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Numa altura de pandemia, emigrar parece-me uma boa opção. lol

 

Por outro lado, ganhas mais lá do que cá. é ir.

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Citação de PMCC10, há 8 horas:

Bom Dia malta, 

Precisava de alguns conselhos/sugestões. 
Estou a passar por um mau bocado a nível mental. Tive um surto em 2015, ao qual fiz tratamento e melhorei bastante. 
Em julho de 2020 comecei a ter "sintomas" de que não estava bem, fui novamente ao meu psiquiatra e expôs-lhe a situação, fiquei de baixa um tempo ( 3 semanas) mas a minha entidade empregadora, não reconheceu a baixa psiquiátrica como doença, e pressionou-me desde o inicio para voltar ao trabalho, vindo inclusive o meu patrão a minha casa deixar-me o portátil para eu trabalhar de casa, na primeira semana foi impossível fazer alguma coisa, mas a pressão era tanta que fui fazendo algumas coisas de casa, até que me senti obrigado a voltar ao trabalho, mas nunca mais me senti bem, e até hoje, mesmo com a medicação e tratamento, não estou a notar muitas melhorias, estando cada vez mais desgastado emocionalmente. 

A minha pergunta é a seguinte, se me despedir, com o apoio do meu psiquiatra (algum tipo de relatorio para o IEFP), teria acesso a subsidio de desemprego para enquanto me tratava ter algum tipo de rendimento? Só não me demiti antes, porque não me posso dar ao luxo de ficar sem rendimentos. Já pensei em meter novamente baixa psiquiátrica, mas a pressão a que fico sujeito pela entidade patronal ainda me deixa pior que a trabalhar. 

Ps. O meu patrão é "amigo" da família, pelo que me aparece á porta de casa facilmente durante o período de baixa. 

 

 

Se te despedires, muito provavelmente não. Estás há quanto tempo na empresa? O meu conselho aqui seria começar a falar com a ACT, isso é nojento.

Segundo, eu pedia ao teu psiquiatra para passar um atestado, dirigires-te ao teu médico de família e ter a respetiva baixa.

Citação de Mayday, há 15 minutos:

Faço tudo desde que tenha dignidade e segurança laboral, obviamente. 

Por acaso tinha a Holanda como opção, porque tenho alguns conhecidos que já lá estiveram a trabalhar com boas condições. No entanto, sempre ouvi dizer que os Holandeses são muito xenófobos e socialmente insensíveis. 

Não tinha pensado nisso, é uma boa ideia.

Como é sabido sempre tive um trabalho liberal e muito precário e bati bem no fundo com a pandemia. Neste momento tenho emprego e ganho entre o mínimo e o médio, mas não chega porque o custo de vida mantém-se igual com a agravante do confinamento que me retira a liberdade de uma vida mais nómada. Por isso o objetivo era um pouco esse, passar uma temporada no estrangeiro a trabalhar onde possa ao fim desse tempo não só reequilibrar a minha vida financeira mas poupar algum. 

É onde ando mais à procura, na França ou Luxemburgo. Mas interessa-me uma zona mais rural ou de pequena cidade.

França e Luxemburgo são boas opções. Se quiseres fazer uso do francês e, talvez, português, podes ir vendo trabalhos de customer service pela Irlanda. A nível de construção civil, se te safares em alguma coisa ou fores desenrascado, também arranjas facilmente.

Não percebi é se falas inglês também. Por exemplo, em Limerick, onde vivi quando cheguei à Irlanda (pré-pandemia), um salário de call center acho que ronda os 21k-25k anual, e um quarto privado ronda os 375-400 euros por mês.  

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Citação de Koper, há 11 horas:

Segundo, eu pedia ao teu psiquiatra para passar um atestado, dirigires-te ao teu médico de família e ter a respetiva baixa.

Isto é também um procedimento correto. Chamo a atenção para o seguinte, se tiveres direito a baixa, podes ser chamado a uma junta médica para comprovar, ou não, a tua incapacidade para trabalhar.

Editado por Vaart10

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Citação de Vaart10, há 2 minutos:

Isto é também um procedimento correto. Chamo a atenção para o seguinte, se tiveres direito a baixa, podes ser chamado a uma junta médica para comprovar, ou não, a tua incapacidade para trabalhar.

