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[Benfica] Direcção, SAD, Eleições & Assembleias

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Citação de pedropb13, há 53 minutos:

?Isto quase parece a conversa d'O Porto é o Porto e que tem obrigação de ser campeão todos os anos. 

Mas o Benfica tem a obrigação de ser campeão todos os anos (passe o exagero). Estamos a falar do clube que gasta mais em salários, que gasta mais em aquisições de jogadores, ou seja, sendo um clube bem gerido, que é o que se espera do JNL, tem a "obrigação" de ganhar todos os anos. Obviamente que o futebol é imprevisivel, uns dias a bola não entra, noutros vamos buscar dois craques e afinal são cepos, etc etc, e por isso é impossivel ganhar todos os anos.

No entanto, se não ganhas constantemente, sendo o clube mais poderoso financeiramente, algo de mal vai com a tua gestão. 

Também não percebo o porquê de irmos partir muito atrás dos outros, se o JNL começar do zero com o tal modelo de gestão. Aliás, nem sequer sei que modelo de gestão é esse que nos mete atrás dos outros.

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Martim Mayer: “O Benfica não pode valer €150 milhões na bolsa, tem todas as condições para valer pelo menos mil milhões de euros”

Tem 51 anos e é neto de Borges Coutinho, histórico presidente encarnado nos anos 70. Martim Mayer diz que está por fazer a efetiva internacionalização do Benfica, colocando até a hipótese de abrir um Benfica em Genebra. Acredita que José Mourinho e Andries Jonker vão saber trabalhar em conjunto e aponta fazer dois mandatos. E nesses oito anos quer ver o Benfica a ganhar oito campeonatos. Esta é mais uma entrevista da Tribuna Expresso aos candidatos à presidência do Benfica, nas eleições de 25 de outubro

Sei que é sócio desde que nasceu, mas qual é a sua primeira recordação do Benfica?
Na realidade, não consigo responder-lhe. Porque não me lembro cronologicamente de como é que comecei a viver o Benfica. Porque o Benfica é que entrou por mim adentro, não fui eu que fui à procura do Benfica. Logo para começar, porque na primeira década da minha vida o meu avô [Duarte Borges Coutinho] era presidente do Benfica. Fazia parte daquilo que eu achava que era uma vida normal ter treinadores, jogadores, fotógrafos e jornalistas à volta do meu ambiente familiar. O meu pai morreu quando eu tinha cinco anos e por isso a minha mãe resguardou-se muito em casa dos pais e nos primeiros anos da minha vida a casa dos meus avós era a minha casa. E era nessa casa onde o Benfica acontecia. Depois, mais tarde, tenho muitas e boas recordações a ver jogos no Estádio da Luz. Depois do meu avô morrer, passei a ir com a minha avó, que ficou uma fervorosa sócia e adepta do Benfica e que me levava a mim e a outros netos, e por isso foi aí que eu fui tendo contacto com o futebol do Benfica, primeiro do que tudo. Nessa altura há dois jogos que me marcaram muito.

Quais são?
Um deles foi o Benfica-Liverpool, em 1984. O Liverpool jogou de amarelo. E outro foi o Benfica-Anderlecht, da final da Taça UEFA de 1983. Foram dois jogos que eu vi sozinho com a minha avó e que me marcaram muito. Contra o Anderlecht perdemos a final com um empate. Foi uma grande tristeza que tive. O Inferno da Luz estava no seu máximo esplendor. Tínhamos, além da casa cheia, um espetáculo de fogo de artifício, que era uma grande inovação à data, totalmente preparado para festejar no fim a vitória na Taça UEFA. E o que é certo é que perdemos, empatando o jogo na 2.ª mão. Há outro jogo que vivi intensamente e que é mais tarde, o 6-3 ao Sporting. E também a final da Taça dos Campeões Europeus, em 1988, em Estugarda, quando perdemos com o PSV Eindhoven nos penáltis, com um penálti falhado por Veloso. Talvez esteja a falar demasiado de jogos que não correram bem, salvo o do Sporting. Mas não tenho nenhuma vergonha de dizer, pelo contrário, que eu encontro o mais profundo do meu benfiquismo quando o Benfica não ganha. É aí que eu encontro as certezas mais profundas e os alicerces do meu benfiquismo. E, por isso, se calhar, retenho esses momentos de uma forma especial, até porque, como sou do Benfica desde que nasci, não estou habituado a perder. Estou habituado a ganhar.

Diz estar há 15 anos a preparar-se para ser presidente do Benfica. Porquê avançar agora, nestas eleições e neste momento da vida do clube?
Mais do que a preparar-me para ser presidente do Benfica, estou há 15 anos a olhar para os vários dossiers e as diferentes especialidades que existem na vida de um clube, por competências profissionais adquiridas, ou em conjunto com várias pessoas da minha equipa. Porque tenho muito interesse em perceber qual é o ponto de situação do clube a cada momento e porque, obviamente, quero monitorizar todas as decisões que vão sendo tomadas e tudo aquilo que vai sendo feito. Uma parte muito grande da equipa que agora se apresenta eleições já se reúne há 5, 6 anos. Pessoas livres, pessoas independentes, pessoas muito competentes nas suas diferentes áreas profissionais e que de uma forma mais intensiva foi acompanhando aquilo que acontece ao clube desportivamente, no futebol, nas modalidades, financeira e economicamente, do ponto de vista institucional, do ponto de vista de associativismo.

