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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Burkina2008, há 10 horas:

 

https://asset.skoiy.com/dncxpgxxypnfpero/vfksmkoui1ta.jpg

Grande manifestacao! Todos juntos nao eram capazes de encher um autocarro...lol

Boa oportunidade para uma bela caçada e para prática de tiro ao alvo. Ficávamos todos a ganhar. 

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Citação de HappyKing, há 23 horas:

Anda fortíssimo o Rangel. 

 

Onde está o wally aka mário machado

Uma suástica para quem o descobrir.

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Citação de Mayday, há 6 minutos:

Onde está o wally aka mário machado

Uma suástica para quem o descobrir.

O Mário Machado e o Paulo Rangel são a mesma pessoa? 😮

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Citação de Petar Musa, há 6 minutos:

O Mário Machado e o Paulo Rangel são a mesma pessoa? 😮

Parabéns, ganhaste uma suástica.

Enganei-me no quote 🫠

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Citação de Petar Musa, há 51 minutos:

O Mário Machado e o Paulo Rangel são a mesma pessoa? 😮

stuff they don’t want you to know 

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Citação de Burkina2008, há 16 horas:

 

https://asset.skoiy.com/dncxpgxxypnfpero/vfksmkoui1ta.jpg

Grande manifestacao! Todos juntos nao eram capazes de encher um autocarro...lol

Só gente branca, aguardo pelo remake da Disney

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[Público] Portugal vai ter novo estudo sobre comunidades ciganas, dez anos depois

Spoiler

Estudo vai incluir projectos com a comunidade cigana, que irá “fazer uma espécie de consultoria ao projecto”, além de dois inquéritos nacionais, englobando continente e ilhas.


Portugal vai ter um novo estudo nacional sobre as comunidades ciganas, de quantificação, mas também caracterização, que deverá arrancar em Maio, tem a duração prevista de dois anos e será elaborado por um consórcio académico. Investigadora alerta para o aumento do anticiganismo e para a "urgência" da falta de habitação.


O estudo é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), na sequência de um concurso público, em que venceu o projecto apresentado pelo Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras do Porto e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa.

 

Editado por rcoelho14

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Será este o tal estudo que prova que todos os ciganos não seguem a "lei". 

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Citação de HappyKing, Em 06/04/2024 at 15:20:

Anda fortíssimo o Rangel. 

Anda fortíssimo, anda. 

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Citação de Jamarcus, há 10 minutos:

Se isto é real

É. Pelo menos malta próxima do PS, a mulher do Miguel Costa Matos e assim, confirmaram que sim. 

Só não percebi a foto. 

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Só não percebi a foto. 

É boomer.

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Citação de HappyKing, há 31 minutos:

Anda fortíssimo, anda. 

f*da-se que lata

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Citação de HappyKing, há 30 minutos:

Anda fortíssimo, anda. 

E umas horas depois

 

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Citação de HappyKing, há 9 horas:

Anda fortíssimo, anda. 

só fica chocado quem anda a navegar na maionese, estão mortinhos para fazer a m*rda toda e nunca tentaram esconder

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Citação de Sandes., há 22 minutos:

Passos Coelho apresenta um 'manifesto' contra “os adversários da família”, “a ideologia de género” e “a cultura de morte”

Ex-primeiro-ministro apresenta “Identidade e Família”, um livro que reúne 22 contributos da direita mais conservadora, contra a “destruição da família” tradicional. Textos falam da imposição de uma “ideologia de género” como “modelo de pensamento único”, de “disforia de género associada a várias patologias psiquiátricas”, de “senhoras, alegadamente tiranizadas, que nunca se queixavam” e do “direito à resistência” face à transformação do aborto e da eutanásia em direitos"

O livro chama-se “Identidade e Família” e reúne contributos de dezenas de pessoas da direita conservadora (no sentido de ‘não liberal’), alguns dos quais ex-ministros, ex-líderes partidários, ex-deputados, entre outras personalidades que tentam influenciar há anos o pensamento político das direitas. É o caso de Bagão Félix, um dos organizadores, César das Neves, Jaime Nogueira Pinto, Ribeiro e Castro, Manuel Monteiro. Tem a benção do Cardeal Manuel Clemente, assim como de outros membros do clero. E acaba por se afirmar como uma espécie de manifesto anti-progressista. O padrinho, no lançamento desta segunda-feira ao final da tarde, em Lisboa, será o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que há quase dois anos publicou um artigo de opinião pedindo ao PSD de Montenegro que travasse a lei da eutanásia.

