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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Thierry Henry, há 6 minutos:

Vai apresentar uma receita de açorda de bacalhau com coentros e tomate seco.

O plot-twist de que ninguém estava à espera: o @Inkie é o António Costa.

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Citação de Thierry Henry, há 31 minutos:

Vai apresentar uma receita de açorda de bacalhau com coentros e tomate seco.

sem caril?

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Citação de Thierry Henry, há 55 minutos:

Vai apresentar uma receita de açorda de bacalhau com coentros e tomate seco.

Afinal quem comeu a cataplana do Primeiro-Ministro? Não foi nem António  Costa nem Cristina Ferreira

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Citação de Thierry Henry, há 1 hora:

Vai apresentar uma receita de açorda de bacalhau com coentros e tomate seco.

saiu uma m*rda, depois meteu a culpa em quem meteu os tomates na panela.

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Citação de manfrenjensenden, há 1 hora:

O plot-twist de que ninguém estava à espera: o @Inkie é o António Costa.

Pensei que era conhecimento geral aqui no fórum. Levo uma t-shirt do CMPT hoje para a entrevista.

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No Observador, ao darem a notícia, disseram que ele era "um ativista" de extrema-direita.

A TSF também, pelo que vi no site.

Editado por Sumudica by Night

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Já chegou a ser condenado pelo seu ativismo. 😜

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E está correto: ele é de extrema-direita de forma ativa. 

Da mesma maneira que existem "Católicos Não-Praticantes", ele podia ser "Racista Não-Praticante".

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Citação de antifa, há 36 minutos:

Mário Machado foi de saco... Again.

Flagrante delito, arma de fogo em casa. Supostamente as buscas eram devido a investigação de incentivo ao ódio na internet.

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Flagrante delito, arma de fogo em casa. Supostamente as buscas eram devido a investigação de incentivo ao ódio na internet.

Eu sei que é um pleonasmo, mas para além de neo-nazi é mesmo burro.

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Não lhe valeu de muito o curso de Direito que tirou uma das ultimas vezes que foi preso.

O fetichismo das armas é f*dido, não vivem sem se gabar. Já da outra vez foi todo fanfarrão para a TVI e no dia seguinte foi preso por uns anitos lol. Também não ajuda andar sempre metido em m*rda e ter chibado metade dos skins em Portugal.

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é incrivel como para a malta mais da coisa não lhe reconheçam qualquer racismo. é um homem de negócios e mexe com tudo.

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O PARLAMENTO BURGUÊS FALIU!

Não, Sr. presidente, não estamos perante “um berbicacho”, estamos perante a falência do parlamento burguês! do modo de produção capitalista!

Todos os partidos do arco da governação, sem deixar de fora o chefe de orquestra e sustentáculo desse governo, Marcelo Rebelo de Sousa, entraram num desvario alucinante, numa correria frenética, numa perplexidade hipócrita que mais não é do que o estertor do sistema capitalista, necessitando urgentemente de novas vestes e mais poder para travar a luta e o movimento de contestação que o precede e não um “berbicacho” como popularuchamente o caracterizou Marcelo.

Após seis anos de governo do PS conscientemente sustentado e legitimado pelas suas muletas — PCP e BE — e um pouco mais de um mês após as eleições autárquicas, em que a abstenção continuou a sua subida paulatina e inexorável o que mais não é do que um claro chumbo do povo a esta política, assistimos à autofagia do próprio parlamento, e isto porque a geringonça já não tem serventia para o capital. Já cumpriu a sua função de traição ao impedir e paralisar as lutas do povo e dos trabalhadores, empatando-os e iludindo-os com reformas, já não pode ocultar que está ao serviço do imperialismo, obedecendo nomeadamente aos ditames do imperialismo europeu, para, numa manobra desesperada de sobrevivência, mas também de hipocrisia e traição, tentar desvincular-se do que andou a ocultar e defender durante seis anos! Por mais voltas que dê não há como desresponsabilizar-se da política que apoiou e deixou implementar.

O presidente da República quer fazer crer que a sua posição é imparcial, mas tudo fez para favorecer a sua clique.

O sr. Costa e o PS querem fazer crer que tudo fizeram para a aprovação do orçamento e evitar eleições, mas o que querem é eleições porque pensam que estas os vão reforçar.

O P“C”P e o B“E” querem fazer crer (até a si próprios) que estiveram e estão contra a política da tróica, mas suportaram um governo de continuação da política da tróica durante seis anos!

