Major Tom Publicado 25 Março 2013 Já vi. Escolha interessante :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 25 Março 2013 não estás à frente de ninguém. a cena é que és novo pelo tópico, tens opção de escolha. esqueci-me do arv, senão dava-lhe a hipótese de escolha. "esqueci-me" muahahahah Compartilhar este post Link para o post
Pat Riley Publicado 25 Março 2013 Prefiro não escolher sinceramente. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 25 Março 2013 Prefiro não escolher sinceramente. ias escolher o the beach? Compartilhar este post Link para o post
Pat Riley Publicado 25 Março 2013 Não, por acaso tenho aqui um filme espanhol manhoso para vocês verem. Mas prefiro não escolher, porque ando com dificuldade em arranjar filmes para ver, a cena do imdb que dá filmes com base nas tuas escolhas só me dá m*rda que não me apetece ver : \ Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 25 Março 2013 epá isto se for a tua vez, é escolheres um filme e pronto. não precisas de conices. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 27 Março 2013 Não, por acaso tenho aqui um filme espanhol manhoso para vocês verem. Mas prefiro não escolher, porque ando com dificuldade em arranjar filmes para ver, a cena do imdb que dá filmes com base nas tuas escolhas só me dá m*rda que não me apetece ver : \ podes escolher um filme que já tenhas visto. POr exemplo, todos os que escolhi já tinha visto. Qd for para escolher escolhes e está feito. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 30 Março 2013 é pá, que filme marado. Um maluco que tem a família "presa" dentro de casa. Os filhos estão complemente lavados cerebralmente devido à educação que levaram. Uma porteira que é paga para ter relações sexuais com o filho e que troca bandeletes e k7s de vídeo por minetes de uma das filhas.... Não deixa de ser uma crítica à forma como as pessoas são controladas pela filtragem de informação (no filme é a educação dos pais aos filhos e a histórias que inventavam como a do irmão que estava fora de casa por se portar mal e que foi morto por um gato) e que como a absorção de informação vinda do exterior pode provocar alguma confusão (no filme foi a miúda que viu o filme do Rocky). Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 31 Março 2013 (editado) Dogtooth Entendo o conceito e a forma de o expor até é interessante, mas existem várias cenas demasiado estranhas e o ritmo não é o melhor. Contudo, é maioritariamente perturbador. Acho que o final podia ter sido outro, com a confrontação da filha mais velha com o mundo real. A realização está num bom nível, as interpretações nem tanto. Demasiada artificialidade, na minha opinião. 6,5/10 Editado 31 Março 2013 por Peplin Compartilhar este post Link para o post
Pat Riley Publicado 31 Março 2013 Epá que p*ta de doença mental, eu percebo a mensagem que eles estão a tentar transmitir mas porra, isto é surreal, a cena do gato morto então deixou-me completamente afectado. Achei o filme em si fraquinho, tanto a nivel de interpretações, como ao próprio filme em si. Achei muito secante em algumas partes e a história para avançar alguma coisa demora muito tempo. O próprio final em si... Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 31 Março 2013 Concordo com o Peplin, dou 6/10. A Christina é um personagem supérfluo, em especial quando o incesto se tornou numa possibilidade. É simplesmente ilógico ser permitido um elemento externo. Se a ideia é proteger os filhos do mundo exterior, a introdução da Christina naquele mundo coloca em risco todo o trabalho realizado. Mesmo garantindo-lhe permissão, sou incapaz de perdoar a liberdade que lhe é concedida, a Christina deveria estar sempre acompanhada por um dos pais e nunca ser deixada sozinha com os filhos (até durante a relação sexual um dos pais deveria estar presente). Um detalhe: deveriam ter utilizado preservativo (Christina e o rapaz). Outro detalhe: o pai não deveria ter um dos caninos (neste caso assumo que ele usasse um postiço, mas se ele o tirasse em algum momento, por exemplo: antes de ter relações com a mulher, seria um bom detalhe). Não percebi por que motivo os três sujeitos têm idades tão semelhantes. Alguns elementos do filme seriam mais eficazes se a diferença de idades fosse maior, por exemplo: o incesto seria muito mais desconfortável e a cena com a faca mais perturbadora. Já agora, não lhe bastava atirar o avião para a rua, também tinha de lhe cortar o braço? Essa cena caiu do céu e é dispensável, mas a existir, faria mais sentido se fosse a mais nova a atacá-lo, digo isto porque anteriormente ela surge a cortar a barbie com uma tesoura e esse, aparente, sadismo não é concretizado (estou a ignorar a cena do martelo, porque isso está relacionado com a sua obsessão por medicina). Dispensava todas as cenas fora da propriedade, com o fim de aumentar a sensação de isolamento. O final dá toda a impressão de que os guionistas não sabiam como acabar o filme. Compartilhar este post Link para o post
