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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Parece-me que esta tentativa de entendimento/governo à esquerda não passa de uma tentativa do Bloco e do Livre de não serem condenados à irrelevância. 

Dada a organização do Parlamento há 3 partidos relevantes, PS, PSD e Chega. O resto, numa óptica de governação, não serve para nada e terá sempre dois blocos grandes na oposição à sua frente. Mesmo que o PS acabe por ser o partido com mais deputados, governar com os partidos da esquerda ou sem eles é igual ao litro. Vai sempre precisar do PSD, ou, de forma muito mais improvável, do Chega.

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Citação de antifa, há 7 minutos:

Estou a ouvir o Bloco Central e este Pedro Marques Lopes é burro como a m*rda...

 

Cringe

E está melhor agora desde que entrou o Siza Vieira. Quando era o Marquês Lopes e o Ministro da Cultura era muito mau

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Citação de Tio Hans, há 15 minutos:

Parece-me que esta tentativa de entendimento/governo à esquerda não passa de uma tentativa do Bloco e do Livre de não serem condenados à irrelevância. 

Dada a organização do Parlamento há 3 partidos relevantes, PS, PSD e Chega. O resto, numa óptica de governação, não serve para nada e terá sempre dois blocos grandes na oposição à sua frente. Mesmo que o PS acabe por ser o partido com mais deputados, governar com os partidos da esquerda ou sem eles é igual ao litro. Vai sempre precisar do PSD, ou, de forma muito mais improvável, do Chega.

O mais curioso da posição do Livre em saber se o PSD vota ou não a favor de uma moção de censura a um Governo de Esquerda ao lado do Chega é que o contrário também se verifica, a Esquerda para mandar o governo PSD abaixo irá sempre precisar do voto a favor do Chega

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Acho que nas últimas páginas estamos a descobrir quais são as contas originais dos clones que apareciam aqui e estou a achar muito bonito

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Citação de Tio Hans, há 49 minutos:

Parece-me que esta tentativa de entendimento/governo à esquerda não passa de uma tentativa do Bloco e do Livre de não serem condenados à irrelevância. 

Dada a organização do Parlamento há 3 partidos relevantes, PS, PSD e Chega. O resto, numa óptica de governação, não serve para nada e terá sempre dois blocos grandes na oposição à sua frente. Mesmo que o PS acabe por ser o partido com mais deputados, governar com os partidos da esquerda ou sem eles é igual ao litro. Vai sempre precisar do PSD, ou, de forma muito mais improvável, do Chega.

É isso, e também é uma tentativa de puxar a esquerda mais para a esquerda. Onde ela (e as ideias do Bloco) naturalmente têm mais preponderância

Eu acho que há uma probabilidade grande de reconfiguração da política portuguesa nos próximos tempos, em que os partidos se juntam ou coligam ou formam blocos mais claros. E aí há duas possibilidades:

a) um bloco claramente de esquerda para o qual se vira o PS, vs um bloco de direitas do PSD ao Chega (uma espécie de Lula vs Bolsonaro mas com 2 figuras de cada lado, PNS-Mariana vs Passos-Ventura) ,

ou b) um bloco do centro moderado PS-PSD (com ou não participação de mais partidos, o PAN claramente se encaixa, os outros não sei) vs a direita radical, com a esquerda mais extremada à parte.

Apesar de achar que um bloco central tem perigos, tem tendência a esvaziar um dos dois grandes partidos, prefiro claramente o cenário b) ao cenário a). O cenário a) basicamente deixa as pessoas do centro como eu (e como grande parte da população) sem representação e obrigadas a escolher entre políticas claramente de esquerda e políticas autoritárias e retrógradas. E esse esvaziamento dos grandes partidos basicamente já está a acontecer no cenário atual, portanto não sei se se perde muito.

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Citação de antifa, há 1 hora:

Estou a ouvir o Bloco Central e este Pedro Marques Lopes é burro como a m*rda...

Ter amigos nos sítios certos, ir com a maré e a coisa vai-se fazendo...

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“direita radical” “esquerda mais extremada” 

nunca mudam e são sempre os mesmos artistas ganha juízo tu também crl 

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Opa não foi com essa intenção, escolhi mal as palavras admito.

