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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Genzo, há 2 minutos:

Na saúde era o Miguel Guimarães.

Na saúde esteve sempre entre a Ana Paula Martins e o Miguel Guimarães. Não desgosto da Ana Paula Martins, fez um bom trabalho e teve boas ideias para o Santa Maria (reformulação dos serviços de Medicina, compensações de horários, retiraram-se macas dos corredores dos internamentos), mas o país não é um hospital.

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Citação de Genzo, há 4 minutos:

Na saúde era o Miguel Guimarães.

Eu estive relativamente às televisões e não vi anunciar o nome dele durante o dia de hoje. Quem anunciou? Falavam sempre no nome que acabou por ser anunciado.

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Sempre ouvi falar da Ana Martins e do Miguel Guimarães. 

Editado por Vaart10

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A melhor tirada que ouvi hoje nesta análise após anúncio foi logo uns minutos depois da reunião do Montenegro com o Marcelo quando o site da Presidência estava em baixo.

Dizia o Bugalho que o site podia estar em baixo para colocar lá os nomes. E o jornalista dizia que era uma possibilidade. 😂

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Já estou a imaginar o Nuno Melo a propor o regresso do serviço militar obrigatório para acabar com o wokismo.

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1 - Primeiro Ministro: António Costa -> Luís Montenegro

2 - Ministério da Presidência: Mariana Vieira da Silva -> António Leitão Amaro

3 - Ministério dos Negócios Estrangeiros: João Gomes Cravinho -> Paulo Rangel

4 - Ministério da Defesa: Helena Carreiras -> Nuno Melo

5 - Ministério da Administração Interna: José Luís Carneiro -> Margarida Blasco

6 - Ministério da Justiça: Catarina Sarmento e Castro -> Rita Júdice

7 - Ministério das Finanças: Fernando Medina -> Joaquim Miranda Sarmento

8 - Ministério dos Assuntos Parlamentares: Catarina Mendes -> Pedro Duarte

9 - Ministério da Economia: António Costa Silva -> Pedro Reis

10 - Ministério da Cultura: Pedro Adão e Silva -> Dalila Rodrigues

11 - Ministério da Educação: João Costa -> Fernando Alexandre

12 - Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Elvira Fortunato -> Fusão com a Educação

13 - Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social: Ana Mendes Godinho -> Maria do Rosário Ramalho

14 - Ministério da Saúde: Manuel Pizarro -> Ana Paula Martins

15 - Ministério do Ambiente: Duarte Cordeiro -> Maria da Graça Carvalho

16 - Ministro das Infraestruturas: António Costa -> Miguel Pinto Luz

17 - Ministério da Habitação: Marina Gonçalves -> Fusão com as Infraestruturas

18 - Ministério da Coesão Territorial: Ana Abrunhosa -> Manuel Castro Almeida

19 - Ministério da Agricultura: Maria do Céu Antunes -> José Manuel Fernandes

20 - Ministério da Juventude e Modernização: Eram Secretarias de Estado dos Assuntos Parlamentares (Juventude) e do Primeiro Ministro (Modernização) -> Margarida Balseiro Lopes

 

Primeiras conclusões:

  • Poucas alterações face à orgânica do anterior Governo. É positivo porque grandes alterações implicariam uma mudança profunda na Lei Orgânica do Estado e a sua implementação seria demorada. Não é isso que se pretende num Governo que nas previsões de toda a gente está a prazo e que necessita (1) garantir que os serviços continuem a funcionar sem grandes convulsões e (2) apresentar resultados a curto prazo.
  • As principais mudanças residem na fusão das Infraestruturas com a Habitação, o que não será complicado até porque tinham sido separadas há pouco tempo, e da Educação com o Ensino Superior e a Ciência, o que também não será complicado dado que historicamente sempre foram áreas do mesmo ministério.
  • Há também a criação do novo ministério da Juventude e da Modernização o que, na prática, resulta da junção de duas Secretarias de Estado.
  • Questões de maior pormenor mas relevantes: os assuntos do mar saem da Economia e voltam para a Agricultura; a designação do Ministério do Ambiente perde a ação climática e ganha a energia.
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Citação de Mayday, há 6 minutos:

Já estou a imaginar o Nuno Melo a propor o regresso do serviço militar obrigatório para acabar com o wokismo.