Baixas psiquiátricas neste momento são um mito. Não há dinheiro para as pagar. Quem for chamado a uma junta médica com baixa psiquiátrica só se safa, perdoem-me a expressão, se estiver mesmo maluco, com alucinações ou algo do género. Depressões, esgotamentos, e doenças conexas ficam sem baixa nas juntas médicas.

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Citação de Tio Hans, Agora:

Baixas psiquiátricas neste momento são um mito. Não há dinheiro para as pagar. Quem for chamado a uma junta médica com baixa psiquiátrica só se safa, perdoem-me a expressão, se estiver mesmo maluco, com alucinações ou algo do género. Depressões, esgotamentos, e doenças conexas ficam sem baixa nas juntas médicas.

O problema é esse, não concebo, até pelo conhecimento que tenho, teórico e prático, que a doença mental seja desvalorizada desta maneira. 

Tanto a depressão, como o burnout (exaustão emocional), têm consequências individuais, físicas e psicológicas, a médio e longo-prazo, bem como têm consequências laborais negativas. Não concebo como é que um profissional de saúde, em consciência, dá uma pessoa como apta para trabalhar em quadros deste género. Pessoalmente, só posso atribuir isso ao desconhecimento, o que é altamente improvável, ou a um estigma contra a doença mental.

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Citação de Vaart10, Agora:

O problema é esse, não concebo, até pelo conhecimento que tenho, teórico e prático, que a doença mental seja desvalorizada desta maneira. 

Tanto a depressão, como o burnout (exaustão emocional), têm consequências individuais, físicas e psicológicas, a médio e longo-prazo, bem como têm consequências laborais negativas. Não concebo como é que um profissional de saúde, em consciência, dá uma pessoa como apta para trabalhar em quadros deste género. Pessoalmente, só posso atribuir isso ao desconhecimento, o que é altamente improvável, ou a um estigma contra a doença mental.

Ou a ordens do patrão, i.e., do governo.

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Citação de Tio Hans, há 6 minutos:

Ou a ordens do patrão, i.e., do governo.

O que também é um atentado. Acaba por ser natural, infelizmente, neste País a doença mental é altamente estigmatizada e há um preconceito de que só afeta os "fracos de cabeça".

Sei de um caso, até porque fiz parte da equipa de aconselhamento, que a pessoa apresentava um quadro severo de burnout. A pessoa foi enviada para o trabalho e agora está lá e é como se não estivesse. Fisicamente a pessoa está na empresa, mas psicologicamente está totalmente ausente. Chama-se presentismo. Qual é o ganho que isso traz para a pessoa e entidade patronal? Nenhum.

E o que referes do Governo é também uma interferência no trabalho dos profissionais de saúde. Tira-lhes a independência e liberdade de trabalho.

Editado por Vaart10

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Citação de Vaart10, Agora:

O que também é um atentado. Acaba por ser natural, infelizmente, neste País a doença mental é altamente estigmatizada e há um preconceito de que só afeta os "fracos de cabeça".

Sei de um caso, até porque fiz parte da equipa de aconselhamento, que a pessoa apresentava um quadro severo de burnout. A pessoa foi enviada para o trabalho e agora está lá e é como se não estivesse. Fisicamente a pessoa está na empresa, mas psicologicamente está totalmente ausente. Chama-se presentismo. Qual é o ganho que isso traz para a pessoa e entidade patronal? Nenhum.

É típico, infelizmente. O Estado não tem dinheiro. A SS que o tinha, também está a ficar à rasca com o COVID e têm que o ir buscar a qualquer lado, de preferência onde dê pouco nas vistas.

É visível noutras coisas, também, os impostos escondidos não param de aumentar. Baixa-se o IRS, mas é preciso compensar, e aumenta-se o imposto sobre os combustíveis e culpam-se as gasolineiras pelo facto da gasolina ser cara. Aumentam-se os impostos pagos na fatura da luz e culpa-se a EDP de termos uma electricidade cara.

