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Victarion

Cineclube Exquis: Tystnaden (The Silence)

  

23 votos

  1. 1. Escolhe o próximo filme:

    • Dreams, Akira Kurosawa
    • Equus, Sidney Lumet
    • Germania, anno zero (Germany Year Zero), Roberto Rossellini
    • Tystnaden (The Silence), Ingmar Bergman


Publicações recomendadas

não estás à frente de ninguém. a cena é que és novo pelo tópico, tens opção de escolha.

 

esqueci-me do arv, senão dava-lhe a hipótese de escolha.

 

 

 

"esqueci-me"

muahahahah

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Não, por acaso tenho aqui um filme espanhol manhoso para vocês verem.

 

Mas prefiro não escolher, porque ando com dificuldade em arranjar filmes para ver, a cena do imdb que dá filmes com base nas tuas escolhas só me dá m*rda que não me apetece ver : \

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Não, por acaso tenho aqui um filme espanhol manhoso para vocês verem.

 

Mas prefiro não escolher, porque ando com dificuldade em arranjar filmes para ver, a cena do imdb que dá filmes com base nas tuas escolhas só me dá m*rda que não me apetece ver : \

 

podes escolher um filme que já tenhas visto. POr exemplo, todos os que escolhi já tinha visto.

Qd for para escolher escolhes e está feito.

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é pá, que filme marado.

Um maluco que tem a família "presa" dentro de casa. Os filhos estão complemente lavados cerebralmente devido à educação que levaram. Uma porteira que é paga para ter relações sexuais com o filho e que troca bandeletes e k7s de vídeo por minetes de uma das filhas....

 

Não deixa de ser uma crítica à forma como as pessoas são controladas pela filtragem de informação (no filme é a educação dos pais aos filhos e a histórias que inventavam como a do irmão que estava fora de casa por se portar mal e que foi morto por um gato) e que como a absorção de informação vinda do exterior pode provocar alguma confusão (no filme foi a miúda que viu o filme do Rocky).

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Dogtooth

 

Entendo o conceito e a forma de o expor até é interessante, mas existem várias cenas demasiado estranhas e o ritmo não é o melhor. Contudo, é maioritariamente perturbador. Acho que o final podia ter sido outro, com a confrontação da filha mais velha com o mundo real.

 

A realização está num bom nível, as interpretações nem tanto. Demasiada artificialidade, na minha opinião.

 

6,5/10

Editado por Peplin

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Epá que p*ta de doença mental, eu percebo a mensagem que eles estão a tentar transmitir mas porra, isto é surreal, a cena do gato morto então deixou-me completamente afectado.

 

Achei o filme em si fraquinho, tanto a nivel de interpretações, como ao próprio filme em si. Achei muito secante em algumas partes e a história para avançar alguma coisa demora muito tempo. O próprio final em si...

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Concordo com o Peplin, dou 6/10.

 

A Christina é um personagem supérfluo, em especial quando o incesto se tornou numa possibilidade. É simplesmente ilógico ser permitido um elemento externo. Se a ideia é proteger os filhos do mundo exterior, a introdução da Christina naquele mundo coloca em risco todo o trabalho realizado. Mesmo garantindo-lhe permissão, sou incapaz de perdoar a liberdade que lhe é concedida, a Christina deveria estar sempre acompanhada por um dos pais e nunca ser deixada sozinha com os filhos (até durante a relação sexual um dos pais deveria estar presente). Um detalhe: deveriam ter utilizado preservativo (Christina e o rapaz). Outro detalhe: o pai não deveria ter um dos caninos (neste caso assumo que ele usasse um postiço, mas se ele o tirasse em algum momento, por exemplo: antes de ter relações com a mulher, seria um bom detalhe).

 

Não percebi por que motivo os três sujeitos têm idades tão semelhantes. Alguns elementos do filme seriam mais eficazes se a diferença de idades fosse maior, por exemplo: o incesto seria muito mais desconfortável e a cena com a faca mais perturbadora. Já agora, não lhe bastava atirar o avião para a rua, também tinha de lhe cortar o braço? Essa cena caiu do céu e é dispensável, mas a existir, faria mais sentido se fosse a mais nova a atacá-lo, digo isto porque anteriormente ela surge a cortar a barbie com uma tesoura e esse, aparente, sadismo não é concretizado (estou a ignorar a cena do martelo, porque isso está relacionado com a sua obsessão por medicina).

 

Dispensava todas as cenas fora da propriedade, com o fim de aumentar a sensação de isolamento.

 

 

O final dá toda a impressão de que os guionistas não sabiam como acabar o filme.

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Concordo com o Peplin, dou 6/10.

