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manelm

Uma vez acabada a licenciatura... e agora? Planos?

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Eu quero ser cangalheiro.!

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Eu quero tirar fotocópias!

Com esse nome só se for pra levar no cu para os lado do cacém.

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Pensava que a Amália já se tinha ido embora, pelos vistos voltou.

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pessoalmente nunca pensei muito em ir trabalhar logo de seguida.

estou com vontade de estudar e aprender coisas no mestrado a que concorri, e portanto vou aproveitar o embalo. nao sei se e a area certa para mim, mas se for nao conseguiria experiencia nela por ai alem a trabalhar.

acho que tudo depende das condiçoes financeiras e do grau de necessidade de independencia + saturaçao com a licenciatura. nao estou saturado de estudar, começo a sentir alguma necessidade de independencia mas nada por ai alem, as condiçoes financeiras e que nao sao as melhores. provavelmente vou ter de pedir um dos emprestimos que falaram por ai, mas acho que o mestrado vai realmente adicionar valor como o outro diz, portanto vou faze-lo.

 

manel, acho que se estas nessas duvidas ja podias ter começado a rondar entrevistas para veres em que ponto estavas, se tinhas boas empresas a gostarem de ti, por exemplo. e isso podia pesar na tua decisao. podias ate ja ter algo concreto em maos e a decisao ia ser mais facil. anyway, a maior parte das pessoas que conheço que estao a acabar a licenciatura estao a fazer isso ha algum tempo (mesmo para entrar em Setembro), nao sei se as empresas dispersam os recrutamentos ao longo do ano mas parece-me que esta e a altura onde o fazem mais. e estes processos levam algum tempo.

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A m*rda é que daqui a 10 dias entro em exames e dia 1 de Julho arranco para a Ásia durante 1 mês e 10 dias. Que m*rda.

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Então, vais papar Vietnamitas?

 

Eu também ando muito na dúvida se faço Doutoramento quando me formar.

 

Por um lado acho que sacrificaria um pouco a minha entrega a qualquer atelier / impossibilitaria que estagiasse num atelier estrangeiro. Por outro tenho como objectivo vir a leccionar Projecto aqui no curso, para o ano já devo ser monitor... E afastando-me durante uns tempos acabo por perder a ligação à Universidade.

 

Para além de ter a certeza que ia adorar dar aulas, era um bom tacho, vinha aqui 2/3vzs por semana durante umas horinhas, e recebia uns bons trocos que me dariam segurança para ter um atelier e poder ser minimamente selectivo em relação aos projectos que escolhia..

 

HALP :smilie_cmpt:

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Tchi, olhó joe!

Nao percebo nada de ateliers :mrgreen: O que achas que te daria mais segurança para o futuro? Ligações ao atelier ou a Universidade? Se te dava uns trocos acho que ate é um bom começo...

Tambem ando pelo Zoo na area de Educação Ambiental para ganhar dinheiro e fazer aquilo que realmente gostava. Nao e bem a minha área mas anda la perto

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Eu acabo a minha daqui a um ano e nunca estive tão na ignorância sobre o que se ia passar na minha vida nesse espaço de tempo como agora. Mestrado é algo improvável, até porque o que quero tem entrada praticamente impossível... Seria o de Treino de Alto Rendimento, mas aquilo é de tal maneira concorrido que a entrada é para atletas e treinadores olímpicos, atletas de alta competição, treinadores de alta competição, gente que participou na elaboração de artigos científicos... eu não me enquadro em nenhuma das categorias. Os outros mestrados, coisas como Exercício e Saúde, Psicologia do Desporto, Ensino ou Gestão interessam-me muito pouco porque não pretendo exercer nenhuma das áreas.

 

Por outro lado queria muito começar a trabalhar a sério no que faço, ser profissional, ganhar a minha vida com isto, mas o círculo é tão estreito e faz-se tão pouco dinheiro que a possibilidade de ser eu me sustentar a mim mesmo neste meio não é nada fácil. Temo seriamente daqui a um ano ser empurrado para um mestrado que não quero ou acabar enfiado num ginásio a fazer de PT...

 

Isto a menos que me saia a sorte grande e alguém se lembre de mim algures durante este percurso.