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Citação de Vaart10, há 15 horas:

 

A minha área é a saúde ocupacional, no entanto tenho escassos conhecimentos da área jurídica. Não obstante, posso aconselhar-te a fazer algumas coisas. A primeira será pedires um relatório ao teu psiquiatra que ateste a tua condição psíquica. Depois, podes também procurar um psicólogo que esteja habilitado a realizar avaliações psicológicas. Caso encontres um, deves pedir-lhe que te faça uma avaliação, após lhe apresentares a tua situação. Dessa avaliação deve resultar um outro relatório, que apresente evidência da tua condição.

Além disso, deves procurar alguém da área jurídica, nomeadamente em direito do trabalho, que te ajude a perceber se a situação que relataste se enquadra, ou não, num quadro de assédio moral. Em termos de saúde ocupacional, creio que se enquadra, mas a letra da lei pode ter um entendimento diferente. 

 

Citação de Koper, há 12 horas:

Se te despedires, muito provavelmente não. Estás há quanto tempo na empresa? O meu conselho aqui seria começar a falar com a ACT, isso é nojento.

Segundo, eu pedia ao teu psiquiatra para passar um atestado, dirigires-te ao teu médico de família e ter a respetiva baixa.

 

Obrigado pelas opiniões. Tenho consulta no psiquiatra na próxima semana, vou também pedir-lhe aconselhamento, mas eu realmente sinto que preciso de me afastar daqui para melhorar. Os dias são cada vez mais difíceis de passar. O turbilhão de pensamentos que se passeiam pela minha mente durante o dia, não me deixam concentrar em nada o que leve a que o trabalho não renda o esperado, o que me deixa ainda mais frustrado. 

Estou na empresa à um ano, mas só troquei de emprego na altura porque o dono da empresa é amigo da família e estava a precisar de ajuda porque o anterior engenheiro que cá estava tinha-se despedido e deixou-o na mão (agora percebo porquê). 

Valem-me as minhas filhotas que me animam e ajudam a limpar a mente assim que chego a casa. 


 

Editado por PMCC10

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Também tinha um colega que tinha baixa psiquiatra, queriam na cancelar e ele foi a psicologa dizer que durante o sono ouvia vozes a dizer " mata, mata ".

Já não o deixaram sair de casa lol

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Citação de FabioK, há 1 hora:

Também tinha um colega que tinha baixa psiquiatra, queriam na cancelar e ele foi a psicologa dizer que durante o sono ouvia vozes a dizer " mata, mata ".

Já não o deixaram sair de casa lol

Mas eu não quero chegar ao ponto de ter de inventar sintomas, ou algo que se pareça, só irá descredibilizar ainda mais quem sofre deste tipo de doenças. 

Eu apenas queria ter o tratamento que tem um funcionário que cai e parte um braço ou uma perna. 

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Citação de FabioK, há 1 hora:

Também tinha um colega que tinha baixa psiquiatra, queriam na cancelar e ele foi a psicologa dizer que durante o sono ouvia vozes a dizer " mata, mata ".

Já não o deixaram sair de casa lol

Uma vez, ainda era um imberbe estudante, e ouvi alguém dizer a um paciente que a melhor maneira de se reformar com todas as regalias era aparecer ao serviço totalmente fardado, mas sem calças.

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Citação de Vaart10, há 4 horas:

Tanto a depressão, como o burnout (exaustão emocional), têm consequências individuais, físicas e psicológicas, a médio e longo-prazo, bem como têm consequências laborais negativas. Não concebo como é que um profissional de saúde, em consciência, dá uma pessoa como apta para trabalhar em quadros deste género. Pessoalmente, só posso atribuir isso ao desconhecimento, o que é altamente improvável, ou a um estigma contra a doença mental.

Desconhecimento ou mau profissionalismo.

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Citação de PMCC10, há 2 horas:

Mas eu não quero chegar ao ponto de ter de inventar sintomas, ou algo que se pareça, só irá descredibilizar ainda mais quem sofre deste tipo de doenças. 

Eu apenas queria ter o tratamento que tem um funcionário que cai e parte um braço ou uma perna. 

Ele também não queria e tal como tu, ele também não andava bem. Só que como sempre, da outra parte ninguém quer entender isso. 

