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[Núcleo] Ligas de Futebol Europeias

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Paulo Sérgio chegou esta segunda-feira à Roménia, assinou contrato com o Cluj e já dirigiu o treino desta tarde. O clube romeno confirmou, entretanto, à Agência Lusa, que o treinador português assinou um contrato até ao final da presente temporada com mais dois anos de opção.

 

O Dínamo Zagreb anunciou que não vai renovar o contrato de Tonel, cujo vinculo termina em dezembro, depois do central português ter manifestado descontentamento com as criticas que lhe foram dirigidas pelo treinador. A confirmação foi dado pelo diretor executivo do heptacampeão croata, Zrvko Mamic, em conferência de imprensa.

 

@ Maisfutebol

 

Toda a sorte do mundo para o Paulo Sérgio.

Editado por Frank Lampard

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Bem, como sempre tive um fascínio pelo Crvena Zvezda e por jogadores como Savicevic, Stojković, Boban, Pancev, Prosinecki, Filipovic, que passou pelo Benfica, etc. etc., deixo aqui um post do user jase25, forista do SerBenfiquista. É longo, muito longo, mas é, provavelmente, um dos melhores posts que já li por essa internet fora.

 

FK Crvena Zvezda

 

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Em Fevereiro de 1945 o mundo estava quase a sair da Guerra, a Jugoslávia recuperava depois da ocupação do seu território por parte das forças do Eixo. O Reino da Jugoslávia transformava-se na República Socialista Federal da Jugoslávia.

 

Apesar da Guerra, algumas equipas mantiveram a sua actividade, entre os quais o FK Jugoslavija (predecessor do Estrela Vermelha, embora os adeptos considerem que se tratam de dois clubes diferentes) e o BSK, que hoje em dia é o OFK de Belgrado, cujos adeptos consideram como parte da história do seu clube.

 

Como parte da reestruturação do país, o futebol foi também reorganizado, também por motivos políticos. E foi neste espírito de renovação que um grupo de jovens decidiram criar uma sociedade de cultura e desporto para jovens, que ganharia o nome de Estrela Vermelha a 4 de Março de 1945. Esta sociedade ficou com o estádio, com os escritórios, com os jogadores e até com as cores do FK Jugoslavija, os famosos vermelho-e-branco. Nesse mesmo dia jogou-se o primeiro jogo, que o Estrela Vermelha ganhou por 3-0 frente a uma equipa de militares.

 

Nascia o maior clube de sempre daquela região da Europa. Campeonatos, taças, glória europeia… todo este percurso culminaria com uma noite mágica na cidade italiana de Bari a 29 de Maio de 1991. Sem dúvida o ponto mais alto do futebol balcânico, a que provavelmente nenhum clube voltará a chegar. Um lugar ganho na eternidade, até porque naquele mesmo ano tudo se desmoronaria… a Jugoslávia, a Europa, o Mundo como até então era conhecido.

 

O Estrela Vermelha jamais voltaria a ser o mesmo… hoje em dia ainda permanece o marasmo. Desde Maio de 1991 uma nuvem bem cinzenta paira nos céus de Belgrado, nuvens essas que são o reflexo das profundezas do gigante Danúbio, onde os momentos gloriosos de outrora parecem repousar. E já lá vão 20 anos…

 

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Após a fundação do clube, já nos anos 50, uma forte direcção assente nos fundadores do clube montou uma estrutura capaz que viria a dar frutos no que ao futebol diz respeito. A primeira grande geração do Estrela Vermelha, encabeçada por jogadores como Rajko Mitić (a primeira “Zvezdina Zvezda”, ou “Estrela do Estrela”, em português. Um gentleman, o primeiro grande capitão do clube. Dentro do campo nunca puxava as camisolas do adversário, e por vezes repreendia os seus colegas em campo quando tinham comportamentos menos correctos), Bora Kostić (um dos melhores marcadores de sempre do clube), Branko Stanković (mais tarde treinador), Dragoslav Šekularac (a segunda Zvezdina Zvezda), entre outros. Alguns destes jogadores defrontaram o Manchester United de Matt Busby nos quartos de final da Taça dos Campeões Europeus de 1957-58… na viagem de Belgrado para Manchester deu-se o acidente aéreo mais famoso da história do futebol.

