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nathanwilliams

Matador espanhol corneado na cara em risco de perder olho esquerdo

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Mas isso já faz parte da conversa que estás a ter com os teus colegas especialistas. Eu cá nem nunca fui à tourada!

 

Percebo.

 

Aquela parte do medo que os animais sentem e o ponto para onde eu levei essa conversa não foi com os meus colegas especialistas. Está explicado o porquê do teu comentário a esse respeito.

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Só quis avisar que ao contrário do meu primeiro post já tinha lido o tópico na diagonal, o que nem era preciso, visto que isto deve ser um artefacto da base de dos do fórum que gera a duplicação de tópicos inteiros. Como tal e já que tinhas voltado à carga com a história da ferocidade, julgo que óbvia, do bicho era dispensável, da minha parte, ires por aí, porque para além de só saber o que vejo no BBC Vida Selvagem essa é conversa é-me de todo irrelevante, ainda para mais com outro leigo na matéria.

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Já vi muitas touradas de vários tipos,e as que mais gostem foi as de corda,e já vi os touros a ficarem sem um corno,e quando isso acontece ou quando um toiro se aleija numa tourada a corda vai logo para o caixote,e na ilha de S.Jorge ouve um touro que morreu,e qual foi o meu espanto que tentaram reanima-lo mas não conseguiram com que ele revivesse,vou-vos deixar o video: http://www.youtube.com/watch?v=8727JoOJXrg

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Qual é o espanto? Não entendo. :confuso:

 

Estavam a falar em que massacravam o animal,e não queriam protege nem nada.

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Hipster!

 

 

 

Isso já é diferente. Passaste a ser contra as touradas?

Nao, so acho estupido.

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Vejo isso, depois olho para o estado do touro... não tenho pena nenhuma.

 

Isto

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28 paginas neste tema de um dia para o outro... Dasse!

 

O Descartes já cá veio detonar isto tudo? :mrgreen:

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28 paginas neste tema de um dia para o outro... Dasse!

 

O Descartes já cá veio detonar isto tudo? :mrgreen:

Já :mrgreen:

 

 

Mas esta conversa não vai mudar nada temos prós e contras os prós vão continuar a defender as touradas os contras vão continuar a ser contra as touradas e as nossas mentalidades não vão mudar. Temos é que nos respeitar mutuamente e as coisas correm bem :biggrin:

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Detesto touradas. Para além de não ver qualquer interesse no espetáculo em si, que me parece extremamente aborrecido, faz-me uma impressão tremenda fazer os touros sofrer, ainda para mais, contra a vontade.

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Estavam a falar em que massacravam o animal,e não queriam protege nem nada.

O massacrar que estavam a falar era o de lhe espetar farpas durante uma corrida, não de não o assistirem caso lhe acontecesse qualquer coisa, estavas a espera que ainda fossem lá mandar-lhe biqueiradas para confirmar que morria mesmo e que depois fizessem uma churrascada com ele ali no meio da rua? Bife mais fresco não há decerteza

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Eu gosto, acho que é uma arte, sinto respeito pelo animal, já vi ao vivo e espero voltar a ver.

 

Deal with it

Same here. Se querem um termo de comparação que da dor que o touro (não) sente, apertem com toda a vossa força a pele da zona do cotovelo.

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Same here. Se querem um termo de comparação que da dor que o touro (não) sente, apertem com toda a vossa força a pele da zona do cotovelo.

 

apertar com toda a força com a zona do cotovelo não faz sangrar... e isso do touro não sentir dor já foi completamente refutado, aqui vai um exemplo mais recente de um antigo veterinário que lidou com as touradas e que de certeza absoluta conhece mais e melhor os touros que muita gente aqui, incluindo eu.

 

Importa debater a questão da Tauromaquia em Portugal, abordando-a com toda a objectividade e publicitar este debate, para que os portugueses compreendam bem do que se trata e formem uma opinião sobre a sua utilidade, o seu mérito ou demérito e a sua aceitação ou repúdio.

 

Para isso é preciso argumentar profunda, científica, ética, cultural, socialmente.

 

O touro é o elemento sempre massacrado da tauromaquia, desde intensa prolongada ansiedade, repetidos e dolorosos ferimentos, esgotamento anímico e físico e quase sempre a morte em longa agonia.

 

O cavalo, dominado e violentado pelo cavaleiro tauromáquico é o elemento obrigado a arriscar tudo e a sofrer perante o touro, desde ansiedade, ferimento físico até a morte.

 

Estes factos, inegáveis e indissociáveis da tauromaquia, seriam suficientes para interditar a sua existência numa sociedade culta, consciente, pacífica e compassiva.