A direita quer fazer crer que quer eleições já, mas entrou numa desesperada correria frenética para apresentar uma “proposta política credível”.

Os mesmos que se digladiam a propósito de tudo e de nada, unem-se para fazer crer que democracia é votar de xis em xis anos ou sempre que o presidente convoca eleições, mas a democracia não é nada disso nem é isso o que o Povo precisa e quer.

O quadro de fundo desta palhaçada política em que todos mentem e que é alimentada por abundante e intoxicante comentarismo noticioso, é composto por: 1) uma crise energética, provocada pela transição energética em curso, resposta imperialista às chamadas alterações climáticas, 2) uma crise de matérias-primas e produtos intermédios como chips, provocada pela “resposta” imperialista à chamada pandemia, 3) e um acumular de factores de rebentamento da bolha financeira provocada pela emissão monetária sem limites pelos bancos centrais imperialistas.

A reconfiguração do capitalismo, com a transição energética e digital em força, a mais que certa inflação e desemprego, a aplicação de medidas repressivas ensaiadas durante a chamada pandemia, exige medidas ainda mais ferozes incluindo as necessárias para criar os instrumentos de repressão que impeçam as lutas que se desenham. E o ataque à classe operária e outros trabalhadores obriga a outras coligações e a outros jogos de poder, entre os quais os que resultem na alteração da constituição que necessitam. Ou isto ou não há “bazuca”. A UE cobra!

É o poder do capital sobre o trabalho.

A questão está apenas em saber se este era o tempo certo para essas alterações, ou se a ganância, a febre do poder e antevisão de encherem os bolsos lhes turvou a visão. E essa é a única divergência entre eles. Por isso, todo o teatro a que assistimos durante uma pseudo discussão de orçamento, na qual nenhum dos partidos estava verdadeiramente interessado, assim como a farsa a que estamos a assistir com as duas muletas a descabelarem-se para fazer crer que há outras soluções! Tal como o presidente da República não quererão eleições, pois já antevêem os resultados. Contudo, já deviam saber que Roma não paga a traidores!

A pseudo discussão do orçamento com a reprovação do mesmo por todos os partidos, serviu exactamente para isso, para forjar argumentos que os posicionem face a novas eleições. Por essa razão, todos precisavam de o contestar e reprovar, mas, em boa verdade, nenhum partido queria eleições antecipadas, dadas as contradições existentes no seu interior. E agora é um esfalfar de criar falsas unidades, de arrumações e gritarias para assegurar que cumprem as orientações dos chefes e que tudo está pronto para a chegada dos tão ansiados milhões, aspecto que já dominou as eleições autárquicas, como bem vimos. E o maior manipulador de todos, o tal negociador António Costa, urde tranquilamente a sua teia.

Estas são as particularidades nacionais de um quadro de fundo que é mundial e que contém fortes factores de guerra. No geral continua a dominar o bom-alunismo. Portugal é quase sempre o primeiro a alinhar nas políticas imperialistas em todos os aspectos: se a questão é a transição energética, toca de fechar a refinaria de Matosinhos e as centrais termoeléctricas de Sines e do Pego, iniciar a mineração do lítio, manter os impostos altos sobre os combustíveis e a electricidade, aceitar um método de preços flutuantes da energia gerador de rendas milionárias para os produtores mais bem colocados no processo de produção da mesma (a venda das barragens já de si foi um negócio e pêras para alguns, agora a coisa multiplicou-se por muito); se a questão é a pandemia, aí está o país em primeiríssimo lugar em tudo, mas especialmente em esmagar a classe operária; se a questão é a transição digital, lá temos o exemplo, a Web Summit, o governo digital, etc. etc.; se a questão é geo-política, lá temos o país a secundar Biden na diabolização dos “inimigos” ou a reconhecer os Guaidós de todo o mundo; e por aí fora. Em duas palavras: sabujos provincianos!

Mas não há saída nesta bola de fogo da depredação assalariada senão a abolição da escravidão. Disse Mao Tsé Tung “ou a revolução (popular) impede a guerra imperialista ou a guerra (imperialista) desencadeia a revolução”.

Não há solução no quadro duma democracia de faz de conta, de falsidade, de ocultação, de corrupção, de delapidação, de alienação, de esbulho, de chantagem, de ocupação!

Os operários, os trabalhadores, os comunistas devem unir-se e prepara-se para as duras lutas que terão de enfrentar, nesta fase de transformações económicas e quando se antevêem alterações das relações de trabalho. É a luta pela sua sobrevivência, pela sua existência, por uma sociedade de iguais, que está em causa.