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Citação de noikeee, há 13 minutos:

É isso, e também é uma tentativa de puxar a esquerda mais para a esquerda. Onde ela (e as ideias do Bloco) naturalmente têm mais preponderância

Eu acho que há uma probabilidade grande de reconfiguração da política portuguesa nos próximos tempos, em que os partidos se juntam ou coligam ou formam blocos mais claros. E aí há duas possibilidades:

a) um bloco claramente de esquerda para o qual se vira o PS, vs um bloco de direitas do PSD ao Chega (uma espécie de Lula vs Bolsonaro mas com 2 figuras de cada lado, PNS-Mariana vs Passos-Ventura) ,

ou b) um bloco do centro moderado PS-PSD (com ou não participação de mais partidos, o PAN claramente se encaixa, os outros não sei) vs a direita radical, com a esquerda mais extremada à parte.

Apesar de achar que um bloco central tem perigos, tem tendência a esvaziar um dos dois grandes partidos, prefiro claramente o cenário b) ao cenário a). O cenário a) basicamente deixa as pessoas do centro como eu (e como grande parte da população) sem representação e obrigadas a escolher entre políticas claramente de esquerda e políticas autoritárias e retrógradas. E esse esvaziamento dos grandes partidos basicamente já está a acontecer no cenário atual, portanto não sei se se perde muito.

Eu sou a favor da opção c) nenhuma das anteriores

Os portugueses manifestaram-se e provaram estar fartos que a justiça não funcione em condições, como muitas outras coisas. Cabe aos partidos fundadores da democracia devolver a imagem de credibilidade das mais variadas instituições que compõe o nosso estado. Acontecendo isso, o balão do Chega esvazia e só ficam lá os racistas e xenófobos.

Temos de garantir que o PS e o PSD continuam a existir e que ficam tão ou mais fortes como foram até aqui, fazendo sempre oposição um ao outro para elevar o nível de exigência. A esquerda não se pode unir toda, há lugar para todos porque atraem diferentes públicos. E também há lugar para a IL.

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 23 minutos:

Eu sou a favor da opção c) nenhuma das anteriores

Os portugueses manifestaram-se e provaram estar fartos que a justiça não funcione em condições, como muitas outras coisas. Cabe aos partidos fundadores da democracia devolver a imagem de credibilidade das mais variadas instituições que compõe o nosso estado. Acontecendo isso, o balão do Chega esvazia e só ficam lá os racistas e xenófobos.

Temos de garantir que o PS e o PSD continuam a existir e que ficam tão ou mais fortes como foram até aqui, fazendo sempre oposição um ao outro para elevar o nível de exigência. A esquerda não se pode unir toda, há lugar para todos porque atraem diferentes públicos. E também há lugar para a IL.

Isto demora uma geração.

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Citação de Hammerfall, há 12 minutos:

Isto demora uma geração.

Talvez, mas há muita coisa que pode ser feita já. Trapalhadas como a indemnização à Alexandra Reis que afinal não foi autorizada, para dar um exemplo muito óbvio, dão uma imagem de isto ser uma república das bananas. Depois basta vir alguém que saiba gritar e que te diga que isto é uma república das bananas. Se o grito funciona no futebol e funciona quando vão ao balcão da EDP, porque não haveria de funcionar na política, pensarão as pessoas?

Ideias para fazer melhor? Não importa, o que importa é gritar e saber o que gritar.

E depois existem outros problemas, como a falta de preponderância do voto em branco. Acaba por não ter o relevo que as pessoas queriam que tivesse, então votam numa coisa totalmente diferente daquela que tem governado o país como protesto.

As pessoas deixaram para segundo plano coisas graves como a subsistência dos mais fundamentais direitos humanos só por desespero de ver tanto amadorismo a acontecer no país como aconteceu (principalmente) nestes dois anos de maioria absoluta, apesar de conquistas que outrora pareciam impossíveis como a dívida pública a cair a pique e país a crescer acima da UE. De repente, nada disso interessa.

