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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Pavel, há 7 minutos:

não me foquei muito nisso porque acredito que esse contexto em pouco muda a percepção do jovem português ou ocidental sobre o tema ou sobre ir para a guerra ou, ainda mais, ir para a guerra com esse propósito. Entendo o teu ponto, mas, na minha opinião, podes assumir os desafios geopolíticos sem que uma das soluções seja uma nova normalização do SMO. É o tema “mais fácil”. E a minha opinião aplica-se á perspetiva portuguesa só, nesta conversa.

Concordo contigo que o SMO não responde as questões geopolíticas que encontramos nos dias de hoje.

A realidade atual parece me obrigar a uma maior profissionalização, especialização e modernização das forças armadas. O SMO não me parece de todo responder a esta necessidade, bem pelo contrário.

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No SMO apenas têm de explicar aos putos que o Douro, o Tejo e o Guadiana começam em Espanha e que os espanhóis querem que termine em Espanha em virtude das secas proporcionadas pelas alterações climáticas. 

Que as gerações mais novas não se deixem pisar pelos espanhóis, senão morremos de sede. 

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Citação de Che, há 9 minutos:

No SMO apenas têm de explicar aos putos que o Douro, o Tejo e o Guadiana começam em Espanha e que os espanhóis querem que termine em Espanha em virtude das secas proporcionadas pelas alterações climáticas. 

Que as gerações mais novas não se deixem pisar pelos espanhóis, senão morremos de sede. 

INVADIR ESPANHA JÁ CARALLHO! EU VOU. LINHA DA FRENTE CARALLHO, OFEREÇO-ME VOLUNTÁRIO! 

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Citação de IlidioMA, há 4 minutos:

INVADIR ESPANHA JÁ CARALLHO! EU VOU. LINHA DA FRENTE CARALLHO, OFEREÇO-ME VOLUNTÁRIO! 

com que então, crise de identidade gramatical? vai ser preciso chamar o fernando?

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Citação de Pavel, Agora:

com que então, crise de identidade gramatical? vai ser preciso chamar o fernando?

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hey, remete os comentários aos Silvares, ele é que censura a mais bela palavra da língua portuguesa desse modo vil. Para não me tirar o caps, tenho de acrescentar uma letra, ou conformar-me em COMEÇAR A GRITAR MAS DE REPENTE DIGO crl EM VOZ BAIXA, QUE SENTIDO É QUE ISSO TEM??

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Citação de IlidioMA, há 1 hora:

INVADIR ESPANHA JÁ CARALLHO! EU VOU. LINHA DA FRENTE CARALLHO, OFEREÇO-ME VOLUNTÁRIO! 

Entretanto

 

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Citação de Che, há 1 hora:

Deveríamos fazer um poll aqui no tópico com os possíveis adversários de Portugal para que depois o algoritmo do Ticampos revelasse o inimigo. 

Indostanicos, ciganos, Rússia, muçulmanos, brasileiros, Palestina, Israel, China, Donald Trump, Espanha, França, Hungria, Bielorrússia, quem mais entra na poll?

A crise climática, que, já agora, o seu combate urge à desmilitarização. Duplo insulto às futuras gerações. Estamos a encostar os putos à parede.

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Citação de bmfpcdm, há 7 minutos:

A crise climática, que, já agora, o seu combate urge à desmilitarização. Duplo insulto às futuras gerações. Estamos a encostar os putos à parede.

Inquietud y tensa espera en las costas canarias ante un despliegue militar a gran escala de Marruecos

A pesar de que el Gobierno canario ha pedido información y explicaciones, aún se desconoce la finalidad de estos movimientos a 125 kilómetros de las islas

https://www.abc.es/espana/canarias/inquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html?ref=https%3A%2F%2Fwww.abc.es%2Fespana%2Fcanarias%2Finquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html

Esqueci-me de Marrocos. Eventualmente teremos de enviar tropas para Marrocos. É bom que os putos se preparem para combater Marrocos.

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Mas nós já não contribuímos para a defesa da Europa ao beber as garrafas de vinho?