Editado por Chandler

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Quando terminei a licenciatura (2008/2009) comecei em seguida o mestrado. Por quatro motivos, um, porque a licenciatura em psicologia clínica não me realizava totalmente, dois, não me via fechado num consultório, o dia todo, a dar consultas, três, o mundo das organizações sempre me fascinou pela sua dinâmica e complexidade e, quatro, porque nessa altura apareceu a Ordem dos Psicólogos que defendia que todo e qualquer psicólogo devia ter o mestrado se quisesse exercer (uma grande falácia).

 

Nesse mesmo período de tempo, entre o fim da licenciatura e início do mestrado, estive envolvido em vários projetos de investigação que me valeram algumas publicações (e currículo), projetos esses que iam ao encontro do novo plano que tinha definido, atuar na área das organizações. O meu mestrado nasceu de uma parceria entre a UAlg e a UAL, sendo que tinha aulas em Lisboa, com professores de ambas as universidades, mas o certificado iria ser sempre emitido pela UAlg.

 

Lembro-me perfeitamente que comecei o mestrado em outubro (6.ª feira em horário pós-laboral e sábado o dia todo) e que até janeiro/fevereiro não consegui parar, devido às aulas e aos projetos em que estava envolvido. Quando terminei os projetos (pelo menos grande parte deles) quis, por necessidade pessoal, procurar alguma ocupação que me ocupasse toda a semana. Nessa altura caiu-me no colo, literalmente, a hipótese de trabalhar, em part-time, no departamento de Ciências Económicas e Empresariais da UAL. A minha tarefa era co-coordenar alguns projetos de investigação que estavam em vigência no departamento. Voltava, novamente, à investigação. Estive entre abril de 2010 e abril de 2011 naquele departamento, saí devido ao início da crise financeira e também devido a guerras internas que levaram a que a direção de departamento dessa altura tenha caído no final desse ano. Além do trabalho, estabeleci vários contactos com pessoas do mundo académico e empresarial, bem como tive algumas situações saborosas, como, por exemplo. ganharmos à Universidade Católica uma parceria de investigação com o IAPMEI.

 

Entre outubro de 2010 e abril de 2011, além de trabalhar na UAL, estava, igualmente, a fazer estágio curricular, dissertação de mestrado e relatório de estágio. Por inerência de todas estas atividades, tive que começar a fazer mais horas na UAL, para compensar as horas de estágio, o que me obrigou a adotar uma gestão de tempo rigorosa. Não foi fácil, trabalhar em dois sítios, ainda que num fosse em regime de estágio, e fazer as atividades mais académicas.

 

Depois da saída da UAL estive até novembro de 2011 a trabalhar, somente, na minha dissertação de mestrado, no meu relatório de estágio e no meu estágio curricular. Em junho de 2011 fechei o relatório e o estágio e fiquei só com a dissertação. Apresentei a dissertação em novembro de 2011 e terminei o mestrado. Logo nessa altura o meu orientador convidou-me para fazer doutoramento, mas declinei a hipótese, porque, um, estava cansado de investigar (10 meses de dissertação e várias reuniões na empresa onde implementei o projeto levaram-me à exaustão) e, dois, só iria fazer doutoramento como bolseiro - sempre coloquei esse cenário como obrigatório para fazer essa formação.

 

Logo aí (no final do mestrado), apareceram-me várias oportunidades de trabalho como freelancer, ao nível da investigação, formação e acompanhamento profissional - todas elas através dos conhecimentos que estabeleci e por recomendação. Nem um mês de férias tive entre o final da dissertação e o início destes trabalhos. Até maio de de 2012 quase não parei, além disso, surgiram algumas oportunidades para dar algumas aulas na UAL e participar em investigações deles. Estava, novamente, ligado à investigação, mas complementava essa atividade com a formação e o acompanhamento profissional.

 

Em abril/maio de 2012 aparece-me a oportunidade, através do meu orientador de dissertação de mestrado, de me candidatar a uma bolsa da FCT. Abrandei as minhas atividades de formação e acompanhamento profissional, e passei-me a dedicar à elaboração do projeto quase a tempo inteiro. Até junho/julho (já não sei precisar bem quando foi o concurso), trabalhei sem parar no projeto e na publicação de alguns artigos, porque estes iriam ajudar-me na obtenção da bolsa.

 

Desde que soube que iria ter bolsa até dezembro de 2012 passei bastante tempo a viajar entre Lisboa e Faro, para ter aulas, reuniões, etc., a trabalhar na minha investigação e a colaborar com outras. Essa rotina mantém-se até agora.