Não há equívocos neste “Identidade e Família”, porque é mesmo da defesa de uma identidade que os autores acreditam estar em perigo que se trata. Assumindo a família como a “única sociedade” que crêem ser “natural, universal e intemporal”, a introdução da obra vinca ao que vem: “No nosso país temos assistido, nos últimos anos, a diversas iniciativas legislativas que condicionam e lesam” essa “instituição”.

Quais? Primeiro, “a escola pública”, que “corre o risco de se transformar num lugar de doutrinação ideológica”, “retirando-se inclusivamente o direito de os pais impedirem que os seus filhos sejam submetidos a essa doutrinação tutelada pelo Estado”. Em segundo lugar, pelas “posições radicais e mediatamente potenciadas” que têm como objetivo (dizem) “desdenhar da instituição familiar”. Os quatro coordenadores (Bagão, o constitucionalista Paulo Otero, o fundador do Movimento Ação Ética (MAE) Pedro Afonso e Victor Gil) apontam o dedo à “chamada ideologia de género”. E vale a pena reter estes parágrafos da introdução (escrita com ortografia anterior ao acordo ortográfico):

“Sem qualquer base científica, esta ideologia defende que o género é construído apenas pela identidade psicológica de género do indivíduo, negando ou relativizando totalmente a identidade biológica. Esta, porém, não é atribuível, antes é parte integrante do indivíduo na sua diversidade e especificidade. Estamos assim perante um movimento ideológico com impacto na família, na educação, na socialização, na comunicação. A ideologia de género não é promotora da liberdade ou acolhedora da diferença, mas impositora de um novo modelo de pensamento único, comprometendo o desenvolvimento humano fundado em valores, formado na liberdade e autonomia e vocacionado para a felicidade”.

Mas os autores prosseguem o argumento, logo a seguir:

“Não podemos desvalorizar os adversários da família, umas vezes mais à luz do dia, outras vezes de um modo mais subtil e larvar, mas nem por isso menos dissolvente. Importa valorizar a família enquanto a primeira instituição contra o relativismo ético, a indiferença e a licenciosidade, a propagação anestesiante da cultura de morte, o positivismo hedonista, o egoísmo geracional, o individualismo predador, o subjectivismo e o fundamentalismo a-histórico.”

Nos 22 textos de autor, defende-se portanto o conceito tradicional de família em várias perspectivas. O primeiro é de Pedro Afonso, um dos líderes do MAE que há pouco mais de um mês pedia ao novo governo a revogação da lei da eutanásia, ou da “criminalização de terapias de conversão cuja lei foi promulgada pelo Presidente da República”. Aqui, Afonso fala do “ataque à família como “estratégia comum às tiranias”. Sem descurar os “atuais influencers digitais, espalhados pelas redes sociais que, em nome de uma pretensa liberdade, fomentam a desorientação das pessoas” - reagindo a quem critica o “esvaziamento ético e moral” com “ameaças de cancelamento público”. Naquelas páginas conte ler a defesa da família “com pai e mãe” como essenciais na “formação da nossa identidade”.

Para a escola pública ficam as palavras mais duras: aponta o “sequestro dos conteúdos programáticos” e atira à questão de género: “O Estado não deve promover, com base numa ideologia sem base científica, a desobstrução da identidade dos papéis masculinos/femininos em crianças e adolescentes, sendo uma fonte de psicopatologia” (“uma disforia de género está associada a várias patologias psiquiátricas”). Daí que apele à revogação de leis que promovam a “autodeterminação de género”, que são — Afonso dixit — um “projeto de engenharia social em que as cobaias são crianças e adolescentes”.

Mas há mais. João César das Neves, por exemplo, contesta que a “certeza” de que “ao longo dos séculos a mulher foi sucessivamente oprimida e desprezada”: “Esta convicção é estranha por duas razões. A primeira é que as mulheres sempre foram a maioria da população, o que torna insólito que sejam dominadas pela minoria masculina. O segundo motivo é que essas senhoras, alegadamente tiranizadas, nunca se queixavam ou manifestavam o seu desagrado.”