Martim Mayer: “O Benfica não pode valer €150 milhões na bolsa, tem todas as condições para valer pelo menos mil milhões de euros”
Nuno Fox

E que conclusões retiraram dessa monitorização?
Primeiro que nestes últimos 20 anos não houve a capacidade de trazer o clube para um grau de proximidade com os 20 milhões de adeptos que existem espalhados pelo mundo, mais agora com os recursos tecnológicos que temos. E em segundo lugar que associado a essa incapacidade está uma estagnação ou uma regressão financeira do clube que precisa de ser rapidamente corrigida, porque nós temos todas as condições para disputar com qualquer clube do mundo, sublinho, mesmo com qualquer clube do mundo, os troféus mais difíceis de ganhar. Mas para isso temos que ter uma visão e temos que ter uma estratégia de implementação dessa visão que utilize a maior vantagem que o Benfica tem em relação a todos os outros clubes: é que além de sermos o clube com mais sócios no mundo, somos dos clubes com mais massa associativa. Sendo que temos uma grande diferença na massa associativa. Pode haver alguns que tenham uma massa associativa tão grande como a nossa, mas não dura uma vida e a massa associativa do Benfica é do Benfica desde o dia em que nasce até o dia em que morre e isto é o único no nosso clube. É o único porque desperta um grau de paixão totalmente diferente e é o único porque associado a esse grau de paixão existe uma viabilidade económica e financeira para o clube que não está a ser aproveitada. Eu apresento-me porque quero que os sócios tenham uma proposta que, de facto, potencie o Benfica e ponha o Benfica onde ele nunca deveria ter saído. Eu faço a minha parte, os sócios votarão e logo dirão se é isso que querem para o clube ou não. Mas a minha parte está feita, está bem feita, está muito bem feita e à presente data tenho muito apreço por todos os elementos da minha equipa que me ajudaram a construir isso, porque sei que é a melhor proposta.

Olhando para o projeto desportivo. Apresentou um diretor-geral, Andries Jonker. Qual será a sua responsabilidade e porquê a escola neerlandesa?
Em primeiro lugar gostava de referir que em todas as áreas do clube aquilo que a minha equipa fez foi levar o assunto, sem desculpas, até onde ele pode ser levado. E nós respondemos ao como. Porque trazer um conjunto de ideias é positivo, mas quanto a mim não chega: é preciso converter essas ideias em propostas concretas. No futebol respondemos ao como identificando que, entre a comissão executiva da SAD e as direções que existem em todo o departamento de futebol, há um espaço por preencher. E que esse espaço não pode ser preenchido nem pelo treinador da equipa A nem pelo diretor desportivo. Porquê? Porque eles preocupam-se com o curto prazo, eles têm a pressão do resultado, eles têm a pressão do plantel e têm que pôr os seus esforços e a sua energia nisso. Mas a questão é que desde 1904 o Benfica tem uma duração média de treinadores de um ano e quatro meses. E muitas vezes, cada vez que sai um treinador, ficamos órfãos da nossa direção para o futebol e por isso é urgente trazer alguém que entre para um mandato inteiro, que é o que o senhor Andries Jonker vai fazer comigo, que pense o futebol do Benfica, a identidade do futebol do Benfica, o modelo de jogo do futebol do Benfica, desde os escalões mais baixos. Porquê? Porque todos os atletas precisam de interpretar todos estes fatores tão rápido quanto possível, para que a aceleração de talento seja uma realidade. Todos os clubes que disputam a Champions League andam atrás da aceleração de talento e isso consegue-se implementando um modelo de jogo desde os sub-13. E por isso é que nós vemos uma equipa como a do Paris Saint-Germain a ser campeã europeia com uma média de idades que anda entre os 21 e os 22 anos.

Como chegou ao nome de Jonker?
Na qualidade de candidato fiz contactos com base no peso da instituição Benfica. E toda a gente me atende o telefone, toda a gente fala comigo. É preciso é querer fazê-lo, é preciso é saber fazê-lo, porque o Benfica consegue atrair muito mais talento do que o dos jogadores. O Benfica consegue atrair conhecimento de topo e é isso que nos poderá fazer chegar muito longe com aquilo que é a minha proposta. Ora, o Sr. Louis van Gaal é alguém de máximo nível de conhecimento. Sendo ele muito ligado a uma entidade do futebol holandês que tem um modelo muito semelhante ao do Benfica do ponto de vista do surgimento de talento da formação para a equipa principal, que é o Ajax. Ele compreendeu desde logo exatamente o que é que o Benfica precisa para avançar e fez isso a trabalhar comigo, materializando esse trabalho numa pessoa como o Andries Jonker, que consegue agregar futebol feminino, a pressão da equipa A e dos resultados de curto prazo, uma academia por inteiro, não uma academia num só lugar, mas uma academia global, o scouting, não só scouting de jogadores, mas scouting de equipas técnicas que venham interpretar e treinar os nossos atletas desde os sub-13 sempre dentro da mesma linha de pensamento. E ainda um modelo muito comum em Inglaterra que é a fase final da aceleração de talento, criando uma proximidade diferente entre equipa B, sub-23 e equipa A. Isto tem que ser um só universo de jogadores. Portanto, alguém que vem para o Benfica trabalhar em conjunto com José Mourinho e com Mário Branco, mas em diferentes vertentes, totalmente complementares entre si: uns a olhar para o curto prazo e para a pressão do resultado, outros a olhar para a coluna da identidade do futebol do Benfica e a criar condições para haver máxima coordenação e para haver efetivamente a aceleração do talento que se pretende.

