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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

O Crato pediu desculpa ao país. :lol:

 

Desculpas? Depois desta barracada tinha era de pedir a demissão, eu tinha era vergonha de sair à rua quanto mais de amanhã voltar a entrar Ministério.

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Não conheço a fundo a situação da Escócia, mas uma Catalunha independente dificilmente ficaria a perder em termos económicos. Não vejo a Espanha a condicionar em força a indústria e serviços catalães, para além de que cerca 2/3 das exportações catalães são para fora de Espanha.

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Culpa minha. Não utilizei o verbo adequado. De facto não posso garantir que não tenhas dito algo desse género. Não estou ao teu lado enquanto escreves...

 

Eu devia ter dito que tu escreveste que nao vemos nenhum movimento de independencia deste tipo nos paises desenvolvidos Sendo que "este tipo" é o "tipo" de movimento a que se assiste nos países do 3º mundo como o Reino Unido e a Espanha.

 

O problema é mesmo não leres a que se refere a minha resposta, ou seja a que "tipo" de movimentos. Mas eu passo a citar:

 

Confesso que adorava que acontece isso e a suspensão da autonomia. Ia dar tanto mas tanto molho...

 

Na Catalunha já se fala abertamente em desobediência no parlamento, o partido de esquerda ERC ofereceu-se hoje para fazer parte do governo, aliando-se assim ao partido de centro-direita CiU, com quem andam sempre às cabeçadas, para "blindar" o referendo com uma coligação forte de maioria e o próprio lider do governo Catalão diz que nenhuma medida de Madrid pode mudar o curso da história.

 

Está bonito :lol:

 

Portanto refiro me a movimento em que "ia dar tanto molho".

 

Não sei se é porque o chefe ai do call center dá intervalos curtos para estares na net se é porque respondes a estas coisas nas pausas dos jogos de tenis, mas sai sempre um pouco descontextualizado...

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Não conheço a fundo a situação da Escócia, mas uma Catalunha independente dificilmente ficaria a perder em termos económicos. Não vejo a Espanha a condicionar em força a indústria e serviços catalães, para além de que cerca 2/3 das exportações catalães são para fora de Espanha.

 

Until about 10 years ago Catalan nationalism, carrying on a tradition that arose in the late 19th century, was based on cultural identity. The arguments it used were steeped in the ideology of romanticism: Catalonia was a "nation" differentiated from Spain for reasons of language, culture, history, collective character and so on. These factors, whether real or not, convinced only part – a large part, that is, but not the majority – of the Catalan population. The years of regional autonomy showed that nationalism in these terms had reached its limits.

 

In view of this state of affairs, the nationalist parties opened up to another brand of nationalism: economic nationalism, whose support base has been gradually expanding. This new nationalism contends that the Catalan autonomous government is financially discriminated against by the majority of the other autonomous regions, and that the Spanish national government isn't spending enough money on Catalonia.

 

Many Catalan and other economists have pointed out the inconsistency of this approach, yet it is an opinion that has still gained currency among much of Catalan society. The slogan España nos roba ("Spain is robbing us"), akin to the Roma ladrona ("Rome the robber") slogan of Italy's Lega Nord, or Northern League, has had an effect, and the independence movement has doubled its percentage of adherents among the electorate (increasing, according to opinion polls, from 15-20% to 30-40%), and many Catalans feel that belonging to Spain nowadays is a raw deal.

 

So Catalan nationalism has gained a wider following, adding economic considerations to its traditional cultural identity-based rationale. These economic aspirations can only be satisfied with a different system of funding that is more favourable to Catalonia than to the other autonomous regions – which of course is unacceptable to the latter. So economic nationalist strategies logically call for separation from Spain.

 

The identity-based rationale is incontrovertible. If you believe in the principle of autonomous regions and if you think the fact of Catalonia's being a people tallies with it having a state of its own, separation from Spain follows naturally – although, if it is to be a democratic process, it should consider whether it meets with a widespread consensus and does not cause civil strife. That said, economic nationalism – which is not based on metaphysical essences or subjective emotions, but on empirically verifiable figures and which therefore must carry conviction by means of rational arguments – does not hold up to scrutiny, for the costs thereof are greater than the benefits.

