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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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e da eliminação do 2° ciclo, já se falou aqui? É interessante porque para mim, a mudança do 6° para o 7° ano foi de longe a mais brusca de toda a minha vida escolar e a única vez em que as minhas notas foram afetadas de um ano para o outro. Tenho é a impressão que sou caso único, nunca conheci ninguém que tivesse passado pelo mesmo.

Para mim a distinção sempre fez sentido e sempre achei muito estranho que não seja comum noutros países

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Não tenho opinião, nem sequer me lembro que crl aprendi no 6º ou 7º ano 

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Citação de Genzo, há 1 hora:

Então mas o Pacheco Amorim já deu o lugar ao Mithá?

tem uma voz mais sexy

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Citação de Rain Dog, há 1 hora:

e da eliminação do 2° ciclo, já se falou aqui? É interessante porque para mim, a mudança do 6° para o 7° ano foi de longe a mais brusca de toda a minha vida escolar e a única vez em que as minhas notas foram afetadas de um ano para o outro. Tenho é a impressão que sou caso único, nunca conheci ninguém que tivesse passado pelo mesmo.

Para mim a distinção sempre fez sentido e sempre achei muito estranho que não seja comum noutros países

A mim tmb me aconteceu mas porque passei de colégio privado para escola pública e uma turma totalmente diferente lel

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Citação de Tio Hans, há 5 horas:

E o seguinte da lista também 🙂

não era o Núncio? pensava que sim 

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Citação de Tibraco, há 5 horas:

 não faz sentido emprestar 300K a uma pessoa de 50 anos para comprar casa. 

Porquê?

 

Citação de noikeee, há 5 horas:

Faz mais sentido dar benesses a uma pessoa de 25 anos a poder financiar a 100% do que uma com 40 anos, mesmo que ambas estejam a pedir exatamente o mesmo crédito com a mesma duração e mesma taxa de esforço.

Porquê?

 

Citação de Tibraco, há 4 horas:

Pelos rendimentos, portanto. 

Eu acho que não faz sentido. Nesse cenário, um jovem se calhar quereria receber menos salário para poder aceder ao crédito com mais facilidade. Isto quando, e penso que é um tema consensual, a subida dos salários é uma urgência.

Essa opinião deriva de alguma sondagem do Ticampos?

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Citação de Pavel, há 1 minuto:

não era o Núncio? pensava que sim 

Ele estava a falar do Álvaro Castello-Branco que era o próximo a seguir ao Melo na lista do Porto mas que foi para secretário de Estado.

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Citação de Descartes, há 1 hora:

Porquê?

Eu expliquei o porquê no parágrafo anterior. 

Se tens 25 e começas a pagar um crédito a 30 anos (que o irás terminar de pagar aos 55) e depois acontecer algo e perderes rendimentos e ser mais difícil pagares, podes bater à porta do banco e pedir extensão do crédito que mais depressa têm margem para te estender o plano financeiro p.ex mais 10 anos. Acabas de pagar aos 65 e a seguir vais para a reforma.

Se tens 40 o banco vai aceitar que estendas o pagamento até aos teus 80? Podes até com alguma probabilidade já nem estares vivo. A banca estaria a assumir um risco muito maior neste caso.

Estas limitações no financiamento (de necessidade de uma percentagem considerável de entrada) foram introduzidas precisamente para evitar situações de incumprimento, ou situações em que as casas desvalorizem e estejas em aperto e a querer vender e só consigas vender por um valor inferior à tua dívida. Ou seja, crises como 2008. Estão longe de ser um conceito exclusivo a Portugal, já agora (julgo que nos States tens de ter 20% de entrada se não estou em erro). Se introduzirmos novas exceções a estas limitações, particularmente em situações que o incumprimento seja mais provável, estamos a desvirtuar completamente o conceito. Faz mais sentido abrir a porta em situações em que haja mais margem para gerir o incumprimento.

Se é esta a lógica do governo ou se quer apenas ganhar pontos políticos/eleitorais com os jovens, não sei.

Editado por noikeee

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Citação de Descartes, há 2 horas:

Porquê?

Essa opinião deriva de alguma sondagem do Ticampos?

