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Peplin

Arquitectura, Urbanismo, Projectos, Transportes, Infraestruturas e Outras Coisas do Género

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Burocracia, viaturas ainda a caminho, motoristas sem formação e manobras em contramão: o que está a travar o metrobus do Porto?

Spoiler

Dez meses depois da data inicialmente avançada, o metrobus que fará a ligação entre a Casa da Música e a Praça do Império continua sem sair do lugar. A Metro do Porto já não se compromete oficialmente com qualquer calendário para o arranque da operação e, até à tomada de posse do novo executivo municipal, não será dado qualquer passo concreto para desbloquear o processo.

Ao que o Expresso apurou, bastaria que fosse assinado o memorando de entendimento entre o Governo, a Metro do Porto, a Câmara do Porto e a STCP — um documento que está a ser negociado há mais de um ano — para que, no espaço de um mês, os veículos pudessem começar a circular.

Apesar de terem sido encomendadas 12 viaturas a hidrogénio, apenas cinco foram entregues até agora. A Metro do Porto espera receber todas as composições até ao final de agosto. Ainda assim, as viaturas já disponíveis seriam suficientes para garantir o serviço no troço entre a Casa da Música e a Praça do Império, correspondente à primeira fase da linha. As restantes destinam-se à futura ligação até à Anémona, em Matosinhos — um prolongamento que ainda não saiu do papel.

Mas, mesmo com parte da frota pronta, persistem bloqueios operacionais. Os motoristas da STCP, que deverão assegurar a condução dos veículos, ainda não receberam formação específica. E a transferência formal da operação entre entidades também continua por concretizar.

À pergunta sobre o que causou o atraso, a Metro do Porto responde que tudo começou com o falhanço do concurso público para a aquisição do material circulante e da infraestrutura de alimentação energética. “Não existiram propostas que cumprissem o valor base do concurso”, explicou a empresa ao Expresso, acrescentando que foi necessário lançar um novo procedimento, o que arrastou o calendário.

Questionada sobre um novo horizonte para o arranque, a Metro do Porto remete a resposta para o tal memorando de entendimento, afirmando que a entrada em funcionamento “decorre dos termos” desse acordo quadripartido que continua por assinar.

A indefinição arrasta-se há mais de dois anos e já levou Rui Moreira a anunciar o afastamento da autarquia do processo. “Não sendo credível que a Metro do Porto tenha sequer os veículos durante este mandato, eu não vou perder mais tempo com esta matéria”, afirmou o presidente da Câmara na última semana. Numa carta enviada ao ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, Moreira disse que será o próximo executivo municipal a lidar com o problema.

O autarca recorda que, em maio de 2023, chegou a ser desenhado um protocolo entre o Governo, a Metro, a STCP e a Câmara, para definir responsabilidades na operação. “Há um ano foi-nos dito que o metrobus iria arrancar em setembro. Não começou nem sabemos quando vai começar”, criticou.

Rui Moreira deixou ainda um aviso ao próximo executivo, pedindo “prudência” na transferência da operação para a STCP. “Até agora não temos qualquer salvaguarda técnica”, afirmou.

 

Em contramão é que não

 

Outro dos constrangimentos foi a polémica inversão de marcha em contramão no topo nascente da Avenida da Boavista, junto à Casa da Música. O Expresso sabe que essa manobra não constava do projeto inicial adjudicado. O plano previa que o metrobus contornasse a rotunda como qualquer outro veículo. Terá sido a autarquia a propor a inversão de marcha em contramão como alternativa, solução que foi aceite pela Metro do Porto.

A Metro do Porto garante que os testes realizados não detetaram problemas de segurança. E a STCP chegou a testar a manobra com um autocarro de dimensões semelhantes às do metrobus, confirmando a viabilidade técnica. Ainda assim, quando o primeiro metrobus foi usado no terreno, o ensaio — amplamente partilhado nas redes sociais — revelou dificuldades embaraçosas.

Perante o impasse, a Metro do Porto empurra a responsabilidade para a autarquia: “É uma questão de definição por parte da entidade gestora da via pública.”

 

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Calma pessoal, boas notícias: vai haver um estudo para averiguar a viabilidade da Alta Velocidade em Trás-os-Montes!

