Resende93 Publicado 8 Janeiro 2020 (editado) Citação de Kiko17, há 1 hora: Em nenhum lado fala de que o avião foi abatido pelos iranianos. Todas as notícias falam de falha técnica. Citação de Mesut Ozil, há 1 hora: Não percebi essa do "abatido", desde o início que está fora de hipótese que tenha sido um ataque. Os primeiros rumores falavam que tinha sido abatido por engano. Um avião cai precisamente na noite em que existe disparo de missils, por isso, não é uma loucura pensar que está relacionado, bem pelo contrário. De qualquer forma, nenhuma hipótese foi excluída, para já. Editado 8 Janeiro 2020 por ascom Compartilhar este post Link para o post
Bashir Publicado 8 Janeiro 2020 (editado) Manuel Monteiro sobre o Politicamente Correto - Prova Oral Editado 8 Janeiro 2020 por Bashir Compartilhar este post Link para o post
Mesut Ozil Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de ascom, há 45 minutos: Os primeiros rumores falavam que tinha sido abatido por engano. Um avião cai precisamente na noite em que existe disparo de missils, por isso, não é uma loucura pensar que está relacionado, bem pelo contrário. De qualquer forma, nenhuma hipótese foi excluída, para já. Claro que não é loucura pensar isso. Hoje de manhã, quando acordei e vi a sms sobre isso, pensei exactamente no mesmo. Mas do que vi e li, nada confirmou o meu pensamento. E não seria nada inocente abaterem um avião ucraniano em terra de aliado russo. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 8 Janeiro 2020 (editado) Nao seria parvo imaginar um soldado Iraniano, trigger happy e borrado de medo, responsável por uma arma AA, carregar no botão quando lhe apareceu um sinal no radar. Afinal estão à espera de ser aniquilados por drones e aviões stealth que nem é suposto verem chegar Editado 8 Janeiro 2020 por antifa Compartilhar este post Link para o post
Red Prince Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de toze2, há 13 horas: Isso vai depender de hospital para hospital e da forma como são geridos. E boa parte das urgências é subjectivo. Se vais para a triagem e precisas de um ortopedista vais ser atendido por um se o hospital tiver esse serviço. Se não, podes ser atendido por um médico indiferenciado (seja um tarefeiro, medicina interna, medicina geral e familiar, que esteja a fazer a urgência). Isto é a ideia que tenho do que falo com a minha irmã (medicina interna, logo faz urgências 2x por semana pelo menos e está muitas vezes nos internamentos), no entanto o @Red Prince e o @lucho^ devem poder dar mais esclarecimentos sobre o funcionamento disto. Isto para mostrar que o tipo de pensamento que tinhas é errado. Sim existem médicos sem especialidade em urgências e isso é um problema. Não, não são apenas eles que nos atendem nas urgências. Claro que isto leva a outras questões como porque é que temos médicos sem especialidade e porque é que temos de recorrer a eles para garantir serviços mínimos (e que mesmo assim, ficam bastante à quem muitas vezes e diria que poucas vezes por culpa dos médicos). As urgências têm problemas por vários motivos. Excesso de procura com situações que não são urgentes e cada vez maior escassez de pessoal, quer porque há exaustão e menos gente a fazer bancos quer por fuga para os privados. Muitos hospitais acabam por contratar indiferenciados para ver a urgência básica e aí há de tudo. Desde malta acabada de sair q não conseguiu especialidade, a internos de especialidades que vão completar o vencimento a malta dos palops e leste a quem as empresas de prestação de serviços vendem o eldorado. Obviamente q a bagagem destes todos é diferente. Sei de um caso concreto de uma romena com alguma experiência q foi recrutada activamente lá com promessas de mundos e fundos chegou cá e fugiu sem dinheiro, sem casa, sem transporte e com poucos turnos. Tb sei que se reclamam ameaçam que não os escalam. Também sei q para as mesmas funções pagam de acordo com a origem, e chegam a pagar metade. Cobram 40 ou 50e hora e pagam 10 ou 12 (aos palops, leste, sul americanos). Infelizmente também acho q muitos colegas desses países