A resposta que o noikeee deu seria basicamente a que eu daria. Alguém com 50 anos consegue sequer fazer um crédito para habitação a 30 anos?

Quanto à segunda pergunta, se o critério fosse "menos rendimento = + % de crédito" faria sentido receber menos 100 euros (por exemplo) se esse valor significasse ter de  entrar com menos capital  para a compra da casa.

Editado por Tibraco

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Citação de noikeee, há 1 hora:

Eu expliquei o porquê no parágrafo anterior. 

Se tens 25 e começas a pagar um crédito a 30 anos (que o irás terminar de pagar aos 55) e depois acontecer algo e perderes rendimentos e ser mais difícil pagares, podes bater à porta do banco e pedir extensão do crédito que mais depressa têm margem para te estender o plano financeiro p.ex mais 10 anos. Acabas de pagar aos 65 e a seguir vais para a reforma.

Se tens 40 o banco vai aceitar que estendas o pagamento até aos teus 80? Podes até com alguma probabilidade já nem estares vivo. A banca estaria a assumir um risco muito maior neste caso.

Estas limitações no financiamento (de necessidade de uma percentagem considerável de entrada) foram introduzidas precisamente para evitar situações de incumprimento, ou situações em que as casas desvalorizem e estejas em aperto e a querer vender e só consigas vender por um valor inferior à tua dívida. Ou seja, crises como 2008. Estão longe de ser um conceito exclusivo a Portugal, já agora (julgo que nos States tens de ter 20% de entrada se não estou em erro). Se introduzirmos novas exceções a estas limitações, particularmente em situações que o incumprimento seja mais provável, estamos a desvirtuar completamente o conceito. Faz mais sentido abrir a porta em situações em que haja mais margem para gerir o incumprimento.

Se é esta a lógica do governo ou se quer apenas ganhar pontos políticos/eleitorais com os jovens, não sei.

Talvez eu não tenha sido muito claro. Eu não perguntei porque é que o crédito é mais facilitado a jovens do que a pessoas com idade mais avançada. Isso é óbvio e corresponde ao que explicaste na primeira vez e repetiste agora. O que eu perguntei foi o motivo pelo qual faz mais sentido dar benesses a quem terá, como muito bem dizes, melhores condições para negociar com a banca futuros eventuais incumprimentos do que às pessoas que têm menos condições para o fazer. O raciocínio lógico dir-nos-ia exatamente o contrário.

Atenção que eu não estou contra a medida, muito pelo contrário. Até já defendi por aqui algo semelhante. O que não acho é que valha a pena estar a torturar argumentos para a justificar. É uma medida que visa facilitar o acesso ao crédito para aquisição de uma habitação direcionada para os jovens e isso basta como argumento. Entrar na lógica das opções das instituições de crédito para justificar uma medida de apoio público é que não me parece o caminho mais correto.

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Citação de Tibraco, há 37 minutos:

A resposta que o noikeee deu seria basicamente a que eu daria. Alguém com 50 anos consegue sequer fazer um crédito para habitação a 30 anos?

Quanto à segunda pergunta, se o critério fosse "menos rendimento = + % de crédito" faria sentido receber menos 100 euros (por exemplo) se esse valor significasse ter de  entrar com menos capital  para a compra da casa.

Claro que consegue. Tudo dependerá das garantias que apresente, avalistas ou fiadores. O que não faltam são opções. De qualquer forma não tinhas referido o prazo no post que eu citei. Os tais 300 mil euros podem facilmente ser concedidos a alguém com 50 anos com prazo de 20 anos, por exemplo.

Quanto à outra questão se algum jovem achar que é preferível sofrer um corte salarial e consequente diminuição de rendimentos apenas para poder pedir um valor mais elevado ao banco, que corresponderá a uma prestação mensal mais elevada, será melhor tirar senha para internamento num hospital psiquiátrico.

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Citação de Tibraco, há 42 minutos:

Alguém com 50 anos consegue sequer fazer um crédito para habitação a 30 anos?

Sim, conheço alguém que se divorciou aos 60 e fez um crédito a 20 anos para pagar a metade do outro.

