Mayday Publicado 7 Setembro 2016 Não tenho a certeza e não consigo encontrar essa informação. http://arquivo.sinbad.ua.pt/Cartazes/2006003962 Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 9 Setembro 2016 https://scontent.flis2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/14291710_10210151943453520_3309422013045177377_n.jpg?oh=482fc26c3579f25731e50d5cb3f9f5f7&oe=583BEFD0 Não é montagem! :rotfl: Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 9 Setembro 2016 As figuras que eles fazem :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 9 Setembro 2016 Na saca estão os seguintes brindes: - DVD com os melhores discursos de Sá Carneiro - Biografia de Milton Friedman - Brasão personalizado - Pin de Portugal usado por Passos Coelho Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 9 Setembro 2016 Shows picture of Filipinos killed by Americans during US colonization VIENTIANE - President Rodrigo Duterte on Thursday defended his country's human rights record at a regional summit in Laos, urging East Asian leaders and the United States to help Manila eradicate the scourge of illicit drugs. Duterte swept to power in May on promises to wipe out crime and corruption within six months, pledging to wage a war on drug dealers and crush widespread addiction in a country of 100 million. The toll in his government's two-month war on drugs reached 2,400 last week, with police saying about 900 people died in police operations, and the rest were "deaths under investigation," a term human rights activists call a euphemism for vigilante and extra-judicial killings. Setting aside a prepared speech, Duterte spoke for more than five minutes about human rights and his campaign against drugs during the East Asian Summit in the Laotian capital of Vientiane, according to one Indonesian diplomat at the meeting. "Let me tell you about human rights," the diplomat quoted Duterte as saying while displaying a picture of Filipinos killed by American soldiers about a century ago. "This is my ancestors being killed, so why now we are talking about human rights? We have to talk of the full spectrum of human rights." Duterte launched into a tirade about US military killings in the Philippines when it was an American colony from 1898 to 1946, according to three diplomats that Agence France-Presse spoke with who were in the room. "The Philippine president showed a picture of the killings of American soldiers in the past and the president said: 'This is my ancestor they killed. Why now we are talking about human rights," an Indonesian delegate said. The delegate described the atmosphere in the room as "quiet and shocked." Another diplomat described the speech as "normal Duterte." Duterte spoke after Obama had delivered a speech that referred to human rights. Obama to Duterte: Do war on drugs 'the right way' Interactive: Casualties of the drug war Duterte's drive has won popular support at home but the killings have drawn expressions of concern from the United States, a close Philippine ally, and the United Nations. In a tirade before the Laos summit, Duterte insulted U.S. President Barack Obama and the White House responded by cancelling a two-way meeting. Philippine officials this week handed out a 38-page pamphlet at the summit that praised Duterte's drug campaign. - with a report from Agence France-Presse Savage. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 9 Setembro 2016 (editado) Acho ridícula essa perseguição ao JFG. Primeiro, porque o tipo se está a cagar para o que pensam dele, e é o único que parece fazer as perguntas que incomodam directamente aos intervenientes. Depois, porque ele é jornalista e não economista, tem tanto direito como nós a ter uma opinião menos acertada. Pelo menos, não se importa de apresentar os dados que tem e justificar-se. Falta-lhe carisma, talvez seja por isso que após um ano e pico dessas declarações, uma página de Facebook se tenha dado ao trabalho de escrever um post dessa dimensão e num tom jocoso a ele direccionado. Por falar nele, alguém viu o Negócios da Semana na Quarta? O Cabral nem sabia onde se haveria de meter, que coisinha mais impreparada que temos nós no Ministério da economia. Pelo menos veio corroborar as referências que trazia enquanto professor na universidade do Minho :lol: Editado 9 Setembro 2016 por Visitante Compartilhar este post Link para o post