🥳

Fonte

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Citação de Ghelthon, há 34 minutos:

Calma pessoal, boas notícias: vai haver um estudo para averiguar a viabilidade da Alta Velocidade em Trás-os-Montes!

🥳

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És um sonhador.

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As obras na IC 20 tiveram um resultado á portuguesa.

Ficou tudo na mesma. 

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Citação de Mayday, há 7 horas:

As obras na IC 20 tiveram um resultado á portuguesa.

Ficou tudo na mesma. 

Não ficaram pior?

Há alguns anos que não faço esse percurso de manhã, mas o acesso para a A2 Sul no sentido Costa-Almada parece-me estar bem pior e nem serviu para melhorar o acesso a Lisboa.

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Pioraram o acesso do IC20 para a A2, como disse o JohnDoe. De resto, não havia margem para fazer melhor. A questão fundamental é a quantidade de trânsito e o garrafão das portagens, portanto podiam mexer o que quisessem que não ia melhorar em nada. Valeu pelo alcatroamento, que mesmo assim falhou aqui:

Captura-de-ecr-2025-08-04-212515.png

E também perderam uma oportunidade de passar esta zona para 3 faixas e evitar um pouco o afunilamento na A2:

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Citação de Peplin, há 50 minutos:

Pioraram o acesso do IC20 para a A2, como disse o JohnDoe. De resto, não havia margem para fazer melhor. A questão fundamental é a quantidade de trânsito e o garrafão das portagens, portanto podiam mexer o que quisessem que não ia melhorar em nada. Valeu pelo alcatroamento, que mesmo assim falhou aqui:

Captura-de-ecr-2025-08-04-212515.png

E também perderam uma oportunidade de passar esta zona para 3 faixas e evitar um pouco o afunilamento na A2:

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Enquanto não se aumentar a ponte (o que obviamente não vai acontecer) não há nada a fazer. No entanto facilitou (e muito!) a vida de quem faz o IC20 da Costa para o centro de Almada

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Citação de Tio Hans, há 47 minutos:

O Rui Moreira atirou o presidente da metro do Porto para debaixo do comboio, ou do metrobus.

https://eco.sapo.pt/2025/08/18/rui-moreira-acusa-presidente-da-metro-do-porto-de-incompetencia/

Só agora é que o Rui Moreira pensou nisso. Na fase do projeto, quando toda a gente dizia que ia correr mal, ele não se pronunciou 

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Citação de JohnyM, Em 04/08/2025 at 22:21:

Enquanto não se aumentar a ponte (o que obviamente não vai acontecer) não há nada a fazer. No entanto facilitou (e muito!) a vida de quem faz o IC20 da Costa para o centro de Almada

E piorou quem vai para Seixal/Fogueteiro/Sesimbra. Principalmente porque os chicos espertos agora usam a berma mais à direita para sair para a A2 no sentido de Setúbal. 

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Turkish Airlines avança para a Air Europa, Air France-KLM e Lufthansa focam-se na TAP

A Air France-KLM e a Lufthansa renunciam e irão concentrar os seus esforços em entrarem como acionistas na TAP

 

Decreto-lei que vende 49,9% da TAP foi publicado, novo investidor poderá vir a “influenciar de forma determinante a gestão” da empresa

Segue-se agora o caderno de encargos de forma a dar seguimento à venda de 44,9% a um investidor de referência e com mais 5% do capital reservado aos trabalhadores. Haverá uma comissão especial para acompanhamento do processo de reprivatização

O decreto-lei que aprova o processo da primeira fase da reprivatização do capital social da TAP foi publicado esta quinta-feira, dia 14, em Diário da República, um pouco mais tarde do que se esperava, uma vez que o Governo teve de esclarecer algumas dúvidas suscitadas pelo Presidente da República.

O documento tinha sido aprovado no Conselho de Ministros de 10 de julho mas só foi promulgado por Marcelo Rebelo de Sousa a 7 de agosto. Fica assim aberta a porta para que o Governo aprove o caderno de encargos da privatização, onde são detalhadas as condições da operação. O Governo tinha pedido urgência ao Presidente da República neste caso e a ideia era que o decreto-lei tivesse ido a Conselho de Ministros no início deste mês, mas as dúvidas presidenciais fizeram resvalar esse prazo.