 

This approach is based on the supposedly disproportionate fiscal imbalance calculated according to the cash-flow method, ie establishing the disparity between what Catalonia contributes to the state through tax revenue and what it receives from the state in the way of funding and direct spending. According to this method, Catalonia is losing the equivalent of 8.5% of its GDP per annum. If this amount of money were to stay in Catalonia, say the independentistas, the annual savings would be enormous.

 

Many renowned economists reject the major premise and feel this imbalance is commensurate with the fact that Catalonia happens to be a wealthy region. Madrid and the Balearic Islands are subject to an even greater fiscal imbalance. But the economic damage to Catalonia becomes clear if we deduct from this saving in tax revenue the costs of independence. After independence, the cost of services currently provided by the national government would have to be added to current public spending by the Catalan autonomous government. According to the latter, those services amount to 2.7% of GDP (which already scales the savings down to 5.8%), while some distinguished economists put the figure at 4.3% (yielding savings of only 4.2%).

 

Above all, however, independence would cause huge changes that would weaken the whole Catalan economy. First and foremost, Catalonia would remain outside the EU for the time being and for a few years to come. That would have devastating effects: first, on its relations with the rest of Spain (which accounts for considerably more than half of its usual trade) and also on tariffs with all the EU countries, the relocation of businesses, and disinvestment. All of that would diminish Catalan tax revenue and increase unemployment. Moreover, to the current Catalan public debt – the biggest in Spain by far – would have to be added the share of Spanish debt attributable to Catalonia in the division of assets according to international law. All that would produce an economic crisis that would last for many years, and the region that emerges from that crisis would not be the one we know now, but a much poorer Catalonia.

 

So is an independent Catalonia viable in economic terms? As a theoretical model, yes, given its size and productive volume. Nonetheless, in the current context, considered in dynamic terms, independence would be pure suicide. Only after many years of hardship and struggle would Catalonia regain its current economic level. But in the long run, as Keynes put it, we're all dead. Some people are apparently eager to die for their fatherland instead of contributing to its wellbeing.

 

• This article was commissioned by La Vanguardia for the Guardian and translated by Eric Rosencrantz

 

 

 

fonte: http://www.theguardian.com/commentisfree/2012/nov/22/economics-catalan-independence-dont-add-up

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O problema é mesmo não leres a que se refere a minha resposta, ou seja a que "tipo" de movimentos. Mas eu passo a citar:

 

 

 

Portanto refiro me a movimento em que "ia dar tanto molho".

 

Não sei se é porque o chefe ai do call center dá intervalos curtos para estares na net se é porque respondes a estas coisas nas pausas dos jogos de tenis, mas sai sempre um pouco descontextualizado...

 

Eu li mais do que uma vez o post do Antifa. E juro que só vi ali o exemplo da Catalunha.

 

Outra coisa é tu teres a convicção que nos países desenvolvidos não há qualquer possibilidade de haver "molho" associado a movimentos separatistas. Mas nesse ponto já não consigo escrever nada de jeito porque começo a entrar em convulsões hilárias que me impedem de acertar nas teclas. E dispenso piadinhas relacionadas com doenças do foro neurológico associadas à velhice.

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Guest Dpitz

Só o facto de ver EUA, Inglaterra, NATO e UE (entre outros, incluindo aqui até a NASA e grandes bancos) contra a independência da Escócia (e investirem muito dinheiro em campanhas contra a independência) faz-me logo crer, à partida, que é porque têm muito a perder com a separação da Escócia do RRU.

 

E se isso acontece, é um bom ponto de partida para pensar que os escoceses fazem muito bem em sair do RU, por mais campanhas de medo que se façam por aí.

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Guest Dpitz

Quando saem as polls?

os resultados só se saberão amanhã, por volta das 6-7 da manhã

não há sondagens

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É melhor discutir-se aqui o assunto do referendo em vez de encher o tópico da Politica.

