Wincing Hálldor Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de Alonso., há 10 horas: Este é o país onde se discute que o cartão de cidadão se deveria chamar cartão de cidadania, por não respeitar a identidade de gênero de mais metade da população. Bem-vindo! 😅 Acho que isto foi a laracha mais parva que já vi ser lançada neste tópico. Excelente trabalho, não era fácil. Compartilhar este post Link para o post
Alonso. Publicado 1 Fevereiro 2020 (editado) Citação de Mayday, há 10 horas: Este é o país das pessoas que acham que não se pode discutir várias coisas ao mesmo tempo e por se discutir um assunto se tira relevância a outro assunto. Eu acho que tira Mayday. Aliás para mim estes 3 novos partidos tem sido uma desilusão completa, o Chega já se esperava (embora nunca pensei haver tanta gente a defender o Ventura com unhas e dentes), o Livre ninguém estava a espera que fosse em queda livre e uma IL, eu até votei neles, com algumas propostas descabidas. Citação de Wincing Hálldor, há 34 minutos: Acho que isto foi a laracha mais parva que já vi ser lançada neste tópico. Excelente trabalho, não era fácil. Obrigado amigo. Alguém tem de fazer a tua vez. Editado 1 Fevereiro 2020 por Alonso. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de F_Tex, há 10 horas: e nao achas que talvez tire? não se pode dar mediatismo a tudo, e não tenho dúvidas que este tipo de m*rda rouba tempo de antena a assuntos muito mais importantes Quem quer realmente discutir assuntos não o faz com base no que dá na TV e sai nos jornais, digo eu. Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de Ghelthon, há 30 minutos: Quem quer realmente discutir assuntos não o faz com base no que dá na TV e sai nos jornais, digo eu. N achas essa ideia assim só um pouquinho problemática? Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de Ghelthon, há 2 minutos: Porquê? porque isso dá a ideia q os jornais n te informam realmente dos problemas que existem Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de Plagio o Original, há 7 minutos: porque isso dá a ideia q os jornais n te informam realmente dos problemas que existem Não era isso que eu queria dizer, de todo. Mas alguém que queira realmente discutir um determinado assunto pode na mesma estar informado, e até filtrar o que sai nos media, independentemente do assunto em voga. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de Mayday, há 20 horas: Isto é um ponto importante porque de facto é um problema. Entendo a boçalidade do argumento, mas há de facto um problema de segurança na preservação do património. Há um trabalho extremamente complexo a fazer antes de se entregar o que quer que seja. Mas esse trabalho tem de ser feito independentemente de ser Portugal, os EUA ou Angola. Há sempre que tratar da logística associada, garantir a segurança das exposições, etc, etc, etc. No entanto, quando é para transferir exposições para outros locais nunca ouvi ninguém levantar essa questão, apenas com as nossas ex-colónias. E não sem algum paternalismo neo-colonialista à mistura. Se reconhecemos um Estado como independente e soberano, se temos relações diplomáticas com o mesmo e este é reconhecido pelas mais altas instâncias supranacionais, chega até a ser ofensivo considerarmos que eles não têm condições para assegurar uma exposição de arte. Imaginem o mesmo caso, mas com Portugal. Sei lá, a França recusar uma exposição temporária em Portugal de peças de um dos seus museus por considerar que não estamos preparados para assegurar a segurança do acervo. Fds, eu ficaria ofendido. Portugal, a nível estatal e diplomático, também. É uma ofensa capaz de ferir seriamente as relações institucionais entre duas nações... 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 1 Fevereiro 2020 Devolver à origem a arte que ninguém pediu Crónica do João Miguel Tavares que não está completa (@Syn) mas que li hoje e aborda, a meu ver, muito bem o tema. Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de Lebohang, há 1 minuto: Devolver à origem a arte que ninguém pediu Crónica do João Miguel Tavares que não está completa (@Syn) mas que li hoje e aborda, a meu ver, muito bem o tema. hola Diga-me, caro leitor: consegue nomear uma obra – uma só – moçambicana, angolana, guineense, timorense ou ameríndia que faça parte do imaginário artístico português? Uma máscara, uma escultura, uma jóia, uma tapeçaria, um colar, qualquer coisa que nós sintamos ser tão nossa quanto os painéis de São Vicente, a Adoração dos Magos de Domingos Sequeira, a custódia de Belém ou os biombos Namban, com a chegada dos portugueses ao Japão no século XVI (quanto a estes, não se assuste: não foram roubados, mas sim comprados no mercado de arte internacional nos anos 50 do século passado)? A discussão em torno da devolução de património aos países de origem é muito gira, sim senhor, tal como o infatigável desejo de penitência pelo nosso passado colonial, mas para que o debate e a penitência façam algum sentido convém garantir primeiro isto: que existam obras com um peso artístico ou simbólico significativo para devolver. Ora, não havendo exemplos evidentes dessas obras, nem pedidos conhecidos de devolução, está-me a parecer que a única coisa que temos em Portugal é um intenso desejo de devolver aquilo que nenhum governo africano ou asiático se deu sequer ao trabalho de pedir. E, assim sendo, a proposta do Livre para a “descolonização da cultura” portuguesa e para o levantamento do património a ser restituído às antigas colónias é essencialmente uma polémica de papelão. Na pior das hipóteses (ou na melhor, depende da perspectiva), essa restituição atingiria sobretudo o espólio do Museu Nacional de Etnologia, que em tempos foi uma instituição muito respeitada, mas que hoje é pouco mais do que um edifício bonito com vista para o Tejo e o segundo museu menos visitado do país, abaixo dos 20 mil visitantes em 2018. (Pior, só mesmo o Museu Nacional da Música, que fica dentro de uma estação de metro.) Esta é a melhor medida do poder de atracção do património artístico retirado às antigas colónias: 55 visitas diárias em média, entre portugueses e turistas. Joacine Katar Moreira adoraria ter um pequeno Museu Britânico em Portugal para poder fazer grande estrilho com peças pilhadas, só que Portugal, infelizmente, não é a Inglaterra. A pobreza do país, o seu défice de educação e o seu atraso científico pagam-se muito caro em termos de desenvolvimento, mas pagam-se bastante barato na hora de devolver o valiosíssimo património que nos esquecemos de roubar. O Museu Britânico foi fundado em 1753. O Museu Nacional de Arqueologia (que nasceu como museu etnográfico, e tem uma colecção africana) foi fundado em 1893, 140 anos depois, graças ao trabalho de Leite de Vasconcelos. O Museu Nacional de Etnologia foi fundado em 1965, graças ao trabalho de Jorge Dias. Estas diferenças de séculos explicam quase tudo, e o facto de a base daqueles museus ser o espantoso trabalho de indivíduos notáveis, e não o fruto de uma política cultural estruturada, explica o resto. A palavra “colonial” aplica-se tanto a Inglaterra como a Portugal, mas há uma distância oceânica entre o maior império económico, étnico e cultural que o mundo já viu e um pequeno império que passou a maior parte do tempo falido. O nosso interesse por matérias-primas (das especiarias ao ouro do Brasil) e por escravos rimou com o nosso desinteresse pela produção artística local, até porque a arte africana é uma descoberta (ocidental, receio bem) do século XX. Donde, a única pilhagem que vejo aqui é esta: Joacine Katar Moreira a roubar descaradamente polémicas internacionais por puro oportunismo político. 5 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 1 Fevereiro 2020 Essa crónica tem três pontos interessantes com os quais concordo: o facto de nem sequer haver pedidos formais de devolução (essa questão na França começou com a reclamação do Benin para devolução de umas estátuas), a questão do acervo museológico português com peças das colónias ser muito reduzido face aquele existente na França ou Inglaterra e o facto de os próprios museus em questão nem sequer terem muitas visitas para justificar o aparato desta medida. Compartilhar este post Link para o post
What Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação Ora, não havendo exemplos evidentes dessas obras, nem pedidos conhecidos de devolução, está-me a parecer que a única coisa que temos em Portugal é um intenso desejo de devolver aquilo que nenhum governo africano ou asiático se deu sequer ao trabalho de pedir. Isto é desonesto... https://expresso.pt/internacional/2018-12-07-Angola-reclama-devolucao-de-obras-de-arte-levadas-por-Portugal-no-tempo-das-colonias Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de What, há 2 minutos: Isto é desonesto... https://expresso.pt/internacional/2018-12-07-Angola-reclama-devolucao-de-obras-de-arte-levadas-por-Portugal-no-tempo-das-colonias Ele tem razão, isso não é um pedido de devolução, é apenas um estudo. Compartilhar este post Link para o post
What Publicado 1 Fevereiro 2020 Não pediram mas estão a preparar um pedido. Não é mentira o que disse mas é desonesto. https://executivedigest.sapo.pt/angola-tambem-quer-que-obras-de-arte-do-tempo-colonial-sejam-devolvidas/ Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 1 Fevereiro 2020 Citação de What, há 5 minutos: Não pediram mas estão a preparar um pedido. Não é mentira o que disse mas é desonesto. https://executivedigest.sapo.pt/angola-tambem-quer-que-obras-de-arte-do-tempo-colonial-sejam-devolvidas/ li todos os comentários dessa notícia e não há nem uma pessoa sensata impressionante Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 2 Fevereiro 2020 Já que estamos numa de crónicas há uma do Miguel Sousa Tavares que bate em alguns pontos da do JMT mas é muito mais agressiva. Com esta já não concordo assim muito. Citação Por quem os joacinos dobram O que os portugueses terão roubado em 500 anos de colonização é uma ridícula parte comparada com o que os dirigentes dessas colónias roubaram aos seus próprios povos em menos de 50 anos de independências. 1. Os joacinos dobram por uma esquerda dogmática e intelectualmente arrogante, que se imagina dona da verdade, da moral e da ordem justa de todas as coisas. Os joacinos dobram por uma esquerda refém e aterrorizada pelas modas do tempo, incapaz de reflectir para além delas e pronta a fazer tábua rasa de tudo o que aconteceu antes delas. Uma esquerda doutrinária e doutrinadora, que, sendo hoje maioritária em Portugal, desperdiça cegamente a oportunidade para encontrar os caminhos que separam a nova geração da política e da cultura democrática, empurrando-a irresponsavelmente para o amparo da extrema-direita antidemocrática. Uma esquerda que acredita que a demagogia se combate com mais demagogia e o populismo se vence dando ao povo tudo aquilo que o povo quer. Uma luta condenada ao insucesso, sempre atrás do tempo, atrás do prejuízo, no terreno onde o adversário está mais à vontade. E com as armas dele. Nunca isto me pareceu tão claro como nestes dias em que todo o establishment da esquerda saiu em defesa da deputada Joacine Katar contra o deputado André Ventura. Mas, antes de ir à questão, um breve resumo sobre a deputada: logo na noite das eleições, na TVI, e logo após elas, aqui, disse que, ou muito me enganava, ou Joacine Katar ia espalhar-se ao comprido na primeira curva e em todas as outras, de tal maneira era evidente a oca vaidade e ânsia de protagonismo de quem se proclamava “negra, feminista radical e gaga” — como se tudo isso fosse um programa político e não apenas uma agenda sobre si própria. Desde o início, o seu objectivo era manter sob coacção, ou mesmo aterrorizados, todos os que ousassem fazer-lhe frente: quem a contestasse ou era racista, ou machista, ou contra os portadores de deficiência. E nisso se esgotava o seu programa político, que, como ela própria viria a esclarecer depois, nem sequer devia nada ao programa do partido pelo qual se elegera. Os votos, o