 

PS: Manel, conheço uma professora do mestrado em Marketing do ISEG e que, por acaso, foi a minha "madrinha" no mundo da investigação. Se quiseres informações, manda-me PM que eu falo com ela.

Editado por Vaart

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Entrei ontem no Mestrado em Economia na FEP.

A 1ª opção era o Master in Management, que é internacional, melhor para o curriculo e ficava com uma formação mais abrangente, mas não entrei.

Não fico descontente, que durante o último ano e meio sempre quis o Mestrado em Economia, só na altura das candidaturas decidi meter o outro em 1º.

 

Estava no recrutamento da PwC, mas acabei por não entrar. Cá no Porto recrutavam sempre entre 20 a 30 pessoas, este ano só vão recrutar à volta de 10, fica mais complicado.

Se tivesse entrado na PwC cagava para o mestrado e ia só trabalhar para lá.

Assim, se não me surgirem boas oportunidades de emprego nos próximos 3 meses fico só em Mestrado. Sendo que é o que os meus pais prefererem, não terei problema com financiamento...

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Quando terminei a licenciatura (2008/2009) comecei em seguida o mestrado. Por quatro motivos, um, porque a licenciatura em psicologia clínica não me realizava totalmente, dois, não me via fechado num consultório, o dia todo, a dar consultas, três, o mundo das organizações sempre me fascinou pela sua dinâmica e complexidade e, quatro, porque nessa altura apareceu a Ordem dos Psicólogos que defendia que todo e qualquer psicólogo devia ter o mestrado se quisesse exercer (uma grande falácia).

 

Nesse mesmo período de tempo, entre o fim da licenciatura e início do mestrado, estive envolvido em vários projetos de investigação que me valeram algumas publicações (e currículo), projetos esses que iam ao encontro do novo plano que tinha definido, atuar na área das organizações. O meu mestrado nasceu de uma parceria entre a UAlg e a UAL, sendo que tinha aulas em Lisboa, com professores de ambas as universidades, mas o certificado iria ser sempre emitido pela UAlg.

 

Lembro-me perfeitamente que comecei o mestrado em outubro (6.ª feira em horário pós-laboral e sábado o dia todo) e que até janeiro/fevereiro não consegui parar, devido às aulas e aos projetos em que estava envolvido. Quando terminei os projetos (pelo menos grande parte deles) quis, por necessidade pessoal, procurar alguma ocupação que me ocupasse toda a semana. Nessa altura caiu-me no colo, literalmente, a hipótese de trabalhar, em part-time, no departamento de Ciências Económicas e Empresariais da UAL. A minha tarefa era co-coordenar alguns projetos de investigação que estavam em vigência no departamento. Voltava, novamente, à investigação. Estive entre abril de 2010 e abril de 2011 naquele departamento, saí devido ao início da crise financeira e também devido a guerras internas que levaram a que a direção de departamento dessa altura tenha caído no final desse ano. Além do trabalho, estabeleci vários contactos com pessoas do mundo académico e empresarial, bem como tive algumas situações saborosas, como, por exemplo. ganharmos à Universidade Católica uma parceria de investigação com o IAPMEI.

 

Entre outubro de 2010 e abril de 2011, além de trabalhar na UAL, estava, igualmente, a fazer estágio curricular, dissertação de mestrado e relatório de estágio. Por inerência de todas estas atividades, tive que começar a fazer mais horas na UAL, para compensar as horas de estágio, o que me obrigou a adotar uma gestão de tempo rigorosa. Não foi fácil, trabalhar em dois sítios, ainda que num fosse em regime de estágio, e fazer as atividades mais académicas.

 

Depois da saída da UAL estive até novembro de 2011 a trabalhar, somente, na minha dissertação de mestrado, no meu relatório de estágio e no meu estágio curricular. Em junho de 2011 fechei o relatório e o estágio e fiquei só com a dissertação. Apresentei a dissertação em novembro de 2011 e terminei o mestrado. Logo nessa altura o meu orientador convidou-me para fazer doutoramento, mas declinei a hipótese, porque, um, estava cansado de investigar (10 meses de dissertação e várias reuniões na empresa onde implementei o projeto levaram-me à exaustão) e, dois, só iria fazer doutoramento como bolseiro - sempre coloquei esse cenário como obrigatório para fazer essa formação.

