Sandes. Publicado 28 Maio 2024 Citação de HappyKing, há 1 minuto: Como é caso do próprio PCP e o seu histórico de posições sobre a guerra ucraniana e as suas posições com o que se passa em Gaza. Só em parte. Claramente parte central do argumento do PCP é que não devíamos estar a financiar a Ucrânia com armamento, assim como não devemos apoiar Israel com armamento. Israel ainda por cima tem associações muito fortes á NATO, que a Ucrânia também tem, por isso são coerentes em serem "contra" ajudar tanto um como o outro Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 28 Maio 2024 (editado) Citação de Sandes., há 11 minutos: Só em parte Na parte fulcral. Perante a pergunta se tinha existido uma invasão na Ucrânia hesitou bastante inicialmente e em Gaza não o fez/tem feito. Ora, se hesitam em algo tão básico e factual a sua posição está ferida de morte e a alegação de que são coerentes em todas as guerras não é/foi verdade. Editado 28 Maio 2024 por HappyKing 1 Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 28 Maio 2024 o verbo é hesitar, não exitar Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 28 Maio 2024 Citação de Lip McBoatface, há 1 minuto: o verbo é hesitar, não exitar Toda a razão. Peço desculpa aos utilizadores e a Camões por tamanho atropelo. Ainda por cima perto do seu dia. E obrigado pela correção. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 28 Maio 2024 o Tanger Correia, o gajo do Pan e o Paupério exitaram o debate. Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 28 Maio 2024 O Carlos Daniel tem-me dado a impressão de ter muito menos paciência para o João Oliveira que o resto do pessoal Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 28 Maio 2024 Citação de Lip McBoatface, há 1 minuto: O Carlos Daniel tem-me dado a impressão de ter muito menos paciência para o João Oliveira que o resto do pessoal deve ser do BE ou do PS Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 28 Maio 2024 Tem de se combater a corrupção. Pronto, esta feito, ja posso ir embora? Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 28 Maio 2024 (editado) Este Bugalho nem cara tem para ir a umas eleições da associação de estudantes. Que figurinha. Editado 28 Maio 2024 por antifa 4 Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 28 Maio 2024 Pronto, não se está sozinho, é reconhecer Palestina amanhã. Quero ver o próximo voto na AR Compartilhar este post Link para o post
AntiZio Publicado 28 Maio 2024 Citação de SAS_Robben, há 28 minutos: Tivessem todos os líderes europeus a posição do Sanchez em ambos os conflitos e eu conseguia recuperar um pouco da minha sanidade mental que está nas ruas da amargura humana e política. Qual é a posição do Sanchez em relação à Palestina? Dizer que existe e não mandar armas depois de ter vendido 140M€ de armas a israel? O PCP é mais pro-Ucrania do que esse gajo é pró-Palestina... Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 28 Maio 2024 (editado) Eu gostava de perceber o argumento de não estarmos sozinhos no reconhecimento. Editado 28 Maio 2024 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
AntiZio Publicado 28 Maio 2024 Citação de HappyKing, há 5 minutos: Eu gostava de perceber o argumento de não estarmos sozinhos no reconhecimento. Fácil de explicar. Quem diz isso não reconhece a maior parte da população mundial como humanos. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 28 Maio 2024 Check Como é que financia? Todos menos 3: Com impostos. Mais aqui ou mais ali; evitando chamar impostos aos impostos; criando harmonização fiscal. IL: Com crescimento económico. Chega: Com o dinheiro da corrupção. PAN: Desviando os subsídios às touradas. 1 Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado 28 Maio 2024 Citação de HappyKing, há 53 minutos: Eu gostava de perceber o argumento de não estarmos sozinhos no reconhecimento. Porque quase ninguém na "comunidade internacional" reconhece. Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 28 Maio 2024 Citação de antifa, há 1 hora: Este Bugalho nem cara tem para ir a umas eleições da associação de estudantes. Que figurinha. Citação de Plagio o Original, Em 27/05/2024 at 21:10: Parece mesmo fedelho saído da faculdade de economia Eu disse primeiro Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 28 Maio 2024 Citação de Jamarcus, há 58 minutos: Porque quase ninguém na "comunidade internacional" reconhece. Eu poderia perceber esse argumento mas mesmo em termos de União Europeia já 11 dos 27 o fizeram (Bulgária, Chipre, Eslováquia, Hungria, Malta, Polônia, Romênia , Suécia, Espanha, Irlanda e Noruega). Posto isto, quem é a comunidade internacional? França e Alemanha? Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado 28 Maio 2024 Citação de HappyKing, há 7 minutos: Eu poderia perceber esse argumento mas mesmo em termos de União Europeia já 11 dos 27 o fizeram (Bulgária, Chipre, Eslováquia, Hungria, Malta, Polônia, Romênia , Suécia, Espanha, Irlanda e Noruega). Posto isto, quem é a comunidade internacional? França e Alemanha? Sim. Apesar desses 11, EUA, RU, Canadá, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Bélgica, Japão, Coreia do Sul e Austrália são todos mais "importantes". Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 29 Maio 2024 A experiência conta: a avaliação dos comentadores do Expresso ao debate a 8 Cotrim e Catarina Martins pegaram-se várias vezes num debate em que houve vários ataques cruzados. Temido confirmou que tem vindo em crescendo e Bugalho perdeu no fim por causa da “festa”. Leia a avaliação do debate entre os 8 cabeças de lista de partidos com representação parlamentar pelos comentadores do Expresso No único debate entre os 8 cabeças de lista com representação na Assembleia da República, discutiram-se as regras económicas da União Europeia, o crescimento da direita, a guerra e as migrações. Temas que permitiram perceber bem as diferenças entre blocos, mas também motivaram vários ataques cruzados. No geral, os comentadores do Expresso salientam as boas prestações de Cotrim e Catarina Martins, a fazerem valer a sua experiência de antigos líderes partidários, o apagamento dos candidatos do Livre e do PAN, a combatividade de Marta Temido e pelo menos um erro de Sebastião Bugalho. PEDRO CANDEIAS O movimento centrípeto de Catarina e Cotrim O mais extraordinário deste debate foi ver Carlos Daniel a conduzir o painel alargado de debatentes com dissemelhanças notáveis entre eles, como um maestro, com um metrónomo interno a bater os tempos sem hesitações, com graça e panache no fogo cruzado, a emudecer quem fugia ao que estava inscrito na partitura e a dar palco quando era o tempo do solista. Nem uma mosquinha no estúdio o atrapalhou. Quanto ao evento em si, bom, concordarmos todos que é um berbicacho definir quem ganha um modelo de todos contra todos, em que inexiste espaço para o bate-boca que distingue os bons oradores dos menos bons. Porque o que ouvimos, quase sempre, foram respostas curtas que cabiam em cartõezinhos de anotações a perguntas previsíveis, na medida em não há muito por onde fugir disto: as regras orçamentais da UE são boas ou são más; onde é que o seu partido se encaixa na família dos partidos europeus e se concorda com ela; a sua posição sobre a Guerra na Ucrânia; os imigrantes; e a defesa. Irei pela exclusão de partes, pois é muito mais fácil definir quem perde e depois subir por aí acima. Começo então por Tânger Correia (Chega) e por Fidalgo Marques (PAN), cujas inabilidades retóricas têm sido documentadas em comentários e análises anteriores e que foram confirmadas neste formato. Do populismo primário e das teorias do medo de Tânger às taxas oníricas sobre a poluição nas guerras de Marques, foram evidentes as suas fragilidades. Francisco Paupério, do Livre, também perdeu irremediavelmente o efeito-surpresa que encantou os analistas no primeiro debate. Sendo assim, sobram Cotrim Figueiredo (IL), João Oliveira (PCP), Catarina Martins (BE), Marta Temido (PS) e Sebastião Bugalho (AD). Por razões de grandeza, o interesse maior residia nestes dois últimos candidatos e, nos poucos despiques entre ambos, a ex-ministra da Saúde, com uma prestação bastante assertiva, foi capaz de identificar o ponto fraco do ex-comentador televisivo: o tom grandiloquente e a pose majestática usados nos apartes enfáticos de grande estadista de Bugalho correm-lhe