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Citação de Claudiojp, há 1 hora:

Btw, vejam lá se acham que o linkedin tá porreiro.

https://www.linkedin.com/in/claudiojp94/

o que fazia asap era trocar o teu header por algo mais atrativo. pensa que um recrutador quando vai à search bar, vai procurar por buzz words (na falta de melhor palavra), por isso dirige o teu header para a pesquisa dele.

falta também uma about you sobre o que já fizeste, projetos onde já estiveste envolvido, skills que tens etc

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Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Salesforce é absoluto chinês para mim também, mas diria para tentares focar mais no que fizeste em termos práticos e não tão técnicos.

 

Citação de Robe, há 6 minutos:

o que fazia asap era trocar o teu header por algo mais atrativo. pensa que um recrutador quando vai à search bar, vai procurar por buzz words (na falta de melhor palavra), por isso dirige o teu header para a pesquisa dele.

falta também uma about you sobre o que já fizeste, projetos onde já estiveste envolvido, skills que tens etc

Troquem me isso por miúdos please. 😅

Que header falas?

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Citação de Claudiojp, há 5 minutos:

 

Troquem me isso por miúdos please. 😅

Que header falas?

Estou no telemóvel então não consigo meter prints, mas é aquela parte que tens em baixo do teu nome

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Eu achei que está bom, simples e direto, às vezes é a melhor abordagem. Particularmente na área em que trabalhas, parece-me mais importante o nível técnico que apresentas.

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Citação de Claudiojp, há 47 minutos:

Troquem me isso por miúdos please. 😅

O que fizeste nos projectos, mas em termos mais funcionais e menos técnicos. Do género, eu sou developer de ServiceNow, logo há certos aspectos técnicos que tenho de saber. A meu ver não é especialmente relevante indicar isso no CV ou no LinkedIn, porque quem me contrata tem como adquirido que eu sei essas coisas.

Seja como for, da minha pouca experiência no mercado (digo pouca porque na minha vida de programador trabalhei em apenas 2 empresas), o LinkedIn ser assim ou assado não é o mais importante. É um indicador, óbvio, mas do que vejo até é mais usado apenas para filtrar, no sentido de "estou à procura de um developer de X", "olha aqui um developer de X".

Acho que escrevi isto de forma meio confusa, mas espero que faça o mínimo sentido.

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Punha uma pequena bio de linkedin:

algo assim: 

 

About Me:

I am Software Developer with a strong background in transforming legacy systems into modern, user-friendly web applications. My expertise spans across front-end and back-end development, with a notable proficiency in technologies such as HATS, jQuery, HTML, CSS, Apex (Salesforce), Java, and Angular. I have a proven track record of successfully delivering complex projects that enhance operational efficiency, improve user experiences, and drive business growth.

Na ultima experiencia de trabalho, vejo muitos 'Transformation' e 'Development' e isso acaba por ser um pouco aborrecido para quem le:

Uma proposta:

  • AS400 Screen Modernization for Bertrand: Spearheaded the transformation of legacy AS400 screens to dynamic web pages, leveraging IBM's Host Access Transformation Services (HATS) within an Eclipse environment. Demonstrated expertise in jQuery, HTML, and CSS to enhance front-end functionalities on an existing project.

  • Salesforce Apex Development for Medinfar: Developed and implemented over 100 test classes in Apex for Salesforce, significantly contributing to the project's quality assurance efforts. Enhanced the Salesforce ecosystem by creating robust triggers, batchable classes, and RESTful services, streamlining Medinfar's operational workflows.

  • Front-End Development for FDuarte: Led the complete redesign of AS400 screens for use on barcode readers, initiating from conceptualization to deployment. Utilized HATS, jQuery, HTML, and CSS to deliver a seamless user experience, emphasizing efficiency and usability.

  • Comprehensive Salesforce Solutions for Bertrand: Architected and developed a suite of Salesforce solutions, including triggers, batchable jobs, schedulers, custom buttons, Lightning Web Components, and RESTful services. This multifaceted approach facilitated enhanced data management and user interaction within Bertrand’s Salesforce platform.