brun0 SLB Publicado 9 Setembro 2016 Acho ridícula essa perseguição ao JFG. Primeiro, porque o tipo se está a cagar para o que pensam dele, e é o único que parece fazer as perguntas que incomodam directamente aos intervenientes. Depois, porque ele é jornalista e não economista, tem tanto direito como nós a ter uma opinião menos acertada. Pelo menos, não se importa de apresentar os dados que tem e justificar-se. Falta-lhe carisma, talvez seja por isso que após um ano e pico dessas declarações, uma página de Facebook se tenha dado ao trabalho de escrever um post dessa dimensão e num tom jocoso a ele direccionado. Por falar nele, alguém viu o Negócios da Semana na Quarta? O Cabral nem sabia onde se haveria de meter, que coisinha mais impreparada que temos nós no Ministério da economia. Pelo menos veio corroborar as referências que trazia enquanto professor na universidade do Minho Pois o problema é mesmo esse! É que ter opinião é uma coisa, outra coisa é expressar em espaço publico como se fosse o guru da área. Novamente ele tem o direito a dizer o que bem quiser, agora o problema é que ele falando sem contraditório vai passar a mensagem que bem quiser. Por exemplo no Os números do dinheiro tens 3 economistas que têm visões diferentes mas fazem o contraditório uns aos outros e assim a informação não é enviesada. Essa entrevista não vi, mas à uns meses vi uma entrevista dele (penso que ao Mario Centeno ou ao Costa) e o giro foi quando provavam que ele não tinha razão, ele mandava a bola para o lado e mudava de assunto. Por acaso gostava de ver um debate dele com economistas e com um moderador, havia de ser giro. Talvez se controlasse nos disparates. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 9 Setembro 2016 Acho ridícula essa perseguição ao JFG. Primeiro, porque o tipo se está a cagar para o que pensam dele, e é o único que parece fazer as perguntas que incomodam directamente aos intervenientes. Depois, porque ele é jornalista e não economista, tem tanto direito como nós a ter uma opinião menos acertada. Pelo menos, não se importa de apresentar os dados que tem e justificar-se. Falta-lhe carisma, talvez seja por isso que após um ano e pico dessas declarações, uma página de Facebook se tenha dado ao trabalho de escrever um post dessa dimensão e num tom jocoso a ele direccionado. Por falar nele, alguém viu o Negócios da Semana na Quarta? O Cabral nem sabia onde se haveria de meter, que coisinha mais impreparada que temos nós no Ministério da economia. Pelo menos veio corroborar as referências que trazia enquanto professor na universidade do Minho :lol: Como jornalista tem direito é a ser imparcial e criterioso nas análises que produz, ele não é um labrego de esquina que pode mandar bitaites à toa enquanto arrota a feijoada do almoço. Aliás, faz-me confusão esta moda dos jornalistas serem opinadores e terem tanto tempo de antena para largarem as suas baboseiras, para mim é dos maiores problemas actuais do jornalismo em Portugal. E o JGF até é dos piores, porque para além de aparecer constantemente nos espaços noticiosos da SIC como o grande especialista de Economia, ainda tem direito a programa em nome próprio para debitar mais verborreia. Chega a todo o lado com uma agenda clara e influenciadora. O propósito fundamental do jornalismo é informar e fazê-lo de forma rigorosa, verdadeira e objectiva. Pouco disto acontece actualmente com o jornalismo em Portugal, muito menos com o pacóvio do JGF, que em vez disso lança é um livrinho da treta com o pomposo nome de "O Meu Programa de Governo". Para quem é jornalista e não economista, muito tem ele para escrever sobre os destinos económicos e financeiros do país. :lol: Eu vi-o foi todo engasgado quando o Ministro lhe mostrou o gráfico do desemprego e desconstruiu-lhe a narrativa do costume. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 9 Setembro 2016 Pois o problema é mesmo esse! É que ter opinião é uma coisa, outra coisa é expressar em espaço publico como se fosse o guru da área. Novamente ele tem o direito a dizer o que bem quiser, agora o problema é que ele falando sem contraditório vai passar a mensagem que bem quiser. Por exemplo no Os números do dinheiro tens 3 economistas que têm visões diferentes mas fazem o contraditório uns aos outros e assim a informação não é enviesada. Essa entrevista não vi, mas à uns meses vi uma entrevista dele (penso que ao Mario Centeno ou ao Costa) e o giro foi quando provavam que ele não tinha razão, ele mandava a bola para o lado e mudava de assunto. Por acaso gostava de ver um debate dele com economistas e com um moderador, havia de ser giro. Talvez se controlasse nos disparates. Mas porque é que dizes guru da área? Ele tem um programa sobre economia, em que discute diversos temas de igual para igual com diversos empresários e não só. Acho normal que volta e meia lhe peçam para comentar determinados assuntos sobre economia, não é como se houvesse muitos jornalistas especializados cá em Portugal, e só de pensar no Camilo Lourenço... E depois, ele não fala sem contraditório. Ou melhor, fala para quem só o vê naqueles 5 minutos em que vai aparecendo aqui e ali no Jornal da Noite, porque de resto ele tem um programa próprio onde dá as suas opiniões e onde é várias vezes contrariado em diversos assuntos. Como jornalista tem direito é a ser imparcial e criterioso nas análises que produz, ele não é um labrego de esquina que pode mandar bitaites à toa enquanto arrota a feijoada do almoço. Aliás, faz-me confusão esta moda dos jornalistas serem opinadores e terem tanto tempo de antena para largarem as suas baboseiras, para mim é dos maiores problemas actuais do jornalismo em Portugal. E o JGF até é dos piores, porque para além de aparecer constantemente nos espaços noticiosos da SIC como o grande especialista de Economia, ainda tem direito a programa em nome próprio para debitar mais verborreia. Chega a todo o lado com uma agenda clara e influenciadora. O propósito fundamental do jornalismo é informar e fazê-lo de forma rigorosa, verdadeira e objectiva. Pouco disto acontece actualmente com o jornalismo em Portugal, muito menos com o pacóvio do JGF, que em vez disso lança é um livrinho da treta com o pomposo nome de "O Meu Programa de Governo". Para quem é jornalista e não economista, muito tem ele para escrever sobre os destinos económicos e financeiros do país. :lol: Eu vi-o foi todo engasgado quando o Ministro lhe mostrou o gráfico do desemprego e desconstruiu-lhe a narrativa do costume. Que ele diga coisas menos acertadas, aceito e concordo, que essas sejam mais frequentes do que as vezes que ele tem razão (dentro do possível, muitas vezes não é possível comprovar as suas teorias) é que eu já não concordo muito. Uma das coisas dele de que eu gosto, e por isso é que vou ouvindo o programa dele, é que apresenta os factos como eles são (vertente jornalística), e depois comenta ou faz os seus cenários (vertente comentarista), É um tipo de discurso, quanto a mim, agradável porque podes pegar na informação que ele apresenta, fazer o teu próprio raciocínio, e depois comparar com aquilo que ele diz, e aí podes concordar ou não. Eu não o baseio as minhas opiniões no que ele vai dizendo, mas não me custa admitir que por vezes me consegue fazer pensar sobre determinados assuntos pelo discurso lógico e estruturado. Pois viste, eu também o vi na mesma página que partilhaste. O resto do programa é que coiso. De resto, eu acho que ele ficou engasgado mas foi porque os números que o ministro apresentou não eram os mesmos que ele tinha, e não por qualquer falha de raciocínio ou por ter sido apanhado a mentir (o que seria uma parvoíce, visto que aí seria facilmente confrontado). Compartilhar este post Link para o post
brun0 SLB Publicado 9 Setembro 2016 Mas porque é que dizes guru da área? Ele tem um programa sobre economia, em que discute diversos temas de igual para igual com diversos empresários e não só. Acho normal que volta e meia lhe peçam para comentar determinados assuntos sobre economia, não é como se houvesse muitos jornalistas especializados cá em Portugal, e só de pensar no Camilo Lourenço... E depois, ele não fala sem contraditório. Ou melhor, fala para quem só o vê naqueles 5 minutos em que vai aparecendo aqui e ali no Jornal da Noite, porque de resto ele tem um programa próprio onde dá as suas opiniões e onde é várias vezes contrariado em diversos assuntos. Sim grande contraditório que ele tem. O único programa que vi tinha um professor de gestão/finanças, um advogado e a terceira pessoa não me lembro. Se o meteres no meio do Jorge Braga de Macedo, Teixeira dos Santos e do Paes Mamede, a tua opinião muda logo. Aqui a questão não é ele ter uma opinião, mas sim ele passar por especialista em economia. E só passa essa ideia porque em geral ou está no comando da emissão (enquanto entrevistador) ou os outros ainda percebem menos que ele. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 9 Setembro 2016 Coitado do Zé Gomes Ferreira que até com um recém-Ministro titubeante se desmanchou todo, isto de ter contraditório realmente não é para todos. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 9 Setembro 2016 Acho ridícula essa perseguição ao JFG. Primeiro, porque o tipo se está a cagar para o que pensam dele, e é o único que parece fazer as perguntas que incomodam directamente aos intervenientes. Depois, porque ele é jornalista e não economista, tem tanto direito como nós a ter uma opinião menos acertada. Pelo menos, não se importa de apresentar os dados que tem e justificar-se. Falta-lhe carisma, talvez seja por isso que após um ano e pico dessas declarações, uma página de Facebook se tenha dado ao trabalho de escrever um post dessa dimensão e num tom jocoso a ele direccionado.Por falar nele, alguém viu o Negócios da Semana na Quarta? O Cabral nem sabia onde se haveria de meter, que coisinha mais impreparada que temos nós no Ministério da economia. Pelo menos veio corroborar as referências que trazia enquanto professor na universidade do Minho :lol: Ele não comenta economia por acaso. Está plantado desde praticamente o inicio da sua carreira como jornalista, editor, director, de assuntos económicos. Ter uma opinião não nos dá o direito a ter um programa sobre economia. Ainda por cima sendo ele jornalista de formação. Uma opinião por si só é zero, principalmente as menos acertadas. Mas foi por isso mesmo que se começou a misturar e a confundir peças informativas com comentários. Se ter opiniao fosse atributo válido para fazer o que ele faz o Mário Monteiro também podia ter um programa sobre sociologia. É que ele tem opinião e também se está a cagar para o que pensam dele. Para dar opinião num espaço público e informativo é preciso ter um pouco mais de conhecimentos e rigor. Como é que alguém que que vai "entrevistar" o ministro da economia e se apresenta com dados errados pode fazer perguntas que incomodam? Mas o Ministro é que é impreparado, ele que rapidamente reparou os dados incorrectos apresentados pelo JGF :lol: Mas o que me deixa mais incomodado é que ele é sub director de informação da SIC e "engana-se" várias vezes neste seu programa. Mistura funções que não se devem misturar. Eu tenho bom remédio e não vejo. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 9 Setembro 2016 (editado) Sim grande contraditório que ele tem. O único programa que vi tinha um professor de gestão/finanças, um advogado e a terceira pessoa não me lembro. Se o meteres no meio do Jorge Braga de Macedo, Teixeira dos Santos e do Paes Mamede, a tua opinião muda logo. Aqui a questão não é ele ter uma opinião, mas sim ele passar por especialista em economia. E só passa essa ideia porque em geral ou está no comando da emissão (enquanto entrevistador) ou os outros ainda percebem menos que ele. A minha opinião muda logo? Dois desses três já estiveram no programa que me lembre. Não podes dizer que não tem contraditório quando só viste um programa. E mesmo só tendo visto um, os convidados vêm dos diversos quadrantes da economia portuguesa e são das diversas cores políticas, é um facto que ele encontra que vão de encontro à dele e outras que não. De qualquer forma, desde que fiz aquele post, pus-me a pensar: contraditório porquê? Como jornalista apresenta os factos, e se os factos não baterem certo com a realidade, irá haver contraditório de certeza (o que não faltam hoje são plataformas para o fazer). Como comentador, dá a sua opinião, e para poderes dar a tua opinião, não precisas de contraditório, é apenas a própria interpretação dos factos, e isso é transversal a qualquer tipo de comentador (assumindo aqui que é possível distinguir quando ele está na pele de comentador ou de jornalista). Ele não comenta economia por acaso. Está plantado desde praticamente o inicio da sua carreira como jornalista, editor, director, de assuntos económicos. Ter uma opinião não nos dá o direito a ter um programa sobre economia. Ainda por cima sendo ele jornalista de formação. Uma opinião por si só é zero, principalmente as menos acertadas. Mas foi por isso mesmo que se começou a misturar e a confundir peças informativas com comentários. Se ter opiniao fosse atributo válido