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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Olha que não Vaart, o PDR tem uns 2,5/3% nas sondagens, e isso deve dar em princípio para uns 2/3 deputados, ou seja, mais visibilidade.

 

E isso adianta-lhes de quê?

 

Sinceramente, não sei que benefício podem retirar disso.

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E isso adianta-lhes de quê?

 

Sinceramente, não sei que benefício podem retirar disso.

 

Ganham influência num partido com pouca estrutura mas visibilidade nacional uma vez que têm pelo menos um deputado e eles vêm vantagem nisso. Talvez depois em certas autárquicas tentem candidatar-se a uma junta ali, ou câmara aqui e é mais fácil fazerem isso com um Partido com assento parlamentar(porque é mais conhecido e tem mais fundos).

 

Eu penso que a lógica é esta.

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Vaart, o BE nas primeiras legislativas em que concorreu elegeu dois deputados.

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Ganham influência num partido com pouca estrutura mas visibilidade nacional uma vez que têm pelo menos um deputado e eles vêm vantagem nisso. Talvez depois em certas autárquicas tentem candidatar-se a uma junta ali, ou câmara aqui e é mais fácil fazerem isso com um Partido com assento parlamentar(porque é mais conhecido e tem mais fundos).Eu penso que a lógica é esta.

 

Sim, essa pode ser a lógica.

 

Vaart, o BE nas primeiras legislativas em que concorreu elegeu dois deputados.

 

Eu lembro-me, Louçã e Fazenda.

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Guest Dpitz

Andam-me a chatear para ir a 1 jantar da JS. Mas eu não gosto dos partidos. Acho que são algo que turvam a mente, e que directa ou indirectamente toldam o olhar, criando-se "palas" que impedem que uma pessoa tenha uma visão panorâmica da realidade.

 

No entanto como me estão a chatear muito, e para não estar a dizer que não, sou gajo de ir ao jantar numa de beber uns copos, já que não se paga e para ver como vive essa gente que não tem a capacidade de ter visões panorâmicas. Estou é na dúvida se levo uma t-shirt do Capitão Falcão, ou do Che Guevara, ou de outra figura política/revolucionária.

so turvam a mente se deixares que o façam. E nem todos tem uma "agenda" para precisarem de turvar mentes.

falo por experiencia propria. estou num partido ha 5 anos prai e nunca defendi algo em que nao acreditasse, nem deixei de defender outras coisas em que o meu partido nao acredita. E nunca me senti prejudicado, bem pelo contrario...ate tenho algumas tarefas relativamente importantes

 

 

Só não percebo o porquê de quererem tomar de assalto partidos pequenos e sem estrutura. Qual será o objetivo por detrás disso?

Influência, visibilidade, dinheiro.

tomar o poder de um partido pequeno é relativamente fácil, basta juntares 30 ou 40 gajos....mesmo partidos maiores, como o Syriza ha 18meses (+-) com a entrada de muita malta dos partidos do poder que estavam em queda, sao alvo de golpes deste genero, mas aqui com outras intenções.

 

com isto percebe se que o MeP soube que o MPT foi assaltado pela igreja. Só nao soube preparar se para um 2o ataque, mas va ainda foi a tempo...

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Guest Dpitz

ricardo-salgado.jpg

Capturar.JPG

 

:-

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Isso do ricardo Salgado só pode ser tanga, eles perderam fortuna mas não deixam de ser ricos.

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O roubar partidos pequenos tem outra face, como mostrou o PNR - dessa maneira consegues ter um partido a denfeder posições que ao serem demonstradas aquando da formação do partido não iria o partido ser aceite pelo tribunal constitucional. E acredito que algumas das ideias do evangelistas não fossem aceites.

 

Tomar de assalto um partido grande é quase impossível, mas um pequenino faz-se com uma perna atrás das costas.

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Mas alguém acredita nisso, o homem continua a ter mais dinheiro e bens que nós todos juntos.

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Guest Dpitz

óbvio que o homem não anda na sopa dos pobres.

não tem nada, ou quase nada, em nome dele, mas não quer dizer que não tenha nada.

 

O roubar partidos pequenos tem outra face, como mostrou o PNR - dessa maneira consegues ter um partido a denfeder posições que ao serem demonstradas aquando da formação do partido não iria o partido ser aceite pelo tribunal constitucional. E acredito que algumas das ideias do evangelistas não fossem aceites.