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Citação de HappyKing, há 31 minutos:

Eu estive relativamente às televisões e não vi anunciar o nome dele durante o dia de hoje. Quem anunciou? Falavam sempre no nome que acabou por ser anunciado.

Desde o pós-eleições que havia alguns canais que especulavam o Miguel Guimarães.

Edit: thanks @Descartes

Editado por Genzo

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Citação de Genzo, há 1 minuto:

Desde o pós-eleições que havia alguns canais que estipulavam o Miguel Guimarães.

Especulavam.

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Citação de Mayday, há 17 minutos:

Já estou a imaginar o Nuno Melo a propor o regresso do serviço militar obrigatório para acabar com o wokismo.

Agora mais a sério artigo do Gouveia e Melo no Expresso a pedir isso.

Citação

“Reequacionar o serviço militar obrigatório poderá ser uma medida necessária”, a opinião do Almirante Gouveia e Melo

Vladimir Putin é a resposta ao desleixo coletivo e ao complexo de superioridade da Europa que ditaram políticas erradas no passado. A paz no continente europeu só se realizará com a futura integração da Rússia na economia e na grande estratégia ocidental. Perdida a oportunidade por agora, com Putin tudo será muito, muito complicado

Alinham-se nuvens preocupantes no horizonte.

A conjugação das eleições americanas em novembro próximo, do cansaço ocidental com a Guerra na Ucrânia, da reconfirmação da liderança da Federação Russa e de um novo ator global a ensaiar uma alteração à ordem internacional vigente faz-nos sentir já a brisa quente e abafada, prenunciadora das tempestades.

Estaremos nós perante o fim da Ordem Ocidental, já não num confronto ideológico entre dois modelos económicos antagónicos — o capitalismo e o comunismo — mas entre dois blocos que se vão agregando entre democracias e autocracias?

Independentemente da resposta, uma coisa parece certa: iremos viver tempos perigosos. Ignorá-los não é uma opção. Estamos perante um momento em que dois dos pilares da nossa segurança e prosperidade, a NATO e a União Europeia, poderão vir a ser submetidos às maiores provações e testes de stresse. Portugal deverá ter em conta que na sua posição geoestratégica, apesar de aparentemente afastada da frente de batalha, não poderá ignorar as tempestades que se aproximam. Esta falsa segurança que a distância à Ucrânia nos dá, não passa disso mesmo: falsa. Só em 2023 a Marinha Portuguesa efetuou o seguimento e controlo de mais de 40 passagens de navios de guerra russos, ou afins, nas águas sob soberania ou jurisdição nacional. A maior parte dos mísseis de cruzeiro russos podem atingir diretamente o nosso território, sem sequer termos de equacionar os mísseis balísticos. Poderão ser disparados da Federação Russa, ou de um qualquer seu aliado, ou proxy em África, ou mesmo de navios e submarinos nas nossas águas. No mar, a fronteira com a Federação Russa está ali mesmo ao alcance da nossa vista. Basta, para que nos ataquem, que exista um alvo remunerador, seja este militar, psicológico ou comunicacional, e estejam criadas para isso as condições políticas de confronto. Pertencendo Portugal à NATO e à União Europeia, se o conflito se alastrar à Europa seremos imediatamente envolvidos. Entretanto, podemos vir a ser alvos de outras ações em fases cinzentas do conflito, como a destruição de cabos submarinos ou ações híbridas de difícil atribuição, por estarmos numa zona de elevado valor geoestratégico para a coligação ocidental e, consequentemente, para a Federação Russa.

Teremos de reagir enquanto sociedade, sair do estado do comodismo e indiferença, de uma certa preocupação inconsequente em que nos encontramos. A defesa dos nossos interesses, das nossas vidas, exige mais do que nunca uma atitude prospetiva, proativa e vigilante.

Olhando para o confronto na Ucrânia, onde o futuro da Europa pode vir a ser decidido, importa refletir que o PIB da Federação Russa é aproximadamente de 1,5 triliões de dólares e deste, cerca de 9% são despesa na área militar. Esforço extraordinário para uma sociedade fortemente carenciada de tudo, só possível numa autocracia, corresponde a uma despesa previsível em 2024 de cerca de 132 mil milhões de dólares. Se a Europa quisesse de alguma forma igualar o esforço económico da Federação Russa com a Defesa, bastaria em termos numéricos despender cerca de 0,7% do seu PIB conjunto para esta área. De facto, a média atual até é superior a esse número, situa-se perto dos 1,8% e no caso português nos 1,4%.