  • REST Integration for Flowinn: Engineered a RESTful integration in Java between eDocuments and Moloni for Flowinn, enabling seamless synchronization of credit notes and receipts. This solution optimized data exchange processes, fostering better financial management and operational efficiency.

  • Book Catalog Development for Bertrand: Pioneered the development of an integrated book catalog system, from front-end to back-end, using Angular, HTML, CSS, and Java. This project featured advanced integration with AS400 databases and Elasticsearch, showcasing a profound ability to merge modern web technologies with legacy systems for enhanced data accessibility and user engagement.

Technical Proficiencies: Deeply skilled in jQuery, HTML, CSS, Apex (Salesforce), Java, Angular, and RESTful services. Adept at navigating and integrating complex systems, including AS400, Salesforce, and Elasticsearch, to deliver cutting-edge solutions that drive efficiency, usability, and business value.

Detalhava um pouco mais tambem a primeira expereincia de trabalho.

Boa sorte!

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Eu, mais uma vez relembrando que não sou recruiter, vejo mais trabalho ai de frontend do que Java. Depois, não me parece que alguém que trabalhe com Salesforce a fazer frontends, seja capaz de ser um backend decente de JAVA. Não te desmerecendo, eu fiz N anos de frontend, faço backend há 2 anos e não me sinto confortável porque quanto mais faço, mais percebo que há um mundo e meio que não sei. E passei de Typescript no front para Typescript no back. A menos que a procura sejam gajos para fazer CRUDS em java, mas diria que para esse tipo de coisa já há generators.

Depois, os recruiters sabem o que é Apex? Eu recebo N mensagens para JAVA porque, imagina, sei Javascript, será que metade dos recruiters associa Apex a JAVA? Mais depressa associo Spring do que Apex para ser sincero.

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Quem já foi despedido como se lida da melhor forma com isso?

E como se aborda isso no futuro, acho uma questão inevitável numa entrevista futura.

Sinto que tenho um plano a curto prazo do que quero fazer, comecei uma formação há dois meses para mudar de área e vou aproveitar a liberdade para me focar mais nisso, mas tenho medo de ser julgado por ter levado uma dispensa.

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Citação de fns, há 5 minutos:

Quem já foi despedido como se lida da melhor forma com isso?

E como se aborda isso no futuro, acho uma questão inevitável numa entrevista futura.

Sinto que tenho um plano a curto prazo do que quero fazer, comecei uma formação há dois meses para mudar de área e vou aproveitar a liberdade para me focar mais nisso, mas tenho medo de ser julgado por ter levado uma dispensa.

mas foste mesmo despedido ou não renovaram o contrato?

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Sou consultor para uma outra empresa e tenho tido muitas abordagens informais do cliente a dizer para eu ficar com eles. Como é que levo isso a uma conversa mais séria de forma profissional?

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Citação de fns, há 21 minutos:

Quem já foi despedido como se lida da melhor forma com isso?

E como se aborda isso no futuro, acho uma questão inevitável numa entrevista futura.

Sinto que tenho um plano a curto prazo do que quero fazer, comecei uma formação há dois meses para mudar de área e vou aproveitar a liberdade para me focar mais nisso, mas tenho medo de ser julgado por ter levado uma dispensa.

Acho que o estigma de ter levado uma dispensa está mais na cabeça de quem está na situação do que do lado dos recrutadores.

As coisas não são lineares, uma pessoa ser dispensada não é significado de ser má, pode simplesmente estar numa área não estratégica da empresa que decidem cortar e como tal tornar-se dispensável. O buraco de meses no CV também pode ser porque a pessoa se fartou do contexto em que estava, porque teve razões pessoais que a levaram a isso, etc. Acho que se tornou mais comum do que antes.