SÓ OS TRABALHADORES PODEM VENCER A CRISE!

CONTRA A SOLUÇÃO BURGUESA, PELA SOLUÇÃO OPERÁRIA!

PELO MODO DE PRODUÇÃO COMUNISTA!

https://lutapopularonline.org/index.php/pais/104-politica-geral/2982-o-parlamento-burgues-faliu

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

O PARLAMENTO BURGUÊS FALIU!

Não, Sr. presidente, não estamos perante “um berbicacho”, estamos perante a falência do parlamento burguês! do modo de produção capitalista!

Todos os partidos do arco da governação, sem deixar de fora o chefe de orquestra e sustentáculo desse governo, Marcelo Rebelo de Sousa, entraram num desvario alucinante, numa correria frenética, numa perplexidade hipócrita que mais não é do que o estertor do sistema capitalista, necessitando urgentemente de novas vestes e mais poder para travar a luta e o movimento de contestação que o precede e não um “berbicacho” como popularuchamente o caracterizou Marcelo.

Após seis anos de governo do PS conscientemente sustentado e legitimado pelas suas muletas — PCP e BE — e um pouco mais de um mês após as eleições autárquicas, em que a abstenção continuou a sua subida paulatina e inexorável o que mais não é do que um claro chumbo do povo a esta política, assistimos à autofagia do próprio parlamento, e isto porque a geringonça já não tem serventia para o capital. Já cumpriu a sua função de traição ao impedir e paralisar as lutas do povo e dos trabalhadores, empatando-os e iludindo-os com reformas, já não pode ocultar que está ao serviço do imperialismo, obedecendo nomeadamente aos ditames do imperialismo europeu, para, numa manobra desesperada de sobrevivência, mas também de hipocrisia e traição, tentar desvincular-se do que andou a ocultar e defender durante seis anos! Por mais voltas que dê não há como desresponsabilizar-se da política que apoiou e deixou implementar.

O presidente da República quer fazer crer que a sua posição é imparcial, mas tudo fez para favorecer a sua clique.

O sr. Costa e o PS querem fazer crer que tudo fizeram para a aprovação do orçamento e evitar eleições, mas o que querem é eleições porque pensam que estas os vão reforçar.

O P“C”P e o B“E” querem fazer crer (até a si próprios) que estiveram e estão contra a política da tróica, mas suportaram um governo de continuação da política da tróica durante seis anos!

A direita quer fazer crer que quer eleições já, mas entrou numa desesperada correria frenética para apresentar uma “proposta política credível”.

Os mesmos que se digladiam a propósito de tudo e de nada, unem-se para fazer crer que democracia é votar de xis em xis anos ou sempre que o presidente convoca eleições, mas a democracia não é nada disso nem é isso o que o Povo precisa e quer.

O quadro de fundo desta palhaçada política em que todos mentem e que é alimentada por abundante e intoxicante comentarismo noticioso, é composto por: 1) uma crise energética, provocada pela transição energética em curso, resposta imperialista às chamadas alterações climáticas, 2) uma crise de matérias-primas e produtos intermédios como chips, provocada pela “resposta” imperialista à chamada pandemia, 3) e um acumular de factores de rebentamento da bolha financeira provocada pela emissão monetária sem limites pelos bancos centrais imperialistas.

A reconfiguração do capitalismo, com a transição energética e digital em força, a mais que certa inflação e desemprego, a aplicação de medidas repressivas ensaiadas durante a chamada pandemia, exige medidas ainda mais ferozes incluindo as necessárias para criar os instrumentos de repressão que impeçam as lutas que se desenham. E o ataque à classe operária e outros trabalhadores obriga a outras coligações e a outros jogos de poder, entre os quais os que resultem na alteração da constituição que necessitam. Ou isto ou não há “bazuca”. A UE cobra!

É o poder do capital sobre o trabalho.

A questão está apenas em saber se este era o tempo certo para essas alterações, ou se a ganância, a febre do poder e antevisão de encherem os bolsos lhes turvou a visão. E essa é a única divergência entre eles. Por isso, todo o teatro a que assistimos durante uma pseudo discussão de orçamento, na qual nenhum dos partidos estava verdadeiramente interessado, assim como a farsa a que estamos a assistir com as duas muletas a descabelarem-se para fazer crer que há outras soluções! Tal como o presidente da República não quererão eleições, pois já antevêem os resultados. Contudo, já deviam saber que Roma não paga a traidores!

