pedritsh Publicado Junho 22 Acho que foi positivo. Ao vivo certamente terá sido melhor. Compartilhar este post Link para o post
Hidden Publicado Junho 22 Também não fiquei muito impressionado e percebi que não conhecia quase músicas nenhumas 👀 Compartilhar este post Link para o post
pedritsh Publicado Junho 22 https://expresso.pt/blitz/musica/ao-vivo/festivais/2026-06-22-os-sobreviventes-linkin-park-no-rock-in-rio-lisboa-temos-que-falar-do-elefante-na-sala-ea9d23ea?fbclid=IwY2xjawSlx8tleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAwzNTA2ODU1MzE3MjgAAR4QlmDy_ugMNEAHYbygUwm5xBbVj49AOTqvTovPPFWdbNoJFmp-bZNyjN9nhA_aem_IkyECHHJr4KqJjGgLEBdvg?utm_source=site&utm_medium=share&utm_campaign=url @rcoelho14 consegues meter toda? Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Junho 22 Citação de pedritsh, há 15 minutos: https://expresso.pt/blitz/musica/ao-vivo/festivais/2026-06-22-os-sobreviventes-linkin-park-no-rock-in-rio-lisboa-temos-que-falar-do-elefante-na-sala-ea9d23ea?fbclid=IwY2xjawSlx8tleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZAwzNTA2ODU1MzE3MjgAAR4QlmDy_ugMNEAHYbygUwm5xBbVj49AOTqvTovPPFWdbNoJFmp-bZNyjN9nhA_aem_IkyECHHJr4KqJjGgLEBdvg?utm_source=site&utm_medium=share&utm_campaign=url @rcoelho14 consegues meter toda? Spoiler Tudo mudou para os Linkin Park naquele fatídico 20 de julho de 2017. O grupo, um dos que maior sucesso obteve na era nu metal, continuando a inspirar gerações, perdeu o vocalista que lhes tinha dado voz e emoção: Chester Bennington. Os demais elementos anunciaram de imediato uma pausa no seu percurso, de forma a deixar para trás a mágoa, mas com uma pequena boa notícia para os fãs, igualmente reféns dessa tristeza: não tinham qualquer intenção de se reformar, colocar um ponto final numa carreira que ascendeu e brilhou como um meteoro (ou "Meteora"). Linkin Park no Rock in Rio Lisboa 2026 Rita Carmo 117 Em 2024, o anúncio esperado: os Linkin Park voltariam efetivamente ao ativo, desta feita com Emily Armstrong, vocalista resgatada aos Dead Sara, como frontwoman. Uma escolha que de imediato causou alguma controvérsia, devido às suas afinidades com a Igreja da Cientologia e com Danny Masterson, ator condenado por violação. A controvérsia, porém, desapareceu com as declarações da artista a rejeitar essas mesmas ligações, e com os primeiros concertos do regressado grupo - como aquele em Paris testemunhado pela BLITZ. E não estava, de todo, na cabeça das 90 mil pessoas que esgotaram o segundo dia de Rock in Rio Lisboa para matar saudades ou, até, ver os Linkin Park pela primeira vez. Uma tarefa impossível Os Hoobastank ainda estavam em palco, a tocar riffs vagamente semelhantes aos dos Black Sabbath e dos Metallica, e já dezenas de pessoas - aquelas que não guardaram lugar desde que as portas do recinto abriram - corriam para junto do Palco Mundo, não só para ver o fogo de artifício que antecede cada cabeça de cartaz do Rock in Rio Lisboa (acompanhado por imagens de Freddie Mercury no Live Aid e por techno manhoso) como para acompanhar de perto o regresso dos Linkin Park a Portugal, agora com Emily, a quem coube a tarefa de tentar fazer esquecer Chester Bennington - algo que, como se foi percebendo ao longo da noite, é sobejamente impossível. Surgiu uma imagem de Chester, uma garantia de novo início e um vídeo promocional para “Unshatter”, documentário cuja estreia estará para breve e que se focará no regresso do grupo. E surgiram, também, dez minutos num cronómetro decrescente. Os fãs ainda teriam que esperar um pouco mais, mas quem passou uma tarde sob um sol tórrido podia aguardar mais um pouco. Os últimos dez segundos foram contados, a alegria explodiu num contagiante grito. Uma introdução musical com 'Iridiscent', viu a banda entrar em palco: aplausos maiores para Mike Shinoda, o homem do leme, e para Emily, numa demonstração de algum afeto. Afinal de contas, ela está a contribuir para a continuada existência dos Linkin Park. Rock in Rio Lisboa 2026 Rita Carmo A primeira voz, porém, foi a de Shinoda e a primeira canção foi 'The Emptiness Machine', do mais recente trabalho dos Linkin Park, "From Zero" (2024), como que para mostrar que este não é um mero exercício nostálgico e, isso sim, uma segunda vida. 