 

Se uma situação dessas me acontecesse nos dias de hoje faria o seguinte:

  • Se estivesse claro o que gosto e o que quero fazer da vida
    • Não desligava nas primeira semanas, aproveitaria a "raiva" inicial da situação para focar todos os meus esforços em desenvolver o melhor CV possível
    • Começava a mandar CVs para todas a posições interessantes que encontrasse (não para tudo o que mexe, só para as que facto são interessantes)
    • Se tivesse tido abordagens no passado de recrutadores no Linkedin mandava-lhes mensagem a dizer que estava à procura de oportunidades
    • Depois era deixar a coisa rolar, porque vai demorar semanas para as candidaturas e mensagens começarem a sortir efeito
  • Se não estivesse claro o que gosto e o que quero fazer da vida
    • Desligava as primeiras semanas. Se não tivesse filhos, mandava-me em viagem para desligar e eventualmente descobrir o que me motiva e eventualmente perceber o que quero fazer (o que não faltam são instragrammers a provarem e demonstrarem que não é preciso ser-se rico e ter dinheiro para se viajar)

Quando algo do género me aconteceu (não renovação de contrato) foi a melhor coisa que aconteceu na minha carreira. Foi graças a isso que não me encostei e encontrei uma oportunidade a pagar logo o dobro e com melhores perspectivas de carreira. Na altura segui os passos da primeira abordagem acima.

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Citação de Sandes., há 1 hora:

Sou consultor para uma outra empresa e tenho tido muitas abordagens informais do cliente a dizer para eu ficar com eles. Como é que levo isso a uma conversa mais séria de forma profissional?

Pá, dizes que estás disposto a ouvir uma proposta.

Eu estive bastante tempo na Worten e com a proximidade a coisa proporcionou para que quisessem focar comigo, eu disse que estava disposto a ouvir a proposta e ver o que queriam em termos de carreira. Acabaram mesmo por fazer uma proposta mas acabei por aceitar de uma outra consultora. É uma questão de teres capacidade de mostrar interesse, mas deixar claro que os maiores interessados são eles e não tu (à consultor, ou seja, levá-los a pensar isto sem que lhes digas isto tu ahahahah)

Editado por toze2
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Citação de toze2, há 8 horas:

Pá, dizes que estás disposto a ouvir uma proposta.

Eu estive bastante tempo na Worten e com a proximidade a coisa proporcionou para que quisessem focar comigo, eu disse que estava disposto a ouvir a proposta e ver o que queriam em termos de carreira. Acabaram mesmo por fazer uma proposta mas acabei por aceitar de uma outra consultora. É uma questão de teres capacidade de mostrar interesse, mas deixar claro que os maiores interessados são eles e não tu (à consultor, ou seja, levá-los a pensar isto sem que lhes digas isto tu ahahahah)

Ok eu também não fui muito explícito: como trabalho remoto, a minha relação com o cliente é sempre em horário de trabalho da minha empresa e usando o computador da minha empresa e tal. Não é um bocado "pouco profissional" da minha parte se usar esse tempo e recursos para falar sobre saltar fora?

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Citação de Sandes., há 2 horas:

Ok eu também não fui muito explícito: como trabalho remoto, a minha relação com o cliente é sempre em horário de trabalho da minha empresa e usando o computador da minha empresa e tal. Não é um bocado "pouco profissional" da minha parte se usar esse tempo e recursos para falar sobre saltar fora?

Bem, eu no meu trabalho anterior cheguei a reservar salas de reunião para fazer entrevistas para me mudar para onde estou agora.

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Citação de Thierry Henry, há 8 minutos:

Bem, eu no meu trabalho anterior cheguei a reservar salas de reunião para fazer entrevistas para me mudar para onde estou agora.

A diferença entre cagar em horário laboral e cagar no horário laboral 

Já fiz o mesmo algumas vezes.

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Citação de Sandes., há 3 horas:

Ok eu também não fui muito explícito: como trabalho remoto, a minha relação com o cliente é sempre em horário de trabalho da minha empresa e usando o computador da minha empresa e tal. Não é um bocado "pouco profissional" da minha parte se usar esse tempo e recursos para falar sobre saltar fora?

Opa, é o mercado e a tua vida. Pouco profissional é se deixares de fazer o teu trabalho por isso. Eu também tive isto durante o remoto do covid. Se já te fizeram ver a necessidade faz parte. 

