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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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O problema das empresas não é o IRC. Perguntem aos empresários se preferem uma descida na TSU ou no IRC e vão ver a resposta.

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Citação de Jimpo, há 1 hora:

Falando das empresas e IRC. A ideia que tenho é que Portugal é composto por mais de 60/70% de micro e médias empresas. Não sei o que define uma média empresa mas penso que será algo com mais de 5 trabalhadores e menos de 20(?).

Micro empresa -> Até 10 trabalhadores;

Pequena empresa -> entre 10 e 50 trabalhadores;

Média empresa -> entre 50 e 250 trabalhadores

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Citação de smashing_pumpkin , há 8 minutos:

Não percebo esse último parágrafo. Qual é a vantagem de ter mais grandes empresas? Aglutinar ainda mais os grandes rendimentos?

É que as micro e pequenas empresas apenas têm esse nome devido ao número de gente que empregam, não devido à sua grandeza económica. O país precisas de mais empresas pequenas viáveis e fortes, não de ter grandes empresas a engolir o empresário comum.

é uma questão de capacidade de investimento e de inovação. uma economia de pequenas empresas é uma economia de rame-rame. As grandes economias têm grandes empresas, que conseguem congregar meios para fazer coisas novas, inventar coisas novas, trazer novos ramos de negócio para o país, etc. Economias de pequenas empresas ficam condenadas a ter de importar tudo que seja assim mais de extraordinário (pensa, por exemplo, em heavy machinery). Economias com grande empresas controem grandes tuneladoras, constroem grandes navios, economias de pequenas empresas, cavam tuneis e pescam com máquinas que compram fora.

Citação de Tibraco, há 5 minutos:

O problema das empresas não é o IRC. Perguntem aos empresários se preferem uma descida na TSU ou no IRC e vão ver a resposta.

explica ao auditório o que tens contra a TSU, sff.

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Citação de IlidioMA, há 41 minutos:

é uma questão de capacidade de investimento e de inovação. uma economia de pequenas empresas é uma economia de rame-rame. As grandes economias têm grandes empresas, que conseguem congregar meios para fazer coisas novas, inventar coisas novas, trazer novos ramos de negócio para o país, etc. Economias de pequenas empresas ficam condenadas a ter de importar tudo que seja assim mais de extraordinário (pensa, por exemplo, em heavy machinery). Economias com grande empresas controem grandes tuneladoras, constroem grandes navios, economias de pequenas empresas, cavam tuneis e pescam com máquinas que compram fora.

explica ao auditório o que tens contra a TSU, sff.

Acho, e os empregadores de modo geral têm essa opinião, que é um valor demasiado elevado. Não os 11% mas sim os 23,75%. O IRC pagam uma vez por ano, quando pagam,  a TSU levam com elas todos os meses. E não digo isto com base em conversas de livros, tenho/tive centenas de clientes PME's e é essa a sensação dos empresários.

Porque, de resto, concordo com o que foi dito de forma geral.  A descida do IRS não retém ninguém em Portugal, o problema é que os salários são baixos.

Editado por Tibraco

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Citação de smashing_pumpkin , há 45 minutos:

Não percebo esse último parágrafo. Qual é a vantagem de ter mais grandes empresas? Aglutinar ainda mais os grandes rendimentos?

É que as micro e pequenas empresas apenas têm esse nome devido ao número de gente que empregam, não devido à sua grandeza económica. O país precisas de mais empresas pequenas viáveis e fortes, não de ter grandes empresas a engolir o empresário comum.

Empresas que consigam competir no exterior por exemplo? Captar mais recursos para o país? 

Empregar mais gente? Melhores e mais opções de trabalho obrigando a uma competição para quem quer empregar? 

Deixar de ter as empresas mais importantes como empresas de retalho que é algo com uma % baixa de retorno? Não são algo que produza assim tanto valor. 

Bold - pesquisei os dados no chatgpt e as

microempresas só entre 30% e 40% é que pagam impostos. 

As médias 60% a 70% 

O tecido empresarial português 

  • Microempresas 90%
  • Médias 8%

Portanto se não são precisas mais grandes empresas que podem não ser o motor do país mas são quem envia o país para a frente... Pá, é a minha análise de quem não percebe um crl.