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Citação de Che, há 11 minutos:

Inquietud y tensa espera en las costas canarias ante un despliegue militar a gran escala de Marruecos

A pesar de que el Gobierno canario ha pedido información y explicaciones, aún se desconoce la finalidad de estos movimientos a 125 kilómetros de las islas

https://www.abc.es/espana/canarias/inquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html?ref=https%3A%2F%2Fwww.abc.es%2Fespana%2Fcanarias%2Finquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html

Esqueci-me de Marrocos. Eventualmente teremos de enviar tropas para Marrocos. É bom que os putos se preparem para combater Marrocos.

wait? Marrocos invade Espanha e eu iria defender a Espanha? Porra, tornava-me mujahedin!

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Citação de Che, há 13 minutos:

Inquietud y tensa espera en las costas canarias ante un despliegue militar a gran escala de Marruecos

A pesar de que el Gobierno canario ha pedido información y explicaciones, aún se desconoce la finalidad de estos movimientos a 125 kilómetros de las islas

https://www.abc.es/espana/canarias/inquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html?ref=https%3A%2F%2Fwww.abc.es%2Fespana%2Fcanarias%2Finquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html

Esqueci-me de Marrocos. Eventualmente teremos de enviar tropas para Marrocos. É bom que os putos se preparem para combater Marrocos.

Não sei como é 2024 mas a doutrina militar espanhola em todo o século XX e até bem recentemente sempre foi dirigida a um potencial conflito com Marrocos.

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Citação de antifa, há 1 minuto:

Não sei como é 2024 mas a doutrina militar espanhola em todo o século XX e até bem recentemente sempre foi dirigida a um potencial conflito com Marrocos.

continua assim, e a nossa continua a ser a de uma possível invasão a vir de Espanha.

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eu e o andré pinotes batista até às 5 da manhã a grindar o ladder no tft quando??

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@Diogo_CFB põe aí a rolar uma enquête sobre isto. À pergunta "Gosta de Espanha/Espanhóis?" proponho as seguintes opções de resposta:

  • Detesto visceralmente
  • Odeio mas não exerço
  • Não gosto mas não odeio
  • Não gosto nem desgosto
  • Não me incomodam
  • Até gosto
  • Sou traidor à pátria

 

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Citação de Pavel, há 1 minuto:

eu e o andré pinotes batista até às 5 da manhã a grindar o ladder no tft quando??

Será que ele joga FM?

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Citação de Che, há 17 minutos:

Inquietud y tensa espera en las costas canarias ante un despliegue militar a gran escala de Marruecos

A pesar de que el Gobierno canario ha pedido información y explicaciones, aún se desconoce la finalidad de estos movimientos a 125 kilómetros de las islas

https://www.abc.es/espana/canarias/inquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html?ref=https%3A%2F%2Fwww.abc.es%2Fespana%2Fcanarias%2Finquietud-tensa-espera-costas-canarias-ante-despliegue-20240329115109-nt.html

Esqueci-me de Marrocos. Eventualmente teremos de enviar tropas para Marrocos. É bom que os putos se preparem para combater Marrocos.

Yalla Não Vamos!

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Tou a olhar para minha filha de 4 anos a brincar no parque. Chegou à 5 minutos e já fez "amigos" e está a brincar com miúdos franceses, marroquinos, bulgaros que não falam uma palavra de francês e um de origem samoana ou Fiji. 

O mundo é fdd 

 

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Citação de El Colosso, há 7 minutos:

Será que ele joga FM?

mobile quando está a cagar em são bento

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Citação de IlidioMA, há 21 minutos:

@Diogo_CFB põe aí a rolar uma enquête sobre isto. À pergunta "Gosta de Espanha/Espanhóis?" proponho as seguintes opções de resposta:

  • Detesto visceralmente
  • Odeio mas não exerço
  • Não gosto mas não odeio
  • Não gosto nem desgosto
  • Não me incomodam
  • Até gosto
  • Sou traidor à pátria

 

tirando o primeiro, o resto é um bocado redudante. só metia o primeiro e o último

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Citação de Pavel, há 2 horas:

não me foquei muito nisso porque acredito que esse contexto em pouco muda a percepção do jovem português ou ocidental sobre o tema ou sobre ir para a guerra ou, ainda mais, ir para a guerra com esse propósito. Entendo o teu ponto, mas, na minha opinião, podes assumir os desafios geopolíticos sem que uma das soluções seja uma nova normalização do SMO. É o tema “mais fácil”. E a minha opinião aplica-se á perspetiva portuguesa só, nesta conversa.

