antifa Publicado 18 Janeiro 2021 (editado) Porra, complicado. Alguma ideia @Vaart10? Tenho ideia que és da área Editado 18 Janeiro 2021 por antifa Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 18 Janeiro 2021 @PMCC10 antes de mais, ninguém merece ser assim tratado, toda a sorte e que recuperes bem acima de tudo, não te consigo ajudar no entanto espero que apareça aí alguém que o faça. @Mayday subscrevo o antifa. Tudo o que seja trabalho que o francês não queira fazer, podes fazer cá. O que conheço melhor é a fruta, mas acredito que em fábricas seja parecido. Penso que a partir dos 6 meses de descontos ficas coberto pelo chômage caso isto te dê uma maior segurança. França para quem não tem medo de trabalhar e tem capacidade para arriscar é uma boa opção. Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 18 Janeiro 2021 Citação de Mayday, há 18 horas: Sem especialização em nenhuma área especifica qual a melhor via para emigrar para dentro da Europa? Qual é a vossa experiência? Onde é que vocês estão? Têm primas ou irmãs avecs que queiram casar, respondam a este post e a sorte pode ser vossa. A sério. Uma boa maneira é pela Teleperformance, e usas o próprio português como a tua mais valia. Dependendo do pais, dão-te um salário razoável + um quarto num apartamento partilhado com outros colegas. Podes usar isto como porta de abertura para tentares depois fazer outras coisas. 1 Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 18 Janeiro 2021 (editado) Citação de PMCC10, há 5 horas: Bom Dia malta, Precisava de alguns conselhos/sugestões. Estou a passar por um mau bocado a nível mental. Tive um surto em 2015, ao qual fiz tratamento e melhorei bastante. Em julho de 2020 comecei a ter "sintomas" de que não estava bem, fui novamente ao meu psiquiatra e expôs-lhe a situação, fiquei de baixa um tempo ( 3 semanas) mas a minha entidade empregadora, não reconheceu a baixa psiquiátrica como doença, e pressionou-me desde o inicio para voltar ao trabalho, vindo inclusive o meu patrão a minha casa deixar-me o portátil para eu trabalhar de casa, na primeira semana foi impossível fazer alguma coisa, mas a pressão era tanta que fui fazendo algumas coisas de casa, até que me senti obrigado a voltar ao trabalho, mas nunca mais me senti bem, e até hoje, mesmo com a medicação e tratamento, não estou a notar muitas melhorias, estando cada vez mais desgastado emocionalmente. A minha pergunta é a seguinte, se me despedir, com o apoio do meu psiquiatra (algum tipo de relatorio para o IEFP), teria acesso a subsidio de desemprego para enquanto me tratava ter algum tipo de rendimento? Só não me demiti antes, porque não me posso dar ao luxo de ficar sem rendimentos. Já pensei em meter novamente baixa psiquiátrica, mas a pressão a que fico sujeito pela entidade patronal ainda me deixa pior que a trabalhar. Ps. O meu patrão é "amigo" da família, pelo que me aparece á porta de casa facilmente durante o período de baixa. A minha área é a saúde ocupacional, no entanto tenho escassos conhecimentos da área jurídica. Não obstante, posso aconselhar-te a fazer algumas coisas. A primeira será pedires um relatório ao teu psiquiatra que ateste a tua condição psíquica. Depois, podes também procurar um psicólogo que esteja habilitado a realizar avaliações psicológicas. Caso encontres um, deves pedir-lhe que te faça uma avaliação, após lhe apresentares a tua situação. Dessa avaliação deve resultar um outro relatório, que apresente evidência da tua condição. Além disso, deves procurar alguém da área jurídica, nomeadamente em direito do trabalho, que te ajude a perceber se a situação que relataste se enquadra, ou não, num quadro de assédio moral. Em termos de saúde ocupacional, creio que se enquadra, mas a letra da lei pode ter um entendimento diferente. Editado 