Já virá aí alguém  dizer que o que precisamos é de bicicletas e a queixar depois dos salários que não dá pra comprar nada. 

 

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Citação de Descartes, há 45 minutos:

Micro empresa -> Até 10 trabalhadores;

Pequena empresa -> entre 10 e 50 trabalhadores;

Média empresa -> entre 50 e 250 trabalhadores

Informação incompleta. 

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Citação de Tibraco, há 2 minutos:

Acho, e os empregadores de modo geral têm essa opinião, que é um valor demasiado elevado. Não os 11% mas sim os 23,75%. O IRC pagam uma vez por ano, quando pagam,  a TSU levam com elas todos os meses. E não digo isto com base em conversas de livros, tenho/tive centenas de clientes PME's e é essa a sensação dos empresários.

Porque, de resto, concordo com o que foi dito de forma geral.  A descida do IRS não retém ninguém em Portugal, o problema é que os salários são baixos.

Mas os empregadores não sabem que a TSU que pagam todos os meses é parte integrante do salário dos seus funcionários? Queixam-se de quê? De entregar essa verba ao Estado em vez de a entregarem aos funcionários? Ou queixam-se porque se não a entregassem ao Estado podiam ainda pagar menos aos funcionários?

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Citação de Descartes, Agora:

Mas os empregadores não sabem que a TSU que pagam todos os meses é parte integrante do salário dos seus funcionários? Queixam-se de quê? De entregar essa verba ao Estado em vez de a entregarem aos funcionários? Ou queixam-se porque se não a entregassem ao Estado podiam ainda pagar menos aos funcionários?

disgonbegood-excited.gif

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Citação de Tibraco, há 2 minutos:

Informação incompleta. 

Estás à vontade para a completar.

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Citação de Descartes, há 18 minutos:

Mas os empregadores não sabem que a TSU que pagam todos os meses é parte integrante do salário dos seus funcionários? Queixam-se de quê? De entregar essa verba ao Estado em vez de a entregarem aos funcionários? Ou queixam-se porque se não a entregassem ao Estado podiam ainda pagar menos aos funcionários?

Ou então, se pagassem menos TSU, poderiam subir o valor dos salários que pagam aos trabalhadores. Por cada mil euros, tens de entregar quase 350 euros ao Estado. A conversa geralmente anda à volta do IRC mas isso, para os empresários, é conversa de chacha. Se quiserem falar nas Tribulações Autónomas, aí já é outra conversa..  

Citação de Descartes, há 21 minutos:

Estás à vontade para a completar.

Não sou professor. Era só para não deixar o colega a pensar que a definição micro, pequena ou média empresa de devia exclusivamente ao número de trabalhadores.

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Citação de Tibraco, há 1 minuto:

Ou então, se pagassem menos TSU, poderiam subir o valor dos salários que pagam aos trabalhadores. Por cada mil euros, tens de entregar quase 350 euros ao Estado. A conversa geralmente anda à volta do IRC mas isso, para os empresários, é conversa de chacha. Se quiserem falar nas Tribulações Autónomas, aí já é outra conversa..  

Vou dizer mais uma vez: a TSU é dos trabalhadores. Um salário bruto de 1.000 € corresponde a um valor de 1.237,50 €. Se não existisse obrigatoriedade das empresas pagarem 23,75% de TSU esse valor teria que ser acrescentado ao vencimento dos trabalhadores. Não se trata de subir salários nem haveria qualquer implicação para as empresas. Seria apenas pagar diretamente ao trabalhador em vez de o fazer ao Estado.

Os empresários choram-se porque se não o entregassem ao Estado pagariam 1.100 € aos trabalhadores e ficariam com 137,50 € para eles, por exemplo.

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Citação de Descartes, há 10 minutos:

Vou dizer mais uma vez: a TSU é dos trabalhadores. Um salário bruto de 1.000 € corresponde a um valor de 1.237,50 €. Se não existisse obrigatoriedade das empresas pagarem 23,75% de TSU esse valor teria que ser acrescentado ao vencimento dos trabalhadores. Não se trata de subir salários nem haveria qualquer implicação para as empresas. Seria apenas pagar diretamente ao trabalhador em vez de o fazer ao Estado.

