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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Thierry Henry, há 10 minutos:

Da Opus Dei, cronista do Observador, Gonçalo Portocarrero de Almada faz a “defesa do humanismo cristão contra o totalitarismo democrático

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Saudades do tempo em que nos queriam fazer acreditar que o Passos era um liberal em toda a linha, inclusivé nos costumes.

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É desta porcaria de mentalidade que nasce o partido chega, e será por está mentalidade que se normalizará o discurso desse partido e dos grupos neo nazis que andam por aí. Tudo lixo de gente, deviam sair da vida pública até o Benfica ganhar o triplete

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Citação de Sandes., há 13 minutos:

É desta porcaria de mentalidade que nasce o partido chega, e será por está mentalidade que se normalizará o discurso desse partido e dos grupos neo nazis que andam por aí. Tudo lixo de gente, deviam sair da vida pública até o Benfica ganhar o triplete

Com este manifesto, já não me restam dúvidas nenhumas que mais tarde ou mais cedo teremos o Passos no Chega.

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Está tudo feito para termos a extrema-direita na presidência da República na figura incompetente do Passos Coelho e os outros dois órgãos de soberania divididos entre a direita conservadora e os saudosistas assumidos do fascismo.

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Mas espera, o Passos Coelho também já é considerado da extrema-direita? LOL

Mano Sandes, não há triplete do Benfica mas tens de deixar de pensar tanto em mim, isso não te faz bem. 

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Amigos, não descartem a possibilidade do Passos Coelho ir apresentar um livro sem o ter lido xD

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Citação de Lebohang, há 2 minutos:

Amigos, não descartem a possibilidade do Passos Coelho ir apresentar um livro sem o ter lido xD

 

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Citação de Tibraco, há 11 minutos:

Mas espera, o Passos Coelho também já é considerado da extrema-direita? LOL

Mano Sandes, não há triplete do Benfica mas tens de deixar de pensar tanto em mim, isso não te faz bem. 

Para as pessoas cuja posição política passa por fingirem que são analfabetos funcionais: o Passos Coelho não é, nem nunca foi, coisa nenhuma, é um veículo. Nunca ninguém lhe vai ouvir sair da boca uma ideia original, tudo o que lhe resta é (má) retórica e representação. 

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Citação de whatever, há 3 minutos:

Para as pessoas cuja posição política passa por fingirem que são analfabetos funcionais: o Passos Coelho não é, nem nunca foi, coisa nenhuma, é um veículo. Nunca ninguém lhe vai ouvir sair da boca uma ideia original, tudo o que lhe resta é (má) retórica e representação. 

f*da-se.

Tu tens a noção de que o Passos foi PM, certo? Que ganhou duas eleições? Que, ainda hoje, é super admirado dentro do PSD e que, garantidamente, conseguiria voltar com facilidade à liderança do partido?

Mais, será provavelmente a única pessoa que esvaziaria completamente o Chega e a IL num instante?

E tu descreves o homem como se fosse um fantoche. Muito bom.

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Citação de Tibraco, há 11 minutos:

Mais, será provavelmente a única pessoa que esvaziaria completamente o Chega

Já agora, por que motivo será? 

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Citação de whatever, há 52 minutos:

Está tudo feito para termos a extrema-direita na presidência da República na figura incompetente do Passos Coelho e os outros dois órgãos de soberania divididos entre a direita conservadora e os saudosistas assumidos do fascismo.

Um bom teste era o Chega apresentar o PPC como nr.1 para as europeias

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Gosto quando se clarificam as regras do jogo. Obrigado Passos.

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O Benfica lá ganhou o triplete ou o defensor do mentiroso também acabou por mentir. Bonito

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Citação de Sandes., há 21 minutos:

O Benfica lá ganhou o triplete ou o defensor do mentiroso também acabou por mentir. Bonito

Tu estás com dificuldade em encaixar que essa do triplete era uma brincadeira/provocação. Ou achas que escrevi aquilo enquanto tinha a mão na biblia e fazia um juramento solene?

Mais, quem falou do triplete hoje foste tu. Falaste também num tópico qualquer de futebol e, aparentemente, achas que isso tem algum assunto.

Citação de 1906, há 35 minutos:

Já agora, por que motivo será? 

Porque acho que o Passos representa o lado bom do Chega sem ter o lado mau associado. Como acredito que a maioria dos eleitores do Chega não gostam de ideias tipo castrações quimicas e o diabo a 4, o "espaço de conforto" que representaria o PPC, faria com que existe uma migração acentuada de de votos para o PSD. Claro está que tu, pela pergunta, deves achar que o Passos é uma espécie de Mário Machado da politica ou assim.

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Citação de Tibraco, há 3 minutos:

Tu estás com dificuldade em encaixar que essa do triplete era uma brincadeira/provocação. Ou achas que escrevi aquilo enquanto tinha a mão na biblia e fazia um juramento solene?

Mais, quem falou do triplete hoje foste tu. Falaste também num tópico qualquer de futebol e, aparentemente, achas que isso tem algum assunto.