 

É esta a opinião dos anti-tauromáquicos, que dispõem de imensos argumentos ditados pelo senso comum e confirmados pela ciência.

 

Da parte dos tauromáquicos e dos seus aficcionados colhem-se argumentos falaciosos,

 

não ditados pelo senso comum, não confirmados pela ciência, baseando-se na tradição, no gosto pelo “espectáculo”, em interesses económicos, omitindo praticamente (ignorado ou não) o sofrimento sempre presente destes condenados a serem “actores” à força - o touro e, no toureio montado - o cavalo.

 

Na verdade, plantas não têm sistema nervoso, não têm sensibilidade, não têm consciência.

 

Animais são seres dotados de sistema nervoso mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é perigoso e agressivo e doloroso. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga para poderem sobreviver. Sem essas capacidades não poderiam sobreviver.

 

Portanto, medo e dor são essenciais e condição de sobrevivência.

 

É testemunho da maior ignorância ou intenção de ludíbrio o afirmar que algum animal em qualquer situação possa não sentir medo e dor, se for ameaçado ou ferido.

 

A ciência revela que a constituição anatómica e a fisiologia do touro, do cavalo e do homem são extremamente semelhantes. Os ADN são quase coincidentes.

 

As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento.

 

O senso comum apreende isto e a ciência o confirma.

 

O especismo é uma atitude que, arrogantemente coloca o Homem numa posição de superioridade, que lhe permite dispor sobre os animais como entender.

 

A compaixão selectiva visa tratar bem certas espécies (em geral cães e gatos) e menos outras, quase consideradas como objectos.

 

Os animais não humanos são considerados menos inteligentes do que os seres humanos. Podem estar mais ou menos próximos e mais ou menos familiarizados connosco, mas eles são tanto ou mais sensíveis do que nós ao medo ao susto e à dor.

 

É, portanto, nosso dever ético não lhes causar sofrimento desnecessário.

 

"A compaixão universal é o fundamento da ética" - um belo pensamento do filósofo alemão Arthur Schopenhauer.

 

A tauromaquia está eivada de especismo sobre o touro e sobre o cavalo.

 

O homem faz espectáculo e demonstração da sua "superioridade" provocando, fintando, ferindo com panóplia de ferros que cortam, cravam, atravessam, esgotam, por vezes matam o touro, em suma lhe provocam enorme e prolongado sofrimento, para gaúdio de uma assistência que se diverte com o sofrimento, a agonia e morte de um animal.

 

Isto é comparável aos espectáculos de circo romano, há muito considerado espectáculo bárbaro, onde escravos e cristãos eram obrigados a lutarem e matarem-se uns aos outros ou eram atirados aos leões para serem devorados.

 

O cavalo é dominado com ferros castigando as gengivas bucais e por esporas mais ou menos agressivas, até cortantes, no ventre.

 

Esta montada é posta em risco de mais ferimento e de morte pelo cavaleiro tauromáquico, que o utiliza como veículo para combater e vencer o touro.

 

O sofrimento do cavalo soma-se aqui ao do touro.

 

Na tauromaquia, touro e cavalo são excluídos de qualquer compaixão, antes pelo contrário estão completamente submetidos à violência e ao sofrimento.

 

E o espectáculo é legal em Portugal, publicitado e mostrado na comunicação social, aclamado, fonte de negócio.

 

Mas nesta “arte” não são somente touros e cavalos que sofrem.

 

São muitas as pessoas conscientes e compassivas, que por esta prática de violência e de crueldade se sentem extremamente preocupadas e indignadas e sofrem solidariamente e a consideram anti-educativa, fonte de enorme vergonha para o país, atentório de reputação internacional, obstáculo dissuassor do turismo de pessoas conscientes, que se negam a visitar um país onde tais práticas, que consideram "bárbaras", acontecem!

 

Com certeza que existem boas e inócuas alternativas para os aficcionados, para os trabalhadores tauromáquicos, para os "artistas", para os campos e para os touros e cavalos.

 

Será positivo para os aficcionados irem ver e até pagar bilhete para assistir ao sofrimento de animais?

 

Chamar arte à tauromaquia e compará-la ao ballet, ao teatro, etc é falacioso.

 

Afirmar comparativamente que o ballet também provoca dor é infeliz e despropositado.

 

O que se assiste no enredo do teatro, de uma peça de ballet é representação, sem provocação real, sem ferimento, sem morte e os actores estão ali voluntariamente.

 

Porque fazem sofrer os animais os chamados “artistas”? Dar-lhes-à isso algum gozo?

 

Será isso admirável, corajoso, heróico?

 

Porque não fazer o espectáculo teatralmente e com o belo aparato visual e musical, mas sem os touros e sem o sofrimento animal?