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 2 minutos:

Talvez, mas há muita coisa que pode ser feita já. Trapalhadas como a indemnização à Alexandra Reis que afinal não foi autorizada, para dar um exemplo muito óbvio, dão uma imagem de isto ser uma república das bananas. Depois basta vir alguém que saiba gritar e que te diga que isto é uma república das bananas. Se o grito funciona no futebol e funciona quando vão ao balcão da EDP, porque não haveria de funcionar na política, pensarão as pessoas?

Ideias para fazer melhor? Não importa, o que importa é gritar.

E depois existem outros problemas, como a falta de preponderância do voto em branco. Acaba por não ter o relevo que as pessoas queriam que tivesse, então votam numa coisa totalmente diferente daquela que tem governado o país como protesto.

As pessoas deixaram para segundo plano coisas graves como a subsistência dos mais fundamentais direitos humanos só por desespero de ver tanto amadorismo a acontecer no país como aconteceu (principalmente) nestes dois anos de maioria absoluta, apesar de conquistas que outrora pareciam impossíveis como a dívida pública a cair a pique e país a crescer acima da UE. De repente, nada disso interessa.

Sim, obviamente que para haver repercussões daqui a uma geração, as coisas têm de começar a ser feitas imediatamente.

Mas é agora que se lembram? É agora que põem a mão na consciência? Se a subida daquele animal nunca tivesse acontecido, iria Portugal estar refém de uma república das bananas?

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Citação de Hammerfall, há 5 minutos:

Sim, obviamente que para haver repercussões daqui a uma geração, as coisas têm de começar a ser feitas imediatamente.

Mas é agora que se lembram? É agora que põem a mão na consciência? Se a subida daquele animal nunca tivesse acontecido, iria Portugal estar refém de uma república das bananas?

Sabes, acho que andamos entretidos a tentar desconstruir o Chega como partido racista e de sensações e esquece-mo-nos do mais importante, que foi proteger a imagem de credibilidade do sistema que temos há 49 anos.

É natural que tal pensamento seja recente porque o crescimento da direita radical também é relativamente recente, e, mais importante de tudo, exponencial. Só se percebe a real gravidade a cada resultado de uma eleição.

Se aquele oportunista nunca tivesse aparecido, aparecia outro. Poderíamos era ter a sorte de ser um oportunista centrista e não radical.

Editado por Mica

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Citação de Mica, há 13 minutos:

Sabes, acho que andamos entretidos a tentar desconstruir o Chega como partido racista e de sensações e esquece-mo-nos do mais importante, que foi proteger a imagem de credibilidade do sistema que temos há 49 anos.

É natural que tal pensamento seja recente porque o crescimento da direita radical também é relativamente recente, e, mais importante de tudo, exponencial. Só se percebe a real gravidade a cada resultado de uma eleição.

Se aquele oportunista nunca tivesse aparecido, aparecia outro. Poderíamos era ter a sorte de ser um oportunista centrista e não radical.

O meu D. Sebastião 😍

(bold 😂)

Editado por Hammerfall

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Citação de Hammerfall, há 3 minutos:

(bold 😂)

Pensa num Macron mas em esteróides

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Citação de Mica, há 1 minuto:

Pensa num Macron mas em esteróides

Já vou fazendo um esforço para ser mais atento à nossa política, a nível internacional ainda pior.

Mas se lembro-me do @Jimpo dizer a um user para ir morar para lá em tom de brincadeira no domingo, mas não por muito tempo, porque aquilo parece que vai virar para pior, por isso esse Emanuel deve ser bom político.

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"Um Macron" poderia ser uma boa solução, mas o que França mostra é que é uma solução a prazo porque depois ao fulanizar tudo numa pessoa, essa pessoa tem desgaste ao longo do tempo e emerge a oposição... que neste caso é a extrema direita. Para além de que o próprio Macron devido a essas pressões do desgaste, acabou por ir fazendo concessões à extrema-direita e tornou-se um pouco mais autoritário, anti-imigração etc.

Epa a longo prazo a única solução é as pessoas votarem menos na extrema-direita. Como isso se faz não sei

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Citação de Descartes, há 10 horas:

Porque é que é uma parvoíce?