Martim Mayer: “O Benfica não pode valer €150 milhões na bolsa, tem todas as condições para valer pelo menos mil milhões de euros”
Nuno Fox

Vê as características de Jonker e do seu projeto a casar bem com a filosofia mais pragmática de José Mourinho?
O diretor-geral vai ter que saber trabalhar em conjunto com o treinador da equipa principal, neste caso José Mourinho, mas José Mourinho vai ter que saber trabalhar com o diretor-geral. E José Mourinho enquanto treinador e enquanto português conhece muito bem a identidade do futebol do Benfica.

E conhece bem Van Gaal.
Conhece muito bem o Van Gaal e conhece razoavelmente bem o Andries Jonker. E, portanto, eu não tenho dúvida alguma que o fruto deste trabalho conjunto será muitíssimo interessante. Eu vejo José Mourinho com todo o seu conhecimento a influenciar a linha de fundo do futebol do Benfica e o trabalho do Sr. Andries Jonker, como vejo o Sr. Andries Jonker a influenciar a forma como José Mourinho irá treinar e pôr a equipa do Benfica a jogar.

Nas suas traves-mestras não aponta um objetivo concreto em termos de vitórias em títulos. Quer avançar com um objetivo mensurável?
Quero. Desde o momento em que tomemos conta das decisões do clube temos algumas operações financeiras que irão trazer a estabilidade necessária ao clube para começar a desenvolver, mas contando que essa estabilidade exista aquilo que temos que assumir enquanto Benfica é que o Benfica em todos os campeonatos nacionais, em todas as épocas, terá que ganhar. E por isso o meu objetivo é fazer dois mandatos e eu sublinhadamente assumo com a responsabilidade que isso acarreta que o Benfica comigo deverá ganhar oito campeonatos. Porque se nós temos mais conhecimento, mais recursos financeiros, melhor infraestrutura do que qualquer outro clube em Portugal, não temos desculpas para não ganhar o campeonato nacional. É nossa obrigação. Não pode haver dois pesos e duas medidas, ou seja, não podemos dizer que há clubes na Europa com muito mais recursos financeiros do que o Benfica e que por isso é muito difícil almejar ganhar uma Champions League e depois não usar o mesmo racional quando olhamos para o futebol nacional.

Introduziu o campo financeiro. No seu programa fala da filosofia Kaizen e aponta para uma redução de custos de 30 milhões de euros. O que é a filosofia Kaizen, como se adapta ao seu modelo financeiro e como pretende chegar a este número de €30 milhões de redução de custos?
A estrutura de custos do Benfica tem várias rubricas, mas tem uma rubrica muito relevante que são gastos que não contribuem para a vitória e fornecedores externos que não contribuem para a vitória. Há custos necessários, porque entre os gastos que o Benfica tem há gastos que são considerados investimento para vencer, vamos falar por exemplo da compra do passe de um bom jogador. Mas há outros gastos que não trazem vitória, como os custos de manutenção do Estádio da Luz. Vamos pôr de lado os gastos que têm a ver com investimento na vitória e vamos concentrar-nos em custos necessários da estrutura da Operação Benfica. E aí sim há muito a fazer. Existe um ciclo longo de organização no Benfica que está a deteriorar-se, existem muitos colaboradores de imensa qualidade perdidos na estrutura do Benfica e aquilo que o Kaizen faz é verificar qual é a mecânica de funcionamento dos recursos humanos do Benfica e ao mesmo tempo verificar todos os gastos que são feitos em termos de fornecimentos e serviços externos. E olha para isso de uma forma pragmática para otimizar e motivar os recursos humanos, faz com que entendam melhor quais é que são as suas funções, onde é que começa o seu trabalho e onde é que ele entrega o fim do seu trabalho ao colaborador seguinte. Eu fiz isto na minha vida de 10 anos de industrial, é algo excepcional quando se constata o resultado final, e é uma filosofia que vem dos anos 90 e que foi inventada pela Toyota no Japão e que fez com que a Toyota se tornasse o maior construtor de automóveis do mundo inteiro. O número da redução é gordo porque existe desperdício e existe uma otimização por fazer, existem centenas de colaboradores por motivar. Não iremos despedir ninguém, não é disso que se trata, é de reorganizar funções e de estimular as pessoas a fazerem aquilo que a organização precisa que cada pessoa faça e isto é altamente motivador. Eu na minha experiência industrial descobri talento nas pessoas a partir do instante em que implementámos esta filosofia. Porque além de organizar de uma forma excepcional qualquer empresa, dá espaço para que cada pessoa puxe pelo seu talento e contribua para a organização com o seu talento.