 

Anyway, não sei se já foi referido, mas estas vão ser umas eleições à (muito) antiga... É que nenhum dos grupos de comunicação social do Reino Unido se quis dar ao trabalho de realizar sondagens à boca da urna e portanto não haverão previsões quando as urnas fecharem!

 

No Guardian há um artigo bom sobre isto, que questiona se isto não representa um deficit democrático uma vez que uma série de dados recolhidos nessas sondagens são importantes para compreender o resultado, nomeadamente em termos de grupos etários, etc. http://www.theguardian.com/commentisfree/2014/sep/18/scottish-vote-no-exit-poll-democratic-deficit

 

 

Assim sendo, a timeline da coisa será:

10PM fecham as votações

1.30 AM - 2.30 AM, primeiros resultados

3 AM - 5 AM, maioria dos resultados

5AM - 6AM, resultados de Edimburgo, Glasgow e Aberdeen

6.30AM - 7.30AM resultados oficiais finais

 

 

 

 

Btw, está a ser discutido aqui.

Editado por Klaus.

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Não sei se é porque o chefe ai do call center dá intervalos curtos para estares na net se é porque respondes a estas coisas nas pausas dos jogos de tenis, mas sai sempre um pouco descontextualizado...

:lol: o descaramento deste gajo e o nariz empinado é qualquer coisa de inacreditável :lol:

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Guest Dpitz

Os EUA vão enviar 3.000 militares para "combater" o ébola em África :prayer:

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Ficam sem moeda e o RRU (Resto do Reino Unido) fecha-lhes a fronteira!!

 

Depois sem moedas como é que fazem trocos? Ninguém pensou bem nisto antes de pedir a independência, aposto.

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Ainda acabam como a Argentina. :medinho:

 

O peso do metal vale mais que a moeda e quem quer trocos para os transportes tem de os comprar...

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Os EUA vão enviar 3.000 militares para "combater" o ébola em África :prayer:

 

 

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Ainda acabam como a Argentina. :medinho:

 

O peso do metal vale mais que a moeda e quem quer trocos para os transportes tem de os comprar...

Jesus... Que pesadelo quando lá estive.

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O Crato pediu desculpa ao país. :lol:Desculpas? Depois desta barracada tinha era de pedir a demissão, eu tinha era vergonha de sair à rua quanto mais de amanhã voltar a entrar Ministério.

 

Já houve alguém que pagou a fatura da incompetência, mas não foi o Crato, foi o Diretor-Geral da Administração Escolar.

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O Observador é dos jornais mais parciais de que me lembro. Essa notícia não diz nada de nada.

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O Observador é dos jornais mais parciais de que me lembro. Essa notícia não diz nada de nada.

qd os ingleses dizem que o observador é o equivalente ao tea-party, em portugal, está tudo dito lol

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Só o facto de ver EUA, Inglaterra, NATO e UE (entre outros, incluindo aqui até a NASA e grandes bancos) contra a independência da Escócia (e investirem muito dinheiro em campanhas contra a independência) faz-me logo crer, à partida, que é porque têm muito a perder com a separação da Escócia do RRU.

 

E se isso acontece, é um bom ponto de partida para pensar que os escoceses fazem muito bem em sair do RU, por mais campanhas de medo que se façam por aí.

Os EUA e a NATO estavam borrados porque as armas nucleares britânicas estavam em solo escocês.

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Ou Estaline xD, ou não fossem do mesmo país ( apesar de Estaline nem sequer ser Russo e ser Georgiano), ambos fizeram essa invasão durante tempos diferentes, Hitler invadiu Polónia em 1939, começando a 2ªGM, Estaline também invadiu nessa ocasião, invadindo ainda os Países Bálticos em 1940, e no final da Guerra conquistou a Roménia e afins.

Sinceramente, não acredito que pelo menos nos próximos 5 anos ele ataque a Europa, acho que está a fazer um pouco de pressão e bluff.

Editado por Ticampos

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