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Queima das Fitas e restantes Festas Académicas

Publicações recomendadas

Definições diferentes de divertimento

 

Exato. Da mesma maneira que vocês se divertem a ouvir as bandas todas Rui Gameiro e há outros que se divertem a ouvir o Vasco Palmeirim.

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a queima não é um evento da universidade? o publico alvo (principal) não são os estudantes? se fores portista e fores ver um jogo do porto nao vais gostar mais do que se fosses benfiquista?

 

O facto de ser um evento supostamente focado nos estudantes nao te proibe de apreciar o evento em si ao contrario desse exemplo extremista de um jogo de futebol.

 

Mas pronto, estas discussoes andam a entrar num campo bastante subjectivo e claramente dependente de quem esta a falar.

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Tu :heart:

 

Colossus, essa situação que referiste até a sinto mais na FEUP. Há um certo medo dos doutores, na FLUP acho que há mais interacção caloiro-doutor fora de praxe. Aliás, eu enquanto fui caloiro ia sair com os doutores na boa, numa noite precisei que me metessem no autocarro e tudo e sempre foram impecáveis. Nunca senti laivos de superioridade só por em praxe estarem numa posição superior à minha. E tu tens um exemplo disso aí em casa. :mrgreen:

Na FLUP, tirando aquele idiota, da-se tudo bem. Um gajo que mora comigo diz que o pessoal de Historia da Arte é um bocado (censurado), mas wtv. Eu so sei que não sendo de praxe sou o unico que aparece para os jantares de 2o ano, de resto anda tudo na praxe

 

E não vamos falar do Coutinho porque o odio dele ao Benfica é impressionante, pqp :lol:

Editado por Colossus

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Na FLUP, tirando aquele idiota, da-se tudo bem. Um gajo que mora comigo diz que o pessoal de Historia da Arte é um bocado (censurado), mas wtv. Eu so sei que não sendo de praxe sou o unico que aparece para os jantares de 2o ano, de resto anda tudo na praxe

 

E não vamos falar do Coutinho porque o odio dele ao Benfica é impressionante, pqp :lol:

Eu também era o único do meu ano no jantar de curso.

 

É o maior. :lol:

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Definições diferentes de divertimento

provavelmente tambem acharias divertido se estivesses com o espirito certo para tal

 

O facto de ser um evento supostamente focado nos estudantes nao te proibe de apreciar o evento em si ao contrario desse exemplo extremista de um jogo de futebol.

 

Mas pronto, estas discussoes andam a entrar num campo bastante subjectivo e claramente dependente de quem esta a falar.

nao é extremista, podes apreciar o jogo enquanto amante do futebol. mas sendo portista teras uma experiencia mais intensa. simples.

 

 

com esta conversa pareço um viciado da praxe :lol: tive sorte que tive uma muito boa experiencia mas acredito que em grandes parte das praxes haja exageros e coisas sem sentido, eu proprio ja assisti a uns quantos

Editado por Plastikman

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Eu também era o único do meu ano no jantar de curso.

 

É o maior. :lol:

E sabes porque não foi mais pessoal de fora da praxe? Porque "se iam sentir mal". Niggas, what?

 

Isso e "odio" que ele tem pelo LBJ. Minha nossa :lol:

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E sabes porque não foi mais pessoal de fora da praxe? Porque "se iam sentir mal". Niggas, what?

 

Isso e "odio" que ele tem pelo LBJ. Minha nossa :lol:

Kobe e mais 10.

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Kobe e mais 10.

E o odio ao Javi? Incrivel :lol:

 

Anyway, as noites aqui costumam ser bem-animadas

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Este tema nunca irá ter grandes desenvolvimentos porque se anda sempre à volta do mesmo mas já agora aproveito para deixar a minha posta.

 

Sempre fui apologista da praxe. Fui praxado do primeiro ao último dia (que no meu ano até foi durante menos tempo, com a suspensão da praxe de Coimbra temporariamente) e agora praxo, sendo que em ambos os períodos não faltei a nenhuma, felizmente. E é muito simples, há vários tipos de a fazer, umas mais corretas que outras, claro. Compreendo a malta que teve que aturar m*rdas que só existiram porque apanharam com um ou outro alucinado, mas daí a generalizarem o que vos aconteceu com o restante das praxes universitárias é errado.