 

A Christina é um personagem supérfluo, em especial quando o incesto se tornou numa possibilidade. É simplesmente ilógico ser permitido um elemento externo. Se a ideia é proteger os filhos do mundo exterior, a introdução da Christina naquele mundo coloca em risco todo o trabalho realizado. Mesmo garantindo-lhe permissão, sou incapaz de perdoar a liberdade que lhe é concedida, a Christina deveria estar sempre acompanhada por um dos pais e nunca ser deixada sozinha com os filhos (até durante a relação sexual um dos pais deveria estar presente). Um detalhe: deveriam ter utilizado preservativo (Christina e o rapaz). Outro detalhe: o pai não deveria ter um dos caninos (neste caso assumo que ele usasse um postiço, mas se ele o tirasse em algum momento, por exemplo: antes de ter relações com a mulher, seria um bom detalhe).

 

Não percebi por que motivo os três sujeitos têm idades tão semelhantes. Alguns elementos do filme seriam mais eficazes se a diferença de idades fosse maior, por exemplo: o incesto seria muito mais desconfortável e a cena com a faca mais perturbadora. Já agora, não lhe bastava atirar o avião para a rua, também tinha de lhe cortar o braço? Essa cena caiu do céu e é dispensável, mas a existir, faria mais sentido se fosse a mais nova a atacá-lo, digo isto porque anteriormente ela surge a cortar a barbie com uma tesoura e esse, aparente, sadismo não é concretizado (estou a ignorar a cena do martelo, porque isso está relacionado com a sua obsessão por medicina).

 

Dispensava todas as cenas fora da propriedade, com o fim de aumentar a sensação de isolamento.

 

 

O final dá toda a impressão de que os guionistas não sabiam como acabar o filme.

O filme já é perturbador e tu ainda querias que fosse mais :lol:

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Concordo com o Peplin, dou 6/10.

 

A Christina é um personagem supérfluo, em especial quando o incesto se tornou numa possibilidade. É simplesmente ilógico ser permitido um elemento externo. Se a ideia é proteger os filhos do mundo exterior, a introdução da Christina naquele mundo coloca em risco todo o trabalho realizado. Mesmo garantindo-lhe permissão, sou incapaz de perdoar a liberdade que lhe é concedida, a Christina deveria estar sempre acompanhada por um dos pais e nunca ser deixada sozinha com os filhos (até durante a relação sexual um dos pais deveria estar presente). Um detalhe: deveriam ter utilizado preservativo (Christina e o rapaz). Outro detalhe: o pai não deveria ter um dos caninos (neste caso assumo que ele usasse um postiço, mas se ele o tirasse em algum momento, por exemplo: antes de ter relações com a mulher, seria um bom detalhe).

 

Não percebi por que motivo os três sujeitos têm idades tão semelhantes. Alguns elementos do filme seriam mais eficazes se a diferença de idades fosse maior, por exemplo: o incesto seria muito mais desconfortável e a cena com a faca mais perturbadora.

 

O final dá toda a impressão de que os guionistas não sabiam como acabar o filme.

 

Concordo com tudo isto. (excepto da parte do incesto se a diferença de idades fosse muito grande, isso era motivo para eu fechar o filme e não o continuar a ver). Por acaso passei o filme todo a pensar, como raios será o fim disto? É que o que toda a gente ia estar à espera, o meu primeiro pensamento era que a Christina ia contar à Policia mas o que toda a gente estava à espera era um contacto de um dos filhos com o exterior. E podiam ter concretizado isso como última cena.

Editado por Snoop Dogg

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Eu gostei bastante do filme e do seu estilo único, percebo essas criticas à conclusão do filme, o final em aberto já um pouco comum neste tipo de filmes é certo mas neste parece-me justificado, o interesse deles era focarem-se na casa e na reclusão deles, a partir do momento em que ela foge compreende-se que acabem por ali.

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carai, ganda filme.

 

eu gostei imenso. além do Man Bites Dog, é o meu favorito, até agora, no Cineclube CMPT.

 

só uma coisinha: bmfp, o pai tinha o dente porque ele "cresceu de volta para poder conduzir". Só podes sair quando o dente cair, só podes sair de carro, só podes conduzir quando o dente voltar a nascer. daí o pai poder sair e conduzir.

 

eu acho que o filme tem cenas altamente bizarras. E fiquei com inúmeras questões. A lavagem cerebral foi perturbante, mas ao mesmo tempo intrigante. Como é que passavam os dias? qual era o intuito dos pais para aquele (pseudo) treino todo? E quando 1 dos pais morresse, como seria? E como raio os miúdos nunca apanhavam os pais nas suas cenas malucas? e a Christina, não se chibou do pai ter feito aquela insanidade com o vídeo?

 

já agora, a filha mais velha e o pai tiveram um desempenho fantástico. O resto nem tanto, a miúda mais nova tava um desastre. talvez quisessem que fosse mais parola, mas acabou sendo simplesmente uma má actuação.