Da Opus Dei, cronista do Observador, Gonçalo Portocarrero de Almada faz a “defesa do humanismo cristão contra o totalitarismo democrático”, que diz atuar “em nome de uma suposta igualdade ou não-discriminação”. Dentro desse “totalitarismo”, Portocarrero inclui os que defendem “o aborto das menores ou das deficientes”, “a tão badalada disciplina de Cidadania e Desenvolvimento”, “a educação sexual” que diz ensinar “a arte do prazer”. E termina citando o autor Gilbert K. Chesterton, pedindo uma “revolução pela família”: “Se há coisas contra isto, é preciso destruí-las. Se os proprietários, as leis e as ciência são contra isto, abatamos proprietários, leis e ciências”.

Há, claro, mais. Como Pedro Vaz Patto que se insurge contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a legislação “que facilita o divórcio”, Paulo Otero que acrescenta ao rol de leis criticadas a que permite a adopção por casais homossexuais ou a procriação medicamente assistida ou “a transformação do aborto e eutanásia em direitos” — e que as aponta como “inconstitucionais” e reclama o “direito à resistência”.

Neste momento, recorde-se, há pelo menos duas leis contestadas por este movimento que estão pendentes de regulação. O novo Governo ainda nada disse sobre elas, mas a esquerda teme um “retrocesso”. O livro lançado esta segunda-feira pode ser, assim, o início de uma guerra cultural.

🎩

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maldito dia em que parei naquela passadeira para ceder passagem a esse skinhead corno 

Editado por Pavel

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Citação de Lebohang, há 14 horas:

s%C3%B3-o-chega-pode-travar-est%C3%A1-im

s%C3%B3-o-chega-pode-travar-est%C3%A1-im

parece o México nos filmes de Hollywood 

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Citação de JGabriel, há 20 horas:

Boa oportunidade para uma bela caçada e para prática de tiro ao alvo. Ficávamos todos a ganhar. 

Para quando a montaria ao facho?

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Citação de Lebohang, há 43 minutos:

Passos Coelho apresenta um 'manifesto' contra “os adversários da família”, “a ideologia de género” e “a cultura de morte”

Ex-primeiro-ministro apresenta “Identidade e Família”, um livro que reúne 22 contributos da direita mais conservadora, contra a “destruição da família” tradicional. Textos falam da imposição de uma “ideologia de género” como “modelo de pensamento único”, de “disforia de género associada a várias patologias psiquiátricas”, de “senhoras, alegadamente tiranizadas, que nunca se queixavam” e do “direito à resistência” face à transformação do aborto e da eutanásia em direitos"

O livro chama-se “Identidade e Família” e reúne contributos de dezenas de pessoas da direita conservadora (no sentido de ‘não liberal’), alguns dos quais ex-ministros, ex-líderes partidários, ex-deputados, entre outras personalidades que tentam influenciar há anos o pensamento político das direitas. É o caso de Bagão Félix, um dos organizadores, César das Neves, Jaime Nogueira Pinto, Ribeiro e Castro, Manuel Monteiro. Tem a benção do Cardeal Manuel Clemente, assim como de outros membros do clero. E acaba por se afirmar como uma espécie de manifesto anti-progressista. O padrinho, no lançamento desta segunda-feira ao final da tarde, em Lisboa, será o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que há quase dois anos publicou um artigo de opinião pedindo ao PSD de Montenegro que travasse a lei da eutanásia.

Não há equívocos neste “Identidade e Família”, porque é mesmo da defesa de uma identidade que os autores acreditam estar em perigo que se trata. Assumindo a família como a “única sociedade” que crêem ser “natural, universal e intemporal”, a introdução da obra vinca ao que vem: “No nosso país temos assistido, nos últimos anos, a diversas iniciativas legislativas que condicionam e lesam” essa “instituição”.

Quais? Primeiro, “a escola pública”, que “corre o risco de se transformar num lugar de doutrinação ideológica”, “retirando-se inclusivamente o direito de os pais impedirem que os seus filhos sejam submetidos a essa doutrinação tutelada pelo Estado”. Em segundo lugar, pelas “posições radicais e mediatamente potenciadas” que têm como objetivo (dizem) “desdenhar da instituição familiar”. Os quatro coordenadores (Bagão, o constitucionalista Paulo Otero, o fundador do Movimento Ação Ética (MAE) Pedro Afonso e Victor Gil) apontam o dedo à “chamada ideologia de género”. E vale a pena reter estes parágrafos da introdução (escrita com ortografia anterior ao acordo ortográfico):

“Sem qualquer base científica, esta ideologia defende que o género é construído apenas pela identidade psicológica de género do indivíduo, negando ou relativizando totalmente a identidade biológica. Esta, porém, não é atribuível, antes é parte integrante do indivíduo na sua diversidade e especificidade. Estamos assim perante um movimento ideológico com impacto na família, na educação, na socialização, na comunicação. A ideologia de género não é promotora da liberdade ou acolhedora da diferença, mas impositora de um novo modelo de pensamento único, comprometendo o desenvolvimento humano fundado em valores, formado na liberdade e autonomia e vocacionado para a felicidade”.