lugar, a subvenção, o programa, tudo lhe pertencia e em exclusivo. Para sua salvação, restava-lhe provar que tinha ao menos alguma competência para a função. Mas, como todos já percebemos sem necessidade de mais provas, a deputada Joacine Katar Moreira é apenas negra, feminista radical e gaga. De resto, é absolutamente impreparada como deputada, incompetente para o trabalho parlamentar e pateticamente errática e primária ao nível das ideias políticas. Veio ela agora — e por iniciativa própria, sem que nenhum dos supostos interessados tivesse abordado o assunto — levantar a questão da “devolução do património das ex-colónias portuguesas às suas comunidades de origem”. E isto em sede do debate sobre o Orçamento do Estado, o que é, sem dúvida, mais uma originalidade parlamentar da deputada. Sobre isto, começo por dizer que, para mim, Joacine Katar Moreira é tão portuguesa como eu próprio, nem mais nem menos. Essa noção difusa daquilo a que hoje chamamos pátria, se alguma coisa é, é o lugar onde vivemos, onde está a nossa casa, onde temos reconhecidos os nosso direitos e cumprimos os nossos deveres de cidadãos. E gosto de viver num país onde cada vez mais é diversa a origem dos seus nacionais — desde que aqui eles se assumam como portugueses, que é a contrapartida de serem reconhecidos como portugueses. Em segundo lugar, também acho inteiramente legítimo que alguém com dupla nacionalidade ou com nacionalidade portuguesa mas originário de um outro país, como Joacine Katar, preste uma particular atenção, inclusive como deputada, ao seu país de origem. O que já não acho tão justificável é que seja mais exigente com o seu país de acolhimento do que com o seu país de origem. Joacine Katar é originária da Guiné-Bissau, que se transformou num narco-Estado, minado por guerras civis sem fim, golpes de Estado sucessivos e uma cleptocracia governante que tem roubado o país e o povo para se locupletar a si própria. Ela, que agora está preocupada com as eventuais riquezas que roubámos ao seu país de origem, alguma vez se pronunciou sobre isto? E o mesmo em relação às outras ex-colónias portuguesas, com cujo património desviado agora se preocupa e as quais, com a notável excepção de Cabo Verde, seguiram todas idêntico caminho de serem roubadas pelos seus próprios dirigentes? Quando foi, por exemplo, que Joacine Katar levantou a voz para denunciar o continuado roubo de Angola pela cleptocracia de José Eduardo dos Santos? É que, por mais que ela vasculhe os museus e institutos do país, facilmente chegará à conclusão de que, em matéria de riquezas roubadas, o que os portugueses terão roubado em 500 anos de colonização é uma ridícula parte comparado com o que os dirigentes dessas colónias roubaram aos seus próprios povos em menos de 50 anos de independências. E nem sequer entro na discussão de comparar o que trouxemos com o que deixámos, porque seria absurda: basta ir lá ver. Nós não pilhámos um Parténon, como os ingleses, nem saqueámos o Egipto, como a expedição de Napoleão Bonaparte. Mesmo países cujo passado colonial é praticamente inexistente têm um acervo de obras de arte trazidas de África, América do Sul e Oriente incomparavelmente superior ao que nós temos. A verdade inconveniente é esta: nós não temos praticamente nada. Porque não havia nada a que se pudesse chamar arte para trazer e porque, ao contrário de quase todos os outros, fomos para ficar e não para pilhar e voltar. Joacine devia aprender mais sobre a história de Portugal. Pior que tudo, para mim, é quando na sua proposta a deputada escreve que a comissão que iria fazer o levantamento das “obras de arte” a devolver deveria ser integrada por membros “anti-racistas”. O que é isso de um membro anti-racista? Quem é que está habilitado a passar certidões de anti-racismo? É a deputada Joacine Katar, é o dirigente da SOS Racismo, Mammadou-Ba, que declarava aqui há semanas que nenhum branco pode ser verdadeiramente anti-racista pelo simples facto de ser branco (da mesma forma, presumo, que nenhum