 

 

Spoiler

 

A privatização incide sobre 49,9 % do capital social da TAP através de uma venda direta de até 44,9 % do capital a um investidor de referência e da venda de até 5% do capital aos trabalhadores. Caso estes não adquiram a totalidade das ações que lhes são disponibilizadas, o investidor de referência ficará com as ações remanescentes. Se nenhum trabalhador quiser ações, então esse investidor poderá ficar com a totalidade dos 49,9% postos à venda.

Está previsto que o novo acionista de referência tenha uma palavra a dizer sobre a condução dos destinos da empresa: “A alienação de participação societária minoritária pode envolver a atribuição ao investidor de referência de direitos de participação que lhe permitam influenciar de forma determinante a gestão da TAP”, lê-se no decreto-lei.

O Governo explica que a opção pela venda de uma posição minoritária do capital permite a “participação de concorrentes extracomunitários no processo de reprivatização, aumentado a concorrência no mesmo, e a preservação na esfera direta do Estado, enquanto e na medida em que tal se justificar, de capacidade de intervenção na TAP, à luz dos interesses públicos que o transporte aéreo e áreas adjacentes claramente têm”.

“Desta forma, é possível, no presente, assegurar a proteção de interesses públicos relevantes, e, numa perspetiva de futuro, otimizar o potencial de valorização da TAP, tendo em vista uma eventual futura alienação da restante participação do Estado, cujo preço incluirá, necessariamente, um prémio sobre o seu controlo exclusivo”, adianta o Executivo no decreto-lei.

O Governo apresenta como objetivos da operação não só “maximizar a recuperação dos montantes investidos pelo Estado na TAP” como também “assegurar a promoção da marca TAP, o seu posicionamento de mercado, a conectividade com os destinos relevantes para a procura e ainda as ligações diretas com países terceiros com os quais Portugal tenha laços históricos, culturais e sociais específicos”.

Além disso a privatização pretende “atrair investimento privado que contribua para a valorização, sustentabilidade e crescimento da TAP, incluindo o desenvolvimento de novas apostas, em termos de rotas e mercados e a utilização de combustíveis sustentáveis; preservar e expandir os centros de competências de manutenção e engenharia da TAP; e criar sinergias com o investidor de referência, por forma a aumentar a competitividade da TAP num contexto de consolidação de mercado”.

Venda direta com várias etapas

Sobre a forma como o processo de venda vai decorrer, esclarece-se que “a partir do início da etapa de apresentação de propostas vinculativas, a TAP apenas pode praticar os atos indispensáveis e urgentes para assegurar a sua gestão corrente e normal funcionamento”, além de outros que estejam relacionados com os seus “planos estratégicos, aprovados ou a aprovar pela sua tutela financeira e setorial, bem como nos respetivos planos de atividade e orçamento”. A empresa também poderá praticar atos relacionados com “uma eventual transferência dos ativos imobiliários propriedade da TAP junto ao Aeroporto Humberto Delgado para outra entidade pública, acautelando-se o direito da TAP de utilização dos mesmos enquanto tal se justificar” assim como os relativos ao plano de reestruturação “que ainda não tenham sido concluídos”.

O Governo refere que a venda direta poderá ser “eventualmente acompanhada de uma ou mais operações de alteração da estrutura de capital, caso estas operações venham a ser determinadas pelo Conselho de Ministros” e que consiste “na alienação, após negociação particular, de um ou mais lotes indivisíveis de ações representativas do capital social da TAP, a um ou mais investidores, nacionais ou estrangeiros, individualmente ou em agrupamento”.

Poderá ser “organizada em uma ou mais etapas”, nomeadamente “uma etapa de aferição do cumprimento pelos interessados” dos critérios definidos no processo bem como uma “uma etapa de apresentação de propostas não-vinculativas de aquisição”, “uma etapa de apresentação de propostas vinculativas de aquisição” e ainda “uma etapa de negociação para efeitos de formulação de convite ao respetivo proponente à apresentação de propostas vinculativas finais e melhoradas, com vista à sua seleção para efeitos de adjudicação”. E o interesse em participar na operação poderá ser feito até ao fim do prazo que for definido no caderno de encargos.

