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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Apocalypse Now, há 10 horas:

O Marcelo bem o tentava espicaçar, só agora percebeu

vai ser engraçado ver a ginástica que vai fazer na altura das eleições

 

Depois de uma crise política que levou à queda do governo minoritário do PS, liderado por António Costa, em novembro de 2023, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, convocou eleições antecipadas para janeiro de 2024. Durante a campanha eleitoral, o líder do PSD, Luís Montenegro, rejeitou qualquer possibilidade de coligação ou apoio parlamentar do Chega, o partido populista e nacionalista liderado por André Ventura. Montenegro afirmou que não queria no seu governo "políticos racistas, xenófobos ou populistas" e que o seu partido tinha um ADN diferente do Chega. Montenegro apresentou-se como a única alternativa credível ao PS e prometeu uma governação responsável, moderada e reformista.

No entanto, os resultados eleitorais não lhe foram favoráveis. O PSD obteve 28% dos votos, ficando em segundo lugar atrás do PS, que obteve 32%. O Chega foi a terceira força política, com 15%, seguido pelo BE, com 10%, pela CDU, com 7%, pela IL, com 5%, e pelo PAN, com 3%. Nenhum partido ou bloco político conseguiu uma maioria absoluta no Parlamento.

Marcelo Rebelo de Sousa encarregou António Costa de formar governo, mas este não conseguiu reunir o apoio suficiente dos partidos à sua esquerda, que exigiam condições inaceitáveis para o PS. O BE queria a reversão das privatizações e a nacionalização dos setores estratégicos da economia. A CDU queria a saída da União Europeia e da NATO. O PAN queria a proibição da caça e da tauromaquia. Costa tentou ainda negociar com a IL, mas este recusou-se a apoiar um governo socialista.

Perante o impasse político, Marcelo Rebelo de Sousa voltou-se para Luís Montenegro e pediu-lhe que tentasse formar uma solução governativa estável e duradoura. Montenegro aceitou o desafio e iniciou conversações com os partidos à sua direita. A IL mostrou-se disponível para integrar um governo de coligação com o PSD, mas isso não era suficiente para garantir uma maioria parlamentar. Montenegro precisava do apoio do Chega.

André Ventura aproveitou a oportunidade para impor as suas condições ao PSD. O líder do Chega exigiu a revisão constitucional, a redução drástica da imigração e da despesa pública, a castração química dos pedófilos e a prisão perpétua para os crimes mais graves. Ventura disse que só apoiaria um governo do PSD se estas medidas fossem incluídas no programa de governo e se ele próprio fosse nomeado ministro da Administração Interna.

Montenegro ficou numa situação difícil. Se aceitasse as exigências do Chega, estaria a trair as suas promessas eleitorais e a alienar os eleitores mais moderados do PSD. Se recusasse, estaria a inviabilizar a formação de um governo de direita e a abrir caminho para novas eleições ou para um governo de gestão do PS.

Depois de muita hesitação e pressão interna do seu partido, Montenegro acabou por ceder ao Chega. Em fevereiro de 2024, foi empossado como primeiro-ministro de um governo de coligação entre o PSD e o Chega, André Ventura tornou-se ministro da Administração Interna e líder da bancada parlamentar do Chega.

A decisão de Montenegro provocou uma forte contestação na sociedade portuguesa. Mil

 

Aqui está a continuação da história:

A decisão de Montenegro provocou uma forte contestação na sociedade portuguesa. Milhares de pessoas saíram à rua em várias cidades do país para protestar contra o acordo com o Chega e exigir a demissão do governo. As manifestações foram convocadas por movimentos sociais, sindicatos, partidos de esquerda e organizações de defesa dos direitos humanos. Os protestos foram pacíficos, mas houve alguns confrontos com as forças de segurança, que usaram gás lacrimogéneo e balas de borracha para dispersar os manifestantes mais exaltados[^1^][1] [^2^][2].

A oposição parlamentar também não poupou críticas ao governo de Montenegro. O PS acusou o PSD de ter traído os seus eleitores e de se ter vendido ao Chega por uma ambição desmedida de poder. O BE e a CDU denunciaram o carácter antidemocrático e anticonstitucional do acordo com o Chega e apelaram à resistência popular contra as medidas anunciadas pelo governo. O PAN lamentou a falta de sensibilidade ambiental e animal do governo e alertou para os riscos de uma deriva autoritária. A IL criticou o aumento da carga fiscal e da intervenção estatal previstos pelo governo e defendeu uma agenda liberal e reformista[^3^][3] [^4^][4].