18 Janeiro 2021 por Vaart10 3 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 18 Janeiro 2021 Citação de Koper, há 9 horas: Depende do que queiras fazer também, e o quão estás aberto a tipos de trabalho. Eu estou na Irlanda e aconselho, especialmente em cidades mais pequenas para começar (rendas mais baixas). Vai vendo trabalhos no Glassdoor, Indeed, etc., e mandando CV's. Apesar de nesta altura estar mau em todo o lado, há sempre qualquer coisa que pode aparecer. França, como o antifa disse, também é uma boa opção. Faço tudo desde que tenha dignidade e segurança laboral, obviamente. Citação de Lip McBoatface, há 8 horas: É isso. Holanda não recomendo de todo se não vieres fazer trabalho altamente qualificado Por acaso tinha a Holanda como opção, porque tenho alguns conhecidos que já lá estiveram a trabalhar com boas condições. No entanto, sempre ouvi dizer que os Holandeses são muito xenófobos e socialmente insensíveis. Citação de frnk th tnk, há 7 horas: Uma boa maneira é pela Teleperformance, e usas o próprio português como a tua mais valia. Dependendo do pais, dão-te um salário razoável + um quarto num apartamento partilhado com outros colegas. Podes usar isto como porta de abertura para tentares depois fazer outras coisas. Não tinha pensado nisso, é uma boa ideia. Citação de antifa, há 10 horas: Estás numa situação critica de dinheiro? Se sim, a França é o sítio ideal. Tem uma infinidade de empregos sazonais para os quais não precisas de ter morada legal francesa à partida. Tanto a segurança social como os centros de emprego funcionam espectacularmente bem caso não sejas completamente tapadinho. Se não te safares sozinho as agências de trabalho temporário funcionam relativamente bem e sobretudo de forma legal. Aliás, quase todo o tipo de trabalho é legal, quer laves pratos, trabalhes no campo ou até num escritório, tudo tem contrato, descontos, possibilidade de pedires subsídios, etc, não se brinca ali. Também há uma enormidade de formações pagas em qualquer área que significam progressão na carreira. Sinceramente, para um português numa situação complicada ou até apenas sem rumo, é realmente um abre olhos e um país incrível para se trabalhar. edit. https://www.pole-emploi.fr/accueil/ Como é sabido sempre tive um trabalho liberal e muito precário e bati bem no fundo com a pandemia. Neste momento tenho emprego e ganho entre o mínimo e o médio, mas não chega porque o custo de vida mantém-se igual com a agravante do confinamento que me retira a liberdade de uma vida mais nómada. Por isso o objetivo era um pouco esse, passar uma temporada no estrangeiro a trabalhar onde possa ao fim desse tempo não só reequilibrar a minha vida financeira mas poupar algum. É onde ando mais à procura, na França ou Luxemburgo. Mas interessa-me uma zona mais rural ou de pequena cidade. Compartilhar este post Link para o post
Bumba Publicado 18 Janeiro 2021 Numa altura de pandemia, emigrar parece-me uma boa opção. lol Por outro lado, ganhas mais lá do que cá. é ir. Compartilhar este post Link para o post
Koper Publicado 18 Janeiro 2021 Citação de PMCC10, há 8 horas: Bom Dia malta, Precisava de alguns conselhos/sugestões. Estou a passar por um mau bocado a nível mental. Tive um surto em 2015, ao qual fiz tratamento e melhorei bastante. Em julho de 2020 comecei a ter "sintomas" de que não estava bem, fui novamente ao meu psiquiatra e expôs-lhe a situação, fiquei de baixa um tempo ( 3 semanas) mas a minha entidade empregadora, não reconheceu a baixa psiquiátrica como doença, e pressionou-me desde o inicio para voltar ao trabalho, vindo inclusive o meu patrão a minha casa deixar-me o portátil para eu trabalhar de casa, na primeira semana foi impossível fazer alguma coisa, mas a pressão era tanta que fui fazendo algumas coisas de