O decreto-lei estipula também que entre os requisitos de participação dos interessados e proponentes no processo de venda direta de referência encontram-se nomeadamente a idoneidade, a capacidade financeira, a detenção da qualidade de operador aéreo devidamente certificado, bem como preenchimento de requisitos de conhecimento e experiência técnica e de gestão no setor do transporte aéreo e a dimensão, aferida designadamente pelo volume de negócios.

E para seleção das propostas serão tidos em conta não só o conteúdo da proposta financeira, mas também o conteúdo da proposta técnica, “que deve incluir, entre outros critérios de valorização que o Conselho de Ministros considere adequados, um plano industrial e um projeto estratégico que respeitem os objetivos delineados para o processo de reprivatização, nomeadamente quanto à localização da sede e do estabelecimento principal da TAP, assegurando as rotas estratégicas”. Além disso será também analisada a “ausência de condicionantes jurídicas ou económico-financeiras para a concretização da venda direta de referência em prazo, condições de pagamento e demais termos que sejam considerados adequados para a salvaguarda dos interesses do Estado e para a prossecução dos objetivos delineados para o processo de reprivatização”.

Por fim, será determinante “a assunção de compromissos em matéria laboral, designadamente a expressa vinculação ao cumprimento, nos termos legais e constitucionais, dos direitos dos trabalhadores da TAP, bem como o respeito por todos os instrumentos de regulamentação coletiva do trabalho vigentes”.

No caderno de encargos poderá ser determinada a existência de direitos de preferência recíprocos, com o novo investidor de referência a ter o direito de preferência na compra de mais capital detido pelo Estado ou a ter o direito de vender a sua participação nas mesmas condições em que o Estado decida vender as suas ações. De igual forma, poderá ser o Estado a ficar com o direito de preferência de forma a resgatar a participação do novo investidor caso este queira vender as suas ações.

Por outro lado, “as ações transacionadas na venda direta de referência podem ser sujeitas a um regime de indisponibilidade” por um prazo de 5 anos e as ações vendidas aos trabalhadores podem ser sujeitas a um regime de indisponibilidade por um prazo mínimo de 90 dias.

Fica ainda determinado que “o Conselho de Ministros pode, em qualquer momento até à liquidação física das compras e vendas a realizar na venda direta de referência e no âmbito da oferta destinada a trabalhadores, mediante resolução, determinar a suspensão ou extinção do processo de reprivatização, por razões de interesse público” e que “no caso de se verificar a suspensão ou o termo do processo de reprivatização ao abrigo do disposto no número anterior, nenhum interessado ou proponente tem direito, por qualquer desses factos, a qualquer indemnização ou compensação, independentemente da sua natureza”.

No decreto-lei está também escrito que será constituída uma comissão especial para acompanhamento do processo de reprivatização.

 

 

Editado por kareca
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Citação de JoaoFer, há 5 horas:

E piorou quem vai para Seixal/Fogueteiro/Sesimbra. Principalmente porque os chicos espertos agora usam a berma mais à direita para sair para a A2 no sentido de Setúbal. 

Se houvesse essa terceira faixa o trânsito fluía um bocadinho melhor. 

Eu não o faço, mas não critico quem é chico esperto. 

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Costumo passar férias numa terra que tem um apeadeiro onde param comboios urbanos do Porto. Todos os anos, ando uma ou duas vezes de comboio, seja para ir dar um passeio em dias de nortada ou nevoeiro na praia, seja para vir ao Dragão. O apeadeiro não tem máquina para vender bilhetes, muito menos bilheteira física. Não me recordo da última vez que paguei bilhete, porque o pica não aparece para eu lhe comprar. 

Mesmo quando apanho o comboio numa estação onde é possível adquirir bilhete, raramente me aparece o pica para validar o bilhete.

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Citação de Tio Hans, há 13 minutos:

Costumo passar férias numa terra que tem um apeadeiro onde param comboios urbanos do Porto. Todos os anos, ando uma ou duas vezes de comboio, seja para ir dar um passeio em dias de nortada ou nevoeiro na praia, seja para vir ao Dragão. O apeadeiro não tem máquina para vender bilhetes, muito menos bilheteira física. Não me recordo da última vez que paguei bilhete, porque o pica não aparece para eu lhe comprar. 