 

Rajko Mitić

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Dragoslav Šekularac

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Equipa do United que jogou em Belgrado antes do desastre aéreo

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Crvena Zvezda vs Manchester United: http://www.youtube.com/watch?v=TUOIUp-n1A4

 

Rajko Mitić: http://www.youtube.com/watch?v=XHk-x0L86vI

 

Dragoslav Šekularac: http://www.youtube.com/watch?v=SgZjembnSwM

 

Após este período de sucesso tanto a nível interno como Europeu, em que o ganhou notoriedade internacional, deu-se um período menos bom. A geração anterior tinha-se retirado e um novo estádio começava a construir-se, pelo que o Estrela Vermelha tinha de jogar no estádio do Partizan e OFK. Após a finalização da construção do mítico Marakana de Belgrado, capaz de à data receber 100,000 espectadores, as bases para o sucesso estavam lançadas. O treinador Miljan Miljanić (que posteriormente treinou o Real Madrid e o Valencia, por exemplo) teve papel fundamental nesta fase de reconstrução.

 

Marakana de Belgrado

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Bancada dos Delije (tem o nome lá inscrito) marakana.jpg

 

Os pupilos de Miljanić, liderados pelo mágico ala esquerdo Dragan Džajić (a terceira “Zvezdina Zvezda”, oficialmente o melhor jogador de sempre da Jugoslávia/Sérvia, 3º classificado da Bola de Ouro de 1968) devolveram a hegemonia nacional ao Estrela Vermelha. Džajić , com o seu pé esquerdo, era capaz de colocar a bola onde queria. Dono de uma capacidade de cruzamento nunca antes vista naquela zona do globo e de uma técnica aprumada, fazia lembrar um futebolista brasileiro. De facto, Pelé chegou a lamentar o facto do futebolista jugoslavo não ter nascido no Brasil. Entretanto outros jogadores começavam a aparecer na equipa principal…Vladimir Petrović “Pižon” (a quarta “Zvezdina Zvezda”), Zoran Filipović, Dušan Savić, Sead Sušić…

 

Dragan Džajić

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Dragan Džajić: http://www.youtube.com/watch?v=OjQMpOUj6hw

 

Miljanić partira, mas o clube não ficara refém do seu sucesso. Gojko Zec, e posteriormente Branko Stanković (agora treinador) dariam início a uma nova era de sucessos, que culminaria com a chegada à final da Taça UEFA de 1979, perdida para o Borussia Mönchengladbach. Aqui, a equipa era lidarada por Vladimir Petrović…Sobre Petrović há que dizer que foi um dos melhores da sua geração… tinha algumas semelhanças com Džajić, mas jogava com o pé direito e numa posição mais interior. Ainda assim, chegou a jogar a extremo. Exímio executante de bolas paradas, não raras vezes aparecia na zona de finalização. Arriscava várias vezes a longa distância, com uma elevada taxa de sucesso. Rápido q.b, mas não necessitava de muita rapidez para deixar para trás os seus adversários. Fazia-o com alguma tranquilidade, quase tendo tempo para pedir desculpa por driblá-los, para depois entregar a bola de forma magistral na frente de ataque. Savić e Filipović agradeciam…

 

Vladimir Petrović

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Vladimir Petrović, Zoran Filipović, Dušan Savić, Sead Sušić, Dragan Džajić

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Vladimir Petrović: http://www.youtube.com/watch?v=oyig2qPi2bo

 

Filipović brilhou no Benfica

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Petrović e Savić abandonaram o clube em 1983, e naturalmente as performances da equipa baixaram. Por pouco tempo, já que chegara a hora do gigante vencer um grande troféu Europeu, depois de meias finais e uma final em que outros haviam sido melhores. Nesta fase, a quantidade de grandes jogadores que chegaria ao clube era impressionante. O primeiro a chegar foi o entusiasmante Dragan Stojković, a quinta “Zvezdina Zvezda”. Sem qualquer dúvida um dos mais geniais jogadores de sempre dos Balcãs. Se Petrović era muito bom, Stojković era melhor. “Piksi”, como era conhecido, corria mais, driblava mais e voltava atrás para driblar outra vez. Era o alvo a abater no Estrela Vermelha… talvez por isso teve uma carreira com algumas lesões, o que não lhe permitiu ter o reconhecimento que merecia no “mundo ocidental”. Marcava livres, cantos, era o comandante da equipa… passeava classe em campo, vagabundeava pelo meio-campo adversário com um “à vontade” assustador. Galgava metros e metros em direcção à baliza contrária, passando um, dois, três de cada vez. Um brilhante e enérgico cometa no seio do universo de estrelas em que o Estrela Vermelha se havia tornado no final dos anos 80. Infelizmente deixou o clube um ano antes da Glória Europeia, mas nem por isso tem menos reconhecimento no coração dos adeptos. E ainda bem.

