imediata, inexplicável e indizível, até porque assisto à ressurreição encarnada ao lado das minhas filhas - quer dizer, a pequenina é do Sporting, mas não me estraguem a poesia do momento.

O futebol não é só futebol.

Impressionante como me identifico tanto com o 3º, 4º e 5º parágrafos, mas na época de 93/94, no penúltimo jogo desse campeonato.

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Citação de Luiggi, há 2 minutos:

Impressionante como me identifico tanto com o 3º, 4º e 5º parágrafos, mas na época de 93/94, no penúltimo jogo desse campeonato.

Ainda me lembro para aí com 8 anos mesmo lá no topo a olhar para baixo para a estrada. Que medo. Então quando se sentia as bancadas a "abanar" da malta estar aos saltos, era tão fixe ❤️

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