A pseudo discussão do orçamento com a reprovação do mesmo por todos os partidos, serviu exactamente para isso, para forjar argumentos que os posicionem face a novas eleições. Por essa razão, todos precisavam de o contestar e reprovar, mas, em boa verdade, nenhum partido queria eleições antecipadas, dadas as contradições existentes no seu interior. E agora é um esfalfar de criar falsas unidades, de arrumações e gritarias para assegurar que cumprem as orientações dos chefes e que tudo está pronto para a chegada dos tão ansiados milhões, aspecto que já dominou as eleições autárquicas, como bem vimos. E o maior manipulador de todos, o tal negociador António Costa, urde tranquilamente a sua teia.

Estas são as particularidades nacionais de um quadro de fundo que é mundial e que contém fortes factores de guerra. No geral continua a dominar o bom-alunismo. Portugal é quase sempre o primeiro a alinhar nas políticas imperialistas em todos os aspectos: se a questão é a transição energética, toca de fechar a refinaria de Matosinhos e as centrais termoeléctricas de Sines e do Pego, iniciar a mineração do lítio, manter os impostos altos sobre os combustíveis e a electricidade, aceitar um método de preços flutuantes da energia gerador de rendas milionárias para os produtores mais bem colocados no processo de produção da mesma (a venda das barragens já de si foi um negócio e pêras para alguns, agora a coisa multiplicou-se por muito); se a questão é a pandemia, aí está o país em primeiríssimo lugar em tudo, mas especialmente em esmagar a classe operária; se a questão é a transição digital, lá temos o exemplo, a Web Summit, o governo digital, etc. etc.; se a questão é geo-política, lá temos o país a secundar Biden na diabolização dos “inimigos” ou a reconhecer os Guaidós de todo o mundo; e por aí fora. Em duas palavras: sabujos provincianos!

Mas não há saída nesta bola de fogo da depredação assalariada senão a abolição da escravidão. Disse Mao Tsé Tung “ou a revolução (popular) impede a guerra imperialista ou a guerra (imperialista) desencadeia a revolução”.

Não há solução no quadro duma democracia de faz de conta, de falsidade, de ocultação, de corrupção, de delapidação, de alienação, de esbulho, de chantagem, de ocupação!

Os operários, os trabalhadores, os comunistas devem unir-se e prepara-se para as duras lutas que terão de enfrentar, nesta fase de transformações económicas e quando se antevêem alterações das relações de trabalho. É a luta pela sua sobrevivência, pela sua existência, por uma sociedade de iguais, que está em causa.

SÓ OS TRABALHADORES PODEM VENCER A CRISE!

CONTRA A SOLUÇÃO BURGUESA, PELA SOLUÇÃO OPERÁRIA!

PELO MODO DE PRODUÇÃO COMUNISTA!

https://lutapopularonline.org/index.php/pais/104-politica-geral/2982-o-parlamento-burgues-faliu

P"C"P e B"E". Credo, tanto recalcamento, parece a malta que antigamente escrevia os nomes dos outros clubes com minúscula.

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"a chamada pandemia" é muito bom também, ainda mais considerando que a idade média dos 4 ou 5 gatos pingados da agremiação deve andar nos 70

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Esses mecos do PCTP ainda estão mentalmente presos em 1930

Editado por JGabriel

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honestamente, acham que um co-operative party em portugal tinha saída?

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Citação de JGabriel, há 1 hora:

Esses mecos do PCTP ainda estão mentalmente presos em 1930

não, pq se sim, teriam um discurso muito mais suavizada, já que essa foi a década em que o Estaline ordenou que os PC's do mundo se aliassem aos burgueses revisionistas, em Frentes Populares, para travar o avanço dos fascismos. Ou seja, foi um tempo de convergência na esquerda. Mais ou menos.

Eles estão presos nos anos 60 mesmo.

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Citação de Che, há 3 horas:

honestamente, acham que um co-operative party em portugal tinha saída?

Ia ser engolida pelo PS como a Coop party está por labour

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Citação de Sandes., há 7 horas:

Ia ser engolida pelo PS como a Coop party está por labour

Depende de quem estivesse no leme. Eu alinhava com qualquer que fosse o partido de maneira a implementar medidas e agendas que levassem a uma transição do modo de produção português. 

Mas ya o coop party é um pev da vida e é uma pena. O capitalismo já bateu no teto, já vendemos jpegs e moedas fictícias e ninguém se lembra de expropriar e entregar empresas aos seus tralhadores. Empresas privadas. Privadas do estado e do patrão, geridas por quem lá trabalha, democraticamente como se quer. 

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