pior do que melhor. Quando se referiu à festa da democracia na receção a Zelensky, Temido chamou-lhe imaturo e Oliveira apontou-lhe a ligeireza do argumentário. Tiveram ambos razão. Como se percebe, julgo que a prestação de Marta Temido certifica quem escreveu que tem melhorado de debate para debate; e também julgo que, apesar da preparação, do estudo, da capacidade de trabalho e da desenvoltura em estúdio, há algo que falha na forma como Sebastião Bugalho apresenta as suas ideias. Sobre João Oliveira, é de louvar o facto de conseguir soar menos dogmático e granítico do que o partido que representa. E assim sobram Catarina Martins e Cotrim Figueiredo: num movimento centrípeto, estes dois representantes de dois partidos fora do centro político tornaram-se centrais nos debates em que participaram. Com posições obviamente distantes e diferentes, mostraram o tom, a entoação e as justificações certas para os seus argumentos, não perdendo para nenhum dos outros debatentes apesar do ponto de partida de onde largaram para a corrida: bem à esquerda e bem à direita, o que em tese dificulta o trabalho de quem quer impor o seu ponto de vista. Na prática, não foi nada assim. David Dinis FOI BONITA A FESTA? É ainda mais claro quando estão os oito na sala: nesta corrida às europeias, há dois candidatos com vantagem clara na preparação. Não é crítica aos outros (enfim, a alguns), vem das circunstâncias: João Cotrim Figueiredo e Catarina Martins assumiram-se candidatos há meses e tiveram tempo de preparação. Mas ajuda o facto de terem sido ambos líderes partidários, claro. No debate da RTP, Cotrim apresentou-se como o mais euro-realista, europeísta convicto: sólido nas regras orçamentais (onde ganhou pontos ao defender a autonomia do BCE), cristalino na separação de águas face à direita radical, realista e determinado quer na guerra da Ucrânia, quer na questão palestiniana, realista no Pacto das Migrações – embora aqui sem explicar como se expulsa quem não tem garantias de subsistência e receber os que vêm procurar uma vida melhor. Terá sido o seu ponto mais frágil. Catarina foi, de novo, muito eficaz – e fez um paralelo de euroceticismo realista ao europeísmo de Cotrim: atacou as regras orçamentais, o pacto migratório, a Comissão Von der Leyen pela relação com a direita radical, inteligente na questão ucraniana e usando cada momento para destacar a causa Palestiniana. Só perdeu pontos nos diálogos com Cotrim, que atacou sem fundamento por exemplo nas relações de liberais com os populistas, mas também na dificuldade em explicar como não contestou a interferência da Comissão no programa de reformas imposto pelo PRR. Os restantes? Marta Temido mostra aprendizagem rápida dos dossiês e alguma agilidade política, mas também alguma ânsia em procurar ângulos de ataque ao seu principal alvo. Acontece que, neste debate, o alvo ajudou: Sebastião Bugalho disse que esta terça-feira tinha sido um “dia de festa para Portugal”, por receber o Presidente Ucraniano que luta pela liberdade. Não sei se alguém na AD perguntou ao sr Zelensky se tinha gostado, mas o dia de festa da AD não acabou muito bem. P.S. O candidato do Chega, um embaixador apagado, decidiu fazer do debate um festival de acusações contra a imigração. Teve uma resposta à altura de João Oliveira, do PCP. Não fora a festa de Zelensky não contar com ele, teria sido motivo para ir ao pódio. MIGUEL CADETE No calorzinho da politiquice Ao contrário dos modelos a 2 ou mesmo das conversas a 4, nos debates a 8 é praticamente impossível eleger um vencedor. No entanto, e algo paradoxalmente, torna-se bastante mais simples traçar fronteiras entre os vários debatentes. Essa virtude, que menospreza o espetáculo televisivo, torna claras as diferenças entre uns e outros. Por exemplo, logo no que respeita ao primeiro tema, sobre as novas regras europeias orçamentais - muito provavelmente o mais relevante para estas eleições - ficou patente que de um lado estavam AD, PS e IL e do outro, também num coro unânime, o Chega, BE, CDU, Livre e PAN. Os argumentos traçados por uma e outra fação foram mais ou menos previsíveis (respeito pelas contas de uma lado, soberania do outro,...). Porém, a conclusão