 

Logo aí (no final do mestrado), apareceram-me várias oportunidades de trabalho como freelancer, ao nível da investigação, formação e acompanhamento profissional - todas elas através dos conhecimentos que estabeleci e por recomendação. Nem um mês de férias tive entre o final da dissertação e o início destes trabalhos. Até maio de de 2012 quase não parei, além disso, surgiram algumas oportunidades para dar algumas aulas na UAL e participar em investigações deles. Estava, novamente, ligado à investigação, mas complementava essa atividade com a formação e o acompanhamento profissional.

 

Em abril/maio de 2012 aparece-me a oportunidade, através do meu orientador de dissertação de mestrado, de me candidatar a uma bolsa da FCT. Abrandei as minhas atividades de formação e acompanhamento profissional, e passei-me a dedicar à elaboração do projeto quase a tempo inteiro. Até junho/julho (já não sei precisar bem quando foi o concurso), trabalhei sem parar no projeto e na publicação de alguns artigos, porque estes iriam ajudar-me na obtenção da bolsa.

 

Desde que soube que iria ter bolsa até dezembro de 2012 passei bastante tempo a viajar entre Lisboa e Faro, para ter aulas, reuniões, etc., a trabalhar na minha investigação e a colaborar com outras. Essa rotina mantém-se até agora.

 

PS: Manel, conheço uma professora do mestrado em Marketing do ISEG e que, por acaso, foi a minha "madrinha" no mundo da investigação. Se quiseres informações, manda-me PM que eu falo com ela.

 

Só para dizer que és grande! :prayer:

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Só para dizer que és grande! :prayer:

 

Porquê? É uma percurso relativamente normal, não tem nada de fantástico.

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Pá, eu pelo menos não tinha força de vontade para tanto. :mrgreen: Bem sei que é uma coisa de que gostas muito, mas gabo-te o grande esforço que tens feito em prol da tua carreira académica e profissional.

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Eu sempre quis fazer algo que gostasse e por isso tentei ao máximo chegar até este momento. Mas, nem tudo são rosas, já levei umas belas rasteiras até de antigos professores meus, não percebo com que necessidade. Aliás, esta área como todas as outras é um ninho de cobras e dragões. Ou um gajo tem arcaboiço e sabe engolir a seco ou então arrisca-se a perder as estribeiras e meter-se em algumas confusões.

 

PS: Alex, ainda vais a tempo de integrar investigações. Informa-te na tua universidade, de certeza que há um núcleo de investigação.

PPS: Há aqui um gajo, que não é licenciado, mas que gostava de o ver escrever algo sobre a carreira dele. Sr. Shaft :mrgreen:

Editado por Vaart

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Pá, eu pelo menos não tinha força de vontade para tanto. icon_mrgreen.gif Bem sei que é uma coisa de que gostas muito, mas gabo-te o grande esforço que tens feito em prol da tua carreira académica e profissional.

 

 

Eu sempre quis fazer algo que gostasse e por isso tentei ao máximo chegar até este momento. Mas, nem tudo são rosas, já levei umas belas rasteiras até de antigos professores meus, não percebo com que necessidade. Aliás, esta área como todas as outras é um ninho de cobras e dragões. Ou um gajo tem arcaboiço e sabe engolir a seco ou então arrisca-se a perder as estribeiras e meter-se em algumas confusões.

 

PS: Alex, ainda vais a tempo de integrar investigações. Informa-te na tua universidade, de certeza que há um núcleo de investigação.

PPS: Há aqui um gajo, que não é licenciado, mas que gostava de o ver escrever algo sobre a carreira dele. Sr. Shaft icon_mrgreen.gif

 

É o que digo um gajo fazendo o que gosta faz sempre mais e melhor. O cliché "quem corre por gosto não cansa" é tão mas tão verdade.

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Não tem bem a ver com a pergunta do tópico, mas vale a pena tirar um CET? Acabei o 12º há dois anos, e na altura apesar de ter sido a minha vontade seguir para uma licenciatura não tinha condições para o fazer. Estive a trabalhar durante este tempo para ajudar a família e este ano gostava de começar a preparar terreno para uma possível licenciatura. Não me inscrevi no exame já este ano porque não creio que tenha condições para suportar financeiramente os 3 anos. Logo, surge a hipótese do CET. Tem a duração de um ano, que consigo suportar. O CET em que estou interessado (Electromedicina) dá acesso ao Curso que gostava de seguir (Engenharia Biomédica) e caso no próximo ano continue a não ter condições, sempre fico com algo mais que o 12º. É uma perda de tempo ou vale a pena arriscar?

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