rcoelho14 Publicado Janeiro 27 Seguranças do Parlamento cercam jornalista e mandam parar perguntas a deputados Citação Repórter da SÁBADO questionava deputados do PSD sobre voto na segunda volta e foi abordado por três agentes. Secretária-geral do Parlamento admite excesso de zelo e diz que houve uma queixa (que recusa dizer de quem) por "comportamento considerado suspeito". Queixa terá vindo da bancada do PSD Spoiler Era uma reportagem no terreno - especificamente nos corredores da Assembleia da República, onde jornalistas estão autorizados a circular, trabalhar e abordar deputados - e apenas direcionada aos deputados do PSD, nomeadamente sobre em quem iriam votar nestas Presidenciais, uma vez que o PSD e o Governo, ambos liderados por Luís Montenegro, indicaram que nem o partido nem o executivo estavam representados na segunda volta e não iriam tomar posição, o que dava uma certa liberdade de voto aos deputados. Jornalista impedido de questionar deputados do PSD no Parlamento A SÁBADO começou por recolher depoimentos nas galerias de São Bento na tarde de dia 20 de janeiro. À hora de almoço de dia 21, Hugo Soares, presidente do grupo parlamentar do PSD, saiu do seu gabinete na Assembleia da República, entrou no elevador e virou-se para o repórter: “Já disse aos meus deputados para nenhum deles falar consigo.” A partir daí tudo mudou. Deduz-se que tenha sido imposta uma lei da rolha e, para o reforçar, uma assessora do grupo parlamentar foi posta de plantão à porta do gabinete. E, de facto, os deputados questionados a seguir não revelaram em quem iam votar, nem se alargaram nos comentários (ao contrário do que sucedera no dia anterior). Poucas horas depois, a SÁBADO foi abordada por vários elementos do corpo de segurança da Assembleia da República. A primeira abordagem, pelas 17h30, foi feita por dois elementos que se identificaram como “agentes do serviço de segurança” da AR. Os dois agentes solicitaram identificação do jornalista, que foi concretizada oralmente e pela exibição do crachá de imprensa que foi dado na portaria da AR contra entrega de carteira profissional de jornalista. A partir do momento em que o jornalista se identificou como tal no exercício de funções para a revista SÁBADO e em local autorizado, os dois seguranças questionaram o jornalista sobre o que estava a fazer na Assembleia da República, se era a sua primeira vez no local e que perguntas estava a fazer aos deputados. Os dois seguranças deram ordem de retenção ao jornalista até chegada de um “superior”, que chegou pouco depois e se identificou como “tenente Lopes”. Este informou o jornalista da SÁBADO que “houve deputados que se queixaram” de perguntas feitas pelo mesmo, e que tinham “ficado incomodados”. Perguntado que deputados tinham feito essa queixa, respondeu: “Não podemos dizer”. Deduz-se por esta declaração que a queixa tenha vinda do PSD, até porque só a sua bancada estava a ser abordada no terreno. Informou ainda o tenente Lopes que o jornalista da SÁBADO estava a “fazer um inquérito a deputados” e que, se o estava a fazer, não podia prosseguir, tendo de pedir “autorização formal dos serviços de comunicação da Assembleia da República”. Posto isto, o tenente Lopes informou o jornalista da SÁBADO que não podia continuar a fazer perguntas a deputados. O caso Joacine e o puxão de orelhas Recorde-se que em 2019 houve um caso semelhante envolvendo este corpo de segurança, a propósito de uma escolta feita no Parlamento à deputada Joacine Katar Moreira para evitar perguntas dos jornalistas. O presidente da Assembleia da República na altura, Ferro Rodrigues, pediu explicações internas. “Ao serviço de segurança compete garantir a segurança física dos deputados, dos funcionários, dos membros do Governo que aqui estejam, até dos jornalistas. O que aconteceu não foi normal porque não estava em causa a segurança física da deputada”, declarou na altura o secretário-geral do Parlamento, Albino de Azevedo Soares, citado pelo Público. Albino Azevedo Soares vincou ainda ao Público que “quando os deputados não querem, não prestam declarações, mas não pedem que um elemento da segurança os acompanhe para evitar perguntas dos jornalistas”. Além disso, “também não é normal o serviço de