'Lying From You' trouxe rap e o primeiro recuo, até "Meteora", o álbum que introduziu muita gente aos Linkin Park, a banda-sonora de um verão de provas globais e de Portugal eliminado no Mundial pela Coreia do Sul. "Vamos ouvir essas vozes lindas": repto lançado para 'Crawling', hino dos desajeitados, dos melancólicos, dos depressivos, dos que têm o peso do mundo sobre os ombros da adolescência. Cantou-se o refrão com fervor; aplaudiu-se em êxtase o final. 'Up From the Bottom' devolveu os Linkin Park ao presente, com boa prestação de Emily: as "suas" canções soarão sempre melhor, a memória de Chester está demasiado impregnada nas anteriores. A um "obrigado" de Shinoda seguiu-se 'Somewhere I Belong', Emily circulando pelo palco, procurando puxar pelo público, que correspondeu com milhares de braços no ar. Linkin Park no Rock in Rio Lisboa 2026 Rita Carmo Apalpar terreno Num concerto dividido por quatro atos, interrompidos por ruído eletrónico e luzes muitas, destacou-se ainda a belíssima introdução para 'The Catalyst', uma canção que parece fazer ainda mais sentido nos EUA de hoje - divididos, mais odiosos, mais sanguinários -, pautada pelos sintetizadores, pelo scratching, pelos confetti e pelos movimentos do público, em católica comunhão (ou não fosse o Rock in Rio Lisboa ter-se mudado para o Parque Papa Francisco). 'Burn It Down', canção de dança com o típico 4/4 do house e do techno, fez algum público saltar, não obstante ser uma escolha estranha num alinhamento que se pedia arockalhado. 'Where'd You Go', dos Fort Minor de Shinoda, entrou no alinhamento a pedido de Emily. Outro pedido: o de que se abrissem moshpits, em 'Two Faced', correspondido com pelo menos três vórtexes. 'IGYEIH' trouxe a melhor voz e pose metálica da vocalista, e um pensamento, potenciado por um público bipolar, entre o efusivo e o amorfo: estamos mesmo perante uns novos Linkin Park, ou o passado continua a morder-lhes os calcanhares? 'One Step Closer' não permitiu uma resposta; só a sensação de que muitos dos que aqui vieram hoje ainda estão, também, a apalpar terreno em relação à banda. Linkin Park no Rock in Rio Lisboa 2026 Rita Carmo Uma banda num limbo 'Breaking the Habit', com introdução ao piano, fez erguer milhares de telemóveis, mas Emily não pareceu estar à altura da canção - tornou-a mais melódica e menos dolorida. 'What I've Done' soou ligeiramente melhor, os gritos certos, a melodia a flutuar. 'Numb' trouxe o espectro de Jay-Z, um ritmo ligeiramente abaixo e uma guitarra tonitruante ao ponto da surdez. 'Heavy Is the Crown' foi quase uma referência ao estatuto da vocalista: apesar de andar na estrada com os Linkin Park há sensivelmente dois anos, esta coroa ainda lhe parece pesar. No quarto e último ato, 'Papercut' trouxe energia - emanada sobretudo por Shinoda -, 'In the End' fez-se ouvir pela boca dos fãs, com todos os presentes a gritarem o refrão e Shinoda a saltar as grades para os enaltecer, e 'Faint', com cordas dolentes e confetti pelo ar, deu por terminado o concerto de uma banda ainda num estranho limbo. A palavra-chave deste espetáculo dos Linkin Park foi sobretudo competência, mas o elefante na sala - o fantasma de Chester - é que foi demasiado óbvio: não dá para substituir alguém que é comummente considerado como um dos melhores vocalistas da sua geração, e dizer o contrário é estar a mentir. A sua audiência ainda não chegou ao ponto de os apreciar por aquilo que são, ficando-se pelo que foram, não torcendo o nariz às coisas novas mas não as colocando no mesmo patamar que os tornou numa banda capaz de encabeçar um festival como este. Se isso mudará algum dia, só o tempo o saberá responder. 1 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado Junho 22 Citação de pedritsh, há 43 minutos: @rcoelho14 consegues meter toda? 🤨 7 Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado Junho 22 Enormíssimo fã de Linkin Park aqui. Isto já não é Linkin Park. E não digo isto como crítica gratuita, ou sequer crítica de todo, mas como alguém que ouviu extensivamente Linkin Park durante os últimos vinte e tal anos posso dizer que até a sonoridade mudou. Isto é difícil de explicar, mas nota-se que a sonoridade de algumas músicas é diferente. Não sei se são os acordes, se é de terem um baterista e um guitarrista diferentes, mas as músicas estão diferentes. Algumas soaram mais a banda de tributo do que à banda a sério. Algumas pareciam versões bootleg de karaoke. É estranho. Quanto à Emily, ela desenrasca-se na maioria das músicas, em