Montenegro tentou minimizar a contestação e afirmou que o seu governo era legítimo, estável e reformador. Disse que o acordo com o Chega era um mal menor face à alternativa de um novo governo do PS ou de novas eleições. Garantiu que o seu partido mantinha os seus princípios e valores e que não se deixaria influenciar pelas posições extremistas do Chega. Prometeu uma governação responsável, moderada e reformista, centrada na recuperação económica, na consolidação orçamental, na modernização administrativa e na coesão social[^5^][5].

No entanto, a governação de Montenegro não foi fácil nem pacífica. O Chega mostrou-se um parceiro exigente, instável e conflituoso. André Ventura usou a sua influência para pressionar o governo a cumprir as suas exigências e para criticar as medidas que não lhe agradavam. O Chega apresentou várias propostas polémicas no Parlamento, como a castração química dos pedófilos, a prisão perpétua para os crimes mais graves, a redução drástica da imigração e da despesa pública, a revisão constitucional, a proibição do aborto e da eutanásia, a reintrodução da pena de morte e a saída da União Europeia e da NATO. O PSD viu-se obrigado a votar contra muitas destas propostas, gerando tensão com o Chega.

O governo de Montenegro também enfrentou vários problemas internos e externos. A pandemia de covid-19 voltou a agravar-se no país, obrigando a novas medidas restritivas que afectaram a economia e a sociedade. A execução dos fundos do Plano de Recuperação e Resiliência foi dificultada pela burocracia, pela corrupção e pela falta de transparência. A situação financeira da TAP deteriorou-se ainda mais, levando à demissão do presidente do conselho de administração e à intervenção do Estado na empresa. A relação com os parceiros europeus azedou-se por causa das posições eurocéticas do Chega e das críticas à política migratória da União Europeia .

A popularidade do governo de Montenegro caiu nas sondagens, enquanto a do PS subiu. O Chega também ultrapassou o PSD em algumas sondagens, tornando-se na segunda força política do país. A pressão sobre Montenegro aumentou dentro e fora do seu partido. Vários dirigentes e militantes do PSD manifestaram o seu descontentamento com o

 

Vários dirigentes e militantes do PSD manifestaram o seu descontentamento com o acordo com o Chega e pediram a sua demissão ou a convocação de eleições internas. Alguns deputados do PSD ameaçaram votar contra o Orçamento do Estado para 2025, que estava em discussão no Parlamento.

Montenegro tentou resistir à contestação interna e externa e afirmou que não se demitiria nem convocaria eleições internas. Disse que tinha o apoio da maioria dos militantes e dos órgãos nacionais do partido. Garantiu que o Orçamento do Estado para 2025 seria aprovado com o apoio do Chega e da IL. Afirmou que o seu governo era essencial para garantir a estabilidade política e económica do país.

No entanto, o seu destino estava traçado. No dia 15 de março de 2025, o Orçamento do Estado para 2025 foi chumbado na Assembleia da República, com os votos contra do PS, do BE, da CDU, do PAN e da IL. Mas também com os votos contra de 15 deputados rebeldes do PSD, que decidiram romper com a disciplina partidária e votar de acordo com a sua consciência. O Chega absteve-se na votação, dizendo que o Orçamento era insuficiente para responder às necessidades do país.

O chumbo do Orçamento provocou uma crise política sem precedentes em Portugal. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aceitou o pedido de demissão de Montenegro e dissolveu a Assembleia da República. Convocou eleições legislativas antecipadas para o dia 1 de maio de 2025.

Montenegro anunciou que se recandidataria à liderança do PSD e que se apresentaria como candidato a primeiro-ministro nas eleições antecipadas. Disse que assumia as responsabilidades pelo chumbo do Orçamento, mas que não se arrependia do acordo com o Chega. Acusou os deputados rebeldes do PSD de tr
Acusou os deputados rebeldes do PSD de traição e de irresponsabilidade. Afirmou que o seu governo era a única alternativa credível ao PS e que o Chega era um parceiro preferível aos partidos de esquerda.

