HappyKing Publicado 7 Abril 2024 A contramanifestação tinha facilmente 10 vezes mais pessoas. Compartilhar este post Link para o post
JGabriel Publicado 7 Abril 2024 Citação de Burkina2008, há 10 horas: Grande manifestacao! Todos juntos nao eram capazes de encher um autocarro...lol Boa oportunidade para uma bela caçada e para prática de tiro ao alvo. Ficávamos todos a ganhar. 1 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 7 Abril 2024 Citação de HappyKing, há 23 horas: Anda fortíssimo o Rangel. Onde está o wally aka mário machado Uma suástica para quem o descobrir. Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 7 Abril 2024 Citação de Mayday, há 6 minutos: Onde está o wally aka mário machado Uma suástica para quem o descobrir. O Mário Machado e o Paulo Rangel são a mesma pessoa? 😮 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 7 Abril 2024 Citação de Petar Musa, há 6 minutos: O Mário Machado e o Paulo Rangel são a mesma pessoa? 😮 Parabéns, ganhaste uma suástica. Enganei-me no quote 🫠 Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 7 Abril 2024 Citação de Petar Musa, há 51 minutos: O Mário Machado e o Paulo Rangel são a mesma pessoa? 😮 stuff they don’t want you to know Compartilhar este post Link para o post
Hidden Publicado 7 Abril 2024 Citação de Burkina2008, há 16 horas: Grande manifestacao! Todos juntos nao eram capazes de encher um autocarro...lol Só gente branca, aguardo pelo remake da Disney Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado 7 Abril 2024 (editado) [Público] Portugal vai ter novo estudo sobre comunidades ciganas, dez anos depois Spoiler Estudo vai incluir projectos com a comunidade cigana, que irá “fazer uma espécie de consultoria ao projecto”, além de dois inquéritos nacionais, englobando continente e ilhas. Portugal vai ter um novo estudo nacional sobre as comunidades ciganas, de quantificação, mas também caracterização, que deverá arrancar em Maio, tem a duração prevista de dois anos e será elaborado por um consórcio académico. Investigadora alerta para o aumento do anticiganismo e para a "urgência" da falta de habitação. O estudo é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), na sequência de um concurso público, em que venceu o projecto apresentado pelo Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras do Porto e o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa. Editado 7 Abril 2024 por rcoelho14 Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 7 Abril 2024 Será este o tal estudo que prova que todos os ciganos não seguem a "lei". Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 7 Abril 2024 Citação de HappyKing, Em 06/04/2024 at 15:20: Anda fortíssimo o Rangel. Anda fortíssimo, anda. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 7 Abril 2024 (editado) Citação de Jamarcus, há 10 minutos: Se isto é real É. Pelo menos malta próxima do PS, a mulher do Miguel Costa Matos e assim, confirmaram que sim. Só não percebi a foto. Editado 7 Abril 2024 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado 7 Abril 2024 Citação de HappyKing, há 1 minuto: Só não percebi a foto. É boomer. Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 7 Abril 2024 Citação de HappyKing, há 31 minutos: Anda fortíssimo, anda. f*da-se que lata Compartilhar este post Link para o post
Spikey Publicado 7 Abril 2024 Citação de HappyKing, há 30 minutos: Anda fortíssimo, anda. E umas horas depois Compartilhar este post Link para o post
pedropb13 Publicado 8 Abril 2024 Citação de Jamarcus, há 8 horas: Se isto é real é genial. Foi suspensa. Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 8 Abril 2024 Citação de HappyKing, há 9 horas: Anda fortíssimo, anda. só fica chocado quem anda a navegar na maionese, estão mortinhos para fazer a m*rda toda e nunca tentaram esconder Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 8 Abril 2024 Citação de Pavel, há 3 minutos: só fica chocado quem anda a navegar na maionese, estão mortinhos para fazer a m*rda toda e nunca tentaram esconder Um anexo a este comentário: https://expresso.pt/politica/2024-04-08-Passos-Coelho-apresenta-um-manifesto-contra-os-adversarios-da-familia-a-ideologia-de-genero-e-a-cultura-de-morte-52955eb2#Echobox=1712557706 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 8 Abril 2024 Citação de Sandes., há 22 minutos: Um anexo a este comentário: https://expresso.pt/politica/2024-04-08-Passos-Coelho-apresenta-um-manifesto-contra-os-adversarios-da-familia-a-ideologia-de-genero-e-a-cultura-de-morte-52955eb2#Echobox=1712557706 Passos Coelho apresenta um 'manifesto' contra “os adversários da família”, “a ideologia de género” e “a cultura de morte” Ex-primeiro-ministro apresenta “Identidade e Família”, um livro que reúne 22 contributos da direita mais conservadora, contra a “destruição da