especial nas mais recentes, mas falta-lhe presença de palco. Isso é por demais evidente. Ela corre de um lado para o outro e levanta os braços de vez em quando para o público cantar, mas isso não chega. Tem de assumir maior protagonismo. Tem de liderar as músicas, tem de mandar nelas. Especialmente nas mais antigas. Um exemplo: a Papercut. Nas versões live, na parte do Mike, o Chester não ficava parado a olhar para o lado. Essa música é sobre paranóia e ele servia como a voz interior da paranóia do Mike. Why does it feel like night today? (Whyyy...?) Something in here's not right today Why am I so uptight today? (Whyyy...?) Paranoia's all I got left I don't know what stressed me first (I don't know...) Or how the pressure was fed But I know just what it feels like (But I know...) To have a voice in the back of my head Like a face that I hold inside (Inside!) A face that awakes when I close my eyes (Eyes!) A face that watches every time I lie (Liiiiiiiiie!) A face that laughs every time I fall (And watches everything...) Isto é o início da música e entre parênteses está o que o Chester dizia em fundo, de uma forma chorosa (nas reticências) ou a gritar (nos pontos de exclamação). Isto era a voz da paranóia. Isto era a paranóia sobre a qual o Mike estava a cantar, as dúvidas e receios a refletirem-se ao mesmo tempo em que ele falava sobre elas. Mas a Emily calou-se durante toda a música. Aliás, as partes em que ela deveria ter dito o que está entre parênteses foram substituídos por um efeito do DJ Mr. Hahn. Não são partes propriamente exigentes e contribuiria para aumentar o seu protagonismo em palco. Não sei por que raio ela não o faz, mas só perde com isso. E já para não dizer que em músicas mais antigas como esta, e esta até é a primeira do primeiro álbum, se é para ser assim, mais vale não a cantarem de todo. Esta versão da Papercut pareceu tirada de uma banda de baile de uma festa de aldeia. E isto é extensível a uma série de outras músicas. Acho que a segunda da setlist foi a Lying From You. Uma das minhas favoritas, decerto a minha favorita do Meteora a par da Figure.09, mas ela não tem voz para ela. Quando chegou à parte de gritar "the very worst part of you IS ME!" só consegui segredar à minha namorada que ela soava exatamente igual a uma galinha depenada. Eu entendo que eles tenham procurado uma vocalista diferente do Chester para não terem uma cópia dele. E entendo que seria sempre virtualmente impossível alguém fazer aquilo que o Chester fazia. Mas se é para isto, então não cantem algumas das mais antigas, em especial as que exigem o alcance vocal do Chester a gritar. Notei que não cantaram a Given Up, o que para mim é um crime, mas lá está, se ela não consegue, é melhor não cantar. E façam o mesmo com outras que ela não consiga, ninguém leva a mal, foquem-se no novo material onde ela até se safa muitíssimo bem, e deixem as nossas memórias de outros tempos intactas. É o melhor para todos. 2 1 Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado Junho 22 🎶Enquanto houver gente a pagar... a gente vai continuar... a gente vai continuar 🎶 5 Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado Junho 22 O Chester, no estado actual, era titular nestes linkin park 16 Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado Junho 22 Ao vivo o concerto foi incrível. E não se notou essa "apatia" da Emily. O que se notou (e de quem viu Katy Perry no dia anterior) é que a organização baixa consideravelmente o volume dos micros nos headliners lool Compartilhar este post Link para o post
Ricagale Publicado Junho 22 (editado) Estive lá e gostei muito. Provavelmente deve ter sido por ser a primeira vez que vi Linkin Park ao vivo (gosto de música, não sou melómano nem seguidor acérrimo de nenhuma banda. Mas se me perguntarem se tenho alguma banda preferida, a primeira que me viria à cabeça seria Linkin Park. Acho que é a única banda que me faz estar 1h30 de concerto a cantar todas as músicas. E a única que me fez ir a um grande festival e chegar a casa às 5h da manhã e dormir umas 3h). Obviamente há um mundo a separar o Chester da Emily, mas foi algo assumido e o objetivo parece ser mesmo esse. Infelizmente nunca vi LP ao vivo com o Chester, mas o que notei ontem foi que houve pouca interação e simbiose com o público (que contrasta com aquilo que fui vendo nos registos que existem com o