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Citação de Plagio o Original, há 8 horas:

Por acaso o doutor carlos moedas fez essa muita bem, a enganar as pessoas. O meu irmão pensava q toda a gente em lisboa tinha passes gratis, mas é só sub23 e >65, ou o q era.

Aposto que o teu irmão não é das STEM's

Que vergonha, tens missangas na familia

Editado por Bashir
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Citação de Descartes, há 1 hora:

Claro que consegue. Tudo dependerá das garantias que apresente, avalistas ou fiadores. O que não faltam são opções. De qualquer forma não tinhas referido o prazo no post que eu citei. Os tais 300 mil euros podem facilmente ser concedidos a alguém com 50 anos com prazo de 20 anos, por exemplo.

Quanto à outra questão se algum jovem achar que é preferível sofrer um corte salarial e consequente diminuição de rendimentos apenas para poder pedir um valor mais elevado ao banco, que corresponderá a uma prestação mensal mais elevada, será melhor tirar senha para internamento num hospital psiquiátrico.

Certo mas, ainda assim, quanto mais jovem, mais facilidades no acesso ao crédito. Era esse o ponto de partida, sendo que tens razão porque cada caso é um caso.

O segundo parágrafo, não compreendo. Imagina que tenho 10K e preciso de 20 para dar de entrada. Se ganhar menos 100 euros, consigo a % suficiente para apenas precisar de 10K de entrada. Claro que fico a perder mas é a unica hipótese que teria de comprar a casa.

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Citação de Tibraco, há 2 minutos:

Certo mas, ainda assim, quanto mais jovem, mais facilidades no acesso ao crédito. Era esse o ponto de partida, sendo que tens razão porque cada caso é um caso.

O segundo parágrafo, não compreendo. Imagina que tenho 10K e preciso de 20 para dar de entrada. Se ganhar menos 100 euros, consigo a % suficiente para apenas precisar de 10K de entrada. Claro que fico a perder mas é a unica hipótese que teria de comprar a casa.

Portanto...

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Citação de Descartes, há 1 minuto:

Portanto...

Portanto, é preferível não comprar a casa?

Aliás, o teu raciocinio vai de encontro ao que penso. Não deve ser o rendimento o critério, ou pelo menos o único, para determinar a quem se concede os 100%. Provavelmente, o melhor método seria a tal combinação, com ponderadores, entre rendimento e idade.

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Citação de Tibraco, há 1 hora:

Portanto, é preferível não comprar a casa?

Aliás, o teu raciocinio vai de encontro ao que penso. Não deve ser o rendimento o critério, ou pelo menos o único, para determinar a quem se concede os 100%. Provavelmente, o melhor método seria a tal combinação, com ponderadores, entre rendimento e idade.

Literacia: O meu raciocínio não vai de encontro a coisa nenhuma. Até porque isso pode aleijar. Quanto muito poderá ir ao encontro de algo.

Literacia financeira: Se, como tu admites, alguém fica a perder com determinada escolha financeira, então não a deve fazer. Que era o que eu estava a questionar quando disseste que fazia sentido receber menos de salário para poder contrair um empréstimo de maior valor.

 

Sim, é preferível e ajuizado não comprar a casa. Porque é que toda a gente tem que ter casa própria? Cada um deve possuir aquilo que os seus rendimentos permitem sem colocar em risco a sua saúde financeira.

Quanto à conclusão que tiras de que o meu raciocínio transmite a ideia de que não deve ser o rendimento a utilizar como critério a atribuição de benefícios, é mera interpretação da tua parte. Não disse nada que te pudesse conduzir a essa conclusão.

Editado por Descartes

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Não existem almoços grátis. A minha casa são vocês que ma vão pagar. 

Editado por Che

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Citação de Pavel, há 12 horas:

não era o Núncio? pensava que sim 

Quem substituiu o Nuno Melo foi o Álvaro Castello Branco, que agora é secretário de estado.

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Citação de Descartes, há 7 horas:

Literacia: O meu raciocínio não vai de encontro a coisa nenhuma. Até porque isso pode aleijar. Quanto muito poderá ir ao encontro de algo.