Citação de Vaart10, há 2 horas:

Uma vez, ainda era um imberbe estudante, e ouvi alguém dizer a um paciente que a melhor maneira de se reformar com todas as regalias era aparecer ao serviço totalmente fardado, mas sem calças.

Havia de ser bonito.... 😂

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Citação de PMCC10, há 7 horas:

 

Obrigado pelas opiniões. Tenho consulta no psiquiatra na próxima semana, vou também pedir-lhe aconselhamento, mas eu realmente sinto que preciso de me afastar daqui para melhorar. Os dias são cada vez mais difíceis de passar. O turbilhão de pensamentos que se passeiam pela minha mente durante o dia, não me deixam concentrar em nada o que leve a que o trabalho não renda o esperado, o que me deixa ainda mais frustrado. 

Estou na empresa à um ano, mas só troquei de emprego na altura porque o dono da empresa é amigo da família e estava a precisar de ajuda porque o anterior engenheiro que cá estava tinha-se despedido e deixou-o na mão (agora percebo porquê). 

Valem-me as minhas filhotas que me animam e ajudam a limpar a mente assim que chego a casa. 


 

Um abraço amigo. Muita força e acredita que vais dar a volta por cima 💪

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Pessoal uma questão. Eu trabalho por turnos, existe alguma forma de poder fazer apenas o turno da noite? Isto é, sei que posso tentar pedir (recusam provavelmente), se tiver estatuto trabalhador estudante eles facilitam também, mas exceptuando isto existe algum meio para conseguir? Obrigado desde já

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Maltinha, alguém percebe alguma coisa de contratos de trabalho?

Um "contrato por tempo indeterminado" é a mesma coisa que o "contrato sem termo" ou que o "contrato a termo incerto"? Tendo alguém atingido o número máximo de contratos a termo certo e ficando na empresa, este tal contrato por tempo indeterminado é o passo seguinte para ficar nos quadros, como se costuma dizer?

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Citação de UnReal, há 8 minutos:

Maltinha, alguém percebe alguma coisa de contratos de trabalho?

Um "contrato por tempo indeterminado" é a mesma coisa que o "contrato sem termo" ou que o "contrato a termo incerto"? Tendo alguém atingido o número máximo de contratos a termo certo e ficando na empresa, este tal contrato por tempo indeterminado é o passo seguinte para ficar nos quadros, como se costuma dizer?

https://dre.pt/web/guest/legislacao-consolidada/-/lc/75194475/201608230400/73440163/element/diploma

https://dre.pt/legislacao-consolidada/-/lc/75194475/201608230300/73440164/element/diploma

Contrato sem termo é a mesma coisa que tempo indeterminado, basicamente.

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Citação de Hammerfall, há 3 minutos:

Obrigado pela ajuda, mas não fiquei completamente esclarecido.

Pelo que estou a ver na net, existe a) contrato sem termo; b) contrato a termo certo; c) contrato a termo incerto. O b) é bastante óbvio, no próprio contrato tem uma data de início e fim.

No entanto, como e o que é que distingue o a) do c)?

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Citação de UnReal, há 3 minutos:

Obrigado pela ajuda, mas não fiquei completamente esclarecido.

Pelo que estou a ver na net, existe a) contrato sem termo; b) contrato a termo certo; c) contrato a termo incerto. O b) é bastante óbvio, no próprio contrato tem uma data de início e fim.

No entanto, como e o que é que distingue o a) do c)?

O contrato sem termo é quando passas a pertencer aos quadros da empresa. O termo incerto significa que não existe uma data de término definida na altura da assinatura, mas que tem um prazo máximo de 4 anos. No final desse período, penso que ou tenham de passar a sem termo ou terá o trabalhador direito a uma indemnização.

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Citação de UnReal, há 8 minutos:

Obrigado pela ajuda, mas não fiquei completamente esclarecido.

Pelo que estou a ver na net, existe a) contrato sem termo; b) contrato a termo certo; c) contrato a termo incerto. O b) é bastante óbvio, no próprio contrato tem uma data de início e fim.

No entanto, como e o que é que distingue o a) do c)?

Como o zunaiki disse. No entanto eles não são obrigados a nada. Se quiserem ter-te a trabalhar, assinas um sem termo. Se não quiserem, adeus e até um dia, venha mais 4 anos de alguém a tempo incerto e as empresas nunca têm quadros grandes.