 

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Em acção no Euro 2000

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Deliciem-se, eis Dragan Stojković “Piksi”:

http://www.youtube.com/watch?v=0bkB26cMqdA

 

E como treinador não perdeu o jeito:

 

Entretanto, a unidade nacional na Jugoslávia era cada vez mais posta em causa, com problemas sobretudo nas repúblicas da Croácia e Eslovénia, e posteriormente na Bósnia Herzegovina. Disto é exemplo o que se passou em Zagreb no dia 13 de Maio de 1990, quando os ultras do Estrela Vermelha (Delije) e os do Dinamo Zagreb (Bad Blue Boys) se envolveram em confrontos no estádio Maksimir. Nada a ver com futebol, óbvio. Nacionalistas nos dois lados da barricada… a polícia não conseguiu conter a fúria dos croatas que queriam dirigir-se para o lado oposto do estádio onde estavam os sérvios, que proclamavam “Zagreb é Sérvia”. No meio de tudo isto, alguns jogadores do Dinamo foram apanhados no meio dos confrontos, e foi aí que Zvonimir Boban foi elevado ao estatuto de herói nacional croata, por ter enfrentado os polícias jugoslavos e inclusive ter pontapeado um. Mais tarde veio a descobrir-se que o polícia pontapeado era um… bósnio muçulmano. Para que conste, os bósnios muçulmanos foram os que mais sofreram nas guerras jugoslavas, ainda mais do que os croatas.

 

Pontapé de Boban

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Conflitos no Dinamo vs Zvezda de 1990: http://www.youtube.com/watch?v=uXr1Z-MiApo

 

Pontapé do Boban: http://www.youtube.com/watch?v=Waz11ihnY8w

 

Todo este contexto tornaria o feito de 1991 em Bari ainda mais assinalável. O país em convulsão étnica completa assistia semanalmente a verdadeiros espectáculos orquestrados por Najdoski, Binić, Prosinečki, Šabanadžović, Pančev, Savićević, Belodedić, Mihajlović, Jugović… era a nação jugoslava concentrada num balneário. Bósnios, croatas, macedónios, sérvios, montenegrinos uniram-se para vencer quando as circunstâncias políticas externas ao futebol incentivavam a uma ruptura total no seio do clube.

 

Dejan Savićević

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Robert Prosinečki

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Refik Šabanadžović

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Darko Pančev

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Miodrag Belodedić já havia sido campeão europeu pelo Steaua em 1986

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Siniša Mihajlović, conhecido pelos seus livres letais width=455 height=600http://cdn4.faniq.com/images/photos/photo_large/28/18001428-2108.jpg[/img]

 

Vladimir Jugović

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Dejan Savićević:

http://www.youtube.com/watch?v=Isodh2Fx5AI

http://www.youtube.com/watch?v=hriHFA1nv1s

 

Robert Prosinečki e os seus sprints loucos para ir festejar com os Delije: http://www.youtube.com/watch?v=UhUiDBJ57Ys

 

Darko Pančev:

 

Siniša Mihajlović: http://www.youtube.com/watch?v=bxYUdaImkQA

 

Vladimir Jugović: http://www.youtube.com/watch?v=ILntKYE8XDY

 

Enfim, tudo génios da bola.

 

Foi um último esforço. A campanha rumo a Bari simbolizava esse último esforço. O momento mais marcante terá sido o jogo da segunda mão das meias finais em Belgrado, frente ao Bayern. O Estrela Vermelha havia ganho em Munique por 2-1 numa demonstração de força e classe, materializada no golo de Savićević. Uma cavalgada imperial rumo à glória.

 

 

Porém, faltava materializar a superioridade evidenciada no jogo da segunda mão. Como em muitas outras ocasiões, o futebol balcânico estava prestes a falhar no momento da verdade. Um filme já visto no Marakana: muito talento mas nos grandes momentos algo sempre acontecia. Tal como na final da UEFA de 1979, os alemães eram os adversários. Desta vez, estiveram próximos (recuperaram da desvantagem e à entrada do último minuto estava tudo novamente empatado, prestes a ir para prolongamento) mas não conseguiram. À entrada do minuto 90, Jugović penetra no meio campo bávaro e obriga ao esforço de Prosinečki na esquerda, que serviu Mihajlović para cruzar e o alemão Klaus Augenthaler desviou a bola rumo ao céu, num típico “balão”.