segurança prestar-se a um serviço para o qual não está incumbido”. O atual presidente da Assembleia da República, Aguiar Branco (eleito pelo PSD), não respondeu ao pedido de esclarecimento da SÁBADO sobre o agora ocorrido. Anabela Cabral Ferreira, atual secretária-geral da Assembleia da República, respondeu à SÁBADO que o Parlamento "é um espaço com regras próprias de circulação e permanência, destinadas a garantir a segurança e o normal funcionamento dos trabalhos parlamentares" e que "existem espaços específicos para o trabalho dos jornalistas". Depois, entrando no caso em concreto, referiu: "Na sequência de uma comunicação interna sobre um comportamento considerado suspeito, os serviços de segurança atuaram no cumprimento das suas competências legais e regulamentares. Embora se reconheça que a abordagem possa ter sido percecionada como inibidora, a atuação visou exclusivamente a salvaguarda das pessoas, dos serviços e do património." Não foi esclarecido que "pessoas, serviços e património" estiveram em perigo e, numa segunda ronda de perguntas, Anabela Cabral Ferreira também não quis responder quem fez a “comunicação interna”, qual o destinatário e qual o “comportamento considerado suspeito”. Referiu contudo - no que parece uma assunção de excesso de zelo - que, "reafirmando o compromisso com a manutenção de relações institucionais pautadas pela correção, clareza e urbanidade, foram reforçadas junto dos elementos do Serviço de Segurança as orientações relativas à forma de comunicação e interação funcional no exercício das suas atribuições". Hugo Soares garantiu à SÁBADO não ter nenhuma responsabilidade na atuação da equipa de segurança do Parlamento, desconhecendo quem fez a queixa. Olha tão democráticos que são na bancada da AD ❤️ Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado Janeiro 27 https://x.com/i/status/2016107738820952229 Fdx lol Que assassinato público lol Compartilhar este post Link para o post
JGabriel Publicado Janeiro 27 (editado) Citação de rcoelho14, há 1 hora: Seguranças do Parlamento cercam jornalista e mandam parar perguntas a deputados Mostrar conteúdo oculto Era uma reportagem no terreno - especificamente nos corredores da Assembleia da República, onde jornalistas estão autorizados a circular, trabalhar e abordar deputados - e apenas direcionada aos deputados do PSD, nomeadamente sobre em quem iriam votar nestas Presidenciais, uma vez que o PSD e o Governo, ambos liderados por Luís Montenegro, indicaram que nem o partido nem o executivo estavam representados na segunda volta e não iriam tomar posição, o que dava uma certa liberdade de voto aos deputados. Jornalista impedido de questionar deputados do PSD no Parlamento A SÁBADO começou por recolher depoimentos nas galerias de São Bento na tarde de dia 20 de janeiro. À hora de almoço de dia 21, Hugo Soares, presidente do grupo parlamentar do PSD, saiu do seu gabinete na Assembleia da República, entrou no elevador e virou-se para o repórter: “Já disse aos meus deputados para nenhum deles falar consigo.” A partir daí tudo mudou. Deduz-se que tenha sido imposta uma lei da rolha e, para o reforçar, uma assessora do grupo parlamentar foi posta de plantão à porta do gabinete. E, de facto, os deputados questionados a seguir não revelaram em quem iam votar, nem se alargaram nos comentários (ao contrário do que sucedera no dia anterior). Poucas horas depois, a SÁBADO foi abordada por vários elementos do corpo de segurança da Assembleia da República. A primeira abordagem, pelas 17h30, foi feita por dois elementos que se identificaram como “agentes do serviço de segurança” da AR. Os dois agentes solicitaram identificação do jornalista, que foi concretizada oralmente e pela exibição do crachá de imprensa que foi dado na portaria da AR contra entrega de carteira profissional de jornalista. A partir do momento em que o jornalista se identificou como tal no exercício de funções para a revista SÁBADO e em local autorizado, os dois seguranças questionaram o jornalista sobre o que estava a fazer na Assembleia da República, se era a sua primeira vez no local e que perguntas estava a fazer aos deputados. Os dois seguranças deram ordem de retenção ao jornalista até chegada de um “superior”, que