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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Ele andou sempre na escola pública e teve SASE mas depois estudou economia básica na faculdade e agora defende a LIBERDADE.

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Citação de Mayday, há 1 minuto:

Ele andou sempre na escola pública e teve SASE mas depois estudou economia básica na faculdade e agora defende a LIBERDADE.

ISSO

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O cerne da questão é: a quem deve ser assacada a responsabilidade por se ter enviado os alunos de férias durante 15 dias? Tudo o resto discorre da resposta a esta questão. Houve alguém, uma ou várias pessoas, que ficaram responsáveis pelo planeamento deste ano letivo, levando em consideração as lições que deviam ter sido aprendidas entre março-maio, porém, por um qualquer motivo, essa preparação ficou aquém do exigido. Esta questão do público versus privado é paralela. 

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Citação de Elvis, há 2 horas:

Isto não passa de uma medida idiota que prejudica apenas e só os alunos do privado.

Ok

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Citação de Mayday, há 37 minutos:

Ele andou sempre na escola pública e teve SASE mas depois estudou economia básica na faculdade e agora defende a LIBERDADE.

Não percebes nada de economia. Deixa me explica te este fenômeno complexo chama se oferta e procura

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Citação de Vaart10, há 36 minutos:

O cerne da questão é: a quem deve ser assacada a responsabilidade 

a culpa é do povo, porque lhes foi dada confiança. é para isso que vivemos em democracia. minha rica ditadura lel

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Citação de Ed, há 2 horas:

O ano lectivo é decido como cada estabelecimento de ensino quiser? Andei estes anos todos enganado...

Em quê que os alunos do privado saem prejudicados por haver uma interrupção lectiva? Tinham aulas na Páscoa? 

Acredita que estás enganado. Os privados podem seguir calendários diferentes.

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Citação de Elvis, há 1 hora:

Nesse caso, qual seria o problema de permitir aos alunos do privado ter ensino à distância? Porque é que não podem ter as férias que seria suposto terem?

Sei que é uma palavra com uma conotação negativa mas para pura e simplesmente nivelar os diferentes tipos de ensino em Portugal. Como já foi mencionado anteriormente por outros users, o Estado falhou na preparação para uma situação destas e é isso que, na minha opinião, merece ser criticado e não a maneira como estão a abordar o problema atualmente.

A tua proposta para além de colocar ainda mais a nu a disparidade entre o ensino publico e privado neste país levantava ainda outra questão. Porque é que os alunos que possuem condições parecidas com as tuas e que estudam no ensino público nao podiam, também eles, ter ensino à distancia? Os alunos mais carenciados que se lixem e fiquem de "férias" já que sao alunos de categoria. É este o ensino que queremos?

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Citação de Freire, há 27 minutos:

Sei que é uma palavra com uma conotação negativa mas para pura e simplesmente nivelar os diferentes tipos de ensino em Portugal. Como já foi mencionado anteriormente por outros users, o Estado falhou na preparação para uma situação destas e é isso que, na minha opinião, merece ser criticado e não a maneira como estão a abordar o problema atualmente.

 

A tua proposta para além de colocar ainda mais a nu a disparidade entre o ensino publico e privado neste país levantava ainda outra questão. Porque é que os alunos que possuem condições parecidas com as tuas e que estudam no ensino público nao podiam, também eles, ter ensino à distancia? Os alunos mais carenciados que se lixem e fiquem de "férias" já que sao alunos de categoria. É este o ensino que queremos?

A medida no meu entender é totalmente ideológica e por mais que se use essa desculpa do nivelar os diferentes tipos de ensino, os efeitos práticos são nulos nesse aspecto. Permitir o ensino à distância no privado só criava um desfasamento temporal face ao ensino público e a verdade é que já há estabelecimentos de ensino privado que não seguem o calendário escolar do governo (ou seja, o desfasamento temporal não é novo), sendo que isso nunca foi um problema para ninguém. 