Os empresários choram-se porque se não o entregassem ao Estado pagariam 1.100 € aos trabalhadores e ficariam com 137,50 € para eles, por exemplo.

Haveria implicações para as empresas se os 23,75% baixassem para, por exemplo, os 15%. Se o custo de ter um trabalhador baixasse dos 1.237,50 euros para os 1.150 euros, a empresa teria mais recursos financeiros para subir os salários aos funcionários.  

Mais dinheiro em caixa, menos necessidade de se financiar,  pagam menos juros, mais possibilidades de recompensar os funcionários.  

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Citação de Descartes, há 22 minutos:

Vou dizer mais uma vez: a TSU é dos trabalhadores. Um salário bruto de 1.000 € corresponde a um valor de 1.237,50 €. Se não existisse obrigatoriedade das empresas pagarem 23,75% de TSU esse valor teria que ser acrescentado ao vencimento dos trabalhadores. Não se trata de subir salários nem haveria qualquer implicação para as empresas. Seria apenas pagar diretamente ao trabalhador em vez de o fazer ao Estado.

Os empresários choram-se porque se não o entregassem ao Estado pagariam 1.100 € aos trabalhadores e ficariam com 137,50 € para eles, por exemplo.

Concordo contigo, mas é pena que a perceção das pessoas não seja essa. O imposto é visto como um encargo desnecessário das empresas e prescindível pelo trabalhador. 

A verdade é que vários comerciantes (de pequeno comércio) queixam-se da TSU.

Citação de Descartes, há 1 hora:

Estás à vontade para a completar.

O volume de negócios também entra. Fica aqui: 

https://portugal2020.pt/glossario/pme-pequenas-e-medias-empresas/?doing_wp_cron=1728226380.8264980316162109375000

E, apesar das PME's serem muito importantes para um país e Portugal ter problemas crónicos relacionado com elas, há estudos que desvalorizam o investimento do Estado diretamente nestas pequenas e médias empresas - porque supostamente traz pouco valor acrescentado à economia, enquanto que um investimento em grandes empresas traz mais valor.

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Citação de Tibraco, há 25 minutos:

Haveria implicações para as empresas se os 23,75% baixassem para, por exemplo, os 15%. Se o custo de ter um trabalhador baixasse dos 1.237,50 euros para os 1.150 euros, a empresa teria mais recursos financeiros para subir os salários aos funcionários.  

Mais dinheiro em caixa, menos necessidade de se financiar,  pagam menos juros, mais possibilidades de recompensar os funcionários.  

Percebo a lógica. Se a empresa deixasse de pagar 1.237,50 € a um trabalhador e passasse a pagar apenas 1.150 € seria fantástico. Até podia pagar 1.200 € ao trabalhador e ele ficaria todo contente. Em vez de ter ao final do mês 1.237,50 € em seu nome ficaria com 1.200 € e com um sorriso nos lábios. Podia depois ter mais dificuldades numa eventual situação de desemprego ou de doença mas isso nem sequer é certo que venha a acontecer. E em termos de reforma logo se vê quando lá chegar...

É de facto uma ideia muito boa. E com jeitinho, ao fim de 6 meses, até podia dar para o empresário comprar aquele porsche que anda a namorar há algum tempo.

Citação de Jpa, há 16 minutos:

Concordo contigo, mas é pena que a perceção das pessoas não seja essa. O imposto é visto como um encargo desnecessário das empresas e prescindível pelo trabalhador. 

A verdade é que vários comerciantes (de pequeno comércio) queixam-se da TSU.

Pois claro que se queixam. Quando chegar o dia em que os pequenos comerciantes deixem de se queixar com o que pagam aos seus trabalhadores é feriado nacional.

Editado por Descartes
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Citação de Petar Musa, há 5 horas:

Também há os José Silva que até recebem acima da média, mas o Estado quer aproxima-los dos escalões mais baixos pela negativa 

Fds 😅

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Citação de Jpa, há 19 minutos:

O volume de negócios também entra. Fica aqui: 

https://portugal2020.pt/glossario/pme-pequenas-e-medias-empresas/?doing_wp_cron=1728226380.8264980316162109375000

E, apesar das PME's serem muito importantes para um país e Portugal ter problemas crónicos relacionado com elas, há estudos que desvalorizam o investimento do Estado diretamente nestas pequenas e médias empresas - porque supostamente traz pouco valor acrescentado à economia, enquanto que um investimento em grandes empresas traz mais valor.