Martim Mayer: “O Benfica não pode valer €150 milhões na bolsa, tem todas as condições para valer pelo menos mil milhões de euros”
Nuno Fox

Fala de um diferencial médio entre receitas e custos de cerca de 70 milhões de euros. Portanto, todos os anos o Benfica precisa de 70 milhões em receitas extraordinárias. Que medidas concretas tem no seu projeto para acabar com este fosso?
Deixe-me dar-lhe nota com algum rigor de onde é que esse número sai. Se olharmos para a SAD do Benfica, olhamos para as receitas que temos, não contando com receitas extraordinárias de venda de passes de jogadores, e os custos que temos e nos quatro anos do atual mandato a média entre custos e receitas faz com que haja um défice de sensivelmente 20 milhões de euros. Em cima disso temos 40 milhões de euros para amortizar por ano em passes de jogadores, que somando aos outros 20 dá 60. E depois temos sensivelmente 10 milhões de euros de custos financeiros e encontramos este número de €70 milhões. Ora, não podemos viver assim e por isso é que nós vamos buscar sensivelmente €40 milhões à redução de custos e vamos buscar outros €40 milhões a novos proveitos.

Que novos proveitos são esses?
Esses novos proveitos vêm €20 milhões da obra de incremento de capacidade do Estádio da Luz para 83 mil lugares, portanto mais 15 mil lugares. Pode escrever que fui eu que disse esse número às outras candidaturas, porque é absolutamente verdade. Ao fim de 24 a 36 meses, que é o que uma obra destas durará, nós temos, entre a amortização de financiamento e receitas adicionais, €20 milhões que irão ser libertados para cash flow. Em cima disso, temos de apostar numa efetiva internacionalização do Benfica, com a abertura de escritórios no Canadá, nos Estados Unidos, em Paris e na Suíça, em Genebra. Estes escritórios irão trabalhar com as casas do Benfica, porque nestes locais existem comunidades de benfiquistas que vão dos 100 mil ao um milhão de adeptos, como é o caso de Paris. Isto é um ativo que o Benfica não explora, são benfiquistas que têm uma paixão órfã. Os escritórios de representação irão estudar os dados e depois teremos a certeza como vamos desenvolver o Benfica nessas zonas. Não através de parcerias, porque isso não convém ao clube, é o caminho fácil. Temos de chamar a nós a responsabilidade. Depois de sabermos os dados, vamos lançar operações desportivas ligadas às casas do Benfica, nas zonas onde as grande comunidades estão. Isto permite captar novo talento e estimular o benfiquismo. Eu não sei se o último estágio deste processo de internacionalização não poderá passar por termos um Benfica de Genebra. Os dois maiores clubes da Suíça têm 12 mil sócios. O Benfica tem 200 mil adeptos na Suíça, que podem vir a ser sócios. Se eu acho que o Benfica pode vir a ser campeão suíço? É o que eu acho que vai acontecer. Em Montreal e Toronto temos lá 300 mil benfiquistas, podemos ter uma equipa de hóquei no gelo, os Benfica Eagles, se calhar com 50 mil sócios. Eu acredito que isto é possível. Podemos abrir uma academia de basquetebol em Boston. Já viu a extraordinária vantagem que isso pode trazer para o basquetebol do Benfica? Há um intercâmbio de interesses e desportivo que nunca ninguém fez. O Benfica tem capacidade para se tornar no primeiro clube global do mundo. Deixe-me completar a nossa proposta de um Benfica global com os PALOPs.

Força.
Angola e Moçambique têm, cada um, mais de quatro milhões de benfiquistas. Temos de ir para Angola e Moçambique. Há muito talento ali. Para os dois países temos o lançamento do cartão de sócio Benfica Moçambique e Benfica Angola. Algo que virá com uma quota muito baixa, um a dois dólares por mês, e que dará acesso a recintos de fan zone equivalentes aos que existem em Portugal quando se disputa um Mundial ou Europeu de futebol, onde as pessoas se podem reunir para ver os jogos em grandes formatos de ecrã. Haverá patrocinadores e parceiros e um local que em Maputo, por exemplo, será o Estádio Eusébio. A mesma coisa para Luanda. Tudo isto trará para o clube, a partir do segundo ano, 15 milhões de dólares de cada país. Isto é uma proposta, não é só um conceito, eu já tenho definidos todos os parceiros para Moçambique, Angola está atrás, tem igual potencial e há vários parceiros de Moçambique que também estão presentes em Angola.

Martim Mayer: “O Benfica não pode valer €150 milhões na bolsa, tem todas as condições para valer pelo menos mil milhões de euros”
Nuno Fox

É compreensível que o Benfica não tenha capitalizado o naming do estádio?
Eu sei que o Benfica tem tentado vender o naming do estádio, sei que o interesse que tem surgido não paga os valores que o Benfica entende que vale. É precisamente por o Benfica estar sub-explorado que não aparece quem pague o suficiente e é por isso que o clube precisa de materializar a sua internacionalização para mostrar a dimensão da economia Benfica. O naming do estádio não deve ser vendido a qualquer entidade, deve ser vendido a um parceiro estratégico. Temos de capitalizar a SAD do Benfica em bolsa, com acionistas de longo prazo que eu quero trazer. E então aí incluir nesse processo o naming do estádio.