não estão à altura para assumir nem uma urgência básica, provavelmente fruto de formação deficiente na origem. Tenho por outro lado receio q os colegas recém formados sem experiência tutorada além do ano comum não tenham capacidade para assumir autonomia imediatamente. Eu teria receio. Creio que a solução venha a passar pela criação de uma especialidade de clínica geral de urgência para triagem médica e primeira observação hospitalar, que até pode ser diferenciada em médica e cirúrgica. Para mim é desperdício ter 3 ortopedistas num balcão a ver doentes da rua sem qualquer triagem por outro médico num hospital, acabam por nos triar todo o tipo de m*rda q qualquer um deve saber orientar e só pedir auxílio caso tenha dúvidas. Também é essencial baixar os número clausus para ontem, não há capacidades formativas no SNS. No meu hospital até conseguimos bons números, embora sem diferenciação. Agora a experiência q tenho de parcelares nos huc ou hsm onde estou agora é 5 pessoas numa sala e só uma é q opera. Para a formação é incomportável. Desenrasque a mais e formação a menos. 5 Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 8 Janeiro 2020 (editado) Citação de Red Prince, há 40 minutos: Também é essencial baixar os número clausus para ontem Baixar os numerus clausus? Ou seja, o que defendes é que, parecendo que existe escassez de profissionais, se diminua ainda mais a oferta formativa para formar menos médicos? Isso não irá contribuir para o aumento da contratação dos chamados tarefeiros? Aqueles que tu referes que possuem uma formação insuficiente. Editado 8 Janeiro 2020 por Vaart10 Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de Plagio o Original, há 18 minutos: ja tinha visto o mesmo meme mas com raytheon, lockheed martin e northrop grumman Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de ElliotReid13, há 5 horas: O Irâo, hoje, é uma ameaça bem mais séria do que era o Iraque naquela altura, parece-me. porque dizes isso? o irão, ao contrário do que a propaganda americana tenta fazer passar é dos mais moderados e normais países malucos do médio oriente. Por exemplo tem eleições com partidos de vários quadrantes políticos, tem protecção e autonomia das suas minorias etnico-religiosas (desde que não queiram independência), não tem sido patrocinador de terrorismo internacional, não tem sido iniciador de guerras e nunca fez nada, que não palavras, contra Israel. Essa teoria de que o Irão no segundo que conseguir a bomba atómica a lança contra Israel é disparatas (e ainda ouvi um Coronel tuga ontem a ligar para a Sic Noticias a veiculá-la). Ninguem tem a bomba atómica para a usar. Porque sabem que usar é a garantia de destruição recíproca. Se o perigo a que te referes é mais no sentido da influência que exerce, enfim, posso compreender, mas com alguma dificuldade aceito que toda a gente possa ter influência na região (EUA, Russia, Saudi, Turquia) menos o Irão. Ou que só a do Irão é que seja perigosa. Ou seja, o Irão é perigoso? Sim. É mais perigoso que EUA, Russia, Saudi, Turquia? Nem pensar. Compartilhar este post Link para o post
Red Prince Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de Vaart10, há 36 minutos: Baixar os numerus clausus? Ou seja, o que defendes é que, parecendo que existe escassez de profissionais, se diminua ainda mais a oferta formativa para formar menos médicos? Isso não irá contribuir para o aumento da contratação dos chamados tarefeiros? Aqueles que tu referes que possuem uma formação insuficiente. Há escassez de médicos especialistas nos quadros capazes de fazer urgência porque tens um gap geral entre os 50s e muito e 60s q já não fazem bancos e os 30s e 40s. Além disso o privado é cada vez mais atractivo, mais do q pela remuneração pelo que podes fazer lá fora (sobretudo cirúrgicas) do que pelo público onde fazes cirurgias básicas. No meu hospital desde há 4 anos para cá o grau de diferenciação cirúrgica diminuiu acentuadamente porque temos menos camas, menos blocos e temos de nos limitar a tratar a traumatologia que vem da urgência. Eu gosto de joelho e vi UM ligamento