 

e quase que tinha ficado impressionado demais com a cena do gato.

mas depois veio alguém a querer perder o seu "dogtooth". Até pausei o filme para me recompor. Fiquei chocado, não esperava aquilo. Até porque o filme compõe um panteão de cenas bizarras com cenários calmos, toda uma tranquilidade espalhada ao longo do filme, apesar dos óbvios "deslizes". A cena da cassete com a fita-cola e a do vídeo também me apanharam desprevenido.

 

Eu gostei muito do filme. E sempre gostei de aprender grego, gosto de ouvir a língua, tem imenso..."lirismo".

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só uma coisinha: bmfp, o pai tinha o dente porque ele "cresceu de volta para poder conduzir". Só podes sair quando o dente cair, só podes sair de carro, só podes conduzir quando o dente voltar a nascer. daí o pai poder sair e conduzir.

Escapou-me esse pormenor.

 

O grego não me fascina tanto. Isso deve ter contribuído para as atuações me terem parecido tão mecânicas.

 

Eu até gosto da premissa do filme, mas faltou alguma atenção ao detalhe. O filme são 90 minutos, podia ser maior e responder a algumas questões. A questão das idades também ajudaria a demonstrar os processos educativos iniciais. E continuo a insistir que cenas no mundo exterior não deveriam de existir. O final com patricídio era o ideal para mim (usar o anestesiante [foreshadowing] e depois aventurar-se como se foi no gato).

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outra coisa que me ocorreu é a possibilidade de eles serem adoptados e de aquilo ser alguma experiência psicológica especial dos pais.

 

claro que o fim podia ter sido diferente. acho que a ideia de ela querer perder o canino à força é uma situação brutalmente boa, mas sem dúvida que devia ter, após ter feito isso, desenrolado noutra situação que não a dela simplesmente se enfiar no carro. Eu até gosto do fim ser aberto, mas podia ter havido mais alguma coisa. mais alguma libertação.

 

já agora, a prova que a gaja fez ganda performance foi a cena dela a imitar o Rocky.

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Nirgendwo in Afrika

 

 

_

 

Picardia faz-me um favor, no 1º post onde tens todos os filmes que vimos, podes por à frente de cada um o user que escolheu? Só pra o pessoal ter mais ou menos a ideia quando for nomear o da semana a seguir.

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  •  
  • Beyond the Black Rainbow (Victarion)
  • The Woman in the Dunes (Don Andres)
  • Coffee and Cigarettes (Major Tom)
  • O Lucky Man (bmfpcdm)
  • Dear Frankie (Jean Ralphio)
  • Les triplettes de Belleville (Peplin)
  • Trauma (bobzz)
  • Mr. Nobody (Victarion)
  • Paris, Texas (Jean Ralphio)
  • Withnail & I (frank the tank)
  • Man Bites Dog (bmfpcdm)
  • Soy Cuba (Peplin)
  • Michael (bmfpcdm)
  • Europa (Victarion)
  • Dogtooth (G1njas)

 

 

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poster-nirgendwo-in-afrika-constantin-film.jpg

 

Nirgendwo In Afrika

 

Gostei muito!

 

Adorei a forma como a Regina descobre a nova realidade em que está inserida, obtendo uma ligação muito forte, e a excelente demonstração do quotidiano africano (neste caso queniano). Detestei a Jettel, acho que não havia necessidade de fazer dela uma putéfia de 3ª categoria.

 

Cenários absolutamente deslumbrantes, história intensa (ainda que o argumento não seja nada de especial) e banda sonora a acompanhar o filme na perfeição. Gostei muito das interpretações da Lea Kurka e do Sidede Onyulo, os restantes estiveram globalmente razoáveis.

 

8,5/10

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Nirgendwo in Afrika: 7/10

 

Gostei, mas não me arrebatou.

 

Pensava que não ia gostar da Jettel devido aos comportamentos e atitudes de burguesia, porém acabou por ser um dos personagens que mais me agradou. Ela depara-se em condições austeras e fora da sua zona de conforto, mas a partir do momento em que descobre o verdadeiro inferno a que escaparam, inicia-se um bom desenvolvimento do personagem. Há uma nítida fratura na relação com o marido, a qual é notada pelo soldado inglês (ela não escrever a carta ao marido) e aproveitada. Sinceramente não a culpo por ceder naquelas circunstâncias. A demonstração de amor e carinho pelo Süßkind não me chocou, tendo em conta a estagnação do casamento, mas gostei da forma como o Süßkind resolve a situação. O marido, em contraste, desiludiu-me, tornou-se num personagem muito irritante, com um comportamento a roçar o passivo-agressivo e não senti pena nenhuma por ele ter quase perdido a família, senti pena por ele ter arrastado a mulher e filha de volta para a Alemanha.

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