No entanto, a sua candidatura não foi consensual dentro do PSD. Vários dirigentes e militantes do partido contestaram a sua recandidatura e apoiaram outros candidatos à liderança do PSD. Entre eles, destacaram-se Rui Rio, o antigo líder do PSD que tinha sido derrotado por Montenegro nas eleições internas de 2022, e Paulo Rangel, o eurodeputado que tinha sido cabeça de lista do PSD nas eleições europeias de 2024. Ambos criticaram o acordo com o Chega e defenderam uma linha política mais moderada e centrista para o PSD.

As eleições internas do PSD realizaram-se no dia 12 de abril de 2025 e foram muito disputadas. Montenegro obteve 40% dos votos, Rio obteve 35% e Rangel obteve 25%. Como nenhum candidato obteve mais de metade dos votos, realizou-se uma segunda volta entre Montenegro e Rio no dia 19 de abril. Nessa segunda volta, Rio venceu Montenegro por uma margem muito estreita: 51% contra 49%. Rio tornou-se assim o novo líder do PSD e o candidato a primeiro-ministro nas eleições antecipadas.

Rio anunciou imediatamente que rompia o acordo com o Chega e que procuraria outras soluções políticas para o país. Disse que o PSD era um partido democrático e europeísta e que não se revia nas posições extremistas e populistas do Chega. Propôs uma agenda política baseada na recuperação económica, na coesão social, na reforma do Estado, na transição digital e verde e na defesa dos valores europeus.

Montenegro não aceitou a derrota e acusou Rio de ter feito uma campanha suja e desleal. Disse que Rio era um traidor e um perdedor e que não tinha legitimidade para liderar o PSD. Anunciou que abandonava o PSD e que criava um novo partido político: o Partido da Direita Democrática (PDD). O PDD apresentou-se como um partido de direita moderada, liberal e reformista, que defendia a continuação do acordo com o Chega. Vários dirigentes, militantes e simpatizantes do PSD seguiram Montenegro para o PDD.

O Chega reagiu com surpresa e indignação à ruptura do acordo com o PSD. André Ventura acusou Rio de ser um cobarde e um hipócrita e de ter traído os eleitores que votaram no PSD nas últimas eleições. Disse que Rio era um fantoche do PS e dos partidos de esquerda e que estava a entregar o país ao socialismo. Afirmou que o Chega era o único partido verdadeiramente de direita em Portugal e que iria lutar contra o sistema político corrupto e decadente.