Aparentemente nada indiciaria a necessidade de um aumento na despesa militar da Europa Ocidental, em percentagem do PIB. No entanto, esta conclusão tem fragilidades de análise que devem ser consideradas. Usando uma fórmula desenvolvida por Ray S. Cline, um analista dos serviços de inteligência dos EUA — que operou no período da Segunda Guerra Mundial e posteriormente na Ásia — e simultaneamente um académico reconhecido de Harvard, que quantifica o poder (P) relativo das nações como a multiplicação de dois fatores, o primeiro relacionado com a capacidade (C) de um país e o segundo com fatores associados à vontade (V), ou seja: P=CxV.

A fórmula na sua versão mais expandida será: poder = (massa crítica + economia + capacidade militar) x (estratégia + vontade). A massa crítica seria a soma da dimensão do território com a da população.

O que esta formulação demonstra é que só o pilar europeu da NATO terá muito mais capacidade que a Federação Russa, mas que o poder efetivo poderá ser muito diminuído e reduzido se multiplicada por uma vontade pequena, correspondente à segunda parte da equação simplificada.

Mesmo numa análise puramente quantitativa haverá que se ter em consideração que a despesa militar se subdivide em três grandes rubricas: pessoal, material e infraestruturas. Nos Estados ocidentais, com exércitos profissionais, o peso da componente humana ronda os 50% a 70% de toda a despesa/investimento na Defesa. Embora este modelo seja vantajoso para segmentos muito tecnológicos (Armada e Força Aérea) é claramente desvantajoso em custos e capacidade humana para forças terrestres num cenário idêntico ao ucraniano, uma verdadeira carnificina em baixas diárias. Outra desvantagem é que um serviço militar profissionalizado reduz o conhecimento na população dos assuntos militares a um núcleo pequeno dos seus cidadãos, retirando capacidade de mobilização em larga escala num curto espaço de tempo. Um Estado autocrático com salários baixos e com um modelo de conscrição alargada consegue gerar, assim, para o mesmo orçamento equivalente, uma capacidade humana muito mais significativa e disponível em caso de necessidade. Os Exércitos de hoje requerem uma elevada especialização, mas não são homogéneos nessa necessidade. A Infantaria, por exemplo, continua a ser uma parte em que a massa humana e os números têm uma importância crucial. Se Putin conseguir mobilizar um Exército de 500 mil militares adicionais rapidamente e a Europa não conseguir fazer o mesmo, pode criar-se um desequilíbrio perigoso e tentador. Estando a Europa e a NATO numa estratégia de contenção clara na Ucrânia, suportando a defesa desse país contra uma invasão injusta e contrária à lei internacional por parte da Federação Russa, devem ter em atenção que a melhor opção nesta fase será dissuadir, com elevada credibilidade, o Kremlin de acreditar que pode agredir com sucesso outros países europeus. Também, tendo uma indústria tecnologicamente capaz, com acesso a fontes energéticas, matérias-primas e tecnologia, associada a baixos salários e reduzidos direitos sociais, produzirá muito mais para os mesmos orçamentos equivalentes no Ocidente. É por isso que se estima que num conflito prolongado, a Europa Ocidental terá de despender (considerando também o apoio necessário ao conflito tampão da Ucrânia) entre 2% e 3% do respetivo PIB para manter equilibrada a balança do poder.

Reequacionar o serviço militar obrigatório, ou outra variante mais adequada, poderá ser uma medida necessária não só para equilibrar o rácio despesa/resultados, mas também para gerar uma maior disponibilidade da população para a defesa, quer por capacidade de mobilizar rapidamente os recursos humanos necessários quer ainda pelo efeito que este tipo de serviço criará indiretamente no Ethos nacional e na consciencialização do coletivo, dos seus interesses superiores.