Que parceiros serão esses?
É uma proposta que tenho muitíssimo bem pensada e já toda definida. O Benfica não pode valer 150 milhões de euros de capitalização bolsista, tem todas as condições para valer pelo menos mil milhões de euros. Logo que tome conta da direção do clube irei explicar com imenso detalhe como iremos capitalizar a SAD do Benfica para que o clube tenha sempre garantidos 67% do capital. E depois temos de ter pelo menos dois parceiros estratégicos, cada um deles com uma posição de 10%, sem que isso exija que o clube seja obrigado a gastar dinheiro a comprar as atuais participações qualificadas a acionistas que não são estratégicos. Eu gostaria fossem ambos parceiros internacionais, ou então uma marca portuguesa com igual potencial ou internacionalização já visível. É um parceiro que nos tem de acompanhar globalmente. Para mim, a Adidas vai mudar de opinião quando eu apresentar o meu projeto de internacionalização. O segundo parceiro que eu gostaria de trazer seria na área da transmissão de desporto audiovisual, realidade aumentada, esports.

Essas empresas não vão querer primeiro ver como corre o projeto antes de se associarem ao Benfica?
Não diria isso. O Benfica, ao divulgar a sua estratégia para a internacionalização, será aquilo que em mercados financeiros se chama um fast appreciating asset, ou seja, um ativo em valorização rápida. E num ativo de valorização rápida, para qualquer parceiro, quanto mais cedo ele entrar melhor para ele. Vão perceber que vão ter de entrar rápido.

Para as modalidades fala de contratos que devem focar-se numa base salarial mais baixa, depois incrementado por prémios por conquistas. Por que não fazer isso também no futebol?
No futebol o dinheiro fala demasiado alto, não dá para mudar a filosofia, tem regras muito próprias. O Benfica deveria estar no top 5 europeu e não está, tanto a nível financeiro como desportivamente. Temos de olhar para esses objetivos como algo que exige investimento. Nas modalidades nós não queremos reduzir investimento, queremos ganhar mais e o que eu acho é que estamos a atirar dinheiro para cima das modalidades ao invés daquilo que mais conta dentro dos balneários, que se chama fome de vencer. Eu fui atleta de alta competição, joguei râguebi pela seleção sub-21 e fui capitão de várias equipas. Eu sei o que é uma equipa estar unida e querer vencer ou estar separada e cada um estar por si. O que me parece é que a forma de contratualização com os atletas das modalidades está profundamente errada porque cria divisão e acomodação. E isso no Benfica comigo é inaceitável. Temos de criar dinâmicas, energia, compromisso. O Benfica, sendo a maior instituição desportiva nacional, com as melhores instalações e uma base de conhecimento líder, se não consegue atrair os melhores atletas de outra forma que não seja pagar-lhes o dobro dos nossos rivais, alguma coisa está a ser mal feita. É com isto que eu não concordo. Não concordo que os atletas venham para o Benfica com contratos de longo prazo, de quatro ou cinco épocas, pagos 30%, 40%, 50% acima do mercado. E a atual prática, nas modalidades masculinas, não traz vitória. Sabe porquê? Porque dentro do balneário só há as duas realidades que eu já expliquei. Esses contratos não trazem agarrados qualquer espírito de equipa ou fome de vencer. Muitos atletas vêm para o Benfica sabendo que se vão reformar aqui. A minha proposta é que estes atletas recebam o mesmo que em outros clubes, sendo que depois de vencerem títulos e darem aos sócios aquilo que os sócios querem, então terão uma componente variável de remuneração, que o clube pagará com todo o interesse. Isto muda o paradigma e a mentalidade.

Propõe também a construção de uma academia que reúna todas as modalidades. E garante que vai reduzir custos com isso.
Utilizando o mesmo método Kaizen, nós olhamos para os 27 milhões de euros que são o orçamento para as modalidades - chumbado na última assembleia - e verificamos que desses €27 milhões, €13 milhões são para plantéis e €14 milhões são fornecimentos e serviços externos. Desses €14 milhões, nós identificamos que entre €6 e €7 milhões são possíveis de reduzir. Se projetarmos esses €7 milhões de euros a 10 anos encontramos €70 milhões. Isto são capitais próprios, não é financiamento. Ao conseguir poupar esse montante podemos progredir nas modalidades. Queremos fazer um protocolo com um dos seguintes municípios, Lisboa, Loures, Amadora ou Oeiras, em que em parceria nos entreguem 25 hectares para construir o Benfica Campus das Modalidades, com base nas tais poupanças. Esse campus dará resposta a toda a formação de todas as modalidades, que neste momento está dispersa pela cidade de Lisboa e que muitas vezes até divide modalidades. Temos modalidades em que os sub-13 e os sub-15 treinam na zona sul de Lisboa e os sub-17 e sub-19 treinam na zona norte. Toda a evolução que passa por misturar escalões não pode ser feita. E temos muito desperdício de recursos e não existe uma qualidade standardizada nas instalações. O campus também terá residencial.

Quanto à centralização, é um defensor, diz mesmo que não há outro caminho. E nos dois anos que faltam até à entrada em vigor do decreto-lei da centralização, o que pretende fazer?
Relativamente às duas épocas até à centralização, é mais ou menos consensual que os direitos televisivos do Benfica valem por época 65 a 70 milhões de euros, em contraposição com os 52 milhões de euros que vigoram nesta época. Esse é o valor que devemos atingir. Sendo que o formato utilizado para lançar um concurso relativamente a essas duas épocas tem de ter em consideração a defesa do peso institucional do Benfica. Temos de ter uma correspondência entre o peso económico e o peso institucional do clube. A dois anos da centralização isso ainda é mais importante porque deverá criar jurisprudência, a percepção em todos os outros clubes que discutem connosco este tema de qual é o peso económico que o Benfica tem. Se fizermos isto bem feito, depois podemos falar muito melhor com a Liga Portugal e com os outros clubes sobre como vamos centralizar os direitos e fazer disso uma oportunidade para o futebol português. Podemos discutir muitas coisas, mas a primeira que teremos de discutir é que a infraestrutura do futebol português está velha, podre, precisa de investimento e não é vendável fora de portas sem investimento.