Então não te focaste literalmente na única coisa que estou a falar ahah, para que estamos a trocar argumentos

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Citação de antifa, há 1 hora:

Entretanto

 

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tive o infortúnio de conhecer e conversar brevemente com dois militares espanhóis da catalunha, daqueles que ficam vermelhos de raiva quando ouvem catalão. Não recomendo

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Citação de Lip McBoatface, há 21 minutos:

Então não te focaste literalmente na única coisa que estou a falar ahah, para que estamos a trocar argumentos

O meu post inicial foi apenas sobre o SMO e não sobre o que trouxe o tema à baila. O que interpretei do que disseste foi que, face ao contexto atual, o tema do SMO acaba por ser uma discussão algo "inevitável" (daí que não tenhas concordado com o "sem nexo"). E eu percebo essa inevitabilidade e é impossível discordar da tendência de crecsimento da militarização mas considero que é uma forma demasiado fácil e totalmente desligada da sociedade atual em que vivemos, para responder a esse contexto.

Editado por Pavel
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Bom artigo para reflexão no público.

Para quando uma Comissão da Verdade do Colonialismo Português? | Opinião | PÚBLICO (publico.pt)

Citação

Para quando uma Comissão da Verdade do Colonialismo Português?

No ano em que se celebram os 50 anos do 25 de Abril, o Estado Português tem a responsabilidade de criar uma Comissão da Verdade que investigue o seu próprio passado.
 

Os legados do colonialismo português continuam a viver entre nós. Vivem de forma dispersa, desde as expressões triviais que usamos no dia a dia aos mais abomináveis crimes racistas. Vivem nos nossos livros de história, nos nossos monumentos, nas nossas ruas. Vivem nos discursos de políticos que reivindicam o ‘espírito das descobertas’ para projetar imagens de grandeza e vitória. Vivem nos discursos xenófobos sobre a imigração e vivem nos regimes de trabalho praticados nas plantações do nosso país. Em Portugal, os legados do colonialismo português e os mitos que o sustentaram vivem em todo o lado – o colonialismo português continua a discriminar e a matar.

Ao longo dos últimos anos, ativistas, académicos e (poucos) titulares de cargos políticos têm desconstruído mitos coloniais e demonstrado o que realmente se passou no nosso passado, desde massacres nas colónias às histórias silenciadas de pessoas escravizadas. As conversas sobre pedidos de desculpas e restituições de património começam a ganhar força. Mas ainda estamos no início. É necessário coordenar todos estes esforços e abrir uma conversa que inclua todas as pessoas. Para isso, é urgente que o Estado crie uma Comissão da Verdade do Colonialismo Português.

As Comissões da Verdade foram, ao longo do passado recente, criadas para investigar diferentes violações de direitos humanos, crimes de guerra, ou outros tipos de violência e abuso que se tenham desenrolado ao longo de vários anos. Uma das mais famosas Comissões é a da África do Sul, criada em 1995, após o final do apartheid, para estabelecer a verdade sobre os crimes cometidos contra as populações africanas. Desmond Tutu, coordenador desta comissão, resumiu o seu objetivo em poucas palavras: “Só um confronto honesto com a realidade pode trazer uma verdadeira cura.” Este confronto passava por investigar os crimes do apartheid através da criação de um órgão oficial, composto por juristas, académicos, titulares de cargos políticos, ativistas, psicólogos e outros membros da sociedade civil, no qual se entrevistaram vítimas, realizaram audiências públicas e se conduziram meticulosas análises de documentos deste regime assassino.

Passados três anos, em 1998, Desmond Tutu entregou ao presidente Nelson Mandela cinco pesados volumes – um total de 3500 páginas – que retratavam toda esta violência. Hoje, a violência do apartheid é inegável e inquestionável. Foi, em grande medida, o trabalho desta comissão e os duros testemunhos de quem sofreu esta violência na pele que permitiu estabelecer toda a verdade.