família” tradicional. Textos falam da imposição de uma “ideologia de género” como “modelo de pensamento único”, de “disforia de género associada a várias patologias psiquiátricas”, de “senhoras, alegadamente tiranizadas, que nunca se queixavam” e do “direito à resistência” face à transformação do aborto e da eutanásia em direitos" O livro chama-se “Identidade e Família” e reúne contributos de dezenas de pessoas da direita conservadora (no sentido de ‘não liberal’), alguns dos quais ex-ministros, ex-líderes partidários, ex-deputados, entre outras personalidades que tentam influenciar há anos o pensamento político das direitas. É o caso de Bagão Félix, um dos organizadores, César das Neves, Jaime Nogueira Pinto, Ribeiro e Castro, Manuel Monteiro. Tem a benção do Cardeal Manuel Clemente, assim como de outros membros do clero. E acaba por se afirmar como uma espécie de manifesto anti-progressista. O padrinho, no lançamento desta segunda-feira ao final da tarde, em Lisboa, será o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que há quase dois anos publicou um artigo de opinião pedindo ao PSD de Montenegro que travasse a lei da eutanásia. Não há equívocos neste “Identidade e Família”, porque é mesmo da defesa de uma identidade que os autores acreditam estar em perigo que se trata. Assumindo a família como a “única sociedade” que crêem ser “natural, universal e intemporal”, a introdução da obra vinca ao que vem: “No nosso país temos assistido, nos últimos anos, a diversas iniciativas legislativas que condicionam e lesam” essa “instituição”. Quais? Primeiro, “a escola pública”, que “corre o risco de se transformar num lugar de doutrinação ideológica”, “retirando-se inclusivamente o direito de os pais impedirem que os seus filhos sejam submetidos a essa doutrinação tutelada pelo Estado”. Em segundo lugar, pelas “posições radicais e mediatamente potenciadas” que têm como objetivo (dizem) “desdenhar da instituição familiar”. Os quatro coordenadores (Bagão, o constitucionalista Paulo Otero, o fundador do Movimento Ação Ética (MAE) Pedro Afonso e Victor Gil) apontam o dedo à “chamada ideologia de género”. E vale a pena reter estes parágrafos da introdução (escrita com ortografia anterior ao acordo ortográfico): “Sem qualquer base científica, esta ideologia defende que o género é construído apenas pela identidade psicológica de género do indivíduo, negando ou relativizando totalmente a identidade biológica. Esta, porém, não é atribuível, antes é parte integrante do indivíduo na sua diversidade e especificidade. Estamos assim perante um movimento ideológico com impacto na família, na educação, na socialização, na comunicação. A ideologia de género não é promotora da liberdade ou acolhedora da diferença, mas impositora de um novo modelo de pensamento único, comprometendo o desenvolvimento humano fundado em valores, formado na liberdade e autonomia e vocacionado para a felicidade”. Mas os autores prosseguem o argumento, logo a seguir: “Não podemos desvalorizar os adversários da família, umas vezes mais à luz do dia, outras vezes de um modo mais subtil e larvar, mas nem por isso menos dissolvente. Importa valorizar a família enquanto a primeira instituição contra o relativismo ético, a indiferença e a licenciosidade, a propagação anestesiante da cultura de morte, o positivismo hedonista, o egoísmo geracional, o individualismo predador, o subjectivismo e o fundamentalismo a-histórico.” Nos 22 textos de autor, defende-se portanto o conceito tradicional de família em várias perspectivas. O primeiro é de Pedro Afonso, um dos líderes do MAE que há pouco mais de um mês pedia ao novo governo a revogação da lei da eutanásia, ou da “criminalização de terapias de conversão cuja lei foi promulgada pelo Presidente da República”. Aqui, Afonso fala do “ataque à família como “estratégia comum às tiranias”. Sem descurar os “atuais influencers digitais, espalhados pelas redes sociais que, em nome de uma pretensa liberdade, fomentam a desorientação das pessoas” - reagindo a quem critica o “esvaziamento ético e moral” com “ameaças de cancelamento público”. Naquelas páginas conte ler a defesa da família “com pai e mãe” como essenciais na “formação da nossa identidade”. Para a escola pública ficam as palavras mais duras: aponta o “sequestro dos conteúdos programáticos” e atira à questão de género: “O Estado não deve promover, com base numa ideologia sem base científica, a desobstrução da identidade dos papéis masculinos/femininos em crianças e adolescentes, sendo uma fonte de psicopatologia” (“uma disforia de género está associada a várias patologias psiquiátricas”). Daí que apele à revogação de leis que promovam a “autodeterminação de género”, que são — Afonso dixit — um “projeto de engenharia social em que as cobaias são crianças e adolescentes”. Mas