Mas os autores prosseguem o argumento, logo a seguir:

“Não podemos desvalorizar os adversários da família, umas vezes mais à luz do dia, outras vezes de um modo mais subtil e larvar, mas nem por isso menos dissolvente. Importa valorizar a família enquanto a primeira instituição contra o relativismo ético, a indiferença e a licenciosidade, a propagação anestesiante da cultura de morte, o positivismo hedonista, o egoísmo geracional, o individualismo predador, o subjectivismo e o fundamentalismo a-histórico.”

Nos 22 textos de autor, defende-se portanto o conceito tradicional de família em várias perspectivas. O primeiro é de Pedro Afonso, um dos líderes do MAE que há pouco mais de um mês pedia ao novo governo a revogação da lei da eutanásia, ou da “criminalização de terapias de conversão cuja lei foi promulgada pelo Presidente da República”. Aqui, Afonso fala do “ataque à família como “estratégia comum às tiranias”. Sem descurar os “atuais influencers digitais, espalhados pelas redes sociais que, em nome de uma pretensa liberdade, fomentam a desorientação das pessoas” - reagindo a quem critica o “esvaziamento ético e moral” com “ameaças de cancelamento público”. Naquelas páginas conte ler a defesa da família “com pai e mãe” como essenciais na “formação da nossa identidade”.

Para a escola pública ficam as palavras mais duras: aponta o “sequestro dos conteúdos programáticos” e atira à questão de género: “O Estado não deve promover, com base numa ideologia sem base científica, a desobstrução da identidade dos papéis masculinos/femininos em crianças e adolescentes, sendo uma fonte de psicopatologia” (“uma disforia de género está associada a várias patologias psiquiátricas”). Daí que apele à revogação de leis que promovam a “autodeterminação de género”, que são — Afonso dixit — um “projeto de engenharia social em que as cobaias são crianças e adolescentes”.

Mas há mais. João César das Neves, por exemplo, contesta que a “certeza” de que “ao longo dos séculos a mulher foi sucessivamente oprimida e desprezada”: “Esta convicção é estranha por duas razões. A primeira é que as mulheres sempre foram a maioria da população, o que torna insólito que sejam dominadas pela minoria masculina. O segundo motivo é que essas senhoras, alegadamente tiranizadas, nunca se queixavam ou manifestavam o seu desagrado.”

Da Opus Dei, cronista do Observador, Gonçalo Portocarrero de Almada faz a “defesa do humanismo cristão contra o totalitarismo democrático”, que diz atuar “em nome de uma suposta igualdade ou não-discriminação”. Dentro desse “totalitarismo”, Portocarrero inclui os que defendem “o aborto das menores ou das deficientes”, “a tão badalada disciplina de Cidadania e Desenvolvimento”, “a educação sexual” que diz ensinar “a arte do prazer”. E termina citando o autor Gilbert K. Chesterton, pedindo uma “revolução pela família”: “Se há coisas contra isto, é preciso destruí-las. Se os proprietários, as leis e as ciência são contra isto, abatamos proprietários, leis e ciências”.

Há, claro, mais. Como Pedro Vaz Patto que se insurge contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a legislação “que facilita o divórcio”, Paulo Otero que acrescenta ao rol de leis criticadas a que permite a adopção por casais homossexuais ou a procriação medicamente assistida ou “a transformação do aborto e eutanásia em direitos” — e que as aponta como “inconstitucionais” e reclama o “direito à resistência”.

Neste momento, recorde-se, há pelo menos duas leis contestadas por este movimento que estão pendentes de regulação. O novo Governo ainda nada disse sobre elas, mas a esquerda teme um “retrocesso”. O livro lançado esta segunda-feira pode ser, assim, o início de uma guerra cultural.

🎩

Que degredo.

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Citação de Thierry Henry, há 3 minutos:

Que degredo.

E anda tudo a suspirar por isto. 

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