Por duas razões fundamentais.

A primeira porque nunca na vida o Marcelo se mostraria disponível para uma solução dessa natureza.

E a segunda, e mais importante, porque esse Governo não durava 1 dia sequer. Com a AD a ganhar as eleições mas o Governo a ser formado pela esquerda sem maioria parlamentar, apresentaria imediatamente uma moção de rejeição que o Chega acompanharia. E no dia seguinte tínhamos de certeza um Governo de coligação da AD com o Chega.

É este o resultado que o Livre quer alcançar? É isso que defende a democracia portuguesa? Meter o Chega no Governo e empurrar o PSD para entendimentos com eles?

sim, é isso que o Tavares quer, e sempre quis. Ele quer empurrar o PSD para o entendimento com o Chega. É por isso que quer que o Marcelo apresente o PNS a 1º ministro em vez do Montenegro, ele quer que o PSD vote a favor de uma moção de rejeição.

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O problema é que um Macron come o centro direita e come o centro esquerda. 

E neste momento em França tens o lunático do Melanchon à extrema esquerda, Macron centro direita e a m*rda à extrema direita. 

Ou aparece alguém para as próximas eleições ao centro que caia bem na população ou isto vai ser bonito. 

Falam no Edouard Philippe que até é bem visto e acima de tudo tem uma vantagem. Quem não ia com a cara dele antes, ele tem uma nova imagem. 

Passou 

DIsto para Isto em 4/5 anos 

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Citação de Jimpo, há 6 minutos:

O problema é que um Macron come o centro direita e come o centro esquerda. 

E neste momento em França tens o lunático do Melanchon à extrema esquerda, Macron centro direita e a m*rda à extrema direita. 

Ou aparece alguém para as próximas eleições ao centro que caia bem na população ou isto vai ser bonito. 

Falam no Edouard Philippe que até é bem visto e acima de tudo tem uma vantagem. Quem não ia com a cara dele antes, ele tem uma nova imagem. 

Passou 

DIsto para Isto em 4/5 anos 

Uish

Esse deve ser sportinguista 😕 

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Citação de bmfpcdm, há 21 horas:

Dobby é complicado. Eu diria que os principais candidatos estariam na caixa de chocolates que é a bancada do Chega; na improbabilidade de que algum deles saltasse fora e passasse a independente.

Citação de Quan Chi, há 21 horas:

Fácil, é o gajo do MRPP.

Citação de Tio Hans, há 20 horas:

O Dobby é o Marques Mendes, seus burros.

Com melhor reflexão devo dizer que estamos todos enganados. Faltou-nos consciência de classe, pois a verdade é que o Dobby somos todos nós.

 

Citação de Samaris, há 6 horas:

Ajudava certamente caso a cada comentário que eu faça neste tópico, não tivesse cinco notificações de pessoas que responderam ao que eu disse.

Mas é inquestionável que esta discussão já ultrapassou todos os limites, quer de tempo e quer de espaço. Discussão essa, que infelizmente, é um retrato fiel daquilo que o CMPT se tornou com o passar dos anos, e aí não há muitos que saibam melhor do que eu sobre o que estou a falar, dado que sou membro deste fórum desde 2006.

É claro que se tratando de um fórum de internet, qualquer pessoa que se registe nele, está preparada para encontrar opiniões diferentes e divergentes da sua, mas uma coisa é ter opiniões contrárias, outra é não respeitar a opinião do outro e partir para o insulto fácil e camuflado e para a ridicularização colectiva de alguém que tem uma opinião diferente mas dá a cara para a defender, apresenta o seu ponto de vista, dá os seus argumentos e fundamenta o seu raciocínio.

A minha opinião sobre esta discussão que durou dois dias completos baseou-se em dois pontos muito simples:

1.

À data das eleições de 2015, os portugueses não tinham literacia política suficiente para saber que aquilo que estava em cima da mesa era nem mais nem menos do que uma escolha entre uma coligação de direita e outra de esquerda, pois enquanto que a coligação de direita era assumida, a coligação de esquerda era um tema que não passava pela cabeça de ninguém nas campanhas pré-eleitorais, sendo por isso um completo não-assunto.