porventura mais interessante é a de que o Chega, ainda que seja hoje considerado o terceiro maior partido, vota nesta questão ao lado de todos os pequenos partidos, aqueles que sob determinado prisma se podem considerar de protesto. Não é apenas um pormenor. O Chega, pelo menos pela voz do seu primeiro candidato da lista às eleições europeias, continua a comportar-se como um partido de protesto ou mesmo de guerrilha. Claro que manteve posições mais mainstream ao longo do debate quando voltou a defender a Ucrânia contra a Rússia (aí quem ficou de fora foi a CDU). Mas manteve esse afastamento dos restantes quando se declarou frontalmente contra o reconhecimento do Estado da Palestina ou na política de migrações. Nos outros temas lançados para a conversa, essas linhas divisórias foram desenhadas de modo pouco surpreendente. E o calorzinho só apareceu quando se fazia politiquice: Marta Temido metia-se com Bugalho, o Livre pegava-se com o PAN, a IL dava bicada aqui bicada ali e a CDU e o Chega acabavam sempre a ficar de fora. Os dois últimos pegaram-se quando chegámos ao Alentejo e os migrantes de Vila Nova de Milfontes vieram à baila. As alianças, ou a falta delas, foi por isso bastante reveladora. Apenas mais uma nota para o tema, já perto do fim, sobre transição digital, verde ou social. Ao contrário do primeiro ponto já citado, a inépcia das várias posições foi evidente. Dizer que é preciso mais crescimento não vale por ser uma verdade de La Palice, mas quanto ao mais valeu tudo desde uma maior associação da academia às empresas até ao fim das touradas. Provavelmente, tem a ver com o nosso lugar (pequeno) no concerto destas 27 nações. Mais valia por isso discutir-se apenas as novas leis orçamentais europeias? Não creio. MARTIM SILVA Zelensky em Lisboa, entre a “festa” e a “imaturidade” Duas horas de debate. Oito candidatos. Temas europeus e internacionais em cima da mesa. O menu não prometia propriamente um “grande espetáculo”, mas a discussão não defraudou. Já com a campanha eleitoral para as Europeias na rua, os candidatos das oito principais forças interromperam por momentos as ‘arruadas’, juntaram-se todos numa sala para na última noite, na estação pública, realizarem o único debate a oito nesta campanha. A discussão começou com as regras financeiras, a sua alteração, os benefícios e malefícios. Terminou com imigração e Palestina. Falou-se ainda do futuro da liderança europeia, com a recondução de Von Der Leyen, a alemã que lidera a Comissão, a dividir opiniões. Mas foi na segunda parte que o debate verdadeiramente aqueceu. O tema da guerra na Ucrânia, discutido no dia em que Zelensky esteve em Portugal, parecia quase consensual (um 7 a 1, só com João Oliveira a destacar-se dos restantes). Foi aqui que se gerou o momento mais quente da noite, com Marta Temido e Sebastião Bugalho em vivo despique, quando depois do líder dos candidatos da AD se entusiasmou e falou mesmo num “dia de festa” pela presença do presidente ucraniano Zelensky em Lisboa, a socialista aproveitou a deixa e rebateu com a “imaturidade” do seu oponente. A troca de mimos prosseguiu em tom vivo. Depois, partiu-se para a imigração. Tânger associou e assumiu a ligação entre imigração e aumento de insegurança. Os restantes insurgiram-se. Findo este debate, e da ronda de vários quadrangulares nas últimas duas semanas, algumas notas podem ser deixadas: Sebastião Bugalho chegou a este último confronto numa posição pouco confortável. De acordo com a sondagem ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC revelada na última semana, entrou na campanha atrás de Marta Temido e do PS. Além disso, os debates quadrangulares não lhe terão corrido particularmente bem. Neste confronto confirmou no entanto que é um candidato que estudou os dossiers, que está bem preparado e que mantém a matriz europeísta que sempre tem sido a cara dos sociais-democratas na construção do espaço europeu. Marta Temido, cabeça de lista do PS, tem aparecido em crescendo nos debates, quiçá impulsionada pelos estudos eleitorais. Não é especialista em temas europeus, mas está preparada. E nota-se que aproveita tudo para tentar atrapalhar o seu principal opositor. À