As eleições legislativas antecipadas realizaram-se no dia 25 de maio de 2025 e foram marcadas por uma grande polarização política entre a esquerda e a direita. O PS venceu as eleições com 36% dos votos, seguido pelo Chega com
 Acusou os deputados rebeldes do PSD de traição e de irresponsabilidade. Afirmou que o seu governo era a única alternativa credível ao PS e que o Chega era um parceiro preferível aos partidos de esquerda. No entanto, a sua candidatura não foi consensual dentro do PSD. Vários dirigentes e militantes do partido contestaram a sua recandidatura e apoiaram outros candidatos à liderança do PSD. Entre eles, destacaram-se Rui Rio, o antigo líder do PSD que tinha sido derrotado por Montenegro nas eleições internas de 2022, e Paulo Rangel, o eurodeputado que tinha sido cabeça de lista do PSD nas eleições europeias de 2024. Ambos criticaram o acordo com o Chega e defenderam uma linha política mais moderada e centrista para o PSD. As eleições internas do PSD realizaram-se no dia 12 de abril de 2025 e foram muito disputadas. Montenegro obteve 40% dos votos, Rio obteve 35% e Rangel obteve 25%. Como nenhum candidato obteve mais de metade dos votos, realizou-se uma segunda volta entre Montenegro e Rio no dia 19 de abril. Nessa segunda volta, Rio venceu Montenegro por uma margem muito estreita: 51% contra 49%. Rio tornou-se assim o novo líder do PSD e o candidato a primeiro-ministro nas eleições antecipadas. Rio anunciou imediatamente que rompia o acordo com o Chega e que procuraria outras soluções políticas para o país. Disse que o PSD era um partido democrático e europeísta e que não se revia nas posições extremistas e populistas do Chega. Propôs uma agenda política baseada na recuperação económica, na coesão social, na reforma do Estado, na transição digital e verde e na defesa dos valores europeus. Montenegro não aceitou a derrota e acusou Rio de ter feito uma campanha suja e desleal. Disse que Rio era um traidor e um perdedor e que não tinha legitimidade para liderar o PSD. Anunciou que abandonava o PSD e que criava um novo partido político: o Partido da Direita Democrática (PDD). O PDD apresentou-se como um partido de direita, liberal e reformista, que defendia a continuação do acordo com o Chega. Vários dirigentes, militantes e simpatizantes do PSD seguiram Montenegro para o PDD. O Chega reagiu com surpresa e indignação à ruptura do acordo com o PSD. André Ventura acusou Rio de ser um cobarde e um hipócrita e de ter traído os eleitores que votaram no PSD nas últimas eleições. Disse que Rio era um fantoche do PS e dos partidos de esquerda e que estava a entregar o país ao socialismo. Afirmou que o Chega era o único partido verdadeiramente de direita em Portugal e que iria lutar contra o sistema político corrupto e decadente. As eleições legislativas antecipadas realizaram-se no dia 1 de maio de 2025 e foram marcadas por uma grande polarização política entre a esquerda e a direita. O PS venceu as eleições com 36% dos votos, seguido pelo Chega com
seguido pelo Chega com 22%. O PSD ficou em terceiro lugar, com 18%, o seu pior resultado de sempre. O BE obteve 10%, a CDU obteve 6%, o PAN obteve 4%, a IL obteve 3% e o PDD obteve 2%. O PS conseguiu eleger 99 deputados, o Chega conseguiu eleger 60 deputados, o PSD conseguiu eleger 49 deputados, o BE conseguiu eleger 27 deputados, a CDU conseguiu eleger 16 deputados, o PAN conseguiu eleger 11 deputados, a IL conseguiu eleger 8 deputados e o PDD conseguiu eleger 2 deputados. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, indigitou António Costa como primeiro-ministro e encarregou-o de formar governo. Costa iniciou negociações com os partidos à sua esquerda para garantir uma maioria parlamentar estável e duradoura. O BE e a CDU mostraram-se disponíveis para apoiar um governo do PS, mas exigiram contrapartidas em matérias como a política fiscal, a política social, a política ambiental e a política europeia. O PAN também se mostrou aberto a dialogar com o PS, mas pediu medidas concretas para a proteção dos animais e do ambiente. A IL recusou qualquer acordo com o PS e afirmou que seria uma oposição construtiva e reformista. O Chega declarou-se como o principal partido da oposição e prometeu fazer uma oposição firme e implacável ao governo do PS. André Ventura disse que o PS era um partido corrupto e incompetente e que tinha levado o país à ruína. Disse que o Chega era a única esperança para os portugueses que queriam mudar o sistema político e defender os valores nacionais. O PSD entrou numa profunda crise interna após o desastre eleitoral. Rui Rio apresentou a sua demissão como líder do partido e anunciou que não se recandidataria. Vários dirigentes e militantes do PSD pediram uma refundação do partido e uma clarificação da sua identidade política. Alguns deputados do PSD abandonaram o partido e juntaram-se ao PDD de Montenegro ou à IL. Montenegro reconheceu o fracasso do seu projeto político e anunciou que dissolvia o PDD. Disse que tinha cometido um erro ao abandonar o PSD e ao aliar-se ao Chega. Pediu desculpa aos seus antigos companheiros do PSD e aos seus eleitores. Disse que se retirava da vida política ativa e que se dedicaria à advocacia. António Costa conseguiu formar um governo minoritário do PS, apoiado parlamentarmente pelo BE, pela CDU e pelo PAN. O seu governo tomou posse no dia 15 de junho de 2025, com o compromisso de prosseguir uma política de recuperação económica, de coesão social, de transição digital e verde e de reforço da integração europeia.
Fim.
Editado por Ticampos
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Citação de noikeee, há 7 minutos:

ChatGPT?

Misto de bing e chatgpt.

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Espectacular o João Miguel Tavares ontem a equiparar o Lula com o Estaline. 