 

Falo por mim, nunca fiquei nem pus alguém de 4, nunca andei nem meti a andar alguém em fila pirilau, nunca berrei com ninguém só porque me apeteceu, e por aí fora. Já fizemos visitas surpresas a instituições de órfãos só para se passar uma tarde diferente para todos, já se angariou mais de 500€ ao ajudar uma instituição de apoio social a fazer uma venda ambulante de coisas do dia-a-dia, já se mostrou tudo o que tenha algum simbolismo e história da cidade, já se venderam folhas de papel higiénico com um lucro final de 50€, etc. Isto só para referir que há momentos mais sérios e há momentos de brincadeira, se for tudo bem feito acreditem que os caloiros sabem perfeitamente distinguir as duas coisas. Tanto que, nas primeiras semanas, sempre se marcaram jantares e saídas informais/fora de praxe praticamente todos os dias, onde não era preciso ninguém apanhar a p*ta para se divertir e sociabilizar. Daí para a frente todos perceberam que era algo habitual e ainda agora se continua, quando possível. Se a praxe ajudou à minha integração? Obviamente. Se não tivesse andado nela, teria sido a mesma coisa? Poderia ser, mas certas relações seriam mais superficiais.

 

A questão dos olhos no chão, sempre tive isso em consideração como uma forma de respeito que nos primeiros dias é importante fazer e que mais para o final do ano é algo automático mas que não os inibe em nada, até porque com o passar do tempo já não interessa tanto. E é uma das formas, em situações de Megapraxe's, por exemplo, de evidenciar o respeito entre caloiros e doutores de cada curso.

 

Quanto à conversa da Queima/Latada, eu pelo menos acho que há a diferenças entre ser ou não ser estudante universitário, tanto que não seja por ser nesse período que de caloiro se passa a poder vestir capa e batina, enquanto que se não fosse estudante nunca teria essa sensação.

Editado por Stark

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Este tema nunca irá ter grandes desenvolvimentos porque se anda sempre à volta do mesmo mas já agora aproveito para deixar a minha posta.

 

Sempre fui apologista da praxe. Fui praxado do primeiro ao último dia (que no meu ano até foi durante menos tempo, com a suspensão da praxe de Coimbra temporariamente) e agora praxo, sendo que em ambos os períodos não faltei a nenhuma, felizmente. E é muito simples, há vários tipos de a fazer, umas mais corretas que outras, claro. Compreendo a malta que teve que aturar m*rdas que só existiram porque apanharam com um ou outro alucinado, mas daí a generalizarem o que vos aconteceu com o restante das praxes universitárias é errado.

 

Falo por mim, nunca fiquei nem pus alguém de 4, nunca andei nem meti a andar alguém em fila pirilau, nunca berrei com ninguém só porque me apeteceu, e por aí fora. Já fizemos visitas surpresas a instituições de órfãos só para se passar uma tarde diferente para todos, já se angariou mais de 500€ ao ajudar uma instituição de apoio social a fazer uma venda ambulante de coisas do dia-a-dia, já se mostrou tudo o que tenha algum simbolismo e história da cidade, já se venderam folhas de papel higiénico com um lucro final de 50€, etc. Isto só para referir que há momentos mais sérios e há momentos de brincadeira, se for tudo bem feito acreditem que os caloiros sabem perfeitamente distinguir as duas coisas. Tanto que, nas primeiras semanas, sempre se marcaram jantares e saídas informais/fora de praxe praticamente todos os dias, onde não era preciso ninguém apanhar a p*ta para se divertir e sociabilizar. Daí para a frente todos perceberam que era algo habitual e ainda agora se continua, quando possível. Se a praxe ajudou à minha integração? Obviamente. Se não tivesse andado nela, teria sido a mesma coisa? Poderia ser, mas certas relações seriam mais superficiais.

 

A questão dos olhos no chão, sempre tive isso em consideração como uma forma de respeito que nos primeiros dias é importante fazer e que mais para o final do ano é algo automático mas que não os inibe em nada, até porque com o passar do tempo já não interessa tanto. E é uma das formas, em situações de Megapraxe's, por exemplo, de evidenciar o respeito entre caloiros e doutores de cada curso.