 

Tomar de assalto um partido grande é quase impossível, mas um pequenino faz-se com uma perna atrás das costas.

o PNR é um caso diferente. Não foi roubado, foi comprado.

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Já alguém leu o livro do Pablo Iglesias?

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Guest Dpitz

5 eixos centrais do pré-programa da CDU para as legislativas 2015 apresentado hoje (resumido):

 

1 - Afirmação do Portugal livre e soberano:

- romper com ingerências externas;

- reduzir défices estruturais;

- recuperar o desenvolvimento soberano;

- renegociação da dívida como imperativo nacional, em especial a dívida directa do Estado com redução dos montantes não inferior a 50% do valor nominal, ao mesmo tempo que se renegoceiam dos prazos e dos juros visando a diminuição dos custos do serviço da dívida em 75% que, associado a um pagamento que tenha como referência o valor das exportações, permitirá libertar mais de seis mil milhões de euros por ano para os atribuir ao investimento público, às funções sociais do Estado, à dinamização da economia;

- libertação de Portugal do poder dos grupos monopolistas, pela retoma do controlo público dos sectores estratégicos (da banca à energia), transformando-os em alavancas para o desenvolvimento e a melhoria da competitividade e para travar a fuga de capitais canalizando-os para o investimento interno;

- recapitalização da TAP por via do Estado e a garantia do controlo público da totalidade da empresa;

- estudo e a preparação do País para se libertar da submissão ao Euro e recuperar para o Estado instrumentos de soberania como os do poder monetário, orçamental ou cambial;

 

2 - Um País desenvolvido e solidário:

- defesa e valorização dos sectores produtivos e da produção nacional, uma estratégia de reindustrialização e de desenvolvimento da agricultura e das pescas, o apoio à actividade das micro, pequenas e médias empresas;

- Promover o emprego, assegurar uma justa distribuição da riqueza, valorizar salários e direitos;

- incremento do investimento público e privado, uma viragem na gestão dos fundos comunitários e nas políticas de formação, investigação e desenvolvimento tecnológico, de crédito, energia e comércio externo;

- redução dos custos de energia, o fim do Pagamento Especial por Conta pelas pequenas e médias empresas;

- aumento do salário mínimo para os 600€ a partir de 1 de Janeiro de 2016;

- Criação de um Programa Nacional de Combate à Precariedade;

 

3 - Um Estado ao serviço do povo:

- desagravar significativamente a carga fiscal sobre os trabalhadores e a população com rendimentos mais baixos;

- onerar fortemente a tributação do grande capital, dos seus lucros e da especulação financeira;

- a revogação da sobretaxa do IRS e a fixação de 10 escalões e do regime de deduções deste imposto;

- a redução da taxa normal do IVA e o alargamento da aplicação da taxa reduzida ou intermédia a bens e serviços essenciais, que inclui o IVA a 13% na restauração;

- criação de um imposto sobre transacções financeiras e sobre o património mobiliário;

- defender e requalificar o Serviço Nacional de Saúde, de garantir o acesso à saúde e avançaremos com o fim das taxas moderadoras[/b], a garantia de médicos de família a todos os portugueses, a reposição do direito de transporte a doentes não urgentes:

- adopção de uma política de abono de família que assegure a reposição da universalidade desta prestação, valorize os montantes nos diversos escalões e garanta esse direito a todas as crianças e jovens;

- A adopção de uma política que assegure uma rede pública de equipamentos de apoio à infância que garanta o acesso a creches a todas as crianças até aos três anos, bem como aos jardins de infância, a partir desta idade, em todo o País e a preços acessíveis;

- a adopção de medidas que garantam o cumprimento integral dos descontos para a Segurança Social com base na TSU e a diversificação das fontes de financiamento através do Valor Acrescentado Líquido criado pelas empresas.

 

4 - Um País Coeso e Equilibrado:

- um forte Poder Local com regiões administrativas, uma estrutura administrativa descentralizada, o aproveitamento racional dos recursos, a protecção do património paisagístico natural e construído;

- uma política de investimento (...) com forte impacto no território, o respeito pela autonomia administrativa e financeira das autarquias, o desenvolvimento das redes de infraestruturas e equipamentos públicos

- Garantir a defesa da água pública exige afastar todos os projectos de transformar o direito à água num negócio, seja pela privatização directa ou indirecta através de concessão que, ao longo da última década PS e PSD/CDS têm preparado.