Isto nem se trata de propriamente uma proposta. O governo é que nem sequer devia ter intervindo. Se os estabelecimentos de ensino privado quisessem continuar a cumprir os seus anos lectivos através de aulas online tinham todo o direito de o fazer. A intervenção do governo ao abrigo do estado de emergência foi, no mínimo, desnecessária e incorrecta, por mais indiferentes ou concordantes vocês estejam com a medida.

Quanto ao último parágrafo, não sei bem qual é o termo de comparação. Obviamente que não concordo com isso. 

Editado por Elvis

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Existe uma solução, cortar os subsídios ao privado no corrente e próximo ano lectivo e de seguida expropriar essa respectiva modalidade de ensino. 

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Citação de Elvis, há 12 minutos:

A medida no meu entender é totalmente ideológica e por mais que se use essa desculpa do nivelar os diferentes tipos de ensino, os efeitos práticos são nulos nesse aspecto. Permitir o ensino à distância no privado só criava um desfasamento temporal face ao ensino público e a verdade é que já há estabelecimentos de ensino privado que não seguem o calendário escolar do governo (ou seja, o desfasamento temporal não é novo), sendo que isso nunca foi um problema para ninguém. 

Isto nem se trata de propriamente uma proposta. O governo é que nem sequer devia ter intervido. Se os estabelecimentos de ensino privado quisessem continuar a cumprir os seus anos lectivos através de aulas online tinham todo o direito de o fazer. A intervenção do governo ao abrigo do estado de emergência foi, no mínimo, desnecessária e incorrecta, por mais indiferentes ou concordantes vocês estejam com a medida.

Quanto ao último parágrafo, não sei bem qual é o termo de comparação. Obviamente que não concordo com isso. 

Um desfasamento temporal forçado a meio do ano lectivo com base no tipo de ensino que, quer se queira quer nao, coloca uma imagem de ensino de 1ª e ensino de 2ª categoria na mente da maior parte das pessoas.

A comparação, acho, que vai de encontro ao que estás a defender aqui, se tens condições para continuar porque deves parar? A mesma questão pode ser levantada pelos alunos do público com acesso a portáteis, Internet e com um ambiente estável em casa.

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Citação de Elvis, há 2 horas:

É uma questão porque as escolas privadas têm autonomia para decidir o seu calendário escolar e vão ser obrigadas a realizar uma interrupção desnecessária devido ao estado de emergência instaurado que só devia ter como objetivo facilitar a implementação de medidas de combate à pandemia.

 

 

Tem autonomia em tempos normais e circunstâncias normais. Em tempos de pandemia sujeitam-se às decisões impostas pelo governo no âmbito da mesma e se o governo decreta a paragem obrigatória no ano lectivo, a mesma deve ser cumprida.
As medidas do estado de emergência não têm como único objectivo o combate à pandemia, devem também ter como objectivo a tentativa de manutenção de uma igualdade transversal à população inteira independentemente do número de dígitos que possuem na conta.
Não estamos a falar de uma situação normal onde um colégio enriquece a sua oferte curricular e proporciona melhor aprendizagem, estamos a falar de certos alunos terem aulas porque têm dinheiro e condições para isso e outros não.
Isto até em termos de exames pode revelar-se uma vantagem imensa porque em principio irá tudo a exames nacionais na mesma altura (público e privado) e é imensamente mais vantajoso levares matéria aprendida a 23 de Janeiro em comparação com 7 de Fevereiro. São 2 semanas a mais de aprendizagem, revisões e acima de tudo bagagem, mesmo que o privado depois faça uma pausa numa altura diferente, o aluno aprendeu antes e isso garante-lhe um espaço temporal maior para rever o conteúdo aprendido.

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O publico não é só feito de pobres. Há muitos putos ricos, que estão no publico porque não têm outra opção. Não há escolas privadas em cada rua do país.