Ao contrário do caso do apartheid, usado frequentemente como caso de estudo de violência racial, os crimes do colonialismo português continuam a ser silenciados e ignorados. Massacres como os de Batepá (1953), em São Tomé e Príncipe, Pidjiguiti (1959), na Guiné-Bissau, Mueda (1960) e Wiriamu (1972) em Moçambique, são alguns dos exemplos mencionados mais frequentemente, mas continuam a ser profundamente desconhecidos em Portugal e representam apenas uma pequena parcela do que foi a violência colonial portuguesa em África. Muitas histórias de violência das guerras pelas independências africanas (comummente chamada de "guerra colonial" em Portugal) continuam por contar. A ferida aberta deste passado está à vista dos olhos de todo nós.

Não é demasiado tarde para criar esta comissão – muito pelo contrário. Como explica a historiadora Aurora Almada e Santos, “nunca é tarde demais para se reconhecer e perceber o que aconteceu no passado”, dando o exemplo da Austrália, onde se organizou uma Comissão da Verdade que inclui eventos que remontam ao tempo da sua própria colonização, muito anteriores ao século XX.

Também em França, Macron anunciou a criação de uma Comissão Franco-Argelina para investigar os crimes coloniais do passado. Em 2022, Aurora Almada e Santos já escrevia sobre a criação de uma “comissão conjunta, entre Portugal e as antigas colónias, para o estudo dos diferentes massacres que ocorreram durante a dominação portuguesa”. Para a historiadora, os quatro grandes eixos da comissão devem ser a investigação dos massacres coloniais, dos inúmeros ataques ou interferências de Portugal nos países vizinhos das suas colónias, dos assassinatos, em particular dos líderes dos movimentos de libertação africanos, e, por fim, da história das pessoas que sofreram os mais diversos tipos de repressão na guerra pela independência às mãos do exército português ou da PIDE.

Para além deste seu escopo, será importante, também, definir o tempo abrangido por uma comissão. Deverá tocar apenas no século XX, ou ser mais ambiciosa e investigar o papel de Portugal no tráfico de pessoas escravizadas desde o século XV?

Caberá aos coordenadores desta comissão responder a estas questões, definir os seus objetivos e métodos, assim como os mecanismos políticos que devem ser acionados depois das suas conclusões: desde mecanismos simbólicos, como pedidos de desculpas oficiais e construção de monumentos que honram as vítimas do colonialismo, a políticas públicas, como a reforma de instituições que participaram em práticas abusivas, a revogação de leis que permitiram estes crimes, a reparação das vítimas, a devolução de artefactos e outros bens roubados durante este período, a criação de novas comissões de inquérito, a revisão de manuais escolares e outras fontes de propagação de mitos coloniais. Esta lista não é exaustiva: os mecanismos a adotar dependerão de uma série de fatores, desde a vontade dos Estados envolvidos às próprias conclusões da Comissão da Verdade.

No ano em que se celebram os 50 anos do 25 de Abril, o Estado Português tem a responsabilidade de criar uma Comissão da Verdade que investigue o seu próprio passado, e de o fazer em conjunto com os países que foram colonizados. É urgente recolher os testemunhos daqueles que ainda estão vivos para contar a sua própria história, homens e mulheres que sofreram às mãos do aparelho colonial.

Por enquanto, apenas o Bloco de Esquerda tem uma proposta neste sentido. Numa altura em que a extrema-direita cresce e os mitos coloniais do nosso passado são reforçados, é essencial que outras forças políticas, de todo o espectro democrático, se juntem a este esforço de estabelecer a verdade sobre o nosso passado. Um passado que tanto marca o nosso presente.
 

 

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Citação de antifa, há 1 hora:

Não sei como é 2024 mas a doutrina militar espanhola em todo o século XX e até bem recentemente sempre foi dirigida a um potencial conflito com Marrocos.

Espanha está entalada. Já ofereceu o Saara Ocidental, território espanhol reconhecido pela ONU. Eventualmente terão de ceder Ceuta e os outros territórios a Marrocos. 

Edit - nós não estamos melhor. Daqui para a frente, com a desertificação, teremos de abdicar as Selvagens pelos acesso aos rios espanhóis que desaguam em Portugal. 

Editado por Che

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Eu sou a favor da ibéria unida. Podem ser os espanhois a ficarem com isto. Basta sair de Elvas e entrar em badajoz para se notar a diferença civilizacional

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