esquerda, quer Catarina Martins, cabeça de lista do BE e antiga líder do partido, quer João Oliveira, que encabeça a lista comunista e liderou vários anos a bancada parlamentar em São Bento, confirmaram hoje a impressão de boa preparação que tinham deixado nos vários debates a quatro. São figuras fortes em debates na TV. Restam João Cotrim Figueiredo, da IL, e Tânger Corrêa, do Chega. O primeiro, bem uma vez mais, tal como na generalidade dos debates. O segundo, desta vez não comprometeu mas também não deixou marca particularmente relevante, exceto quando entrou por um discurso anti-imigração a roçar a xenofobia. Os candidatos do Livre e do PAN, Francisco Paupério e Pedro Fidalgo Marques, sendo ilustres desconhecidos do grande público, aproveitaram bem estes debates para aparecerem e deixarem vincadas as suas agendas. E, parece-me, aproveitaram sobretudo para se posicionar para o futuro interno das respetivas forças, em que tantas vezes Rui Tavares e Inês Sousa Real aparecem a falar sozinhos perante a comunicação social. Se tivesse de escolher um vencedor, diria que foi 7 a 1 em que só perdeu quem disse que os imigrantes trazem insegurança. Adivinhem quem foi… EUNICE LOURENÇO Não foi bonita a festa O debate começou por um tema muito importante, mas talvez demasiado frio - as regras para o défice e para a dívida - que não animou muito a discussão, mas deu para perceber diferenças. Mas as diferenças conhecidas e expectáveis. Mas também deu para perceber que, à medida que o tempo tem vindo a passar, Marta Temido começa a sentir-se mais confortável com questões europeias. A cabeça de lista do PS foi ganhando confiança ao longo dos debates quadrangulares e esta noite mostrou-se bastante aguerrida. O movimento inverso tem sido feito pelo cabeça de lista da AD: Sebastião Bugalho sente-se talvez demasiado à vontade e confiante num estúdio, o que o leva a cometer erros como foi o de considerar que a visita do Presidente ucraniano foi um “dia de festa”. Foi acusado de “imaturidade” por Temido e por João Oliveira e insistiu no termo quando podia ter recuado. No que diz respeito à guerra, Tânger Corrêa foi o mais realista - “Para haver paz tem de haver força” da Ucrânia -, mas perdeu-se na imigração com a inaceitável associação entre pobreza e criminalidade. Tem sido curioso o despique entre Cotrim Figueiredo e Catarina Martins, que passou pelos debates, mas também já se nota na campanha. E que voltou a notar-se neste debate a 8, com ataques diretos entre ambos, mostrando como está aguerrida a luta pela eleição: nenhum tem lugar garantido no Parlamento Europeu e os seus partidos disputam algumas fatias de eleitorado, sobretudo entre os mais jovens. Uma fatia onde o PAN e o Livre também querem pescar, mas neste debate Francisco Paupério e Pedro Fidalgo Marques pouco existiram. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 29 Maio 2024 quando é que a noruega entrou na UE? Compartilhar este post Link para o post
KAralinda Publicado 29 Maio 2024 aderi às modernices ... e inscrevi me para voto antecipado! Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 29 Maio 2024 Citação de Puto Perdiz, há 9 minutos: quando é que a noruega entrou na UE? Referia-me a países europeus e não países na UE, erro de escrita. Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado 29 Maio 2024 (editado) https://www.jm-madeira.pt/regiao/il-diz-que-albuquerque-mentiu-a-ireneu-barreto-IF16021485 Isto na madeira promete. O chega também já veio dizer que não faz acordos. Que ele é mentiroso já se sabia, que tal é validado pelas mais altas instâncias do país é que é uma novidade. Editado 29 Maio 2024 por smashing_pumpkin Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 29 Maio 2024 Citação de KAralinda, há 2 horas: aderi às modernices ... e inscrevi me para voto antecipado! Diz, foi por causa do vídeo do Marcelo e do Montenegro Compartilhar este post Link para o post
KAralinda Publicado 29 Maio 2024 (editado) Citação de Puto Perdiz, há 4 minutos: Diz, foi por causa do vídeo do Marcelo e do Montenegro Nah.... pode ser que vá torrar o capacete algures no Douro, nesse fds! Editado 29 Maio 2024 por KAralinda Compartilhar este post Link para o post