Obrigado

Citação de Tibraco, há 56 minutos:

Não sou professor. Era só para não deixar o colega a pensar que a definição micro, pequena ou média empresa de devia exclusivamente ao número de trabalhadores.

Muito dificilmente encontraremos um exemplo mais ilustrativo sobre as pessoas com quem faz sentido conversar e aquelas que não interessam nem ao Menino Jesus.

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Citação de Descartes, há 4 minutos:

Percebo a lógica. Se a empresa deixasse de pagar 1.237,50 € a um trabalhador e passasse a pagar apenas 1.150 € seria fantástico. Até podia pagar 1.200 € ao trabalhador e ele ficaria todo contente. Em vez de ter ao final do mês 1.237,50 € em seu nome ficaria com 1.200 € e com um sorriso nos lábios. Podia depois ter mais dificuldades numa eventual situação de desemprego ou de doença mas isso nem sequer é certo que venha a acontecer. E em termos de reforma logo se vê quando lá chegar...

É de facto uma ideia muito boa. E com jeitinho, ao fim de 6 meses, até podia dar para o empresário comprar aquele porsche que anda a namorar há algum tempo.

Pois claro que se queixam. Quando chegar o dia em que os pequenos comerciantes deixem de se queixar com o que pagam aos seus trabalhadores é feriado nacional.

Tu sabes que o subsídio de desemprego ou a baixa é calculada pelo valor bruto do salário e não por esse mesmo valor mais acrescido da TSU. No cálculo da reforma, tens razão evidentemente. 

Mas tenho uma dúvida. Para ti, é justo eu querer contratar um trabalhador e dessa operação resultar 34,5% de TSU?

Citação de Descartes, há 1 minuto:

Obrigado

Muito dificilmente encontraremos um exemplo mais ilustrativo sobre as pessoas com quem faz sentido conversar e aquelas que não interessam nem ao Menino Jesus.

Foi só uma correção, não te zangues.

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Tribaco as tuas respostas vão de encontro ao que eu senti logo, mas dei-te uma oportunidade de me provares o contrário, que é (o que eu ia dizer logo), vê-se que tu não gostas, não queres, não percebes e não sabes para que serve o Estado Social.

A única coisa que eu te tenho a dizer é, e estou a ser sincero, espero mesmo que nunca venhas a ter de saber.

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Citação de Tibraco, há 7 minutos:

Tu sabes que o subsídio de desemprego ou a baixa é calculada pelo valor bruto do salário e não por esse mesmo valor mais acrescido da TSU. No cálculo da reforma, tens razão evidentemente. 

Mas tenho uma dúvida. Para ti, é justo eu querer contratar um trabalhador e dessa operação resultar 34,5% de TSU?

Tu deves pensar que o dinheiro dos subsídios de desemprego ou das baixas médicas vem do pote de ouro que está no fim do arco-íris.

A TSU tem a ver com a sustentabilidade da Segurança Social. Não tem a ver com justiça. Não sou especialista da área por isso não faço ideia se é excedentária podendo haver folga para reduzir as taxas ou se é deficitária e deveria ser mais alta. O que espero é que as contas estejam a ser bem feitas e que eu tenha proteção na doença ou numa situação de desemprego e que tenha garantida futuramente uma reforma digna e justa face ao que ando a contribuir, numa lógica de solidariedade inter-geracional, como é óbvio.

Editado por Descartes
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Citação de Descartes, há 1 minuto:

Percebo a lógica. Se a empresa deixasse de pagar 1.237,50 € a um trabalhador e passasse a pagar apenas 1.150 € seria fantástico. Até podia pagar 1.200 € ao trabalhador e ele ficaria todo contente. Em vez de ter ao final do mês 1.237,50 € em seu nome ficaria com 1.200 € e com um sorriso nos lábios. Podia depois ter mais dificuldades numa eventual situação de desemprego ou de doença mas isso nem sequer é certo que possa acontecer. E em termos de reforma logo se vê quando lá chegar...

É de facto uma ideia muito boa. E com jeitinho, ao fim de 6 meses, até podia dar para o empresário comprar aquele porsche que anda a namorar há algum tempo.