heterossexual pode ser verdadeiramente anti-homofóbico pelo simples facto de ser heterossexual e nenhum homem pode ser contra a violência de género por ser homem)? É neste clima de intimidação, de autêntico terrorismo racial, neste ambiente em que a gritaria arrogante de minorias sobrepostas impede um consenso alargado e democrático sobre aquilo que nos deveria unir enquanto nação que a extrema-direita faz e fará o seu caminho, oferecendo-se como única alternativa nacional e consensual. Nestes dias que passaram, ao ver toda a esquerda diligentemente alinhada cavalgar esta querela e sem pensar lançar-se no tiro ao boneco sobre André Ventura, não tenho dúvida de que fez mais pela sua popularidade do que ele próprio conseguiria se o deixassem em paz. Não aprenderam nada com a desastrada bravata de Ferro Rodrigues e voltaram à carga — para obter o mesmo resultado. Na TV, e como era de prever, André Ventura desfez em pedaços a argumentação de Ricardo Sá Fernandes, deixando-o a balbuciar que a devolução das imaginárias obras de arte às ex-colónias se inseria nas nossas melhores tradições de “multiculturalismo e intercâmbio”, enquanto Ventura avisava o povo de que a seguir nos vão exigir que paguemos uma indemnização pela escravatura e pelos 500 anos de colonialismo. Adivinhem de que lado terá ficado o povo... 2. Outro assunto, mas não muito diverso deste... Na TV também José Miguel Júdice, figura de proa (agora retirado) da PLMJ, a sociedade de advogados no olho do furacão Isabel dos Santos, não podia ter sido mais claro: mexam nisso, mexam, mas está lá toda a gente — Marcelo, Costa, governador, procuradoria, bancos, Sonae, Amorim. Enfim, todo o regime. Júdice tem razão, e é por isso que eu digo que Rui Pinto é um preso político. 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Rōnin Publicado 2 Fevereiro 2020 É fascinante ver a quantidade de atenção que este tipo de assuntos ganha nas redes sociais. Deve haver alguma explicação qualquer, o @Vaart10 deve saber porquê. Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 2 Fevereiro 2020 Citação de Lebohang, há 15 horas: Ele tem razão, isso não é um pedido de devolução, é apenas um estudo. o problema é que nem sequer se sabe o que está cá ou não, como podem pedir o que não sabem onde está? Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 2 Fevereiro 2020 Estou a ouvir o Nuno Rogeiro na Sic Notícias a falar sobre o assunto e estou absolutamente horrorizado com as alarvidades que aquela... coisa... está para ali a vomitar. Compartilhar este post Link para o post
Jardel_ Publicado 2 Fevereiro 2020 Ai se fosse alguém a chamar lixo a uma Joacine ou a um cigano. Abria logo jornais, sos racismos e não se falava noutra coisa. Assim passa despercebido Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 2 Fevereiro 2020 Quem é que chamou lixo a quem? Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 2 Fevereiro 2020 Citação de Black Hawk, há 1 hora: Quem é que chamou lixo a quem? Mamadou Ba a André Ventura. Antevejo voto de condenação do Chega! no AR, chumbado pela esquerda e mais choradinho do AV nos próximos tempos. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 2 Fevereiro 2020 Citação de Lebohang, há 5 minutos: Mamadou Ba a André Ventura. Antevejo voto de condenação do Chega! no AR, chumbado pela esquerda e mais choradinho do AV nos próximos tempos. Ah. É que a vontade de assumir as dores do Ventura foram maiores do que a coragem de assumir a sua defesa. Obrigado pelo esclarecimento, Lebohang. 1 Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 2 Fevereiro 2020 Citação de Flanders, há 2 horas: Ai se fosse alguém a chamar lixo a uma Joacine ou a um cigano. Abria logo jornais, sos racismos e não se falava noutra coisa. Assim passa despercebido Se a Joacine ou um cigano fizessem o mesmo tipo de comentários que o André Ventura nos tem presenteado, não vejo qual seria o problema Há que chamar os bois pelos nomes. O André ventura é um lixo, sim. Compartilhar este post Link para o post