chegou pouco depois e se identificou como “tenente Lopes”. Este informou o jornalista da SÁBADO que “houve deputados que se queixaram” de perguntas feitas pelo mesmo, e que tinham “ficado incomodados”. Perguntado que deputados tinham feito essa queixa, respondeu: “Não podemos dizer”. Deduz-se por esta declaração que a queixa tenha vinda do PSD, até porque só a sua bancada estava a ser abordada no terreno. Informou ainda o tenente Lopes que o jornalista da SÁBADO estava a “fazer um inquérito a deputados” e que, se o estava a fazer, não podia prosseguir, tendo de pedir “autorização formal dos serviços de comunicação da Assembleia da República”. Posto isto, o tenente Lopes informou o jornalista da SÁBADO que não podia continuar a fazer perguntas a deputados. O caso Joacine e o puxão de orelhas Recorde-se que em 2019 houve um caso semelhante envolvendo este corpo de segurança, a propósito de uma escolta feita no Parlamento à deputada Joacine Katar Moreira para evitar perguntas dos jornalistas. O presidente da Assembleia da República na altura, Ferro Rodrigues, pediu explicações internas. “Ao serviço de segurança compete garantir a segurança física dos deputados, dos funcionários, dos membros do Governo que aqui estejam, até dos jornalistas. O que aconteceu não foi normal porque não estava em causa a segurança física da deputada”, declarou na altura o secretário-geral do Parlamento, Albino de Azevedo Soares, citado pelo Público. Albino Azevedo Soares vincou ainda ao Público que “quando os deputados não querem, não prestam declarações, mas não pedem que um elemento da segurança os acompanhe para evitar perguntas dos jornalistas”. Além disso, “também não é normal o serviço de segurança prestar-se a um serviço para o qual não está incumbido”. O atual presidente da Assembleia da República, Aguiar Branco (eleito pelo PSD), não respondeu ao pedido de esclarecimento da SÁBADO sobre o agora ocorrido. Anabela Cabral Ferreira, atual secretária-geral da Assembleia da República, respondeu à SÁBADO que o Parlamento "é um espaço com regras próprias de circulação e permanência, destinadas a garantir a segurança e o normal funcionamento dos trabalhos parlamentares" e que "existem espaços específicos para o trabalho dos jornalistas". Depois, entrando no caso em concreto, referiu: "Na sequência de uma comunicação interna sobre um comportamento considerado suspeito, os serviços de segurança atuaram no cumprimento das suas competências legais e regulamentares. Embora se reconheça que a abordagem possa ter sido percecionada como inibidora, a atuação visou exclusivamente a salvaguarda das pessoas, dos serviços e do património." Não foi esclarecido que "pessoas, serviços e património" estiveram em perigo e, numa segunda ronda de perguntas, Anabela Cabral Ferreira também não quis responder quem fez a “comunicação interna”, qual o destinatário e qual o “comportamento considerado suspeito”. Referiu contudo - no que parece uma assunção de excesso de zelo - que, "reafirmando o compromisso com a manutenção de relações institucionais pautadas pela correção, clareza e urbanidade, foram reforçadas junto dos elementos do Serviço de Segurança as orientações relativas à forma de comunicação e interação funcional no exercício das suas atribuições". Hugo Soares garantiu à SÁBADO não ter nenhuma responsabilidade na atuação da equipa de segurança do Parlamento, desconhecendo quem fez a queixa. Olha tão democráticos que são na bancada da AD ❤️ Deixem o Luís trabalhar, vão agora aceitar jornalistas a fazer perguntas Editado Janeiro 27 por JGabriel Compartilhar este post Link para o post
Chaplin Publicado Janeiro 27 Citação de SAS_Robben, há 10 minutos: https://x.com/i/status/2016107738820952229 Fdx lol Que assassino público lol Fiquei incrédulo quando o Paulo Raimundo confessou gostar de ouvir a rubrica dele no Observador. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Janeiro 27 Citação de SAS_Robben, há 1 hora: https://x.com/i/status/2016107738820952229 Fdx lol Que assassinato público lol Não faço a mínima ideia de quem estão a falar 😅 Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado Janeiro 27 Citação de Petar Musa, há 3 minutos: Não faço a mínima ideia de quem estão a falar 😅 https://observador.pt/perfil/albertoagoncalves/ Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Janeiro 27 (editado) Uau, RIP carreira. Tem sempre a Folha Nacional à espera, vá. De resto, folgo em ver liberais adeptos do RSI. Editado Janeiro 27 por Ghelthon Compartilhar este post Link para o post