 

Quanto à conversa da Queima/Latada, eu pelo menos acho que há a diferenças entre ser ou não ser estudante universitário, tanto que não seja por ser nesse período que de caloiro se passa a poder vestir capa e batina, enquanto que se não fosse estudante nunca teria essa sensação.

LOL QUE ILUSÃO QUE OS DOUTORES TE METERAM NA CABEÇA. A PRAXE É m*rda EM TODO O LADO MEU. MAS TU NÃO SABES ISSO?

POR UM TER REBOLADO EM m*rda DE OVELHA NUMA UNIVERSIDADE QUALQUER É QUE EU SEI ISTO ACERCA DE TODAS AS UNIVERSIDADES NACIONAIS E INTERNACIONAIS: A PRAXE É m*rda!!!!111ONEONEELEVEN

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Tu :heart:

Not sure if or if.

 

A questão dos olhos no chão, sempre tive isso em consideração como uma forma de respeito que nos primeiros dias é importante fazer e que mais para o final do ano é algo automático mas que não os inibe em nada, até porque com o passar do tempo já não interessa tanto. E é uma das formas, em situações de Megapraxe's, por exemplo, de evidenciar o respeito entre caloiros e doutores de cada curso.

Continuo sem compreender isto.

Editado por Sumudica by Night

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f*da-se li aquele post todo a pensar que era o shaft, tinha lido por aí que ele tinha desistido da escola e fiquei 'wtf?' :lol:

Editado por Edin Dzeko

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Dude é a mesma coisa :lol: Se a base para apreciar uma queima é ter os amigos e um proposito para la, nao é por seres estudante universitario que vai mudar a situaçao.

 

Não fui com os meus melhores amigos, mas sim com a minha irmã e os amigos dela. E se fosse como caloiro, iria ser muito diferente por vários motivos, que o Plastikman já enumerou.

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a fazer o quê?

Algo mais produtivo... como não fazer nenhum o dia todo :mrgreen:

 

Cada um tem a sua forma de se divertir. Quem não bebe nem fuma tem tendência a sentir-se mal em sítios onde o prato forte é esse e isso às vezes dificulta a integração num ou noutro contexto. Mas isto já é um bocado fugir ao tema.

 

E não, não tenho grande gosto em sair à noite sem ser com um objectivo qualquer muito específico. E também não sou anti-social por isso.

Encontrei a minha alma gémea, demorou, mas encontrei!

 

Ah, e para clarificar, claro que o meu post era numa de ficar por casa para passar tempo com a minha "nova família". No ano passado fui a dois dias, e sem achar a queima nada de inacreditável, it was fun. Adorei ver xutos nas filas da frente, passei tempo com amigos e namorada, por acaso aconteceu uma situação chata que estragou um bocadinho a semana, mas nada teve a ver com a queima em si.

 

Eu sou muito como aquele post do Alex acima, e portanto logo por aí perde muita piada. Não tenho montes de amigos no Porto, mesmo sem o miúdo era algo a pensar se queria ir lá este ano ou não. Com o miúdo, é uma no question.

Editado por bdani

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Levas o miudo. :partyhard:

Pus-me a imaginar a situação :lol:

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A questão dos olhos no chão, sempre tive isso em consideração como uma forma de respeito que nos primeiros dias é importante fazer e que mais para o final do ano é algo automático mas que não os inibe em nada, até porque com o passar do tempo já não interessa tanto. E é uma das formas, em situações de Megapraxe's, por exemplo, de evidenciar o respeito entre caloiros e doutores de cada curso.

Sou retrógrado, obsoleto, pseudo-fixe ou o raio que a parta, mas isto é absolutamente ridículo e não é por o post ter mais de 10 linhas que isto vai passar a fazer sentido. É que não tem ponta por onde se pegue. Era incapaz de mandar alguém meter os olhos no chão enquanto falava comigo e quem se sujeita a isso só pode ter muita falta de amor próprio.

 

Para o Varekai que comparou o exercício à praxe (até me doeram os olhos):

 

http://www.fitsugar.com/Hormones-Released-After-Working-Out-19252431

 

http://en.wikipedia.org/wiki/Endorphins

http://en.wikipedia.org/wiki/Dopamine

http://en.wikipedia.org/wiki/Serotonin

Editado por Chandler

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Miúdo = filho?

 

si

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