 

5 - Afirmação de um Portugal Livre e Democrático:

- a defesa do regime democrático, com o aprofundamento dos direitos, liberdades e garantias fundamentais e o reforço da intervenção dos cidadãos na vida política, o respeito pela separação dos poderes, uma justiça independente, democrática, acessível e igual para todos, o combate decidido à corrupção e ao crime económico, o combate à promiscuidade entre o poder político e económico;

- uma política de Defesa Nacional e de Forças Armadas ao serviço da soberania e independência nacionais que garanta o respeito pelos princípio constitucional de separação entre Forças Armadas e segurança interna e uma política de segurança pública que defenda a tranquilidade e direitos dos cidadãos.

a versão final (e completa) é apresentada dia 7 de Julho

 

edit. que dizem de se meter no 1o post os programas que vao sendo apresentados?

Editado por Dpitz

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Estou relativamente ansioso pelo programa do PS (na totalidade)

Editado por Rui Cardoso

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José Félix Morgado, antigo presidente da INAPA, é o novo presidente do Montepio após a recusa de Teixeira dos Santos.

 

@SIC

Editado por Vaart

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O que se deve fazer, na vossa opinião, para tornar a Segurança Social mais sustentável?

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Visitante

"Matar pensionistas" e "desviar os barcos com a pretalhada"

 

Mais a sério, o problema da Segurança Social é um problema estrutural e por isso não há nenhuma medida óbvia que possa ser usada de caras, a não ser baixar ou congelar pensões e aumentar as contribuições. Aumentar o emprego e a natalidade seriam as soluções mais efectivas, mas não é nada fácil nem se o faria apenas devido à Segurança Social, obviamente.

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O que se deve fazer, na vossa opinião, para tornar a Segurança Social mais sustentável?

 

 

Antecipar os pagamentos dos títulos de dívida pública que a SS possui, é viável?

Tratava-se de uma transferência do Estado...para o Estado. Ainda são 11 mil milhões de euros ou coisa assim.

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Aumentar o emprego e a natalidade seriam as soluções mais efectivas, mas não é nada fácil nem se o faria apenas devido à Segurança Social, obviamente.

 

É por aqui que passa, estruturalmente, a sustentabilidade da Segurança Social. Mais do que congelar reformas, fazer aumentar as contribuições ou a própria idade da reforma.

 

Claro que a certo ponto teremos que a aumentar ou colocar um limite no valor das pensões (algo que eu até defendo que se pudesse começar a fazer no momento actual) tendo em conta a crescente esperança média de vida, que faz com que no futuro surjam alguns pensionistas que estão há quase tanto tempo a beneficiar de pensão quanto o tempo que estiveram a trabalhar e a contribuir para o sistema. Contudo, se trabalharmos a questão do desemprego e da natalidade, podemos só ter necessidade de mexer na idade da reforma daqui a uns bons anos e até lá garantirmos uma Segurança Social sólida e sustentável.

 

No campo da utopia, outra boa solução era termos o controlo público da exploração dos recursos naturais e com os ganhos dessa exploração criarmos um fundo que pudesse financiar, em parte, a Segurança Social.

Editado por Peplin

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Acima de tudo aumentar a idade da reforma. O estabelecimento de um tecto no valor das reformas indexado ao salário mínimo parece-me óbvio, mas não sei até que ponto terá algum impacto de monta.

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O que se deve fazer, na vossa opinião, para tornar a Segurança Social mais sustentável?

 

Tirar subsidios a quem não precisa e dar a quem precisa. Não ia resolver tudo mas ajudava.

 

Eu sou de loures e não sou racista mas a quantidade de ciganos que ganham de subsidio mais que eu ganho de ordenado e que ainda por cima não descontam nem metade do que eu desconto é surreal.

 

E claro... tirar o subsidio de sobrevivencia a pessoas que ganham mais de 800/1000 euros. Como o proprio nome do subsidio indica, não faz sentido ser atribuido a estas pessoas.

 

Outra medida (e esta não sei se é possivel...) era baixar o IVA em alguns setores e baixar nos impostos e subir na taxa de desconto para a segurança social. Acho que era win-win

Editado por Sima01

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a 1ª coisa a fazer era ver se sai mais barato subsidiar ipss ou continuar a ser o estado responsável pela ação social. Diminuir os apoios sociais às famílias e continuar a aumentar às IPSS que, por vezes, têm presidentes e administradores pagos a peso de ouro ou fazer o inverso?

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Visitante
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