Mesmo quando apanho o comboio numa estação onde é possível adquirir bilhete, raramente me aparece o pica para validar o bilhete.

Já eu, na única vez em que apanhei comboio (em Campanhã) sem comprar bilhete porque estava com pressa e achei que podia comprar ao pica (andava há pouco tempo, não sabia as lides daquilo), levei com um pica absolutamente insensível que me multou. 😂

Editado por Ghelthon

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Citação de Ghelthon, há 13 minutos:

Já eu, na única vez em que apanhei comboio (em Campanhã) sem comprar bilhete porque estava com pressa e achei que podia comprar ao pica (andava há pouco tempo, não sabia as lides daquilo), levei com um pica absolutamente insensível que me multou. 😂

Picas são sempre de uma insensibilidade atroz, assumem sempre que estamos a aldrabar e que toda a gente tem de saber tudo sobre o sistema complexo que montaram para os transportes públicos em Portugal.

Eu ando quase sempre bicicleta, mas por vezes apanho o autocarro para o escritório. Carrego tipo 10 viagens de andante, e dá para vários meses para as vezes esporádicas que precise. Andei assim durante 1 ano ou mais. A primeira vez que apareceu um pica no autocarro multou-me pq a viagem devia ser Z3 e não Z2. Educar/advertir, e ficares marcado para caso virares reincidente? Não, multa de 60€, devias saber.

  • Concordo! 2

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Literalmente o único trabalho do "pica" é validar se as pessoas têm bilhete ou não.

Pessoas sem bilhete quando ele faz literalmente o seu trabalho: Que pessoa insensível.

Querem que ele seja pago para quê? Para passear no comboio e dar reprimendas às pessoas sem bilhete? 

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Citação de NIkeL, há 5 minutos:

Literalmente o único trabalho do "pica" é validar se as pessoas têm bilhete ou não.

Pessoas sem bilhete quando ele faz literalmente o seu trabalho: Que pessoa insensível.

Querem que ele seja pago para quê? Para passear no comboio e dar reprimendas às pessoas sem bilhete? 

Tal e qual. Eu ir directo ao pica comprar bilhete, ou o Ego Sum ter bilhete validado mas para a zona errada, são mesmo atitudes de quem quer andar sem pagar.

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Citação de Ghelthon, há 6 minutos:

Tal e qual. Eu ir directo ao pica comprar bilhete, ou o Ego Sum ter bilhete validado mas para a zona errada, são mesmo atitudes de quem quer andar sem pagar.

Só podias ir direto (e tens de ir direto nesses casos, não podes esperar que ele chegue à tua beira) se a estação em causa não tiver sitio ou máquinas para comprar.

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Querem ver que também é preciso ensinar as crianças na escola a andar de transportes públicos? 

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Mas aí ainda pode haver alguma compreensão.

No caso dessa questão dos Z2 vs Z3 simplesmente não dá porque fica registado na máquina deles que aquilo aconteceu e se não multarem vão ter de justificar muito bem justificado o porquê de não o terem feito acho eu. 

Edit: ficou cortado os comentários mas considerem os dois comentários juntos. 

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Só podias ir direto (e tens de ir direto nesses casos, não podes esperar que ele chegue à tua beira) se a estação em causa não tiver sitio ou máquinas para comprar.

Agora sei, na altura não sabia.

Claro que ele só fez o trabalho dele, mas podia ter sido sensível. Eu fui tranquilamente ter com ele, queria comprar bilhete, expliquei-lhe porque fiz o que fiz. E por um bilhete de 2 euros e pouco na altura, fez-me pagar 120€.

Editado por Ghelthon

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Citação de Ghelthon, há 3 minutos:

Agora sei, na altura não sabia.

Claro que ele só fez o trabalho dele, mas podia ter sido sensível. Eu fui tranquilamente ter com ele, queria comprar bilhete, expliquei-lhe porque fiz o que fiz. E por um bilhete de 2 euros e pouco na altura, fez-me pagar 120€.

Bastava dizeres que as máquinas a que te dirigiste não estavam a funcionar. 

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