cruzado no público. Felizmente tenho possibilidade de ajudar no privado onde tenho aprendido mais do que no público. E esta é uma realidade transversal a todas as especialidades, sobretudo as cirúrgicas ou médicas com técnicas. Já para não falar que não foi uma nem duas vezes que eu (ou especialistas 30 ou 40) fizemos 84h de urg semanais (3*24+12). O que ganhas extra pode ajudar ao fim do mês mas não compensa o stress e esforço. Uma semana típica no meu serviço há uns meses minha era 8-14h segunda, 8de terça às 14 hde quarta, 8 de quinta às 14 de sexta, 20h de sexta a 8h de sábado, 8h de domingo às 14 h da segunda seguinte. Fiz isto uma data de vezes. E como eu colegas de 30 ou 40 anos altamente diferenciados e capazes de trabalhar muito menos a fazer o q mais gostam e ganhar mais no privado. Como retens estas pessoas no público nas condições actuais? São estes quadros que tens de fortalecer para diminuir a necessidade de contratar tarefeiros externamente. Mais internistas, mais cirurgiões gerais, mais ortopedistas, mais tudo = menor necessidade de Indiferenciados. O meu hospital tem 3 ortopedistas (já foram 2 e pelo nr de pessoas q serve deviam ser 4) na urgência. Mas em vez de reforçar os quadros do nosso serviço e aliviar a carga horária a quem já está aposta mais em indiferenciados, a maioria sem qq qualidade infelizmente, via empresas para encher o balcão dos verdes. Palops, de leste, sul americanos. Os internos acabados de sair fazem 1 urg e não voltam mais... Não há escassez de médicos a sair das unvs, há é incapacidade de o sistema completar a formação adequadamente. Não te adianta ter, por absurdo, 3000 a sair das universidades se o sistema só absorve para especialidades 1500. Neste momento acumula-se gente sem experiência, acabados de um curso cada vez menos prático (por incapacidade de pôr tanta gente a "praticar" nos doentes) ano após ano sem entrar em nenhuma especialidade por ter as especialidades saturadas. Ter o número de gente q tens agora sem capacidade de completar a formação adequadamente só vai baixar a qualidade de prestação de cuidados a curto e médio prazo. 4 Compartilhar este post Link para o post
D'artagnaN Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de IlidioMA, há 18 minutos: porque dizes isso? o irão, ao contrário do que a propaganda americana tenta fazer passar é dos mais moderados e normais países malucos do médio oriente. Por exemplo tem eleições com partidos de vários quadrantes políticos, tem protecção e autonomia das suas minorias etnico-religiosas (desde que não queiram independência), não tem sido patrocinador de terrorismo internacional, não tem sido iniciador de guerras e nunca fez nada, que não palavras, contra Israel. Essa teoria de que o Irão no segundo que conseguir a bomba atómica a lança contra Israel é disparatas (e ainda ouvi um Coronel tuga ontem a ligar para a Sic Noticias a veiculá-la). Ninguem tem a bomba atómica para a usar. Porque sabem que usar é a garantia de destruição recíproca. Se o perigo a que te referes é mais no sentido da influência que exerce, enfim, posso compreender, mas com alguma dificuldade aceito que toda a gente possa ter influência na região (EUA, Russia, Saudi, Turquia) menos o Irão. Ou que só a do Irão é que seja perigosa. Ou seja, o Irão é perigoso? Sim. É mais perigoso que EUA, Russia, Saudi, Turquia? Nem pensar. O irao não mantém relações estreitas com organizações “radicais” como o Hamas e o Hezbollah? Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de Red Prince, há 2 minutos: Há escassez de médicos especialistas nos quadros capazes de fazer urgência porque tens um gap geral entre os 50s e muito e 60s q já não fazem bancos e os 30s e 40s. Além disso o privado é cada vez mais atractivo, mais do q pela remuneração pelo que podes fazer lá fora (sobretudo cirúrgicas) do que pelo público onde fazes cirurgias básicas. No meu hospital desde há 4 anos para cá o grau de diferenciação cirúrgica diminuiu acentuadamente porque temos menos camas, menos blocos e temos de nos limitar a tratar a traumatologia que vem da urgência. Eu gosto de