As posições extremadas e preocupantes de Donald Trump também devem ser lidas num contexto mais alargado e mais transversal às Administrações americanas. Os EUA precisam que os seus aliados partilhem mais o fardo da segurança coletiva do Ocidente, pois a liderança global destes e indiretamente do mundo ocidental, está perante um desafio decisivo por parte da China e futuramente pela Índia. A China já alcançou um PIB da dimensão europeia e dos EUA.

O facto de Trump expor tão enfaticamente e de forma truculenta as fragilidades militares europeias, criando uma enorme pressão para um rearmamento urgente, poderá também corresponder a uma estratégia inteligente de reforço do complexo militar-industrial dos EUA, o único disponível para garantir essa mesma resposta num curto espaço de tempo. Não financiar a Ucrânia por parte dos EUA pode ser só uma faceta dessa mesma estratégia, pois obrigará a Europa a adquirir, com sentido de urgência, material militar americano em larga escala, financiando indiretamente esta economia, tornando-a assim ainda mais diferenciada e pujante.

A Europa Ocidental deverá reativar com carácter de urgência uma indústria militar, que não se fazendo em tempo, pode vulnerabilizar a segurança europeia e ocidental. A Rússia já tem grande parte da sua máquina industrial a “todo o vapor”, com três turnos diários, a contribuir para o crescimento económico e para o desenvolvimento tecnológico desta. Usando uma expressão corriqueira, a “mãe de todas as necessidades” é a sobrevivência, onde a Guerra na Ucrânia e o regime de Putin se inserem!

Caso a Europa não desenvolva/reforce rapidamente (prazo máximo de três anos) um complexo industrial-militar sólido que reponha stocks e crie um forte efeito dissuasor, três situações poderão ocorrer a breve trecho: insuficiência militar; incapacidade de competir tecnologicamente a uma escala global; e uma significativa vulnerabilidade geoestratégica a curto, médio prazo.

Desde 1998 que a Federação Russa, na altura com uma despesa militar de cerca de 20 mil milhões de dólares, vem desenvolvendo a sua capacidade militar, tendo presentemente uma despesa/investimento seis vezes superior a esse período, o que significa, em conjugação com os eventos de 2014, um claro sinal ignorado por uma Europa adormecida e confiante na proteção dos EUA.

A Federação Russa de Putin não terá de atacar todo o Ocidente de uma vez, só terá de fazer uma estratégia progressiva, começando por anexar as franjas, paralisando a resposta através da conjugação do medo nuclear, do comodismo dos ‘civilizados’, do egoísmo e das divisões interaliadas, da perturbação periférica em África e Médio Oriente e pela junção de uma grande coligação antissistema internacional, ou seja, contra a Ordem Ocidental. Será que não começou já?

Após a queda do Muro de Berlim, o Ocidente negligenciou a Federação Russa. Foi um erro. Não se pode fazer isso a uma potência nuclear da dimensão da Federação Russa, nem a uma população com fortes tradições nacionalistas e numerosa, nem a um território euro-asiático de dimensão quase continental e repleto de recursos. Vladimir Putin é só a resposta ao nosso desleixo coletivo e ao complexo de superioridade que ditaram políticas erradas no passado. A paz no continente europeu só se realizará com a futura integração da Rússia na economia e na grande estratégia ocidental. Perdida a oportunidade por agora, com Putin tudo será muito, muito complicado.

A Europa e nós, à dimensão dos nossos interesses, temos obrigatoriamente de perscrutar o horizonte com coragem e realismo, pondo em marcha um plano efetivo de defesa coletiva, percebendo: que o conflito-tampão da Ucrânia é decisivo para a segurança europeia; que importa desenvolver rapidamente um forte complexo militar-industrial europeu; a necessidade de reequacionar o sistema de recrutamento; que o reforço do pilar europeu da NATO é urgente, do chapéu protetor dos EUA, que funcionou nos últimos 78 anos (não será posto em causa por Trump, mas pelos próprios desafios que os EUA enfrentarão).

Não havendo espaço para cooperar, dissuadir será sempre melhor e mais económico que combater. É tempo de perceber que por agora não haverá manteiga nas nossas mesas sem canhões que a garantam!

 

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Não há nem um ministro que não seja das humanidades... o que é que eles vão fazer? Vão me ensinar a contar as silabas dos versos dos lusiadas?