O ano é 2024 e ainda nos querem passar a ideia de que o trabalhador só tem direito ao que lhe entra direto na conta.

 

Citação de IlidioMA, há 1 minuto:

Tribaco as tuas respostas vão de encontro ao que eu senti logo, mas dei-te uma oportunidade de me provares o contrário, que é (o que eu ia dizer logo), vê-se que tu não gostas, não queres, não percebes e não sabes para que serve o Estado Social.

A única coisa que eu te tenho a dizer é, e estou a ser sincero, espero mesmo que nunca venhas a ter de saber.

Ao encontro de, chefe.

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Mas isso não há problema, se faltar o dinheiro quando ele precisar da Segurança Social é só roubar o ouro aos judeus, aos ciganos ou a outra minoria qualquer que sirva como bode expiatório como fizeram há 100 anos. Tranquilíssimo!

Editado por Black Hawk

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Citação de Jimpo, há 1 hora:

pesquisei os dados no chatgpt

🚨🚨🚨🚨🚨🚨

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Citação de Tibraco, há 14 minutos:

Foi só uma correção, não te zangues.

Quem corrigiu foi o @Jpa. Aliás, não corrigiu, completou.

Tu não fizeste nada disso. Identificaste que a informação estava incompleta, tendo razão, e quando convidado a completá-la respondeste que não eras professor. Foi, no mínimo, deselegante. Para ser simpático.

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Citação de IlidioMA, há 39 minutos:

Tribaco as tuas respostas vão de encontro ao que eu senti logo, mas dei-te uma oportunidade de me provares o contrário, que é (o que eu ia dizer logo), vê-se que tu não gostas, não queres, não percebes e não sabes para que serve o Estado Social.

A única coisa que eu te tenho a dizer é, e estou a ser sincero, espero mesmo que nunca venhas a ter de saber.

Não é, de todo, verdade. Onde podemos estar em desacordo, e estamos, é no peso dessa contribuição para o Estado Social. E, aliás, gosto muito da tua ideia onde damos incentivos fiscais às empresas que aumentam os trabalhadores. Ou seja, acho que se deve baixar a TSU mas criando mecanismos para que o tal empresário não vá comprar um carro novo.

Citação de Descartes, há 40 minutos:

Tu deves pensar que o dinheiro dos subsídios de desemprego ou das baixas médicas vem do pote de ouro que está no fim do arco-íris.

A TSU tem a ver com a sustentabilidade da Segurança Social. Não tem a ver com justiça. Não sou especialista da área por isso não faço ideia se é excedentária podendo haver folga para reduzir as taxas ou se é deficitária e deveria ser mais alta. O que espero é que as contas estejam a ser bem feitas e que eu tenha proteção na doença ou numa situação de desemprego e que tenha garantida futuramente uma reforma digna e justa face ao que ando a contribuir, numa lógica de solidariedade inter-geracional, como é óbvio.

Bem sei que não me tens em grande conta do ponto de vista inteletual, já o referiste em diversas ocasiões, mas peço-te que me dês crédito suficiente para não duvidares de que entendo minimamente como funciona o sistema da TSU.

Sabes tão bem como eu que existem diversas formas de compensar a baixa da TSU. Teres mais pessoas a trabalhar, teres menos pagamentos por fora, menos KM's processados (e esta dava pano para mangas), uma maior justiça na distribuição do valor recolhido... Se aumentares a receita de um lado, podes baixar do outro, mas obviamente que tu sabes isso.

E esta questão surge devido ao IRC e aos beneficios da baixa do mesmo. Porque nesta matéria, como em outras, estou de acordo com a Mariana Mortágua. É uma medida que visa beneficiar os grandes grupos económicos porque as empresas comuns estão-se a borrifar por completo para o IRC. 

Citação de Descartes, há 35 minutos:

Quem corrigiu foi o @Jpa. Aliás, não corrigiu, completou.

Tu não fizeste nada disso. Identificaste que a informação estava incompleta, tendo razão, e quando convidado a completá-la respondeste que não eras professor. Foi, no mínimo, deselegante. Para ser simpático.

Fui deselegante, sem dúvida. Algo que também se pode dizer da tua postura para comigo, nomeadamente com os teus GIF's.

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