há mais. João César das Neves, por exemplo, contesta que a “certeza” de que “ao longo dos séculos a mulher foi sucessivamente oprimida e desprezada”: “Esta convicção é estranha por duas razões. A primeira é que as mulheres sempre foram a maioria da população, o que torna insólito que sejam dominadas pela minoria masculina. O segundo motivo é que essas senhoras, alegadamente tiranizadas, nunca se queixavam ou manifestavam o seu desagrado.” Da Opus Dei, cronista do Observador, Gonçalo Portocarrero de Almada faz a “defesa do humanismo cristão contra o totalitarismo democrático”, que diz atuar “em nome de uma suposta igualdade ou não-discriminação”. Dentro desse “totalitarismo”, Portocarrero inclui os que defendem “o aborto das menores ou das deficientes”, “a tão badalada disciplina de Cidadania e Desenvolvimento”, “a educação sexual” que diz ensinar “a arte do prazer”. E termina citando o autor Gilbert K. Chesterton, pedindo uma “revolução pela família”: “Se há coisas contra isto, é preciso destruí-las. Se os proprietários, as leis e as ciência são contra isto, abatamos proprietários, leis e ciências”. Há, claro, mais. Como Pedro Vaz Patto que se insurge contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a legislação “que facilita o divórcio”, Paulo Otero que acrescenta ao rol de leis criticadas a que permite a adopção por casais homossexuais ou a procriação medicamente assistida ou “a transformação do aborto e eutanásia em direitos” — e que as aponta como “inconstitucionais” e reclama o “direito à resistência”. Neste momento, recorde-se, há pelo menos duas leis contestadas por este movimento que estão pendentes de regulação. O novo Governo ainda nada disse sobre elas, mas a esquerda teme um “retrocesso”. O livro lançado esta segunda-feira pode ser, assim, o início de uma guerra cultural. 🎩 1 Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 8 Abril 2024 (editado) maldito dia em que parei naquela passadeira para ceder passagem a esse skinhead corno Editado 8 Abril 2024 por Pavel Compartilhar este post Link para o post
Robe Publicado 8 Abril 2024 Citação de Lebohang, há 14 horas: parece o México nos filmes de Hollywood Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 8 Abril 2024 Citação de JGabriel, há 20 horas: Boa oportunidade para uma bela caçada e para prática de tiro ao alvo. Ficávamos todos a ganhar. Para quando a montaria ao facho? Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado 8 Abril 2024 Citação de Lebohang, há 43 minutos: Passos Coelho apresenta um 'manifesto' contra “os adversários da família”, “a ideologia de género” e “a cultura de morte” Ex-primeiro-ministro apresenta “Identidade e Família”, um livro que reúne 22 contributos da direita mais conservadora, contra a “destruição da família” tradicional. Textos falam da imposição de uma “ideologia de género” como “modelo de pensamento único”, de “disforia de género associada a várias patologias psiquiátricas”, de “senhoras, alegadamente tiranizadas, que nunca se queixavam” e do “direito à resistência” face à transformação do aborto e da eutanásia em direitos" O livro chama-se “Identidade e Família” e reúne contributos de dezenas de pessoas da direita conservadora (no sentido de ‘não liberal’), alguns dos quais ex-ministros, ex-líderes partidários, ex-deputados, entre outras personalidades que tentam influenciar há anos o pensamento político das direitas. É o caso de Bagão Félix, um dos organizadores, César das Neves, Jaime Nogueira Pinto, Ribeiro e Castro, Manuel Monteiro. Tem a benção do Cardeal Manuel Clemente, assim como de outros membros do clero. E acaba por se afirmar como uma espécie de manifesto anti-progressista. O padrinho, no lançamento desta segunda-feira ao final da tarde, em Lisboa, será o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, que há quase dois anos publicou um artigo de opinião pedindo ao PSD de Montenegro que travasse a lei da eutanásia. Não há equívocos neste “Identidade e Família”, porque é mesmo da defesa de uma identidade que os autores acreditam estar em perigo que se trata. Assumindo a família como a “única sociedade” que crêem ser “natural, universal e intemporal”, a introdução da obra vinca ao que vem: “No nosso país temos assistido, nos últimos anos, a diversas iniciativas legislativas que condicionam e lesam” essa “instituição”. Quais? Primeiro, “a escola pública”, que “corre o risco de se transformar num lugar de doutrinação ideológica”, “retirando-se inclusivamente o direito de os pais impedirem que os seus filhos sejam submetidos a essa doutrinação tutelada pelo Estado”. Em segundo lugar, pelas “posições radicais e mediatamente potenciadas” que têm como objetivo (dizem) “desdenhar da instituição familiar”. Os quatro coordenadores (Bagão, o constitucionalista Paulo Otero, o fundador do Movimento