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Citação de antifa, há 6 horas:

Espectacular o João Miguel Tavares ontem a equiparar o Lula com o Estaline. 

O Lula calado é um poeta

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Citação de Gilberto Carlos, há 22 minutos:

O Lula calado é um poeta

 

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Citação de Gilberto Carlos, há 4 horas:

O Lula calado é um poeta

Não sendo eu contra o Lula estar nas celebrações tendo sido convidado, caramba, havia tantas pessoas que teriam feito mais sentido como convidadas dentro da sociedade portuguesa e a nível internacional... Até o Guterres teria feito mais sentido e nem o acho a pessoa que teria sido a ideal. Porque não convidar o Luaty Beirão, ou outras pessoas que têm lutado contra regimes ditatoriais? Mas claro... Isso seria uma afronta ao poder instalado em Angola o que a nível diplomático afetaria Portugal... Faria muito mais sentido contudo.

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, há 4 horas:

Não sendo eu contra o Lula estar nas celebrações tendo sido convidado, caramba, havia tantas pessoas que teriam feito mais sentido como convidadas dentro da sociedade portuguesa e a nível internacional... Até o Guterres teria feito mais sentido e nem o acho a pessoa que teria sido a ideal. Porque não convidar o Luaty Beirão, ou outras pessoas que têm lutado contra regimes ditatoriais? Mas claro... Isso seria uma afronta ao poder instalado em Angola o que a nível diplomático afetaria Portugal... Faria muito mais sentido contudo.

ya tipo o lula… valha-me nossa senhora 

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Citação de Ticampos, há 5 horas:

ou outras pessoas que têm lutado contra regimes ditatoriais? 

Sabes que o Lula foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos tendo sido preso inclusivamente na década de 80 pela polícia política da ditadura militar devido a greves, que pediam aumento salariais e estabilidade no emprego, com muita adesão certo?

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Têm internet mas só lêem o que diz o partido Chega?

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Tá bem. Se a vossa opinião do democrata ideal é um homem que está mais para lado da Rússia que para o lado da Ucrânia ao mesmo tempo que faz a sua agenda política ao lado da China e países afins. Pronto é uma opinião obviamente. 

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Citação de Ticampos, há 1 minuto:

Tá bem. Se a vossa opinião do democrata ideal é um homem que está mais para lado da Rússia que para o lado da Ucrânia ao mesmo tempo que faz a sua agenda política ao lado da China e países afins. Pronto é uma opinião obviamente. 

Não foi isso que te disseram. O Lula lutou contra a ditadura brasileira.

Agora também acho de mau tom no, dia da Liberdade, estar lá um defensor de países opressores. Mas também está lá o Chega e o PCP por isso, é só mais um.

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Citação de Ticampos, há 25 minutos:

Tá bem. Se a vossa opinião do democrata ideal é um homem que está mais para lado da Rússia que para o lado da Ucrânia ao mesmo tempo que faz a sua agenda política ao lado da China e países afins. Pronto é uma opinião obviamente. 

A parte da guerra ainda percebo, agora a da China... Qual é exactamente o problema?

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Citação de HappyKing, há 3 horas:

Sabes que o Lula foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos tendo sido preso inclusivamente na década de 80 pela polícia política da ditadura militar devido a greves, que pediam aumento salariais e estabilidade no emprego, com muita adesão certo?

Achas que sabe, lol.

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Citação de Mayday, há 2 horas:

Têm internet mas só lêem o que diz o partido Chega?

Mais uma subida do CHEGA na sondagem ! 

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Acho que devia ser mesmo era o Milhazes...

Editado por Burkina2008

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Citação de Ticampos, há 3 horas:

Tá bem. Se a vossa opinião do democrata ideal é um homem que está mais para lado da Rússia que para o lado da Ucrânia ao mesmo tempo que faz a sua agenda política ao lado da China e países afins. Pronto é uma opinião obviamente. 

A realidade brasileira não é a Portuguesa/Europeia/Ocidental. Os EUA ajudaram a estabelecer e manter um regime ditatorial no Brasil. Há muita gente na América Latina que se sente ainda hoje oprimida (economicamente) pelos ocidentais, americanos à cabeça. É natural terem uma posição mais neutral nas relações internacionais, e olharem para os russos/chineses de maneira mais positiva que nós. 

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