casa, até que me senti obrigado a voltar ao trabalho, mas nunca mais me senti bem, e até hoje, mesmo com a medicação e tratamento, não estou a notar muitas melhorias, estando cada vez mais desgastado emocionalmente. A minha pergunta é a seguinte, se me despedir, com o apoio do meu psiquiatra (algum tipo de relatorio para o IEFP), teria acesso a subsidio de desemprego para enquanto me tratava ter algum tipo de rendimento? Só não me demiti antes, porque não me posso dar ao luxo de ficar sem rendimentos. Já pensei em meter novamente baixa psiquiátrica, mas a pressão a que fico sujeito pela entidade patronal ainda me deixa pior que a trabalhar. Ps. O meu patrão é "amigo" da família, pelo que me aparece á porta de casa facilmente durante o período de baixa. Se te despedires, muito provavelmente não. Estás há quanto tempo na empresa? O meu conselho aqui seria começar a falar com a ACT, isso é nojento. Segundo, eu pedia ao teu psiquiatra para passar um atestado, dirigires-te ao teu médico de família e ter a respetiva baixa. Citação de Mayday, há 15 minutos: Faço tudo desde que tenha dignidade e segurança laboral, obviamente. Por acaso tinha a Holanda como opção, porque tenho alguns conhecidos que já lá estiveram a trabalhar com boas condições. No entanto, sempre ouvi dizer que os Holandeses são muito xenófobos e socialmente insensíveis. Não tinha pensado nisso, é uma boa ideia. Como é sabido sempre tive um trabalho liberal e muito precário e bati bem no fundo com a pandemia. Neste momento tenho emprego e ganho entre o mínimo e o médio, mas não chega porque o custo de vida mantém-se igual com a agravante do confinamento que me retira a liberdade de uma vida mais nómada. Por isso o objetivo era um pouco esse, passar uma temporada no estrangeiro a trabalhar onde possa ao fim desse tempo não só reequilibrar a minha vida financeira mas poupar algum. É onde ando mais à procura, na França ou Luxemburgo. Mas interessa-me uma zona mais rural ou de pequena cidade. França e Luxemburgo são boas opções. Se quiseres fazer uso do francês e, talvez, português, podes ir vendo trabalhos de customer service pela Irlanda. A nível de construção civil, se te safares em alguma coisa ou fores desenrascado, também arranjas facilmente. Não percebi é se falas inglês também. Por exemplo, em Limerick, onde vivi quando cheguei à Irlanda (pré-pandemia), um salário de call center acho que ronda os 21k-25k anual, e um quarto privado ronda os 375-400 euros por mês. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 19 Janeiro 2021 (editado) Citação de Koper, há 11 horas: Segundo, eu pedia ao teu psiquiatra para passar um atestado, dirigires-te ao teu médico de família e ter a respetiva baixa. Isto é também um procedimento correto. Chamo a atenção para o seguinte, se tiveres direito a baixa, podes ser chamado a uma junta médica para comprovar, ou não, a tua incapacidade para trabalhar. Editado 19 Janeiro 2021 por Vaart10 Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de Vaart10, há 2 minutos: Isto é também um procedimento correto. Chamo a atenção para o seguinte, se tiveres direito a baixa, podes ser chamado a uma junta médica para comprovar, ou não, a tua incapacidade para trabalhar. Baixas psiquiátricas neste momento são um mito. Não há dinheiro para as pagar. Quem for chamado a uma junta médica com baixa psiquiátrica só se safa, perdoem-me a expressão, se estiver mesmo maluco, com alucinações ou algo do género. Depressões, esgotamentos, e doenças conexas ficam sem baixa nas juntas médicas. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de Tio Hans, Agora: Baixas psiquiátricas neste momento são um mito. Não há dinheiro para as pagar. Quem for chamado a uma junta médica com baixa psiquiátrica só se safa, perdoem-me a expressão, se estiver mesmo maluco, com alucinações ou algo do género. Depressões, esgotamentos, e doenças conexas ficam sem baixa nas juntas médicas. O problema é esse, não concebo, até pelo conhecimento que tenho, teórico e prático, que a doença mental seja desvalorizada desta maneira. Tanto a depressão, como o burnout (exaustão emocional), têm consequências individuais, físicas e psicológicas, a médio e longo-prazo, bem como têm consequências laborais negativas. Não concebo como é que um profissional de saúde, em consciência, dá uma pessoa como apta para trabalhar em quadros deste género. Pessoalmente, só posso atribuir isso ao desconhecimento, o que é altamente improvável, ou a um estigma contra a doença mental. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de Vaart10, Agora: O problema é esse, não concebo, até pelo conhecimento que tenho, teórico e prático, que a doença mental seja desvalorizada desta maneira. Tanto a depressão, como o burnout (exaustão emocional), têm consequências individuais, físicas e psicológicas, a médio e longo-prazo, bem como têm consequências laborais negativas. Não concebo como é que um profissional de saúde, em consciência, dá uma pessoa como apta para trabalhar em quadros deste género. Pessoalmente, só posso atribuir isso ao desconhecimento, o que é altamente improvável, ou a um estigma contra a doença mental. Ou a ordens do patrão, i.e., do governo. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 19 Janeiro 2021 (editado) Citação de Tio Hans, há 6 minutos: Ou a ordens do patrão, i.e., do governo. O que também é um atentado. Acaba por ser natural, infelizmente, neste País a doença mental é altamente estigmatizada e há um preconceito de que só afeta os "fracos de cabeça". Sei de um caso, até porque fiz parte da equipa de aconselhamento, que a pessoa apresentava um quadro severo de burnout. A pessoa foi enviada para o trabalho e agora está lá e é como se não estivesse. Fisicamente a pessoa está na empresa, mas psicologicamente está totalmente ausente. Chama-se presentismo. Qual é o ganho que isso traz para a pessoa e entidade patronal? Nenhum. E o que referes do Governo é também uma interferência no trabalho dos profissionais de saúde. Tira-lhes a independência e liberdade de trabalho. Editado 19 Janeiro 2021 por Vaart10 Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de Vaart10, Agora: O que também é um atentado. Acaba por ser natural, infelizmente, neste País a doença mental é altamente estigmatizada e há um preconceito de que só afeta os "fracos de cabeça". Sei de um caso, até porque fiz parte da equipa de aconselhamento, que a pessoa apresentava um quadro severo de burnout. A pessoa foi enviada para o trabalho e agora está lá e é como se não estivesse. Fisicamente a pessoa está na empresa, mas psicologicamente está totalmente ausente. Chama-se presentismo. Qual é o ganho que isso traz para a pessoa e entidade patronal? Nenhum. É típico, infelizmente. O Estado não tem dinheiro. A SS que o tinha, também está a ficar à rasca com o COVID e têm que o ir buscar a qualquer lado, de preferência onde dê pouco nas vistas. É visível noutras coisas, também, os impostos escondidos não param de aumentar. Baixa-se o IRS, mas é preciso compensar, e aumenta-se o imposto sobre os combustíveis e culpam-se as gasolineiras pelo facto da gasolina ser cara. Aumentam-se os impostos pagos na fatura da luz e culpa-se a EDP de termos uma electricidade cara. Compartilhar este post Link para o post