 

Quis o destino que a bola caísse na pequena área... em condições normais o guarda-redes agarraria a bola facilmente. Mas não eram condições normais… nunca na vida uma meia-final europeia é algo normal, muito menos na fechada Jugoslávia à beira do colapso total e completo. Era a última oportunidade da nação jugoslava fazer algo em grande. Mais de 80,000 mil almas vermelhas-e-brancas no inferno de Belgrado a puxar por um grupo de homens que eram a última imagem de um país unido, aquele que o croata Tito havia um dia idealizado. A bola ia caindo e as 80,000 almas em histeria total certamente atormentaram e fizeram com que o guardião bávaro bloqueasse. O esférico miraculosamente entrou dentro da baliza. Já li algures um comentário que dizia que o último suspiro de Tito se deu naquela noite, naquele instante, 11 anos após a sua morte. O Estrela Vermelha chegara finalmente ao grande palco do futebol europeu, a Final da Taça dos Clubes Campeões Europeus.

 

 

No jogo final, em Bari, os jugoslavos defrontaram o Marselha do polémico Bernard Tapie, que no ano anterior sucumbira perante a Mão de Vata. Nos marselheses militava… Piksi. Dragan Stojković, o mago de Niš que ficara nos corações dos adeptos. Piksi entrou apenas na segunda parte do prolongamento (o jogo ficou 0-0, obrigando a um desempate por penalties), e pediu explicitamente ao seu treinador para não marcar um penalty frente à sua anterior equipa. Não quis estragar o sonho dos seus queridos compatriotas… e certamente um sonho seu. A dor de estar num precipício e poder contribuir para empurrar o seu querido Estrela Vermelha ribanceira abaixo era algo que o deixava logicamente atormentado.

 

Piksi do outro lado da barricada

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Afinal, era o céu ou inferno para o Grande Zvezda.

 

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Deu céu. Pančev bateu o penalty e foi a loucura em Bari. O tal último esforço valeu a pena.

 

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Cada jogador tinha a sua nacionalidade, os seus ideais. Prosinečki era croata. Pančev era macedónio. Savićević montenegrino, Šabanadžović bósnio, Jugović sérvio. Belodedić romeno de origem sérvia. Os adeptos de futebol agradecem que estes homens não tenham levado à letra os discursos dos líderes políticos do país de origem. Os adeptos de futebol agradecem pelo facto destes homens terem sido futebolistas com verdadeiro sentido colectivo, pondo de parte qualquer egoísmo pessoal (neste caso posições políticas) e dando o máximo pela equipa. E alguns deles ainda foram a Tóquio para vencer a Intercontinental.

 

Esta é a história de uma equipa que deixou a política à porta do balneário numa altura tão crítica, em prol de si mesmos, da estrutura técnica, dos milhões de adeptos do Estrela Vermelha, do futebol em geral.

 

Rajko Mitić, Dragoslav Šekularac, Dragan Džajić, Vladimir Petrović, Dragan Stojković e a Geração de 1991, as seis Estrelas do Estrela Vermelha, foram um favor feito ao futebol.

 

 

Editado por André Sousa

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15 min e Anzhi já ganha por 2-0 :celebracao:

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Jogo do Rangers adiado por... excesso de adeptos

 

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Apesar de estar a alinhar na Third Division (4.º escalão do futebol escocês), o Rangers continua a arrastar multidões. Este domingo, a partida diante do Elgin City, da 12.ª jornada, teve mesmo de ser adiada, porque estavam demasiados adeptos à espera para entrar.

 

Num estádio com lotação para 5 mil adeptos, que costuma ter em média 600 por jogo, este domingo iria acolher muito mais do que a sua lotação máxima. Em face desta situação, o Elgin City, que terá, alegadamente, vendido bilhetes a mais, foi forçado a cancelar o jogo e agora terá de se encontrada uma nova data.

 

@Record

http://www.record.xl.pt/Futebol/Internacional/interior.aspx?content_id=790573

Editado por SLBFaNaTiC

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Hoje há classico russo às 16h.

O Zenit joga à porta fechada

 

Malafeev

Anyukov

Lombaerts

Hubocan

Yanbaev

Denisov

Witsel

Danny

Fayzulin

Hulk

Kerzhakov

Editado por OntheRadio

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Bom jogo, vou ver. Mas isto sem adeptos vai ser uma monotonia do crl.

 

Fds, um gajo do Zenit quando acabou o hino levantou os braços e andou ali à volta a agradecer ao público ... que não há :lol:

Editado por scout

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Tirou o Hulk ...

 

É verdade que não está nem perto do que mostrou cá, mas fds, se houve perigo para a baliza do CSKA foi ele que o causou. Ainda por cima é aquele jogador que pode resolver a qualquer momento, não percebi.

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Quase que marcava um golão o Kerza.

 

O Kerza falhou 2 golos dados pelo Danny.

Editado por Nuk

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