hugoooo_17 Publicado Janeiro 27 Citação de Chaplin, há 1 hora: Fiquei incrédulo quando o Paulo Raimundo confessou gostar de ouvir a rubrica dele no Observador. ele disse que gostava do estilo. e ele tem muitos ouvintes porque é esse mesmo estilo agressivo, belicoso, mas ao mesmo tempo sem ser vulgar e rudimentar que atrai, mesmo pessoas que o detestam. o rage vende bem. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Janeiro 27 Citação de SAS_Robben, há 1 hora: https://observador.pt/perfil/albertoagoncalves/ Eu pesquisei, fiquei foi sem saber quem era. E, pela descrição do senhor acima, não vou ouvir o que ele tem para dizer, como é óbvio. Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado Janeiro 27 Citação de rcoelho14, há 4 horas: Seguranças do Parlamento cercam jornalista e mandam parar perguntas a deputados Ocultar conteúdo Era uma reportagem no terreno - especificamente nos corredores da Assembleia da República, onde jornalistas estão autorizados a circular, trabalhar e abordar deputados - e apenas direcionada aos deputados do PSD, nomeadamente sobre em quem iriam votar nestas Presidenciais, uma vez que o PSD e o Governo, ambos liderados por Luís Montenegro, indicaram que nem o partido nem o executivo estavam representados na segunda volta e não iriam tomar posição, o que dava uma certa liberdade de voto aos deputados. Jornalista impedido de questionar deputados do PSD no Parlamento A SÁBADO começou por recolher depoimentos nas galerias de São Bento na tarde de dia 20 de janeiro. À hora de almoço de dia 21, Hugo Soares, presidente do grupo parlamentar do PSD, saiu do seu gabinete na Assembleia da República, entrou no elevador e virou-se para o repórter: “Já disse aos meus deputados para nenhum deles falar consigo.” A partir daí tudo mudou. Deduz-se que tenha sido imposta uma lei da rolha e, para o reforçar, uma assessora do grupo parlamentar foi posta de plantão à porta do gabinete. E, de facto, os deputados questionados a seguir não revelaram em quem iam votar, nem se alargaram nos comentários (ao contrário do que sucedera no dia anterior). Poucas horas depois, a SÁBADO foi abordada por vários elementos do corpo de segurança da Assembleia da República. A primeira abordagem, pelas 17h30, foi feita por dois elementos que se identificaram como “agentes do serviço de segurança” da AR. Os dois agentes solicitaram identificação do jornalista, que foi concretizada oralmente e pela exibição do crachá de imprensa que foi dado na portaria da AR contra entrega de carteira profissional de jornalista. A partir do momento em que o jornalista se identificou como tal no exercício de funções para a revista SÁBADO e em local autorizado, os dois seguranças questionaram o jornalista sobre o que estava a fazer na Assembleia da República, se era a sua primeira vez no local e que perguntas estava a fazer aos deputados. Os dois seguranças deram ordem de retenção ao jornalista até chegada de um “superior”, que chegou pouco depois e se identificou como “tenente Lopes”. Este informou o jornalista da SÁBADO que “houve deputados que se queixaram” de perguntas feitas pelo mesmo, e que tinham “ficado incomodados”. Perguntado que deputados tinham feito essa queixa, respondeu: “Não podemos dizer”. Deduz-se por esta declaração que a queixa tenha vinda do PSD, até porque só a sua bancada estava a ser abordada no terreno. Informou ainda o tenente Lopes que o jornalista da SÁBADO estava a “fazer um inquérito a deputados” e que, se o estava a fazer, não podia prosseguir, tendo de pedir “autorização formal dos serviços de comunicação da Assembleia da República”. Posto isto, o tenente Lopes informou o jornalista da SÁBADO que não podia continuar a fazer perguntas a deputados. O caso Joacine e o puxão de orelhas Recorde-se que em 2019 houve um caso semelhante envolvendo este corpo de segurança, a propósito de uma escolta feita no Parlamento à deputada Joacine Katar