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Citação de zunaiki, há 44 minutos:

O contrato sem termo é quando passas a pertencer aos quadros da empresa. O termo incerto significa que não existe uma data de término definida na altura da assinatura, mas que tem um prazo máximo de 4 anos. No final desse período, penso que ou tenham de passar a sem termo ou terá o trabalhador direito a uma indemnização.

 

Citação de Hammerfall, há 36 minutos:

Como o zunaiki disse. No entanto eles não são obrigados a nada. Se quiserem ter-te a trabalhar, assinas um sem termo. Se não quiserem, adeus e até um dia, venha mais 4 anos de alguém a tempo incerto e as empresas nunca têm quadros grandes.

Eu mais ou menos sei/sabia aquilo que vocês estão a dizer, mas talvez não esteja a formular a pergunta corretamente.

A cena aqui é que estamos a olhar para uma proposta de contrato que diz "por tempo indeterminado" e que chegou no seguimento de dois contratos a termo certo. Não diz praticamente mais nada, só que o trabalhador ficará abrangido por essa modalidade e que as condições são as mesmas do contrato anterior com exceção das alíneas/condições específicas da condição de ser a termo. Tem a data em que se torna efetivo (no dia seguinte a terminar o contrato a termo certo) e nada mais.

Toda esta questão surge especificamente do facto das palavras serem "contrato por tempo indeterminado" quando a expectativa era que dissesse "sem termo" ou "efetivo". A dúvida é se a) é a mesma coisa que "sem termo"/"efetivo" e o assunto morre; b) é na realidade um contrato a "termo incerto".

E ainda não consegui perceber. 😂

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Citação de UnReal, há 38 minutos:

 

 

Eu mais ou menos sei/sabia aquilo que vocês estão a dizer, mas talvez não esteja a formular a pergunta corretamente.

A cena aqui é que estamos a olhar para uma proposta de contrato que diz "por tempo indeterminado" e que chegou no seguimento de dois contratos a termo certo. Não diz praticamente mais nada, só que o trabalhador ficará abrangido por essa modalidade e que as condições são as mesmas do contrato anterior com exceção das alíneas/condições específicas da condição de ser a termo. Tem a data em que se torna efetivo (no dia seguinte a terminar o contrato a termo certo) e nada mais.

Toda esta questão surge especificamente do facto das palavras serem "contrato por tempo indeterminado" quando a expectativa era que dissesse "sem termo" ou "efetivo". A dúvida é se a) é a mesma coisa que "sem termo"/"efetivo" e o assunto morre; b) é na realidade um contrato a "termo incerto".

E ainda não consegui perceber. 😂

Normalmente usa-se o tempo indeterminado na função pública e sem termo noutro empregador qualquer.

De resto não te sei explicar melhor 🤣

Parabéns ao teu colega por entrar nos quadros da sua empresa 😆

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Citação de UnReal, há 6 horas:

 

 

Eu mais ou menos sei/sabia aquilo que vocês estão a dizer, mas talvez não esteja a formular a pergunta corretamente.

A cena aqui é que estamos a olhar para uma proposta de contrato que diz "por tempo indeterminado" e que chegou no seguimento de dois contratos a termo certo. Não diz praticamente mais nada, só que o trabalhador ficará abrangido por essa modalidade e que as condições são as mesmas do contrato anterior com exceção das alíneas/condições específicas da condição de ser a termo. Tem a data em que se torna efetivo (no dia seguinte a terminar o contrato a termo certo) e nada mais.

Toda esta questão surge especificamente do facto das palavras serem "contrato por tempo indeterminado" quando a expectativa era que dissesse "sem termo" ou "efetivo". A dúvida é se a) é a mesma coisa que "sem termo"/"efetivo" e o assunto morre; b) é na realidade um contrato a "termo incerto".

E ainda não consegui perceber. 😂

Só vendo o contrato em si, mas normalmente eles mudam para tempo indeterminado quando existe algo que impossibilita a renovação por termo certo. Ainda assim, não é uma coisa negativa passarem para tempo indeterminado. 

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