Eu como tinha implementado um sistema que em Portugal haviam mais 3 pessoas que sabiam mexer, e eu as conhecia e não iam seguramente trabalhar para eles, dei-lhes o toque numa conversa informal de que não ia ficar na minha empresa atual muito mais tempo (devido a vários temas, carreira etc, não lhes disse explicitamente que queria uma proposta deles). A partir daí veio o resto. É procurares uma espécie de oportunidade para deixar algo assim escapar e deixar ver o que acontece. 

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Mas, para a empresa que está a contratar, o que os leva a achar que vocês não vão fazer precisamente isso a eles?

 

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Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Mas, para a empresa que está a contratar, o que os leva a achar que vocês não vão fazer precisamente isso a eles?

 

A cena é que se eles estão á vontade de te contactar dessa forma, devem contar que outras empresas fazem o mesmo por isso não devem querer saber

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Citação de Sandes., há 55 minutos:

A cena é que se eles estão á vontade de te contactar dessa forma, devem contar que outras empresas fazem o mesmo por isso não devem querer saber

Certo, eu não digo quando são eles, empresa , a ter a iniciativa. Aí são eles a ditar as regras do jogo e portanto a ditar que lhes pode acontecer o mesmo. Digo quando é o empregado a fazer esse registo de "deixar indiretas" ou coisa do estilo. 

Editado por HappyKing
Erro de escrita. Obrigado, Sandes.

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Citação de HappyKing, há 45 minutos:

Certo, eu não digo quando são eles, empresa , a ter a iniciativa. Aí são eles a ditar as regras do jogo e portanto a ditar que lhes pode acontecer o mesmo. Digo quando é o empregador a fazer esse registo de "deixar indiretas" ou coisa do estilo. 

Estás a dizer o empregador mas a querer dizer empregado não é? Se sim, entendo melhor a tua questão e concordo contigo, daí que tenho estado um bocado "receoso" de parecer pouco profissional na minha abordagem. Quero ouvir a proposta e negociar sem parecer que sou um mercenário que também saltará á primeira oportunidade de ganhar mais

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Citação de Sandes., há 4 minutos:

Estás a dizer o empregador mas a querer dizer empregado não é?

Sim, erro de escrita meu. Desculpa. 

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Citação de Keyser, Em 29/03/2024 at 20:25:

Punha uma pequena bio de linkedin:

algo assim: 

 

About Me:

I am Software Developer with a strong background in transforming legacy systems into modern, user-friendly web applications. My expertise spans across front-end and back-end development, with a notable proficiency in technologies such as HATS, jQuery, HTML, CSS, Apex (Salesforce), Java, and Angular. I have a proven track record of successfully delivering complex projects that enhance operational efficiency, improve user experiences, and drive business growth.

Na ultima experiencia de trabalho, vejo muitos 'Transformation' e 'Development' e isso acaba por ser um pouco aborrecido para quem le:

Uma proposta:

  • AS400 Screen Modernization for Bertrand: Spearheaded the transformation of legacy AS400 screens to dynamic web pages, leveraging IBM's Host Access Transformation Services (HATS) within an Eclipse environment. Demonstrated expertise in jQuery, HTML, and CSS to enhance front-end functionalities on an existing project.

  • Salesforce Apex Development for Medinfar: Developed and implemented over 100 test classes in Apex for Salesforce, significantly contributing to the project's quality assurance efforts. Enhanced the Salesforce ecosystem by creating robust triggers, batchable classes, and RESTful services, streamlining Medinfar's operational workflows.

  • Front-End Development for FDuarte: Led the complete redesign of AS400 screens for use on barcode readers, initiating from conceptualization to deployment. Utilized HATS, jQuery, HTML, and CSS to deliver a seamless user experience, emphasizing efficiency and usability.

  • Comprehensive Salesforce Solutions for Bertrand: Architected and developed a suite of Salesforce solutions, including triggers, batchable jobs, schedulers, custom buttons, Lightning Web Components, and RESTful services. This multifaceted approach facilitated enhanced data management and user interaction within Bertrand’s Salesforce platform.

  • REST Integration for Flowinn: Engineered a RESTful integration in Java between eDocuments and Moloni for Flowinn, enabling seamless synchronization of credit notes and receipts. This solution optimized data exchange processes, fostering better financial management and operational efficiency.