Moreira para evitar perguntas dos jornalistas. O presidente da Assembleia da República na altura, Ferro Rodrigues, pediu explicações internas. “Ao serviço de segurança compete garantir a segurança física dos deputados, dos funcionários, dos membros do Governo que aqui estejam, até dos jornalistas. O que aconteceu não foi normal porque não estava em causa a segurança física da deputada”, declarou na altura o secretário-geral do Parlamento, Albino de Azevedo Soares, citado pelo Público. Albino Azevedo Soares vincou ainda ao Público que “quando os deputados não querem, não prestam declarações, mas não pedem que um elemento da segurança os acompanhe para evitar perguntas dos jornalistas”. Além disso, “também não é normal o serviço de segurança prestar-se a um serviço para o qual não está incumbido”. O atual presidente da Assembleia da República, Aguiar Branco (eleito pelo PSD), não respondeu ao pedido de esclarecimento da SÁBADO sobre o agora ocorrido. Anabela Cabral Ferreira, atual secretária-geral da Assembleia da República, respondeu à SÁBADO que o Parlamento "é um espaço com regras próprias de circulação e permanência, destinadas a garantir a segurança e o normal funcionamento dos trabalhos parlamentares" e que "existem espaços específicos para o trabalho dos jornalistas". Depois, entrando no caso em concreto, referiu: "Na sequência de uma comunicação interna sobre um comportamento considerado suspeito, os serviços de segurança atuaram no cumprimento das suas competências legais e regulamentares. Embora se reconheça que a abordagem possa ter sido percecionada como inibidora, a atuação visou exclusivamente a salvaguarda das pessoas, dos serviços e do património." Não foi esclarecido que "pessoas, serviços e património" estiveram em perigo e, numa segunda ronda de perguntas, Anabela Cabral Ferreira também não quis responder quem fez a “comunicação interna”, qual o destinatário e qual o “comportamento considerado suspeito”. Referiu contudo - no que parece uma assunção de excesso de zelo - que, "reafirmando o compromisso com a manutenção de relações institucionais pautadas pela correção, clareza e urbanidade, foram reforçadas junto dos elementos do Serviço de Segurança as orientações relativas à forma de comunicação e interação funcional no exercício das suas atribuições". Hugo Soares garantiu à SÁBADO não ter nenhuma responsabilidade na atuação da equipa de segurança do Parlamento, desconhecendo quem fez a queixa. Olha tão democráticos que são na bancada da AD ❤️ Pobres jornalistas. São feitos gato sapato por qualquer labrego autoritário. 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado Janeiro 27 Citação de John Bonifácio, há 55 minutos: Pobres jornalistas. São feitos gato sapato por qualquer labrego autoritário. É fazer mais 4 entrevistas ao autoritário mor na próxima semana para serem feitos ainda mais de gato sapato. Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado Janeiro 27 (editado) Citação de HappyKing, há 32 minutos: É fazer mais 4 entrevistas ao autoritário mor na próxima semana para serem feitos ainda mais de gato sapato. E porque motivo o Primeiro-Ministro de Portugal iria dar entrevistas durante a campanha da 2ª volta das eleições presidenciais? Não interessa, enquanto a agenda informativa for pautada pelos interesses económicos, os jornalistas serão sempre maltratados. E a primeira volta destas eleições foram um exemplo perfeito daquilo a que me refiro. Isso e uma suposta direita moderada optar por intimidar quem lhe está a tentar proporcionar uma oportunidade de dar uma machadada valente no fascismo elitista que quer tomar conta do país. Editado Janeiro 27 por John Bonifácio Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado Janeiro 27 Citação de John Bonifácio, há 52 minutos: E porque motivo o Primeiro-Ministro de Portugal iria dar entrevistas durante a campanha da 2ª volta das eleições presidenciais? O Primeiro Ministro não mas existiu alguém que venceu a primeira volta das eleições. Quantas entrevistas deu? Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado Janeiro 27 Citação de HappyKing, há 9 minutos: O Primeiro Ministro não mas existiu alguém que venceu a primeira volta das eleições. Quantas entrevistas deu? Confesso-me confuso entre se estás seguro do que dizes ou se queres chegar a algum lado com a conversa. 