 

Eu seria espectador para isso.

 

Os campos podem ser utilizados de outro modo e continuar a serem subsidiados.

 

A raça pode ser mantida sem a cruel tauromaquia e continuar a ser subsidiada.

 

Os trabalhadores, campinos e ganadeiros podem continuar o seu trabalho.

 

Os forcados, cujo papel só surge depois do touro ter sido massacrado previamente, podem dedicar-se a actividades ou desportos onde valentia, luta corpo a corpo são fulcrais, como box, luta livre e outros e acrescidos de espírito de grupo, como o rugby, por exemplo.

 

Creiam, que eu tenho conhecimentos e experiência para escrever este texto.

 

Sou médico veterinário desde 1967. Estudei em Portugal e na Alemanha. Trabalhei na Suíça 7 anos, na Alemanha 10 anos, nos Açores 3 anos (na Praia da Vitória, Ilha Terceira, onde existe aficcion e onde tive de intervir obrigatoriamente no acompanhamento dos touros nas touradas, na minha qualidade de médico veterinário municipal), 22 anos em Aljezur em Portugal Continental.

 

Trabalhei sempre com gado bovino e cavalos.

 

Fui cavaleiro de concurso hípico completo e detentor de 2 cavalos polivalentes. Conheço bem cavalos, a sua personalidade e as suas aptidões.

 

Fui entusiástico jogador de rugby durante 3 anos, o que interrompi por acidente, que me impossibilitou a continuação da prática.

 

Aconselho, pela sua superior qualidade, alguns vídeos extremamente informativos, muito influentes no processo que teve lugar no Parlamento da Catalunha.

 

 

 

(*)Vasco Reis, médico veterinário municipal aposentado.

 

30 de Setembro de 2011

 

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Same here. Se querem um termo de comparação que da dor que o touro (não) sente, apertem com toda a vossa força a pele da zona do cotovelo.

 

Primeiro, era como agulhas, agora isto. Não tarda, é como no dente, na unha, ou no cabelo, o que mais convém, portanto.

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Depois de ter visto o filme "Buck" (embora não fale de touradas, aborda levemente os treinos medievais de que alguns cavalos utilizados no hipismo são/eram alvo) também fiquei com a ideia de que os cavalos utilizados nas touradas devem ter uma vida muito sofrida. Serem alvo de repetidas investidas de touros... O treino deve ser devastador.

 

Na minha opinião é uma questão de tempo até ser coisa do passado e uma memória triste, tudo graças à luta e bom senso de alguns.

 

Infelizmente, também é mais um tópico em que a opinião do Descartes me desilude, tal como o seu poder argumentativo, que em grande parte foi baseado na convicção e na tentativa de desvalorizar os argumentos adversários, em vez do bom e antigo raciocínio lógico.

 

Para uma morte há sempre um motivo, neste caso a morte/o fim do touro serve um propósito acima de qualquer outro, pois é dessa forma que subsiste, o entretenimento de alguns. Esse entretenimento passa pela exposição de duas espécies distintas de animais ao perigo, à confusão, ao desconforto, à dor, ao stress psicológico e físico, et cetera. Com pena minha há quem ainda ache esse costume moralmente aceitável e o suporte. Belíssimo...

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Como devem calcular os cavalos não são 'educados' com cenouras e festinhas.

Editado por whatever

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Na minha opinião é uma questão de tempo até ser coisa do passado e uma memória triste

Isto sem duvida.

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28 páginas? :lol:

 

A brigada anti-tourada veio aí em peso, aposto.

 

Padilla :heart: Que recupere...

 

Eu gosto, acho que é uma arte, sinto respeito pelo animal, já vi ao vivo e espero voltar a ver.

 

Deal with it

 

E é isto.

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Detesto touradas. Para além de não ver qualquer interesse no espetáculo em si, que me parece extremamente aborrecido, faz-me uma impressão tremenda fazer os touros sofrer, ainda para mais, contra a vontade.

 

Isto.

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Detesto touradas. Para além de não ver qualquer interesse no espetáculo em si, que me parece extremamente aborrecido, faz-me uma impressão tremenda fazer os touros sofrer, ainda para mais, contra a vontade.

Subscrevo.

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Detesto touradas. Para além de não ver qualquer interesse no espetáculo em si, que me parece extremamente aborrecido, faz-me uma impressão tremenda fazer os touros sofrer, ainda para mais, contra a vontade.

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Guest Vladimir Ilitch

28 páginas? :lol:

 

A brigada anti-tourada veio aí em peso, aposto.

Se a brigada anti-tourada encheu 28 páginas foi porque a brigada pró-tourada deu resposta

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