para fazer o que ele faz o Mário Monteiro também podia ter um programa sobre sociologia. É que ele tem opinião e também se está a cagar para o que pensam dele. Para dar opinião num espaço público e informativo é preciso ter um pouco mais de conhecimentos e rigor. Como é que alguém que que vai "entrevistar" o ministro da economia e se apresenta com dados errados pode fazer perguntas que incomodam? Mas o Ministro é que é impreparado, ele que rapidamente reparou os dados incorrectos apresentados pelo JGF :lol: Mas o que me deixa mais incomodado é que ele é sub director de informação da SIC e "engana-se" várias vezes neste seu programa. Mistura funções que não se devem misturar. Eu tenho bom remédio e não vejo. Não, estamos a comentar o trabalho dele enquanto comentador e apresentador, portanto o facto de ele ser jornalista ou economista é indiferente para este caso, salvo, como escrevi atrás, a possibilidade de ele poder não ter os conhecimentos técnicos e teóricos que lhe permitam formular sempre um raciocínio sólido e coerente. Como jornalista - vulgo, parte activa em peças de informação - diretor, editor, etc, não conheço o trabalho dele e portanto não posso comentar, e dizer se é parcial ou imparcial, bom ou mau. E ter uma opinião dá direito a ter um programa se tiveres um público que o mantenha. Visto que o programa tem já alguns anos, imagino que público haja. Mais uma vez, a formação que ele tem interessa pouco: o Miguel Sousa Tavares foi jornalista, e comenta actualidade política, economia e futebol; o Ricardo Araújo Pereira é jornalista, e comenta política; o Miguel Esteves Cardoso é jornalista, e comentou politica, música, literatura, etc. De qualquer das formas, eu que venho de economia, acho-o um tipo bastante bem preparado naquilo em que vou tendo algum conhecimento. E acompanhando o programa dele, posso dizer que o tipo consegue sustentar uma discussão técnica com os mais diversos convidados, esses sim com background sólido e experiência nas mais diversas áreas comentadas. Mas como são as falhas que chamam a atenção a quem não vê os programas, acaba por ser normal que as opiniões sobre ele se dividam, ainda para mais não tendo ele nem uma pontinha de carisma ou e sendo um pouco bruto na forma como comenta a realidade. Mas cada um que aproveite o seu tempo da melhor maneira :) Editado 9 Setembro 2016 por Visitante Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 9 Setembro 2016 (editado) Assuntos sérios: Como ser o próximo Alberto João Jardim?! Editado 9 Setembro 2016 por Woyzeck Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 9 Setembro 2016 A minha opinião muda logo? Dois desses três já estiveram no programa que me lembre. Não podes dizer que não tem contraditório quando só viste um programa. E mesmo só tendo visto um, os convidados vêm dos diversos quadrantes da economia portuguesa e são das diversas cores políticas, é um facto que ele encontra que vão de encontro à dele e outras que não. De qualquer forma, desde que fiz aquele post, pus-me a pensar: contraditório porquê? Como jornalista apresenta os factos, e se os factos não baterem certo com a realidade, irá haver contraditório de certeza (o que não faltam hoje são plataformas para o fazer). Como comentador, dá a sua opinião, e para poderes dar a tua opinião, não precisas de contraditório, é apenas a própria interpretação dos factos, e isso é transversal a qualquer tipo de comentador (assumindo aqui que é possível distinguir quando ele está na pele de comentador ou de jornalista). Contraditório porquê...? Sabes que há códigos éticos e deontológicos, não sabes? Estar num canal de televisão como jornalista (ou se calhar é por isso que ele se esconde atrás do papel do comentador) não é o mesmo que vir comentar ao CMPT. 1. O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 9 Setembro 2016 Contraditório porquê...? Sabes que há códigos éticos e deontológicos, não sabes? Estar num canal de televisão como jornalista (ou se calhar é por isso que ele se esconde atrás do papel do comentador) não é o mesmo que vir comentar ao CMPT. Volto a pegar no que disse em cima. Estamos a falar nele enquanto comentador, e não como jornalista. Ele dá a sua opinião sobre os factos. A apresentação de factos é que deve ser contrariada ou não. A opinião dele não tem de ser contrariada porque é só isso, uma opinião. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 10 Setembro 2016 (editado) Pois, não sei como é que se aplica o código a um jornalista e sub director de informação que se apresenta como comentador. É que não deixa de ser jornalista e sub director. Quando falamos em contraditório não falamos em contrariar mas sim em 'princípio de igualdade entre as partes, permitindo que cada uma possa contestar a outra parte ou contra-argumentar.' Implica contradição mas não significa exactamente contrariar. A opinião dele é válida mas ele aborda temas, apresentando números, dados, estatisticas, etc. (aplicando a sua opinião sobre isso) que precisam muitas vezes de contraditório. Porque ele diz, vamos supor, que os dados do desemprego de que ele dispões são maus - deu a sua opinião - mas como a distinção entre jornalista e opinador não está clara levanta duvidas e exige um contraditório. Ter um ministro que lhe corrija os dados incorrectos que ele apresenta como correctos é essencial. Mesmo que num programa de opnião (digo já que considero esses programas da forma quase monologada como o dele, inuteis. E ele pouco quer saber dos convidados que não lhe dizem que sim com a cabeça). Para nós isto pode ser claro e sabemos ditinguir as águas mas para a reformada com a 4ª classe de Vale de Cambra, não. Editado 10 Setembro 2016 por Woyzeck Compartilhar este post Link para o post
brun0 SLB Publicado 10 Setembro 2016 A minha opinião muda logo? Dois desses três já estiveram no programa que me lembre. Não podes dizer que não tem contraditório quando só viste um programa. E mesmo só tendo visto um, os convidados vêm dos diversos quadrantes da economia portuguesa e são das diversas cores políticas, é um facto que ele encontra que vão de encontro à dele e outras que não. De qualquer forma, desde que fiz aquele post, pus-me a pensar: contraditório porquê? Como jornalista apresenta os factos, e se os factos não baterem certo com a realidade, irá haver contraditório de certeza (o que não faltam hoje são plataformas para o fazer). Como comentador, dá a sua opinião, e para poderes dar a tua opinião, não precisas de contraditório, é apenas a própria interpretação dos factos, e isso é transversal a qualquer tipo de comentador (assumindo aqui que é possível distinguir quando ele está na pele de comentador ou de jornalista). Mudavas logo porque ias perceber que ele não sabe do que fala. Aliás uma das últimas vez que o vi (a comentar a conferencia de imprensa sobre o esboço do OE2016) foi constrangedor assistir ao "comentário" dele, era só tiros nos pés. Nota que é diferente falarmos de pessoas de diferentes quadrantes da economia ou falarmos de economistas de diferentes ideologias. A diferença é que à partida os segundos alguma coisa a mais sabem sobre economia, que os primeiros. Para além disso estás a ignorar a principal critica que lhe faço que é a de falar sem contraditório e quando fala é ele que controla a emissão. Logo quando não lhe agrada ele passa a frente. A mim o que me chateia é ele ser na SIC a figura de referencia em assuntos económicos, quando o que ele percebe daquilo é poucochinho. É ele e o Medina carreira a falar de economia. Se calhar até está no youtube, num daqueles programas após as ultimas eleições, ele e a Ferreira leite são entrevistados e ele diz um disparate de tal tamanho que a Ferreira Leite até fica chocada com tal disparate. Contudo o Medina é o Mediana e o JGF é a cara da sic noticia e director nos assuntos económicos. É a diferença. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 10 Setembro 2016 (editado) Pois, não sei como é que se aplica o código a um jornalista e sub director de informação que se apresenta como comentador. É que não deixa de ser jornalista e sub director. Quando falamos em contraditório não falamos em contrariar mas sim em 'princípio de igualdade entre as partes, permitindo que cada uma possa contestar a outra parte ou contra-argumentar.' Implica contradição mas não significa exactamente contrariar. A opinião dele é válida mas ele aborda temas, apresentando números, dados, estatisticas, etc. (aplicando a sua opinião sobre isso) que precisam muitas vezes de contraditório. Porque ele diz, vamos supor, que os dados do desemprego de que ele dispões são maus - deu a sua opinião - mas como a distinção entre jornalista e opinador não está clara levanta duvidas e exige um contraditório. Ter um ministro que lhe corrija os