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado Janeiro 27 (editado) Citação de John Bonifácio, há 28 minutos: Confesso-me confuso entre se estás seguro do que dizes ou se queres chegar a algum lado com a conversa. O meu ponto é que os próprios jornalistas/os seus empregadores cavaram a sua própria sepultura no que a a serem "feitos gatos sapatos por labregos autoritários" diz respeito na medida em que, na busca incessante pelas audiências, deram mais tempo de antena ao autoritário mor deste país - Ventura, se não tiver sido claro - do que a qualquer outro elemento da classe política deste país. Editado Janeiro 27 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Janeiro 27 Citação de HappyKing, há 9 minutos: O meu ponto é que os próprios jornalistas/os seus empregadores cavaram a sua própria sepultura no que a a serem "feitos gatos sapatos por labregos autoritários" na medida em que, na busca incessante pelas audiências, deram mais tempo de antena ao autoritário mor deste país - Ventura, se não tiver sido claro, do que a qualquer outro elemento da classe política deste país. Hoje vinha a ouvir na rádio que o Seguro quer ser entrevistado mas, a CS e o Ventura querem debate. Eu mandava o debate e o Ventura para o crl, sinceramente. Ia lá nada debater com uma pessoa daquelas Compartilhar este post Link para o post
pedritsh Publicado Janeiro 27 Quantas vezes vai ser dita a palavra corrupção no debate? 15 ou 16? Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado Janeiro 27 Citação de Petar Musa, há 17 minutos: Hoje vinha a ouvir na rádio que o Seguro quer ser entrevistado mas, a CS e o Ventura querem debate. Eu mandava o debate e o Ventura para o crl, sinceramente. Ia lá nada debater com uma pessoa daquelas "debate" = o mongo mor a falar (leia-se, mentir) por cima de toda a gente. Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado Janeiro 27 Que palhaçada isto. Este plano de cima f*deu a narrativa. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Janeiro 27 Não se via uma claque destas desde que o Sócrates foi preso. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado Janeiro 27 Citação de Longineu, há 22 minutos: "debate" = o mongo mor a falar (leia-se, mentir) por cima de toda a gente. Eu juro-te que não aparecia. Ele que ficasse para lá a gritar sozinho Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado Janeiro 27 (editado) Citação de HappyKing, há 56 minutos: O meu ponto é que os próprios jornalistas/os seus empregadores cavaram a sua própria sepultura no que a a serem "feitos gatos sapatos por labregos autoritários" diz respeito na medida em que, na busca incessante pelas audiências, deram mais tempo de antena ao autoritário mor deste país - Ventura, se não tiver sido claro - do que a qualquer outro elemento da classe política deste país. Estás a ver o filme a partir dos créditos finais. As audiências é que são manipuladas pelos empregadores dos jornalistas a favor dos autoritários deste país. O argumento segue cada vez mais esta ordem. O jornalista é um mero peão, frequentemente alimentado (des)informações convinientes ou escorraçado quando decide ser impertinente. O Ventura é um ditadorzito de trazer por casa. Manda na sua bancada parlamentar quando quem tem a autoridade vai de férias. É que para se ser autoritário ainda há que se ter essa autoridade, seja ela política- Governo- ou económica- capital. O Ventura não tem nenhuma. E a que aparenta ter é meramente emprestada por quem lhe puxa os cordéis. Outra marionete foi o Cotrim, por exemplo. Esse foi empurrado mais para a pseudo autoridade moral- e mesmo no fim ficou com a fama de boçal. Até o pelerma do Almirante prestou-se a triste papel de fantoche. Pobres jornalistas... Editado Janeiro 27 por John Bonifácio 5 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado Janeiro 27 Odds para alguma manifestação do clima? Odds para mostrar a foto do Seguro com Sócrates? Compartilhar este post Link para o post
Hidden Publicado Janeiro 27 Nunca pensei torcer tanto por um xoninhas com óculos, mas a democracia depende dele! Compartilhar este post Link para o post