Chester). Pessoalmente, senti falta disso, mas lá está, é um gosto pessoal. No entanto, não coloco o ónus apenas na banda, mas também no público e na forma como este se comporta atualmente, em que aos primeiros acordes de uma música está logo de telemóvel na mão. Percebo que quem seja um die hard fan esteja desiludido com os atuais LP. A ligação era demasiado umbilical com o Chester para que acontecesse o contrário. Mas também gosto bastante desta nova versão da banda, e não me causa muita comichão a nova sonoridade. E btw, Kaiser Chiefs são uma banda do alho. Editado Junho 22 por Ricagale 1 Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado Junho 22 (editado) Citação de Ricagale, há 7 minutos: E btw, Kaiser Chiefs são uma banda do alho. Indeed, também vi. Que p*ta de espetáculo com tão pouco tempo disponível. Que maluco, trepar a torre da camera 😄 Ainda sobre LP, é um pouco o que o Ricagale escreveu. Também foi a primeira vez que os vi ao vivo e não pude experienciar uma performance do Chester. Mas sendo fanboy da banda e sabendo que o mais provável no pós 2017 seria nunca ouvir ouvir estas músicas que me acompanham desde da infância (vi Hybrid Theory que gostei muito, mas efetivamente não é a mesma coisa), ter tido a possibilidade de as ouvir ontem fez-me recordar imensas coisas, relembrar várias memorias, e obviamente também fez pesar para que tenha achado um concerto excelente. Mas de certa forma, do que já li/ouvi de quem teve presente, é a imagem que fica. Que foi um excelente concerto. E a praga dos telemóveis realmente é algo que não consigo perceber, passar o concerto todo a ver pelo telemóvel é surreal. Editado Junho 22 por Almeno Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Junho 22 Malta, tenho 2 bilhetes para o RiR dia 28. Faço mais barato para vocês. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Junho 22 Citação de Ricagale, há 41 minutos: E btw, Kaiser Chiefs são uma banda do alho. Citação de Almeno, há 33 minutos: Indeed, também vi. Que p*ta de espetáculo com tão pouco tempo disponível. Que maluco, trepar a torre da camera 😄 Bom ver que continuam iguais, mesmo 18 anos depois. 2 Compartilhar este post Link para o post
pedropb13 Publicado Junho 22 Houve um ano qualquer em que o Ricky foi fazer slide a meio do concerto no antigo recinto da Bela Vista. 1 Compartilhar este post Link para o post
Ricagale Publicado Junho 22 Citação de Almeno, há 43 minutos: Indeed, também vi. Que p*ta de espetáculo com tão pouco tempo disponível. Que maluco, trepar a torre da camera 😄 Curiosamente, é também das bandas que mais ouço e gosto (foi uma coincidência dos diabos coincidirem no mesmo dia que LP ). Não ia com expectativas, ouvir os vários hits deles ao vivo já me chegava, mas foi muito bom. Citação de pedropb13, há 9 minutos: Houve um ano qualquer em que o Ricky foi fazer slide a meio do concerto no antigo recinto da Bela Vista. Foi na última vez que cá estiveram, em 2012 acho. 1 Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado Junho 22 Ja agora, nao custa tentar. Bilhete para Buraka alguem que nao o queira ou que o queira despachar? Estou comprador, é para oferecer. Compartilhar este post Link para o post
pedropb13 Publicado Junho 22 Citação de Ricagale, há 4 minutos: Foi na última vez que cá estiveram, em 2012 acho. 😆 Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado Junho 22 Citação de pedritsh, há 17 horas: Alguém a ver Linkin Park? Estive lá. Muito fixe Citação de pedropb13, há 3 horas: 😆 Vieram na edição a seguir também, a última vez foi 2014 Citação de Ricagale, há 4 horas: Estive lá e gostei muito. Provavelmente deve ter sido por ser a primeira vez que vi Linkin Park ao vivo (gosto de música, não sou melómano nem seguidor acérrimo de nenhuma banda. Mas se me perguntarem se tenho alguma banda preferida, a primeira que me viria à cabeça seria Linkin Park. Acho que é a única banda que me faz estar 1h30 de concerto a cantar todas as músicas. E a única que me fez ir a um grande festival e chegar a casa às 5h da manhã e dormir umas 3h). Obviamente há um mundo a separar o Chester da Emily, mas foi algo assumido e o objetivo parece ser mesmo esse. Infelizmente nunca vi LP ao vivo com o Chester, mas o que notei ontem foi que houve pouca interação e simbiose com o público (que contrasta com aquilo que fui vendo nos registos que existem com o