Literacia financeira: Se, como tu admites, alguém fica a perder com determinada escolha financeira, então não a deve fazer. Que era o que eu estava a questionar quando disseste que fazia sentido receber menos de salário para poder contrair um empréstimo de maior valor.

 

Sim, é preferível e ajuizado não comprar a casa. Porque é que toda a gente tem que ter casa própria? Cada um deve possuir aquilo que os seus rendimentos permitem sem colocar em risco a sua saúde financeira.

Quanto à conclusão que tiras de que o meu raciocínio transmite a ideia de que não deve ser o rendimento a utilizar como critério a atribuição de benefícios, é mera interpretação da tua parte. Não disse nada que te pudesse conduzir a essa conclusão.

Ter um menor salário para pagar uma maior prestação mensal é, obviamente, uma má escolha financeira em si mesma. Isto parece relativamente simples de entender. No entanto, imagina que, por não teres casa própria, tens de arrendar uma casa e essa renda é superior à mensalidade que terás de pagar ao banco. Isso coloca as coisas noutra perspectiva ou não?

O que defendo, no fundo, e em contraponto com o Happy, é que não se deve utilizar o rendimento como critério único, ou até principal, pois pode gerar situações onde é preferível ganhar menos X para ter o beneficio Y. Nesse sentido, e reconhecendo que o critério da idade pode também ser injusto, creio que faz mais sentido do que focar nos rendimentos.

Houve aí um comentário de que esta medida prejudicava uns em detrimento de outros, na medida em que o estado tem um orçamento para gerir. Bem, essa conclusão tem lógica mas aplica-se à esmagadora maioria das medidas. Se aumentarem as forças policiais, eu não perco nenhum direito que tenho atualmente, quanto muito poderia deduzir que esse dinheiro poderia ser aplicado noutra área que me beneficiasse diretamente. Neste caso do acesso ao 100% do financiamento, a lógica é a mesma. Ninguém perde nenhum direito que tenha agora.

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Citação de Tibraco, há 3 minutos:

Ter um menor salário para pagar uma maior prestação mensal é, obviamente, uma má escolha financeira em si mesma. Isto parece relativamente simples de entender. No entanto, imagina que, por não teres casa própria, tens de arrendar uma casa e essa renda é superior à mensalidade que terás de pagar ao banco. Isso coloca as coisas noutra perspectiva ou não?

O que defendo, no fundo, e em contraponto com o Happy, é que não se deve utilizar o rendimento como critério único, ou até principal, pois pode gerar situações onde é preferível ganhar menos X para ter o beneficio Y. Nesse sentido, e reconhecendo que o critério da idade pode também ser injusto, creio que faz mais sentido do que focar nos rendimentos.

Houve aí um comentário de que esta medida prejudicava uns em detrimento de outros, na medida em que o estado tem um orçamento para gerir. Bem, essa conclusão tem lógica mas aplica-se à esmagadora maioria das medidas. Se aumentarem as forças policiais, eu não perco nenhum direito que tenho atualmente, quanto muito poderia deduzir que esse dinheiro poderia ser aplicado noutra área que me beneficiasse diretamente. Neste caso do acesso ao 100% do financiamento, a lógica é a mesma. Ninguém perde nenhum direito que tenha agora.

Onde é que ganhar menos ia ter dar um maior beneficio?

Mesmo nesta situação do CH, se ganhares menos, a tua taxa de esforço para pagar a prestação aumenta

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Citação de Petar Musa, há 20 minutos:

Onde é que ganhar menos ia ter dar um maior beneficio?

Mesmo nesta situação do CH, se ganhares menos, a tua taxa de esforço para pagar a prestação aumenta

Porque terias acesso a uma maior % de financiamento e, por conseguinte, terias de disponibilizar menos capital de entrada? Que, nalguns casos, pode ser a diferença entre conseguir o empréstimo ou não.

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Citação de Tibraco, Agora:

Porque terias acesso a uma maior % de financiamento e, por conseguinte, terias de disponibilizar menos capital de entrada? Que, nalguns casos, pode ser a diferença entre conseguir o empréstimo ou não.

E depois o crédito não é aprovado porque a taxa de esforço ultrapasssa o limite imposto para os bancos.

Continuo sem perceber qual seria a vantagem aqui.

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