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Citação de Genzo, há 2 minutos:

Desde o pós-eleições que havia alguns canais que estipulavam o Miguel Guimarães.

Ah, certo. Mas nos últimos tempos o nome da Ana Paula Martins.

Mas não deixa de ser estranho o Miguel Guimarães ser anunciado com toda a pompa e circunstancia, ser cabeça de lista num distrito como o Porto e depois "ser só mais um" na AD. 

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Citação de Plagio o Original, Agora:

Não há nem um ministro que não seja das humanidades... o que é que eles vão fazer? Vão me ensinar a contar as silabas dos versos dos lusiadas?

Há para aí dois um três das STEM. Uma grande derrota da Ordem dos Advogados. Os economistas também protestam enquanto procedem com candidaturas para a Deloitte. 

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Citação de HappyKing, Agora:

Ah, certo. Mas nos últimos tempos o nome da Ana Paula Martins.

Mas não deixa de ser estranho o Miguel Guimarães ser anunciado com toda a pompa e circunstancia, ser cabeça de lista num distrito como o Porto e depois "ser só mais um" na AD. 

Oh, tinham que colocar "independentes" nas listas, tal como o bigodinho por Santarém, ex-CAP.

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Citação de Lebohang, Agora:

Agora mais a sério artigo do Gouveia e Melo no Expresso a pedir isso.

 

Tenho sentimentos mistos... por um lado não faz mal passarem uns meses na recruta e aprenderem a obedecer a hierarquias e a ter regras... por outro tenho dificuldade em ver a malta da tropa, instrutores basicamente, a lidarem com os miúdos de hoje em dia.

É que os métodos utilizados nos anos 80 e que eles usam hoje em dia em quem vai porque quer, num eventual serviço obrigatório ia dar asneiras e muito falatório. 

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A deputada mais jovem do parlamento tem 20 anos e encontra-se a concluir o ciclo de licenciatura em...? 

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Sinto grande sorte ter feito parte da geração que não teve de passar pelo serviço militar obrigatório, e não acho justo que os mais novos agora passem por isso quando nós não passamos, mas também não sei se não irá acabar por ter de ser necessário outra vez, com as ameaças militares que regressam à Europa, e com o cada vez maior desinteresse dos Estados Unidos em defender o lado de cá.

É uma questão que deveria ser visto para lá das ideologias, embora saiba que esta direita mais conservadora do CDS adore o serviço militar e seja mais propensa a estas ideias.

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Gostava muito do Fernando Alexandre na Académica, sempre disse que tinha qualidade para maiores voos. Maior das sortes para esta nova etapa.

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1 ano de serviço militar obrigatório, tudo pago pelo BCE, treinos militares em vários sítios lindos da Europa ocidental! Um Erasmus militar!!!

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Citação de Che, há 5 minutos:

1 ano de serviço militar obrigatório, tudo pago pelo BCE, treinos militares em vários sítios lindos da Europa ocidental! Um Erasmus militar!!!

Serviço Militar Obrigatório cumprido na Guiné-Bissau para os jovens voltarem a Portugal instruídos nas doutrinas de esquerda como em 74

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Citação de Che, há 9 minutos:

1 ano de serviço militar obrigatório, tudo pago pelo BCE, treinos militares em vários sítios lindos da Europa ocidental! Um Erasmus militar!!!

E a estudar métodos númericos e física nos tempos livres!

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Citação de Lebohang, há 21 minutos:

Serviço Militar Obrigatório cumprido na Guiné-Bissau para os jovens voltarem a Portugal instruídos nas doutrinas de esquerda como em 74

e deixar lá qualquer coisa. 

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Citação de noikeee, há 44 minutos:

Sinto grande sorte ter feito parte da geração que não teve de passar pelo serviço militar obrigatório, e não acho justo que os mais novos agora passem por isso quando nós não passamos, mas também não sei se não irá acabar por ter de ser necessário outra vez, com as ameaças militares que regressam à Europa, e com o cada vez maior desinteresse dos Estados Unidos em defender o lado de cá.

É uma questão que deveria ser visto para lá das ideologias, embora saiba que esta direita mais conservadora do CDS adore o serviço militar e seja mais propensa a estas ideias.

Se pagarem bem, acredita que não precisa de ser obrigatório.

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