Porque acho que o Passos representa o lado bom do Chega sem ter o lado mau associado. Como acredito que a maioria dos eleitores do Chega não gostam de ideias tipo castrações quimicas e o diabo a 4, o "espaço de conforto" que representaria o PPC, faria com que existe uma migração acentuada de de votos para o PSD. Claro está que tu, pela pergunta, deves achar que o Passos é uma espécie de Mário Machado da politica ou assim.

Sem ter o mau associado?

Um tipo que tem um discurso securitário sobre a imigração baseado no medo e que apoia um texto destes que segue a mesma narrativa do Chega?

E já agora, qual é o lado bom do Chega?

Editado por SAS_Robben

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Citação de SAS_Robben, Agora:

Sem ter o mau associado?

Um tipo que tem um discurso securitário sobre a imigração baseado no medo e que apoia um texto destes que segue a mesma narrativa do Chega?

Tu podes argumentar que a posição sobre a imigração é semelhante. Penso que nesse sentido tens razão.

Acho mais difícil, se quiseres ser inteletualmente honesto, argumentar que, por convergirem nalguns aspetos, o Passos apoia todas as ideias que estão erradas no Chega.

É possível convergir-se nuns aspetos e outros não. Olha o nosso colega Happy. Ainda há dias defendia uma linha de argumentação para a TAP que é copy paste daquilo que diz o Ventura e acho que ninguém se lembraria de dizer que o Happy é Chegano.

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Gosto do "Inteletualmente honesto" quando nem sequer consegue deixar de fazer o que disse.

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Citação de Lebohang, há 3 horas:

(escrita com ortografia anterior ao acordo ortográfico):

Este pessoal é a personificação do bafio.

 

Citação de Tibraco, há 22 minutos:

Tu estás com dificuldade em encaixar que essa do triplete era uma brincadeira/provocação.

Provocação? A ti próprio? Parabéns, demonstraste-nos a tua grande capacidade de encaixe...

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Citação de bmfpcdm, há 2 minutos:

Este pessoal é a personificação do bafio.

 

Provocação? A ti próprio? Parabéns, demonstraste-nos a tua grande capacidade de encaixe...

Sim, eu sabia que as probabilidades do Benfica ganhar o triplete não eram lá muito altas. Tu, como sportinguista (?), também deves saber que não é fácil ganhar três titulos num ano até porque de certeza que nem te lembras da última vez que isso aconteceu no clube. E também não será esta época de certeza.

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Citação de Tibraco, há 3 minutos:

Sim, eu sabia que as probabilidades do Benfica ganhar o triplete não eram lá muito altas. Tu, como sportinguista (?), também deves saber que não é fácil ganhar três titulos num ano até porque de certeza que nem te lembras da última vez que isso aconteceu no clube. E também não será esta época de certeza.

O mais trágico foi teres usado a memória do Samaris, para agora andares aqui a fazer estas figuras. smh

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Citação de SAS_Robben, há 37 minutos:

E já agora, qual é o lado bom do Chega?

Só agora vi isto. Bem, não é querer fugir à pergunta, mas não tenho vontade de entrar no mesmo loop. Concordamos em discordar aqui, pode ser?

Eu hoje só "entrei em cena" porque já se estava a normalizar a ideia (absurda) do Passos ser da extrema-direita. 

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Citação de Lebohang, há 4 horas:

Passos Coelho apresenta um 'manifesto' contra “os adversários da família”, “a ideologia de género” e “a cultura de morte”

Ex-primeiro-ministro apresenta “Identidade e Família”, um livro que reúne 22 contributos da direita mais conservadora, contra a “destruição da família” tradicional. Textos falam da imposição de uma “ideologia de género” como “modelo de pensamento único”, de “disforia de género associada a várias patologias psiquiátricas”, de “senhoras, alegadamente tiranizadas, que nunca se queixavam” e do “direito à resistência” face à transformação do aborto e da eutanásia em direitos"

O livro chama-se “Identidade e Família” e reúne contributos de dezenas de pessoas da direita conservadora (no sentido de ‘não liberal’), alguns dos quais ex-ministros, ex-líderes partidários, ex-deputados, entre outras personalidades que tentam influenciar há anos o pensamento político das direitas. É o caso de Bagão Félix, um dos organizadores, César das Neves, Jaime Nogueira Pinto, Ribeiro e Castro, Manuel Monteiro. Tem a benção do Cardeal Manuel Clemente, assim como de outros membros do clero. E acaba por se afirmar como uma espécie de manifesto anti-progressista. O padrinho, no lançamento desta segunda-feira ao final da tarde, em Lisboa, será o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que há quase dois anos publicou um artigo de opinião pedindo ao PSD de Montenegro que travasse a lei da eutanásia.

Não há equívocos neste “Identidade e Família”, porque é mesmo da defesa de uma identidade que os autores acreditam estar em perigo que se trata. Assumindo a família como a “única sociedade” que crêem ser “natural, universal e intemporal”, a introdução da obra vinca ao que vem: “No nosso país temos assistido, nos últimos anos, a diversas iniciativas legislativas que condicionam e lesam” essa “instituição”.