2.

Caso os portugueses tivessem sido informados, no período pré-eleitoral, que uma coligação de esquerda estava no horizonte, e que seria algo bastante previsível de acontecer e/ou se os portugueses, na ida às urnas, tivessem no seu boletim de voto que fazer uma cruzinha para escolher inequivocamente entre uma coligação de direita ou uma coligação de esquerda, à data dessas eleições, os resultados eleitorais teriam sido diferentes.

 

Esta foi a base de sustentação da minha opinião, que pode obviamente ser muito diferente da opinião de todos vocês que se manifestaram contra ela, mas é a minha opinião e merece ser respeitada, ou não fosse eu um membro deste fórum com exactamente os mesmos direitos que qualquer um de vocês, e que me dei ao trabalho de trazer argumentos válidos para a discussão sempre que alguém me citou. Eu até teria gostado de perceber ao certo em qual dos pontos do meu raciocínio é que entraram em completo desacordo, qual é a falha que encontraram na argumentação apresentada, pois teria tornado a discussão bastante mais saudável, mas agora também já é tarde.

Para além disso, se se derem ao trabalho de ir reler toda a discussão, o que não faltam é exemplos de comentários meus com reacções de concordância por parte de outros utilizadores que decidiram manter-se na sombra, e sabem porque é que as pessoas decidem manter-se na sombra, porque já sabem que caso venham dizer alguma coisa que vai contra a corrente, correm o risco de serem engolidos por este colectivo de pessoas que para além de discutir, tem também a intenção de ridicularizar a opinião contrária.

Infelizmente foi nisto que este fórum se tornou ao longo dos anos, e agora não falo só desta discussão específica, nem falo só deste tópico de política, mas sim algo transversal a todos as secções, com um ambiente tóxico constante e onde discutir com conteúdo deixou de ser o principal objectivo, pois já há muito que deixou de haver respeito pela opinião do outro.

Escusam de citar este post que acabo de escrever pois não vou gastar nem mais um segundo do meu tempo a discutir este tema, ou qualquer outro, neste fórum, dando por aqui encerrada a minha participação num espaço que fez parte da minha vida durante 18 anos, mas no qual eu já não me revejo.

Que vitimização desnecessária.

Depois, também, queixas-te das falácias dos outros, mas apareces a equivaler a PàF, uma coligação de governo, à geringonça, tão-somente um acordo parlamentar. Lamento, mas não há galope de Gish que te valha tal posição argumentativa.

Posto isto, como me imiscui na discussão, não seria ético da minha parte ficar com o prémio que estava em jogo, pelo que o ofereço ao único membro do fórum que me parece que o vai, genuinamente, apreciar... Aqui tens, @Hammerfall:

Spoiler

7pKBskS.png

 

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Citação de bmfpcdm, há 30 minutos:

Com melhor reflexão devo dizer que estamos todos enganados. Faltou-nos consciência de classe, pois a verdade é que o Dobby somos todos nós.

 

Que vitimização desnecessária.

Depois, também, queixas-te das falácias dos outros, mas apareces a equivaler a PàF, uma coligação de governo, à geringonça, tão-somente um acordo parlamentar. Lamento, mas não há galope de Gish que te valha tal posição argumentativa.

Posto isto, como me imiscui na discussão, não seria ético da minha parte ficar com o prémio que estava em jogo, pelo que o ofereço ao único membro do fórum que me parece que o vai, genuinamente, apreciar... Aqui tens, @Hammerfall:

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Porque é que eu tenho de receber um prémio de uma discussão da qual nem fiz parte?

Vá, fiz um aparte (àparte?) com o Mica.

Já agora, dá para rejeitar o prémio?

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Citação de Hammerfall, há 2 minutos:

Porque é que eu tenho de receber um prémio de uma discussão da qual nem fiz parte?

Vá, fiz um aparte (àparte?) com o Mica.

Já agora, dá para rejeitar o prémio?

Porque eu sou tóxico.

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Citação de bmfpcdm, há 5 minutos:

Porque eu sou tóxico.

És nada, és um fofo.

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