Martim Mayer: “O Benfica não pode valer €150 milhões na bolsa, tem todas as condições para valer pelo menos mil milhões de euros”
Nuno Fox

Sem essas melhorias teme pelo resultado da centralização?
Temos de ter uma uniformização no produto televisivo de topo e isso só é possível se tivermos recursos técnicos em cada um dos estádios que permita filmar os jogos sempre da mesma forma. Falamos ainda de iluminação, relva, bancos das equipas, bancadas, tudo tem de ter um padrão elevado de qualidade. Só isto permite filmar um jogo com a qualidade que o consumidor exige. A infraestrutura é o primeiro passo para exponenciar o valor a obter. Para isso está quantificado que precisamos de um valor na ordem dos 500 milhões de euros e temos de encontrar forma de trazer esse valor. Temos de perceber que as principais ligas europeias entenderam que não eram suficientemente especialistas na venda de direitos audiovisuais para o fazer diretamente. E então encontraram um parceiro estratégico já implementado no desporto, que faz Fórmula 1, boxe, outras ligas, para os quatro cantos do mundo, que pegasse no produto e conseguisse usar os seus canais para o vender bem. Nós devemos fazer o mesmo. Esse parceiro deve entrar no capital da Liga Centralização e injetar 500 milhões de euros que permitam melhorar a infraestrutura.

E qual é o papel que o Benfica deve ter neste processo?
Se o Benfica representa 60%, 70% ou até 80% do valor económico da totalidade dos direitos dos 18 clubes da I Liga, nós não podemos, até porque é contra o próprio Estado de Direito, ter 18 clubes da primeira divisão com dois votos e 18 clubes da segunda divisão com um voto, a votar em decisões onde o Benfica tem um peso de 70%. Os dois votos do Benfica não são representativos e isso é inaceitável. Se todos os clubes vão votar com o mesmo peso do Benfica, todos eles vão votar contra o Benfica porque todos eles querem ficar com parte do valor que cabe ao Benfica. Isto é inaceitável num Estado de Direito, não temos de ter medo de dizer isto. O Benfica deve liderar, mas liderar é apresentar a solução.

Se tivesse que identificar apenas um, qual é o maior problema que o Benfica tem neste momento?
O subaproveitamento da dimensão do clube, que tem duas vítimas: a performance desportiva e os sócios e adeptos. E isto é muito sério. Se nós podemos fazer uso dos nossos recursos que foram de forma esforçada adequiridos durante 121 anos de história, não podemos aceitar que quem se senta na direção do clube não saiba estar à altura do que lhe é pedido. E o que lhe é pedido é que potencie o Benfica. Isto tem de ser feito. A performance desportiva paga porque obviamente o desporto está sempre em evolução e a competitividade é algo eterno. Nós temos de perceber que parar não é parar: parar é regredir. Por isso é que temos assistido a tão má performance no futebol e nas modalidades masculinas.

Qual será a primeira medida que tomará no Benfica caso seja eleito?
Reunir todos os colaboradores, quero falar com todos, quero que todos me oiçam e percebam qual é a atitude com que entro no Benfica, a seriedade que este tema tem para mim e a responsabilidade que acarreta, mas também transmitir confiança, alegria e unir todos os colaboradores do Benfica em prol de um objetivo comum.

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Acho que começa a ser mais ou menos evidente que a candidatura do Manteigas tem como propósito roubar votos ao Noronha em vez de tirar de lá o ruie.

No caso, improvável e altamente pesadelo,de o ruie ir a segunda volta não me surpreendia assim muito se o manteigas se juntasse ao ruie.

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Citação de Thor Odinsson, há 14 minutos:

Acho que começa a ser mais ou menos evidente que a candidatura do Manteigas tem como propósito roubar votos ao Noronha em vez de tirar de lá o ruie.

No caso, improvável e altamente pesadelo,de o ruie ir a segunda volta não me surpreendia assim muito se o manteigas se juntasse ao ruie.

De onde é que tiraste isso?

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Eu já escrevi isto por aí, o Manteigas está a fazer a campanha (difícil) que lhe é possível: afirmar-se como oposição a Rui Costa mas mantendo diferenças face a Noronha Lopes, quer sejam programáticas ou de estrutura diretiva. E para isso acontecer não há flores e abraços: o Noronha quer votantes do Manteigas para resolver isto à primeira e Manteigas quer votantes do Noronha para ir à 2ª volta. E para haver estas trocas de eleitorado é preciso haverem ataques.

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O bem comum deve ser estirpar o SLB do vieirismo e para isso há ataques que não se devem fazer. Há muita maneira de conquistar eleitorado sem ser levar a discussão para a lama,a calúnia e a mentira. 