joelho e vi UM ligamento cruzado no público. Felizmente tenho possibilidade de ajudar no privado onde tenho aprendido mais do que no público. E esta é uma realidade transversal a todas as especialidades, sobretudo as cirúrgicas ou médicas com técnicas. Já para não falar que não foi uma nem duas vezes que eu (ou especialistas 30 ou 40) fizemos 84h de urg semanais (3*24+12). O que ganhas extra pode ajudar ao fim do mês mas não compensa o stress e esforço. Uma semana típica no meu serviço há uns meses minha era 8-14h segunda, 8de terça às 14 hde quarta, 8 de quinta às 14 de sexta, 20h de sexta a 8h de sábado, 8h de domingo às 14 h da segunda seguinte. Fiz isto uma data de vezes. E como eu colegas de 30 ou 40 anos altamente diferenciados e capazes de trabalhar muito menos a fazer o q mais gostam e ganhar mais no privado. Como retens estas pessoas no público nas condições actuais? São estes quadros que tens de fortalecer para diminuir a necessidade de contratar tarefeiros externamente. Mais internistas, mais cirurgiões gerais, mais ortopedistas, mais tudo = menor necessidade de Indiferenciados. O meu hospital tem 3 ortopedistas (já foram 2 e pelo nr de pessoas q serve deviam ser 4) na urgência. Mas em vez de reforçar os quadros do nosso serviço e aliviar a carga horária a quem já está aposta mais em indiferenciados, a maioria sem qq qualidade infelizmente, via empresas para encher o balcão dos verdes. Palops, de leste, sul americanos. Os internos acabados de sair fazem 1 urg e não voltam mais... Não há escassez de médicos a sair das unvs, há é incapacidade de o sistema completar a formação adequadamente. Não te adianta ter, por absurdo, 3000 a sair das universidades se o sistema só absorve para especialidades 1500. Neste momento acumula-se gente sem experiência, acabados de um curso cada vez menos prático (por incapacidade de pôr tanta gente a "praticar" nos doentes) ano após ano sem entrar em nenhuma especialidade por ter as especialidades saturadas. Ter o número de gente q tens agora sem capacidade de completar a formação adequadamente só vai baixar a qualidade de prestação de cuidados a curto e médio prazo. Compreendi o teu ponto de vista. Vislumbro um problema interessante, a incapacidade de reter profissionais qualificados no setor público. É uma situação que carece de muita reflexão por parte dos responsáveis do Ministério da Saúde. Aliás, este é um problema transversal a toda a Administração Pública, em alguns setores sente-se com maior intensidade do que noutros. É que o Estado, infelizmente, não possui uma política de gestão de recursos humanos capaz de captar e reter talento. Porque não se aumenta o número de vagas para o acesso à especialidade? Compartilhar este post Link para o post
Red Prince Publicado 8 Janeiro 2020 As capacidades formativas são finitas. No caso das cirúrgicas é complicado ter mais do q um interno por especialista. Precisas de prática no bloco, de fazer. Precisa o interno, precisa o jovem especialista, precisa de ir mantendo o mais velho... Há hospitais em que os internos chegam a só operar 1x a cada 15 dias, o que é absurdo. Para aumentar a capacidade formativa precisavas de mais especialistas, mais enfermeiros, mais camas. Em alguns casos infraestruturas, mas na maioria dos hospitais tens é salas fechadas e enfermarias fechadas pq não há guito para contratar pessoal de saúde para os poder ocupar. Foi uma contracção em cadeia no período passos do qual vai demorar mt tempo a recuperar. A intransigência das administrações do SNS com a contratualização dos profissionais de saúde vai matar o SNS. Hoje em dia a medicina evolui em muitos ramos para a superespecialização. Conheço vários casos de pedidos de redução de horário de 40 para 20 ou 24h semanais, com respectivo ajuste salarial, assegurando urg e consulta e bloco específicos. O objectivo é poder fazer o q gosta e em q investe tempo e dinheiro mesmo q isso seja só mão, ou só joelho (e no SNS é complicado...). Isso é recusado na maioria dos hospitais porque fp é 40h As pessoas apesar de querem ficar no público entre as 40h ou o adeus ganham mais a trabalhar menos e aquilo que gostam com o adeus. É fundamental negociar um meio termo... Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de D'artagnaN, há 34 minutos: O irao não mantém relações estreitas com organizações “radicais” como o Hamas e o Hezbollah? sim, mas esses movimentos dificilmente podem ser qualificados de terrorismo internacional. A sua razão de ser, modus operandi e teatro de operações cingem-se a e com Israel. São movimentos radicais/terroristas de liberação da Palestina/Líbano. Não andam a explodir-se em Paris. Ou seja, a definição de terrorismo é sempre muito ambígua. O MPLA é terrorista? Bem, para o Governo Português dos anos 60 era. Mas praticava terrorismo internacional? Não. 1 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 8 Janeiro 2020 (editado) Citação de IlidioMA, há 17 minutos: sim, mas esses movimentos dificilmente podem ser qualificados de terrorismo internacional. A sua razão de ser, modus operandi e teatro de operações cingem-se a e com Israel. São movimentos radicais/terroristas de liberação da Palestina/Líbano. Não andam a explodir-se em Paris. Ou seja, a definição de terrorismo é sempre muito ambígua. O MPLA é terrorista? Bem, para o Governo Português dos anos 60 era. Mas praticava terrorismo internacional? Não. Para mim pelo menos terrorismo é sempre terrorismo. Agora que ele não se origina exclusivamente por obra de islâmicos, isso está claro que não. Não acho que a definição seja ambígua. Não é por só ocorrer a nível nacional ou binacional que deixa de ser terrorismo. Editado 8 Janeiro 2020 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de Syn, há 13 horas: é isto que a malta sentiu quando começou a guerra do iraque? p*ta que pariu Foi diferente, a antecipação para o momento em que a guerra ia começar durou meses e meses. Passou por momentos que ficaram para a historia como o Colin Powell ir mentir descaradamente nas Nações Unidas a mostrar fotos de camiões que dizia ele continham WMD's, ou a cimeira das Lages, mas também um momento impressionante que foi o das manifestações anti-guerra, que provavelmente ainda hoje são consideradas as maiores de sempre, até aqui no Porto e Lisboa lembro-me que foram enormes. Sentia-se claramente que era uma guerra por interesses económicos, o Iraque era um país estável mas sem força nem impacto nenhum na região e tanto a história das armas de destruição maciça como a das ligações com o Bin Laden via-se a léguas que eram tanga. E depois também era claro que ia ser uma guerra de ocupação, bem diferente do tiro ao alvo de agora. Mas sim, a principal diferença para mim foi a duração da antecipação, foram meses, semanas, a levar com Generais na reforma e Nunos Rogeiros da vida a virem brincar com miniaturas de tanques e aviões para as tv's e de transmissões em directo dos céus de Baghdad pixelizado. Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 8 Janeiro 2020 (editado) Citação de antifa, há 17 minutos: Foi diferente, a antecipação para o momento em que a guerra ia começar durou meses e meses. Passou por momentos que ficaram para a historia como o Colin Powell ir mentir descaradamente nas Nações Unidas a mostrar fotos de camiões que dizia ele continham WMD's, ou a cimeira das Lages, mas também um momento impressionante que foi o das manifestações anti-guerra, que provavelmente ainda hoje são consideradas as maiores de sempre, até aqui no Porto e Lisboa lembro-me que foram enormes. Sentia-se claramente que era uma guerra por interesses económicos, o Iraque era um país estável mas sem força nem impacto nenhum na região e tanto a história das armas de destruição maciça como a das ligações com o Bin Laden via-se a léguas que eram tanga. E depois também era claro que ia ser uma guerra de ocupação, bem diferente do tiro ao alvo de agora. Mas sim, a principal diferença para mim foi a duração da antecipação, foram meses, semanas, a levar com Generais na reforma e Nunos Rogeiros da vida a virem brincar com miniaturas de tanques e aviões para as tv's e de transmissões em directo dos céus de Baghdad pixelizado. Eu tinha so 