Editado por Seferogol

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Citação de Pickle Rick, há 7 minutos:

Tem autonomia em tempos normais e circunstâncias normais. Em tempos de pandemia sujeitam-se às decisões impostas pelo governo no âmbito da mesma e se o governo decreta a paragem obrigatória no ano lectivo, a mesma deve ser cumprida.
As medidas do estado de emergência não têm como único objectivo o combate à pandemia, devem também ter como objectivo a tentativa de manutenção de uma igualdade transversal à população inteira independentemente do número de dígitos que possuem na conta.
Não estamos a falar de uma situação normal onde um colégio enriquece a sua oferte curricular e proporciona melhor aprendizagem, estamos a falar de certos alunos terem aulas porque têm dinheiro e condições para isso e outros não.
Isto até em termos de exames pode revelar-se uma vantagem imensa porque em principio irá tudo a exames nacionais na mesma altura (público e privado) e é imensamente mais vantajoso levares matéria aprendida a 23 de Janeiro em comparação com 7 de Fevereiro. São 2 semanas a mais de aprendizagem, revisões e acima de tudo bagagem, mesmo que o privado depois faça uma pausa numa altura diferente, o aluno aprendeu antes e isso garante-lhe um espaço temporal maior para rever o conteúdo aprendido.

Bold: Não sabia...

Aprender a matéria 15 dias ou 1 mês mais cedo é imensamente mais vantajoso? Que dados tens para o mostrar? Ou é só uma ideia tua? Pela minha experiência diria que até é uma desvantagem, mas também nunca tive grandes hábitos de estudo, confesso. Volto a relembrar que já é habitual o privado ter calendários escolares diferentes e mesmo as matérias também não são dadas na mesma ordem, logo esse argumento não tem muita validade. 

Anw, andamos aos círculos. Pensava que já tínhamos chegado à conclusão que não existia nenhum benefício claro na continuação das aulas no ensino privado...

 

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Projeto finalizado. Previsao final com muita abstencao. 70% ou mais.

r/portugal - Intracampos - Previsao Final (Distrito a Distrito + Cenarios de Abstencao)

Previsao final com 55% de abstencao ou menos.

r/portugal - Intracampos - Previsao Final (Distrito a Distrito + Cenarios de Abstencao)

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EsXOC3BW4AE-qF8?format=jpg&name=900x900

O Observador e a TVI acabaram de inventar esta sondagem.

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Citação de Mayday, há 5 minutos:

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O Observador e a TVI acabaram de inventar esta sondagem.

Um cenário é com abstenção a níveis de 2016 e o outro com a abstenção que vamos ter em 2021. 

Editado por Ticampos

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Qual é o problema dos privados pararem 15 dias? No final as notas são compradas e são, portanto...

Spoiler

Calma: é uma piada.

 

Editado por Ghelthon
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Citação de Ghelthon, há 12 minutos:

Qual é o problema dos privados pararem 15 dias? No final as notas são compradas e são, portanto...

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Calma: é uma piada.

 

Em algumas infelizmente é bem real.

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Eu cá não acho que faça qualquer sentido esta paragem de 15 dias. Aliás, duvido muito que não esteja ferida de inconstitucionalidade. 

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@Ghelthon interesses económicos se levantam. A paragem será, à partida, 15 dias. Mas pode prolongar-se. 
o interesse dos privados é que não lhes seja pedida qualquer restituição dos valores no seguimento desta paragem e vão tentando justificar com aulas não presenciais fingindo-se preocupados com os alunos. 
Capitalismo, meu caro. 

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Citação de Legi, há 10 minutos:

@Ghelthon interesses económicos se levantam. A paragem será, à partida, 15 dias. Mas pode prolongar-se. 
o interesse dos privados é que não lhes seja pedida qualquer restituição dos valores no seguimento desta paragem e vão tentando justificar com aulas não presenciais fingindo-se preocupados com os alunos. 
Capitalismo, meu caro. 

Claro. O interesse dos privados é sempre esse, daí o ensino jamais poder ser tendencialmente pago.

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