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Citação de Lebohang, há 43 minutos:

Eu já escrevi isto por aí, o Manteigas está a fazer a campanha (difícil) que lhe é possível: afirmar-se como oposição a Rui Costa mas mantendo diferenças face a Noronha Lopes, quer sejam programáticas ou de estrutura diretiva. E para isso acontecer não há flores e abraços: o Noronha quer votantes do Manteigas para resolver isto à primeira e Manteigas quer votantes do Noronha para ir à 2ª volta. E para haver estas trocas de eleitorado é preciso haverem ataques.

muito isto, embora não tenha gostado da postura do JDM em relação ao JNL .... nem acho que o sentido de voto altere muito neste momento, a não ser que caia uma bomba qualquer. A única coisa que agora se pode fazer é pedir aos sócios que levantem a peidah do sofá e que vão votar.

 

PS - O "debate" na Rádio Observador de hoje foi um must. Não sei quem é pior - se o Martim Mayer, que promete 4 campeonatos e 1 Champions em 4 anos, se o bêbado que foi lá na vez do Cristovão Carvalho....

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Citação de Lebohang, há 54 minutos:

Eu já escrevi isto por aí, o Manteigas está a fazer a campanha (difícil) que lhe é possível: afirmar-se como oposição a Rui Costa mas mantendo diferenças face a Noronha Lopes, quer sejam programáticas ou de estrutura diretiva. E para isso acontecer não há flores e abraços: o Noronha quer votantes do Manteigas para resolver isto à primeira e Manteigas quer votantes do Noronha para ir à 2ª volta. E para haver estas trocas de eleitorado é preciso haverem ataques.

Percebo, mas discordo. Para te elevares não tens que diminuir quem quer que seja.

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Citação de HIM, há 54 minutos:

muito isto, embora não tenha gostado da postura do JDM em relação ao JNL .... nem acho que o sentido de voto altere muito neste momento, a não ser que caia uma bomba qualquer. A única coisa que agora se pode fazer é pedir aos sócios que levantem a peidah do sofá e que vão votar.

 

PS - O "debate" na Rádio Observador de hoje foi um must. Não sei quem é pior - se o Martim Mayer, que promete 4 campeonatos e 1 Champions em 4 anos, se o bêbado que foi lá na vez do Cristovão Carvalho....

Não gostaste quando disse que vai copiar o modelo do Barcelona e simplesmente inventar um Yamal de 16 anos assim do nada para a equipa principal do Benfica? Não tens visão para a coisa, o homem é que sabe 

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Citação de Nowell, há 4 minutos:

Não gostaste quando disse que vai copiar o modelo do Barcelona e simplesmente inventar um Yamal de 16 anos assim do nada para a equipa principal do Benfica? Não tens visão para a coisa, o homem é que sabe 

pobre avô dele.... e pobre Sr. Simões... para além de ser um idiota com a mania que sabe mais que todos os outros, que é superior, ainda debita mais m*rda que o outro bebado ....

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Citação de Nowell, há 7 minutos:

Não gostaste quando disse que vai copiar o modelo do Barcelona e simplesmente inventar um Yamal de 16 anos assim do nada para a equipa principal do Benfica? Não tens visão para a coisa, o homem é que sabe 

Esses dois bonecos do Mayer e Cristóvão vão passar o debate de quinta a bater no Noronha. Entretanto o Rui Costa diz umas banalidades e acabou o tempo

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Citação de vakjew, há 3 minutos:

Esses dois bonecos do Mayer e Cristóvão vão passar o debate de quinta a bater no Noronha. Entretanto o Rui Costa diz umas banalidades e acabou o tempo

Sinceramente acho que já não vai mudar grande coisa. É como o @vakjew disse, já está tudo a ficar cansado, até os próprios candidatos. A menos que venha uma bomba qualquer vai ser só barulho e pouco mais. Pode ser que dê para rir 

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Citação

A MAG esclarece o seguinte:

1. É totalmente falso que existam cadernos eleitorais diversos ou que os mesmos não sejam consultáveis pelas candidaturas;

2. Como tem sido referido pela MAG, no Sport Lisboa e Benfica há um caderno central e único, onde constam, para efeitos de identificação eleitoral, o número de sócio, nome e número de votos a que cada sócio tem direito – o que é essencial para permitir que qualquer sócio possa votar numa das 108 secções à sua escolha;

3. ⁠Mais, a operação de descarregamento do voto é operada e monitorizada pela empresa contratada para assegurar, formal e materialmente, a integridade do processo;

4. ⁠Neste quadro, na passada semana realizou-se uma reunião com os mandatários das candidaturas, onde foram referidos, entre outros, dois aspetos essenciais:

A) as candidaturas foram convidadas a apresentarem um mandatário suplementar para, no dia das eleições, acompanharem a evolução eleitoral, no âmbito do caderno – e verificarem o estado de cada sócio com capacidade eleitoral ativa;

B) as candidaturas poderão, também, consultar o caderno, na secretaria geral, mediante solicitação, não sendo passível, naturalmente, a sua reprodução;

5. Torna-se necessário, ainda, relembrar o seguinte: o caderno eleitoral encontra-se fechado desde 25 de setembro, com os números que foram comunicados aos sócios – 255 117 sócios – com possibilidade de votarem, desde que a sua situação, no dia 25/10, seja regular, isto é, com, pelo menos, as quotas do mês de agosto de 2025 pagas.

https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2025/10/20/clube-benfica-mesa-da-assembleia-geral-comunicado-eleicoes-2025

Todas as candidaturas NÃO confirmam o ponto 1

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Citação de vakjew, há 54 minutos:

Esses dois bonecos do Mayer e Cristóvão vão passar o debate de quinta a bater no Noronha. Entretanto o Rui Costa diz umas banalidades e acabou o tempo

Espero que o Manteigas também não se lembre de andar a bater no Noronha. Com essa brincadeira pode fazer com que continue o Rui Costa. Isto só me lembrar o artigo do número de votos dos estatutos. Demasiadas opções deu m*rda. Vamos ver.