10 anos mas lembro-me bem do ataque aquela cidade do Sul do Iraque, perto do Kuwait, chamada, Bassoura. Lembro-me de derrubarem a estátua do Saddam também. Na altura pensei que tinha sido uma vitória gigantesca dos EUA. A diferença foram os meses??? Duvido que se houvesse uma guerra daqui para a frente, também não houvessem uns 3/4 meses de preparação, a situação ainda está muito no rescaldo inicial. Editado 8 Janeiro 2020 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 8 Janeiro 2020 (editado) Citação de Ticampos, há 1 hora: Eu tinha so 10 anos mas lembro-me bem do ataque aquela cidade do Sul do Iraque, perto do Kuwait, chamada, Bassoura. Lembro-me de derrubarem a estátua do Saddam também. Na altura pensei que tinha sido uma vitória gigantesca dos EUA. A diferença foram os meses??? Duvido que se houvesse uma guerra daqui para a frente, também não houvessem uns 3/4 meses de preparação, a situação ainda está muito no rescaldo inicial. Não, a diferença é que aqui e quase do nada já vimos misseis a voar. Da outra vez estava tudo em aberto até eles começarem a cair e os tanques a rolar. E o Trump está prestes a falar. Editado 8 Janeiro 2020 por antifa Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de Ticampos, há 2 horas: Para mim pelo menos terrorismo é sempre terrorismo. Agora que ele não se origina exclusivamente por obra de islâmicos, isso está claro que não. Não acho que a definição seja ambígua. Não é por só ocorrer a nível nacional ou binacional que deixa de ser terrorismo. mas ninguém põe isso sequer em questão. porém eu falara de que o Irão não anda a patrocinar Terrorismo internacional. Contrapuseram-me com o Hamas e o Hezbollah. E eu estava a explicar que, segundo a minha visão, esses dois movimentos não são propriamente terrorismo internacional, são terrorismo locarlizado. CIngem-se a praticar o seu terrorismo no que concerne a Israel. Não andam por Nova Iorque ou Madrid a explodir-se. Ou seja, o Irão não anda a patrocinar uma Al-Qaeda ou um ISIS. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 8 Janeiro 2020 Ou seja, foi tudo um grande show. Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de antifa, há 29 minutos: Não, a diferença é que aqui e quase do nada já vimos misseis a voar. Da outra vez estava tudo em aberto até eles começarem a cair e os tanques a rolar. E o Trump está prestes a falar. E a comunidade internacional estava muito mais envolvida, não foi um acto a solo. Já que falam de tensões do passado, ainda me lembro da tensão com o Kosovo, lá para 98, quando ainda se temeu uma guerra na europa. E bem mais pequeno lembro-me dos tanques a dispararem na primeira guerra do golfo, não percebia porque raio chamavam "guerra do polvo" àquilo Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de Mayday, há 4 minutos: Ou seja, foi tudo um grande show. graçasadeus!!!! f*da-se não estava preparado para a terceira guerra mundial rebentar assim. A não ser que o Irão seja gung-ho e escale as coisas, isto acabou. Mas fica cumprido o objectivo. Dar um polo unificador popular para as campanhas eleitorais do Ben em Israel e do Don na 'Murica. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 8 Janeiro 2020 Citação de IlidioMA, Agora: graçasadeus!!!! f*da-se não estava preparado para a terceira guerra mundial rebentar assim. A não ser que o Irão seja gung-ho e escale as coisas, isto acabou. Mas fica cumprido o objectivo. Dar um polo unificador popular para as campanhas eleitorais do Ben em Israel e do Don na 'Murica. Eu acho que o Irão ainda vai é sair a ganhar desta brincadeira. Uma retirada Americana (mesmo que parcial) e sobretudo uma perda real de influência na região nunca esteve tão próxima como agora. Os EUA hoje já são vistos como um agente nefasto até por um governo fantoche como o do Iraque, e até há unanimidade entre facções bem diferentes. No fundo a morte de Soleimani vai conseguir aquilo que ele em vida dificilmente iria conseguir. Com isto a Russia e China esfregam as mãos e já se vêm como os futuros parceiros estratégicos daqueles países. Compartilhar este post Link para o post