PMCC10 Publicado 19 Janeiro 2021 (editado) Citação de Vaart10, há 15 horas: A minha área é a saúde ocupacional, no entanto tenho escassos conhecimentos da área jurídica. Não obstante, posso aconselhar-te a fazer algumas coisas. A primeira será pedires um relatório ao teu psiquiatra que ateste a tua condição psíquica. Depois, podes também procurar um psicólogo que esteja habilitado a realizar avaliações psicológicas. Caso encontres um, deves pedir-lhe que te faça uma avaliação, após lhe apresentares a tua situação. Dessa avaliação deve resultar um outro relatório, que apresente evidência da tua condição. Além disso, deves procurar alguém da área jurídica, nomeadamente em direito do trabalho, que te ajude a perceber se a situação que relataste se enquadra, ou não, num quadro de assédio moral. Em termos de saúde ocupacional, creio que se enquadra, mas a letra da lei pode ter um entendimento diferente. Citação de Koper, há 12 horas: Se te despedires, muito provavelmente não. Estás há quanto tempo na empresa? O meu conselho aqui seria começar a falar com a ACT, isso é nojento. Segundo, eu pedia ao teu psiquiatra para passar um atestado, dirigires-te ao teu médico de família e ter a respetiva baixa. Obrigado pelas opiniões. Tenho consulta no psiquiatra na próxima semana, vou também pedir-lhe aconselhamento, mas eu realmente sinto que preciso de me afastar daqui para melhorar. Os dias são cada vez mais difíceis de passar. O turbilhão de pensamentos que se passeiam pela minha mente durante o dia, não me deixam concentrar em nada o que leve a que o trabalho não renda o esperado, o que me deixa ainda mais frustrado. Estou na empresa à um ano, mas só troquei de emprego na altura porque o dono da empresa é amigo da família e estava a precisar de ajuda porque o anterior engenheiro que cá estava tinha-se despedido e deixou-o na mão (agora percebo porquê). Valem-me as minhas filhotas que me animam e ajudam a limpar a mente assim que chego a casa. Editado 19 Janeiro 2021 por PMCC10 5 Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 19 Janeiro 2021 Também tinha um colega que tinha baixa psiquiatra, queriam na cancelar e ele foi a psicologa dizer que durante o sono ouvia vozes a dizer " mata, mata ". Já não o deixaram sair de casa lol 1 Compartilhar este post Link para o post
PMCC10 Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de FabioK, há 1 hora: Também tinha um colega que tinha baixa psiquiatra, queriam na cancelar e ele foi a psicologa dizer que durante o sono ouvia vozes a dizer " mata, mata ". Já não o deixaram sair de casa lol Mas eu não quero chegar ao ponto de ter de inventar sintomas, ou algo que se pareça, só irá descredibilizar ainda mais quem sofre deste tipo de doenças. Eu apenas queria ter o tratamento que tem um funcionário que cai e parte um braço ou uma perna. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de FabioK, há 1 hora: Também tinha um colega que tinha baixa psiquiatra, queriam na cancelar e ele foi a psicologa dizer que durante o sono ouvia vozes a dizer " mata, mata ". Já não o deixaram sair de casa lol Uma vez, ainda era um imberbe estudante, e ouvi alguém dizer a um paciente que a melhor maneira de se reformar com todas as regalias era aparecer ao serviço totalmente fardado, mas sem calças. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de Vaart10, há 4 horas: Tanto a depressão, como o burnout (exaustão emocional), têm consequências individuais, físicas e psicológicas, a médio e longo-prazo, bem como têm consequências laborais negativas. Não concebo como é que um profissional de saúde, em consciência, dá uma pessoa como apta para trabalhar em quadros deste género. Pessoalmente, só posso atribuir isso ao desconhecimento, o que é altamente improvável, ou a um estigma contra a doença mental. Desconhecimento ou mau profissionalismo. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de kareca, há 25 minutos: Desconhecimento ou mau profissionalismo. Ou ordens superiores, como referiu o @Tio Hans. Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de PMCC10, há 2 horas: Mas eu não quero chegar ao ponto de ter de inventar sintomas, ou algo que se pareça, só irá descredibilizar ainda mais quem sofre deste tipo de doenças. Eu apenas queria ter o tratamento que tem um funcionário que cai e parte um braço ou uma perna. Ele também não queria e tal como tu, ele também não andava bem. Só que como sempre, da outra parte ninguém quer entender isso. Citação de Vaart10, há 2 horas: Uma vez, ainda era um imberbe estudante, e ouvi alguém dizer a um paciente que a melhor maneira de se reformar com todas as regalias era aparecer ao serviço totalmente fardado, mas sem calças. Havia de ser bonito.... 😂 Compartilhar este post Link para o post
Pablo Honey Publicado 19 Janeiro 2021 Citação de PMCC10, há 7 horas: Obrigado pelas opiniões. Tenho consulta no psiquiatra na próxima semana, vou também pedir-lhe aconselhamento, mas eu realmente sinto que preciso de me afastar daqui para melhorar. Os dias são cada vez mais difíceis de passar. O turbilhão de pensamentos que se passeiam pela minha mente durante o dia, não me deixam concentrar em nada o que leve a que o trabalho não renda o esperado, o que me deixa ainda mais frustrado. Estou na empresa à um ano, mas só troquei de emprego na altura porque o dono da empresa é amigo da família e estava a precisar de ajuda porque o anterior engenheiro que cá estava tinha-se despedido e deixou-o na mão (agora percebo porquê). Valem-me as minhas filhotas que me animam e ajudam a limpar a mente assim que chego a casa. Um abraço amigo. Muita força e acredita que vais dar a volta por cima 💪 Compartilhar este post Link para o post
Shark Publicado 24 Janeiro 2021 Pessoal uma questão. Eu trabalho por turnos, existe alguma forma de poder fazer apenas o turno da noite? Isto é, sei que posso tentar pedir (recusam provavelmente), se tiver estatuto trabalhador estudante eles facilitam também, mas exceptuando isto existe algum meio para conseguir? Obrigado desde já Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 1 Fevereiro 2021 Maltinha, alguém percebe alguma coisa de contratos de trabalho? Um "contrato por tempo indeterminado" é a mesma coisa que o "contrato sem termo" ou que o "contrato a termo incerto"? Tendo alguém atingido o número máximo de contratos a termo certo e ficando na empresa, este tal contrato por tempo indeterminado é o passo seguinte para ficar nos quadros, como se costuma dizer? Compartilhar este post Link para o post
Hammerfall Publicado 1 Fevereiro 2021 Citação de UnReal, há 8 minutos: Maltinha, alguém percebe alguma coisa de contratos de trabalho? Um "contrato por tempo indeterminado" é a mesma coisa que o "contrato sem termo" ou que o "contrato a termo incerto"? Tendo alguém atingido o número máximo de contratos a termo certo e ficando na empresa, este tal contrato por tempo indeterminado é o passo seguinte para ficar nos quadros, como se costuma dizer? https://dre.pt/web/guest/legislacao-consolidada/-/lc/75194475/201608230400/73440163/element/diploma https://dre.pt/legislacao-consolidada/-/lc/75194475/201608230300/73440164/element/diploma Contrato sem termo é a mesma coisa que tempo indeterminado, basicamente. Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 1 Fevereiro 2021 Citação de Hammerfall, há 3 minutos: https://dre.pt/web/guest/legislacao-consolidada/-/lc/75194475/201608230400/73440163/element/diploma https://dre.pt/legislacao-consolidada/-/lc/75194475/201608230300/73440164/element/diploma Contrato sem termo é a mesma coisa que tempo indeterminado, basicamente. Obrigado pela ajuda, mas não fiquei completamente esclarecido. Pelo que estou a ver na net, existe a) contrato sem termo; b) contrato a termo certo; c) contrato a termo incerto. O b) é bastante óbvio, no próprio contrato tem uma data de início e fim. No entanto, como e o que é que distingue o a) do c)? Compartilhar este post Link para o post