G1njas Publicado 1 Abril 2013 Concordo com o Peplin, dou 6/10. A Christina é um personagem supérfluo, em especial quando o incesto se tornou numa possibilidade. É simplesmente ilógico ser permitido um elemento externo. Se a ideia é proteger os filhos do mundo exterior, a introdução da Christina naquele mundo coloca em risco todo o trabalho realizado. Mesmo garantindo-lhe permissão, sou incapaz de perdoar a liberdade que lhe é concedida, a Christina deveria estar sempre acompanhada por um dos pais e nunca ser deixada sozinha com os filhos (até durante a relação sexual um dos pais deveria estar presente). Um detalhe: deveriam ter utilizado preservativo (Christina e o rapaz). Outro detalhe: o pai não deveria ter um dos caninos (neste caso assumo que ele usasse um postiço, mas se ele o tirasse em algum momento, por exemplo: antes de ter relações com a mulher, seria um bom detalhe). Não percebi por que motivo os três sujeitos têm idades tão semelhantes. Alguns elementos do filme seriam mais eficazes se a diferença de idades fosse maior, por exemplo: o incesto seria muito mais desconfortável e a cena com a faca mais perturbadora. Já agora, não lhe bastava atirar o avião para a rua, também tinha de lhe cortar o braço? Essa cena caiu do céu e é dispensável, mas a existir, faria mais sentido se fosse a mais nova a atacá-lo, digo isto porque anteriormente ela surge a cortar a barbie com uma tesoura e esse, aparente, sadismo não é concretizado (estou a ignorar a cena do martelo, porque isso está relacionado com a sua obsessão por medicina). Dispensava todas as cenas fora da propriedade, com o fim de aumentar a sensação de isolamento. O final dá toda a impressão de que os guionistas não sabiam como acabar o filme. O filme já é perturbador e tu ainda querias que fosse mais :lol: Compartilhar este post Link para o post
Pat Riley Publicado 1 Abril 2013 (editado) Concordo com o Peplin, dou 6/10. A Christina é um personagem supérfluo, em especial quando o incesto se tornou numa possibilidade. É simplesmente ilógico ser permitido um elemento externo. Se a ideia é proteger os filhos do mundo exterior, a introdução da Christina naquele mundo coloca em risco todo o trabalho realizado. Mesmo garantindo-lhe permissão, sou incapaz de perdoar a liberdade que lhe é concedida, a Christina deveria estar sempre acompanhada por um dos pais e nunca ser deixada sozinha com os filhos (até durante a relação sexual um dos pais deveria estar presente). Um detalhe: deveriam ter utilizado preservativo (Christina e o rapaz). Outro detalhe: o pai não deveria ter um dos caninos (neste caso assumo que ele usasse um postiço, mas se ele o tirasse em algum momento, por exemplo: antes de ter relações com a mulher, seria um bom detalhe). Não percebi por que motivo os três sujeitos têm idades tão semelhantes. Alguns elementos do filme seriam mais eficazes se a diferença de idades fosse maior, por exemplo: o incesto seria muito mais desconfortável e a cena com a faca mais perturbadora. O final dá toda a impressão de que os guionistas não sabiam como acabar o filme. Concordo com tudo isto. (excepto da parte do incesto se a diferença de idades fosse muito grande, isso era motivo para eu fechar o filme e não o continuar a ver). Por acaso passei o filme todo a pensar, como raios será o fim disto? É que o que toda a gente ia estar à espera, o meu primeiro pensamento era que a Christina ia contar à Policia mas o que toda a gente estava à espera era um contacto de um dos filhos com o exterior. E podiam ter concretizado isso como última cena. Editado 1 Abril 2013 por Snoop Dogg Compartilhar este post Link para o post
frnk th tnk Publicado 1 Abril 2013 Eu gostei bastante do filme e do seu estilo único, percebo essas criticas à conclusão do filme, o final em aberto já um pouco comum neste tipo de filmes é certo mas neste parece-me justificado, o interesse deles era focarem-se na casa e na reclusão deles, a partir do momento em que ela foge compreende-se que acabem por ali. Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 2 Abril 2013 carai, ganda filme. eu gostei imenso. além do Man Bites Dog, é o meu favorito, até agora, no Cineclube CMPT. só uma coisinha: bmfp, o pai tinha o dente porque ele "cresceu de volta para poder conduzir". Só podes sair quando o dente cair, só podes sair de carro, só podes conduzir quando o dente voltar a nascer. daí o pai poder sair e conduzir. eu acho que o filme tem cenas altamente bizarras. E fiquei com inúmeras questões. A lavagem cerebral foi perturbante, mas ao mesmo tempo intrigante. Como é que passavam os dias? qual era o intuito dos pais para aquele (pseudo) treino todo? E quando 1 dos pais morresse, como seria? E como raio os miúdos nunca apanhavam os pais nas suas cenas malucas? e a Christina, não se chibou do pai ter feito aquela insanidade com o vídeo? já agora, a filha mais velha e o pai tiveram um desempenho fantástico. O resto nem tanto, a miúda mais nova tava um desastre. talvez quisessem que fosse mais parola, mas acabou sendo simplesmente uma má actuação. e quase que tinha ficado impressionado demais com a cena do gato. mas depois veio alguém a querer perder o seu "dogtooth". Até pausei o filme para me recompor. Fiquei chocado, não esperava aquilo. Até porque o filme compõe um panteão de cenas bizarras com cenários calmos, toda uma tranquilidade espalhada ao longo do filme, apesar dos óbvios "deslizes". A cena da cassete com a fita-cola e a do vídeo também me apanharam desprevenido. Eu gostei muito do filme. E sempre gostei de aprender grego, gosto de ouvir a língua, tem imenso..."lirismo". Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 2 Abril 2013 só uma coisinha: bmfp, o pai tinha o dente porque ele "cresceu de volta para poder conduzir". Só podes sair quando o dente cair, só podes sair de carro, só podes conduzir quando o dente voltar a nascer. daí o pai poder sair e conduzir. Escapou-me esse pormenor. O grego não me fascina tanto. Isso deve ter contribuído para as atuações me terem parecido tão mecânicas. Eu até gosto da premissa do filme, mas faltou alguma atenção ao detalhe. O filme são 90 minutos, podia ser maior e responder a algumas questões. A questão das idades também ajudaria a demonstrar os processos educativos iniciais. E continuo a insistir que cenas no mundo exterior não deveriam de existir. O final com patricídio era o ideal para mim (usar o anestesiante [foreshadowing] e depois aventurar-se como se foi no gato). Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 2 Abril 2013 outra coisa que me ocorreu é a possibilidade de eles serem adoptados e de aquilo ser alguma experiência psicológica especial dos pais. claro que o fim podia ter sido diferente. acho que a ideia de ela querer perder o canino à força é uma situação brutalmente boa, mas sem dúvida que devia ter, após ter feito isso, desenrolado noutra situação que não a dela simplesmente se enfiar no carro. Eu até gosto do fim ser aberto, mas podia ter havido mais alguma coisa. mais alguma libertação. já agora, a prova que a gaja fez ganda performance foi a cena dela a imitar o Rocky. Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 2 Abril 2013 o outro moço nada diz. escolhe lá o filme, arv. Compartilhar este post Link para o post
Pat Riley Publicado 3 Abril 2013 Nirgendwo in Afrika _ Picardia faz-me um favor, no 1º post onde tens todos os filmes que vimos, podes por à frente de cada um o user que escolheu? Só pra o pessoal ter mais ou menos a ideia quando for nomear o da semana a seguir. Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 3 Abril 2013 Beyond the Black Rainbow (Victarion) The Woman in the Dunes (Don Andres) Coffee and Cigarettes (Major Tom) O Lucky Man (bmfpcdm) Dear Frankie (Jean Ralphio) Les triplettes de Belleville (Peplin) Trauma (bobzz) Mr. Nobody (Victarion) Paris, Texas (Jean Ralphio) Withnail & I (frank the tank) Man Bites Dog (bmfpcdm) Soy Cuba (Peplin) Michael (bmfpcdm) Europa (Victarion) Dogtooth (G1njas) Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 7 Abril 2013 Nirgendwo In Afrika Gostei muito! Adorei a forma como a Regina descobre a nova realidade em que está inserida, obtendo uma ligação muito forte, e a excelente demonstração do quotidiano africano (neste caso queniano). Detestei a Jettel, acho que não havia necessidade de fazer dela uma putéfia de 3ª categoria. Cenários absolutamente deslumbrantes, história intensa (ainda que o argumento não seja nada de especial) e banda sonora a acompanhar o filme na perfeição. Gostei muito das interpretações da Lea Kurka e do Sidede Onyulo, os restantes estiveram globalmente razoáveis. 8,5/10 Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 8 Abril 2013 Nirgendwo in Afrika: 7/10 Gostei, mas não me arrebatou. Pensava que não ia gostar da Jettel devido aos comportamentos e atitudes de burguesia, porém acabou por ser um dos personagens que mais me agradou. Ela depara-se em condições austeras e fora da sua zona de conforto, mas a partir do momento em que descobre o verdadeiro inferno a que escaparam, inicia-se um bom desenvolvimento do personagem. Há uma nítida fratura na relação com o marido, a qual é notada pelo soldado inglês (ela não escrever a carta ao marido) e aproveitada. Sinceramente não a culpo por ceder naquelas circunstâncias. A demonstração de amor e carinho pelo Süßkind não me chocou, tendo em conta a estagnação do casamento, mas gostei da forma como o Süßkind resolve a situação. O marido, em contraste, desiludiu-me, tornou-se num personagem muito irritante, com um comportamento a roçar o passivo-agressivo e não senti pena nenhuma por ele ter quase perdido a família, senti pena por ele ter arrastado a mulher e filha de volta para a Alemanha. Compartilhar este post Link para o post
Pat Riley Publicado 8 Abril 2013 Somos cada vez menos :mrgreen: Escolhe o próximo pep, tens menos que o bmfpcdm Compartilhar este post Link para o post