  • Book Catalog Development for Bertrand: Pioneered the development of an integrated book catalog system, from front-end to back-end, using Angular, HTML, CSS, and Java. This project featured advanced integration with AS400 databases and Elasticsearch, showcasing a profound ability to merge modern web technologies with legacy systems for enhanced data accessibility and user engagement.

Technical Proficiencies: Deeply skilled in jQuery, HTML, CSS, Apex (Salesforce), Java, Angular, and RESTful services. Adept at navigating and integrating complex systems, including AS400, Salesforce, and Elasticsearch, to deliver cutting-edge solutions that drive efficiency, usability, and business value.

Detalhava um pouco mais tambem a primeira expereincia de trabalho.

Boa sorte!

Fdx, que coisa linda. Se não te importares vou copiar meu ahah. Só queria ter 1/3 desse skill em inglês. Vou é ter de limitar aí um bocado na experiência de trabalho que só tenho 2000 caracteres.

Editado por Claudiojp

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Citação de Sandes., há 8 minutos:

Estás a dizer o empregador mas a querer dizer empregado não é? Se sim, entendo melhor a tua questão e concordo contigo, daí que tenho estado um bocado "receoso" de parecer pouco profissional na minha abordagem. Quero ouvir a proposta e negociar sem parecer que sou um mercenário que também saltará á primeira oportunidade de ganhar mais

Já assisti a algumas situações de pessoal que estava a ser poached por clientes e pode ser uma situação bastante delicada.

Sugestões:

- tem sempre uma postura bastante passiva e deixa a iniciativa sempre do lado de quem te contactou;

- se a abordagem for de um cliente que tem uma relação muito próxima com a tua empresa, prepara-te para a possibilidade de dar m*rda. Já vi clientes abordarem colegas meus e acabarem por ficar a meio do processo e já vi ofertas serem retiradas por as empresas terem falado entre elas e criado um pacto de "não-agressão" (é bastante mais comum no mundo empresarial do que muitos pensam). Em ambos os cenários, quem se lixou foram os meus colegas que ficaram com um rótulo complicado na empresa e acabaram encostados.

Dito isto, faz-te à vida porque lealdade profissional é para casos muito excepcionais.

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Citação de Eden Hazard, há 14 horas:

mas foste mesmo despedido ou não renovaram o contrato?

Fui mesmo. Estive antes numa empresa 3 anos e meio mas aquilo tinha uma gestão muito shady. Empresas públicas privadas com gestão meio politizada. Não era para mim já. Só se contratava malta para tachos e quem estava de facto a fazer um bom trabalho não era valorizado e estava a acabar por sair. E fiz o mesmo caminho. Fui para uma empresa familiar. O ordenado era superior e o trabalho proposto era bom e dentro de algo do meu domínio. Ia supostamente para libertar o patrão do trabalho mais técnico. Acabou por não ser nada assim. O patrão nunca se libertou completamente e estava alocado a meia dúzia de clientes fixos e a um trabalho muito operacional e pouco técnico. Há um mês atrás queixou-se para mim que eu ganhava demasiado para o trabalho que tinha, pedi-lhe mais clientes. Tive uma semana de férias, trabalhei duas semanas e fui aumentando para ter mais 4-5 clientes e na quinta-feira cheguei ao escritório ao final do dia e tinham lá os documentos todos para assinar. Nem pré aviso nem nada.

 

Citação de Ego Sum, há 14 horas:

Acho que o estigma de ter levado uma dispensa está mais na cabeça de quem está na situação do que do lado dos recrutadores.

As coisas não são lineares, uma pessoa ser dispensada não é significado de ser má, pode simplesmente estar numa área não estratégica da empresa que decidem cortar e como tal tornar-se dispensável. O buraco de meses no CV também pode ser porque a pessoa se fartou do contexto em que estava, porque teve razões pessoais que a levaram a isso, etc. Acho que se tornou mais comum do que antes.

Tenho medo de ser olhado de lado no futuro por isso. Ainda por cima estou a pensar investir o tempo agora livre para concluir um curso de data analytics que comecei há dois meses. Não sei. Se calhar estou a pensar demasiado na situação.

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