Chester). Pessoalmente, senti falta disso, mas lá está, é um gosto pessoal. No entanto, não coloco o ónus apenas na banda, mas também no público e na forma como este se comporta atualmente, em que aos primeiros acordes de uma música está logo de telemóvel na mão. Percebo que quem seja um die hard fan esteja desiludido com os atuais LP. A ligação era demasiado umbilical com o Chester para que acontecesse o contrário. Mas também gosto bastante desta nova versão da banda, e não me causa muita comichão a nova sonoridade. E btw, Kaiser Chiefs são uma banda do alho. Eu sou die hard fan de LP e não estou desiludido. É natural haver comparações mas não são justas para ninguém. Nem para a Emily, nem para o Chester, a banda ou os fãs. A forma como eu vejo a situação é o mesmo quando uma pessoa se torna viúva, tu segues em frente mesmo com essa dor, e se aparecer alguém de quem gostes isso não significa que estás a substituir, ou deixas de amar a pessoa com estavas casado, simplesmente a vida continua. Era isso ou morrer, e quem gosta verdadeiramente de LP acho que não gostaria de ver a banda desaparecer. Compartilhar este post Link para o post
bobzz Publicado Junho 22 tive lá no Oeiras Alive de 2007, seguido de Pearl Jam. depois disso foi sempre a descer Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado Junho 22 Citação de bobzz, há 29 minutos: tive lá no Oeiras Alive de 2007, seguido de Pearl Jam. depois disso foi sempre a descer Optimus Alive 😎 2 Compartilhar este post Link para o post
vakjew Publicado Junho 22 Citação de Black Hawk, há 9 horas: Enormíssimo fã de Linkin Park aqui. Isto já não é Linkin Park. E não digo isto como crítica gratuita, ou sequer crítica de todo, mas como alguém que ouviu extensivamente Linkin Park durante os últimos vinte e tal anos posso dizer que até a sonoridade mudou. Isto é difícil de explicar, mas nota-se que a sonoridade de algumas músicas é diferente. Não sei se são os acordes, se é de terem um baterista e um guitarrista diferentes, mas as músicas estão diferentes. Algumas soaram mais a banda de tributo do que à banda a sério. Algumas pareciam versões bootleg de karaoke. É estranho. Não sou fã de LP nem nunca fui, mas apanhei há umas semanas aleatóriamente no youtube uma entrevista do Mike a explicar os maiores desafios desta transição. O destaque dele foi a dificuldade da banda habituar-se a tocar várias músicas numa key diferente do passado. Afinal de contas não é só um vocalista novo mas uma pessoa de outro sexo com um range completamente diferente. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado Junho 22 Fui ontem pela primeira vez ao Rock in Rio, arranjei uma credencial à última hora e deu para ver mais uma vez Sam e matar na lista uns dos históricos do hip hop sem pagar um cêntimo. O sol abrasador naquele terreno inóspito realmente não dá, é bom que pensem em mais e melhores soluções de sombra, é o grande calcanhar de Aquiles daquele espaço. Também podiam ter mais mesas para a malta comer, de resto não tenho mais a criticar. WC super tranquilos e relativamente limpos, a zona da restauração, naturalmente, tinha filas, mas longe de serem intermináveis e as fontes de água foram um boa ideia que devia ser replicada nos restantes festivais. O espaço é enorme e nunca me senti apertado no recinto. A qualidade de som nos palcos não me convenceu. 2 Compartilhar este post Link para o post
Towelie Publicado Julho 3 Citação de Ghelthon, Em 22/06/2026 at 14:23: Bom ver que continuam iguais, mesmo 18 anos depois. Mesmo. Só fica admirado quem nao os conhece. Nunca me hei-de esquecer o concerto deles no SBSR 2013 , o Ricky a subir a barraca da super bock e depois a pedir cerveja Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Julho 3 Citação de Towelie, há 1 hora: Mesmo. Só fica admirado quem nao os conhece. Nunca me hei-de esquecer o concerto deles no SBSR 2013 , o Ricky a subir a barraca da super bock e depois a pedir cerveja No RiR 2008 foi um concerto incrível, o gajo deu sei lá quantas voltas ao palco (e o palco já aí era bem grande). Mas nada supera o primeiro concerto deles cá, no Paredes. O gajo salta mal, torce o tornozelo e fica o resto da música deitado no chão. Acaba a música, pede fita-cola, enrola o tornozelo naquilo e chegou até ao final do concerto. 😂 Há uns vídeos desse concerto mas não encontrei esse momento. Compartilhar este post Link para o post