Ação Ética (MAE) Pedro Afonso e Victor Gil) apontam o dedo à “chamada ideologia de género”. E vale a pena reter estes parágrafos da introdução (escrita com ortografia anterior ao acordo ortográfico): “Sem qualquer base científica, esta ideologia defende que o género é construído apenas pela identidade psicológica de género do indivíduo, negando ou relativizando totalmente a identidade biológica. Esta, porém, não é atribuível, antes é parte integrante do indivíduo na sua diversidade e especificidade. Estamos assim perante um movimento ideológico com impacto na família, na educação, na socialização, na comunicação. A ideologia de género não é promotora da liberdade ou acolhedora da diferença, mas impositora de um novo modelo de pensamento único, comprometendo o desenvolvimento humano fundado em valores, formado na liberdade e autonomia e vocacionado para a felicidade”. Mas os autores prosseguem o argumento, logo a seguir: “Não podemos desvalorizar os adversários da família, umas vezes mais à luz do dia, outras vezes de um modo mais subtil e larvar, mas nem por isso menos dissolvente. Importa valorizar a família enquanto a primeira instituição contra o relativismo ético, a indiferença e a licenciosidade, a propagação anestesiante da cultura de morte, o positivismo hedonista, o egoísmo geracional, o individualismo predador, o subjectivismo e o fundamentalismo a-histórico.” Nos 22 textos de autor, defende-se portanto o conceito tradicional de família em várias perspectivas. O primeiro é de Pedro Afonso, um dos líderes do MAE que há pouco mais de um mês pedia ao novo governo a revogação da lei da eutanásia, ou da “criminalização de terapias de conversão cuja lei foi promulgada pelo Presidente da República”. Aqui, Afonso fala do “ataque à família como “estratégia comum às tiranias”. Sem descurar os “atuais influencers digitais, espalhados pelas redes sociais que, em nome de uma pretensa liberdade, fomentam a desorientação das pessoas” - reagindo a quem critica o “esvaziamento ético e moral” com “ameaças de cancelamento público”. Naquelas páginas conte ler a defesa da família “com pai e mãe” como essenciais na “formação da nossa identidade”. Para a escola pública ficam as palavras mais duras: aponta o “sequestro dos conteúdos programáticos” e atira à questão de género: “O Estado não deve promover, com base numa ideologia sem base científica, a desobstrução da identidade dos papéis masculinos/femininos em crianças e adolescentes, sendo uma fonte de psicopatologia” (“uma disforia de género está associada a várias patologias psiquiátricas”). Daí que apele à revogação de leis que promovam a “autodeterminação de género”, que são — Afonso dixit — um “projeto de engenharia social em que as cobaias são crianças e adolescentes”. Mas há mais. João César das Neves, por exemplo, contesta que a “certeza” de que “ao longo dos séculos a mulher foi sucessivamente oprimida e desprezada”: “Esta convicção é estranha por duas razões. A primeira é que as mulheres sempre foram a maioria da população, o que torna insólito que sejam dominadas pela minoria masculina. O segundo motivo é que essas senhoras, alegadamente tiranizadas, nunca se queixavam ou manifestavam o seu desagrado.” Da Opus Dei, cronista do Observador, Gonçalo Portocarrero de Almada faz a “defesa do humanismo cristão contra o totalitarismo democrático”, que diz atuar “em nome de uma suposta igualdade ou não-discriminação”. Dentro desse “totalitarismo”, Portocarrero inclui os que defendem “o aborto das menores ou das deficientes”, “a tão badalada disciplina de Cidadania e Desenvolvimento”, “a educação sexual” que diz ensinar “a arte do prazer”. E termina citando o autor Gilbert K. Chesterton, pedindo uma “revolução pela família”: “Se há coisas contra isto, é preciso destruí-las. Se os proprietários, as leis e as ciência são contra isto, abatamos proprietários, leis e ciências”. Há, claro, mais. Como Pedro Vaz Patto que se insurge contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a legislação “que facilita o divórcio”, Paulo Otero que acrescenta ao rol de leis criticadas a que permite a adopção por casais homossexuais ou a procriação medicamente assistida ou “a transformação do aborto e eutanásia em direitos” — e que as aponta como “inconstitucionais” e reclama o “direito à resistência”. Neste momento, recorde-se, há pelo menos duas leis contestadas por este movimento que estão pendentes de regulação. O novo Governo ainda nada disse sobre elas, mas a esquerda teme um “retrocesso”. O livro lançado esta segunda-feira pode ser, assim, o início de uma guerra cultural. 🎩 Que degredo. Compartilhar este post Link para o post
JGabriel Publicado 8 Abril 2024 Citação de Thierry Henry, há 3 minutos: Que degredo. E anda tudo a suspirar por isto. Compartilhar este post Link para o post