Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
a.lopes

Tópico da Aviação

Publicações recomendadas

Citação de Tio Hans, há 1 hora:

Quanto aos rendimentos, vulgo dividendos

Pá desculpa, sou de STEM. 🤓

Compartilhar este post


Link para o post

Isto também é azar, mas devido à imbecilidade do cor-de-laranja, a altura para vender a TAP é terrível.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação

TAP: Lufthansa e Air France/KLM com propostas financeira, estratégica e industrial "equivalentes": Preço vai pesar na decisão

Governo quer ter uma decisão final sobre o futuro comprador da TAP até ao início de setembro. Lufthansa e Air France/KLM fizeram propostas "equivalentes" do ponto de vista financeiro, estratégico e industrial. Pinto Luz admite impacto da guerra no Irão no encaixe da privatização e diz que o preço que os candidatos irão oferecer será "essencial" na escolha

Enaltecendo o cumprimento dos prazos previstos para a privatização da TAP, o Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira uma resolução para convidar a Air France-KLM e a Lufthansa a apresentarem propostas vinculativas para a compra da TAP, depois de ter recebido a avaliação da Parpública dos dois candidatos, que não as hierarquizou, considerando-as inclusive equivalentes.

Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças, e Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas, não revelaram o preço oferecido, alegando confidencialidade, mas sublinharam que houve equivalência nesta matéria, tal como na estratégia para o futuro da empresa e no modelo industrial. “A TAP não será vendida ao desbarato”, garantiu Pinto Luz. Clarificou ainda que "o critério da valorização financeira será absolutamente central”.

Os governantes asseguram que ambas as candidaturas dão garantia de que o hub de Lisboa e o crescimento do Porto e Faro estão assegurados, assim como a ligação às ilhas e à diáspora. Garantem também a marca TAP e têm um plano para a área da manutenção.

A Air France/KLM e a alemã Lufthansa apresentaram “dois planos industriais muito próximos, muito equivalentes, muito ambiciosos, muito alinhados com aquilo que foram os requisitos do caderno de encargos e os requisitos estratégicos que o Governo impôs”, precisou Pinto Luz.

Os candidatos têm agora 90 dias para apresentar uma proposta vinculativa. Miguel Pinto Luz, o ministro das Infraestruturas, espera que o processo de entrega esteja fechado “no próximo mês de julho”, para que a Parpública, gestora das participações sociais do Estado, "trabalhe durante Agosto" para que possa entregar ao Governo o relatório sobre as propostas no final daquele mês, para depois disso o Governo tomar a decisão final.

A Air France/KLM e a Lufthansa vão poder melhor as ofertas nesta segunda fase, numa análise “mais fina” e também com a acesso a informação mais detalhada e confidencial da companhia liderada por Luís Rodrigues. E os ministros que tutelam a TAP deixaram claro que os candidatos candidatam-se à compra de 44,9% mas podem adquirir o que sobrar dos 5% que estão reservados para os trabalhadores.

Guerra tem impacto na privatização mas TAP mantém valor estratégico

 

Admitindo que a guerra no Irão gera incerteza, em particular no setor da aviação, onde o custo do jet fuel é uma fatura relevante, o ministro das Finanças manifestou-se confiante que o valor estratégico, de médio e longo prazo da TAP não será afetado. Pinto Luz reconheceu que é um evento que acabará refletido na privatização. Terá sido aliás, sabe o Expresso, um dos argumentos para a IAG se afastar da privatização da transportadora portuguesa.

“Relativamente à guerra, há de facto um nível de incerteza muito grande, não apenas neste setor [da aviação], mas na economia em geral. Em todo o caso, creio que os concorrentes olham para a TAP numa perspetiva de médio e longo prazo”, e “como um ativo importante na sua estratégia de crescimento, particularmente em mercados que têm neste momento taxas de crescimento muito elevadas”.

E acrescentou: “Portanto, embora não saibamos o que vai acontecer nos próximos meses, creio que até ao momento o valor estratégico e de médio e longo prazo da TAP não é afetado por esta situação”, defendeu.

Pinto Luz fez declarações no mesmo sentido. “No caso particular, é uma guerra que impacta valores de combustíveis numa indústria em que há uma percentagem relevantíssima de custos associados precisamente ao ‘jet fuel’ e a todo o consumo de combustíveis”, disse.

O governante sublinhou ainda que é público que o país e os aeroportos têm stocks de jet fuel para três meses, como lhes foi garantido pela Galp. E sublinhou, que a "gestão independente" da TAP é quem tem de gerir quotidianamente essa situação.

“Não seria transparente com os portugueses se nós não o sinalizássemos de uma forma muito frontal, como sempre fazemos. Estamos a acompanhar a situação. Queremos acreditar que mais cedo do que mais tarde este problema vai ser solucionado, a indústria vai adaptar-se e vamos conseguir fechar o processo”, acrescentou.

Na conferencia de imprensa, os dois membros do Governo foram questionados sobre a informação que tem sido dada ao Presidente da República, António José Seguro, no que respeita ao processo de privatização da TAP. Miguel Pinto Luz recusou-se a comentar temas que fazem parte da reunião semanal entre o Presidente da República e o primeiro-ministro.

 

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...