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Citação de Castor, há 32 minutos:

Espero que o Manteigas também não se lembre de andar a bater no Noronha. Com essa brincadeira pode fazer com que continue o Rui Costa. Isto só me lembrar o artigo do número de votos dos estatutos. Demasiadas opções deu m*rda. Vamos ver.

Estou farto de dizer isso a quem eu conheço que vai votar Manteigas. Vão brincar às eleições depois choram. Ainda por cima o Rui Costa na primeira volta vai dividir votos com o Vieira. Numa segunda volta tem a chalupada toda com ele e com mais duas semanas de lama atirada para cima do Noronha.

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Citação de Lebohang, há 57 minutos:

Todas as candidaturas NÃO confirmam o ponto 1

Espantava-me se fosse ao contrário. Estes vermes têm tudo muito bem planeado. O Rui diz as maiores alarvidades com o à-vontade de quem está seguro do resultado.

Eu espero estar enganado, mas estes gajos só com violência vão sair de lá. Vão trapacear e, se os deixarem, vão virar os sócios uns contra os outros. Vão destruir o clube se não fizermos nada.

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

Todas as candidaturas NÃO confirmam o ponto 1

Estamos no 2025. Toda a Luz reclama por  cadernos eleitorais diversos ou que os mesmos não sejam consultáveis por todas as candidaturas ... Todas? Não! Uma candidatura povoada por irredutíveis costistas ainda resiste ao invasor. E a vida não é nada fácil para as guarnições de legionários benfiquistas nos campos fortificados de Noronhum, Manteigum, Mayerum e Cristovum... 

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Citação de Lage_Effect, há 3 horas:

 

até em páginas francesas com um decent numero de seguidores 😭

Foste tu @Jimpo???

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Citação de PRFA47, há 8 minutos:

Foste tu @Jimpo???

Tenho dificuldade em utilizar o CMPT quanto mais criar e gerir uma pagina de X

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Citação de Thor Odinsson, há 9 horas:

Acho que começa a ser mais ou menos evidente que a candidatura do Manteigas tem como propósito roubar votos ao Noronha em vez de tirar de lá o ruie.

No caso, improvável e altamente pesadelo,de o ruie ir a segunda volta não me surpreendia assim muito se o manteigas se juntasse ao ruie.

Em relação ao Manteigas ainda o mantenho em boa consideração apesar de não gostar do estilo mas já em relação à sua falange de apoiantes começa a parecer que, por alguma razão muito difícil de entender para mim, preferem qualquer coisa ao Noronha Lopes. Isso ou então tenho de desinstalar as redes sociais todas, o que também não era má ideia.

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Citação de me_and_no_more_, há 2 minutos:

Em relação ao Manteigas ainda o mantenho em boa consideração apesar de não gostar do estilo mas já em relação à sua falange de apoiantes começa a parecer que, por alguma razão muito difícil de entender para mim, preferem qualquer coisa ao Noronha Lopes. Isso ou então tenho de desinstalar as redes sociais todas, o que também não era má ideia.

não é bem assim .... tirando meia duzia de malucos, 95% de quem vota no Manteigas votará no JNL se o mesmo for a uma 2a volta.

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Citação de vakjew, há 16 horas:

Esses dois bonecos do Mayer e Cristóvão vão passar o debate de quinta a bater no Noronha. Entretanto o Rui Costa diz umas banalidades e acabou o tempo

Com a enrabadela que vamos levar hoje o Rui às tantas nem lá aparece.

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Acho que é mais ou menos óbvio que em formato debate, o JNL vai sofrer muito mais que o LFV, Rui Costa e JDM. 
Acredito que o LFV comece por atacar o Rui Costa mas desconfio que vai apontar ao JNL.
Como disseram acima o JDM tem de apontar a parte do eleitorado do JNL e vai aproveitar para atacar o LFV como sempre disse que faria no dia em que tivesse oportunidade. 
Aposto em LFV e JDM como os mais agressivos, Mayer e Cristóvão a mandar mandar uns bitaites que acho que vão prejudicar/atacar mais o JNL que o Rui Costa e o Rui Costa a apostar tudo na postura institucionalista de presidente.
No final do dia acho que vai decidir muito pouco... acho que já está tudo muito cansado da campanha, mas pela dificuldades em comunicação diria que quem tem mais a perder é o JNL porque vai estar num frente a frente com os outros e essa dificuldade vai ser mais notória.

Deixo aqui os meus "5€" em como o rumor de que há lugar para o JDM na SAD do Rui Costa tem algum fundo de verdade... a ver. 

Editado por BelkinR7

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