Quais? Primeiro, “a escola pública”, que “corre o risco de se transformar num lugar de doutrinação ideológica”, “retirando-se inclusivamente o direito de os pais impedirem que os seus filhos sejam submetidos a essa doutrinação tutelada pelo Estado”. Em segundo lugar, pelas “posições radicais e mediatamente potenciadas” que têm como objetivo (dizem) “desdenhar da instituição familiar”. Os quatro coordenadores (Bagão, o constitucionalista Paulo Otero, o fundador do Movimento Ação Ética (MAE) Pedro Afonso e Victor Gil) apontam o dedo à “chamada ideologia de género”. E vale a pena reter estes parágrafos da introdução (escrita com ortografia anterior ao acordo ortográfico):

“Sem qualquer base científica, esta ideologia defende que o género é construído apenas pela identidade psicológica de género do indivíduo, negando ou relativizando totalmente a identidade biológica. Esta, porém, não é atribuível, antes é parte integrante do indivíduo na sua diversidade e especificidade. Estamos assim perante um movimento ideológico com impacto na família, na educação, na socialização, na comunicação. A ideologia de género não é promotora da liberdade ou acolhedora da diferença, mas impositora de um novo modelo de pensamento único, comprometendo o desenvolvimento humano fundado em valores, formado na liberdade e autonomia e vocacionado para a felicidade”.

Mas os autores prosseguem o argumento, logo a seguir:

“Não podemos desvalorizar os adversários da família, umas vezes mais à luz do dia, outras vezes de um modo mais subtil e larvar, mas nem por isso menos dissolvente. Importa valorizar a família enquanto a primeira instituição contra o relativismo ético, a indiferença e a licenciosidade, a propagação anestesiante da cultura de morte, o positivismo hedonista, o egoísmo geracional, o individualismo predador, o subjectivismo e o fundamentalismo a-histórico.”

Nos 22 textos de autor, defende-se portanto o conceito tradicional de família em várias perspectivas. O primeiro é de Pedro Afonso, um dos líderes do MAE que há pouco mais de um mês pedia ao novo governo a revogação da lei da eutanásia, ou da “criminalização de terapias de conversão cuja lei foi promulgada pelo Presidente da República”. Aqui, Afonso fala do “ataque à família como “estratégia comum às tiranias”. Sem descurar os “atuais influencers digitais, espalhados pelas redes sociais que, em nome de uma pretensa liberdade, fomentam a desorientação das pessoas” - reagindo a quem critica o “esvaziamento ético e moral” com “ameaças de cancelamento público”. Naquelas páginas conte ler a defesa da família “com pai e mãe” como essenciais na “formação da nossa identidade”.

Para a escola pública ficam as palavras mais duras: aponta o “sequestro dos conteúdos programáticos” e atira à questão de género: “O Estado não deve promover, com base numa ideologia sem base científica, a desobstrução da identidade dos papéis masculinos/femininos em crianças e adolescentes, sendo uma fonte de psicopatologia” (“uma disforia de género está associada a várias patologias psiquiátricas”). Daí que apele à revogação de leis que promovam a “autodeterminação de género”, que são — Afonso dixit — um “projeto de engenharia social em que as cobaias são crianças e adolescentes”.

Mas há mais. João César das Neves, por exemplo, contesta que a “certeza” de que “ao longo dos séculos a mulher foi sucessivamente oprimida e desprezada”: “Esta convicção é estranha por duas razões. A primeira é que as mulheres sempre foram a maioria da população, o que torna insólito que sejam dominadas pela minoria masculina. O segundo motivo é que essas senhoras, alegadamente tiranizadas, nunca se queixavam ou manifestavam o seu desagrado.”

Da Opus Dei, cronista do Observador, Gonçalo Portocarrero de Almada faz a “defesa do humanismo cristão contra o totalitarismo democrático”, que diz atuar “em nome de uma suposta igualdade ou não-discriminação”. Dentro desse “totalitarismo”, Portocarrero inclui os que defendem “o aborto das menores ou das deficientes”, “a tão badalada disciplina de Cidadania e Desenvolvimento”, “a educação sexual” que diz ensinar “a arte do prazer”. E termina citando o autor Gilbert K. Chesterton, pedindo uma “revolução pela família”: “Se há coisas contra isto, é preciso destruí-las. Se os proprietários, as leis e as ciência são contra isto, abatamos proprietários, leis e ciências”.

Há, claro, mais. Como Pedro Vaz Patto que se insurge contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a legislação “que facilita o divórcio”, Paulo Otero que acrescenta ao rol de leis criticadas a que permite a adopção por casais homossexuais ou a procriação medicamente assistida ou “a transformação do aborto e eutanásia em direitos” — e que as aponta como “inconstitucionais” e reclama o “direito à resistência”.

Neste momento, recorde-se, há pelo menos duas leis contestadas por este movimento que estão pendentes de regulação. O novo Governo ainda nada disse sobre elas, mas a esquerda teme um “retrocesso”. O livro lançado esta segunda-feira pode ser, assim, o início de uma guerra cultural.

🎩

Tal Pai tal Filho.

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