dados incorrectos que ele apresenta como correctos é essencial. Mesmo que num programa de opnião (digo já que considero esses programas da forma quase monologada como o dele, inuteis. E ele pouco quer saber dos convidados que não lhe dizem que sim com a cabeça). Para nós isto pode ser claro e sabemos ditinguir as águas mas para a reformada com a 4ª classe de Vale de Cambra, não. Mas aí está! Apresentar dados errados é um erro de facto (ou mesmo se fossem correctos, a informação está disponível para quem os quiser consultar), e que precisa de contraditório. A opinião dele se os números são bons ou maus, não só não precisa de contraditório - porque é a opinião dele - como mesmo não precisando ele o tem, uma vez que ele fala nos assuntos do dia e esses são mais do que comentados, rebatidos, usados e abusados, em todos os canais, jornais e internet. Mas já reparei que o que te causa mesmo confusão é ser um jornalista a dar a sua opinião. Da forma como eu vejo, eu, ele tem um programa da qual é apresentador e em que quase tudo o que é discutido é microeconomia com intervenientes da área; no Jornal da Noite, ele é sempre apresentado como vindo "para comentar assuntos x e y". E no seu trabalho como sub-director de informação da SIC, como nunca que se constou que essa fosse tendenciosa ou que passasse informações falsas para o público ou interpretações abusivas dos factos, presumo que aí - num lugar que de facto exige alguma distância e neutralidade - ele esteja a fazer as coisas da forma correcta. Assim sendo, é a minha opinião que o trabalho dele enquanto jornalista é uma coisa, e enquanto comentador é outra. Se tu pensas de outra forma, tudo tranquilo, também consigo compreender. Mas confesso que me faz alguma confusão quem apresenta uma posição assim tão vigorosa e esclarecida sobre o indivíduo e o seu trabalho, ao mesmo tempo que admite que não o acompanha. Mudavas logo porque ias perceber que ele não sabe do que fala. Aliás uma das últimas vez que o vi (a comentar a conferencia de imprensa sobre o esboço do OE2016) foi constrangedor assistir ao "comentário" dele, era só tiros nos pés. Nota que é diferente falarmos de pessoas de diferentes quadrantes da economia ou falarmos de economistas de diferentes ideologias. A diferença é que à partida os segundos alguma coisa a mais sabem sobre economia, que os primeiros. Para além disso estás a ignorar a principal critica que lhe faço que é a de falar sem contraditório e quando fala é ele que controla a emissão. Logo quando não lhe agrada ele passa a frente. A mim o que me chateia é ele ser na SIC a figura de referencia em assuntos económicos, quando o que ele percebe daquilo é poucochinho. É ele e o Medina carreira a falar de economia. Se calhar até está no youtube, num daqueles programas após as ultimas eleições, ele e a Ferreira leite são entrevistados e ele diz um disparate de tal tamanho que a Ferreira Leite até fica chocada com tal disparate. Contudo o Medina é o Mediana e o JGF é a cara da sic noticia e director nos assuntos económicos. É a diferença. Porque é que os segundos sabem mais alguma coisa do que os primeiros? E podes ter economistas de diferentes ideologias, a desempenhar funções em diferentes quadrantes da economia, uma coisa não impede a outra. E lembro-me que na altura eu e tu tivemos uma discussão sobre se o investimento iria aumentar este ano, em linha com o que estava previsto. Tu dizias que era possível, eu dizia que não. Os dados que temos agora, dizem que não foi possível. É por isso que não sabias do que estavas a falar? Não. Cada um de nós fez a interpretação dos dados que tinha e chegou a uma conclusão diferente. Continuas a ser um tipo com alguma propriedade para falar de economia, apesar de também falhares. Assim como eu. E mais uma vez, ele fala com contraditório - ao apresentar factos, como sejam números de qualquer relatório do INE, estes são comprováveis. Quando apresenta a sua interpretação dos factos, passa a ser só uma opinião, que só causa comichão por ele ser jornalista. Os outros comentadores têm direito a contraditório? E aqui só estou a falar do trabalho dele nos espaços noticiosos, porque no programa dele, tem direito a contraditório - apesar de serem convidados, estão a ter uma discussão sobre determinado assunto, e quando ele partilha a sua opinião, esta é corroborada ou não. Se ele gosta muito ou pouco disso, não interessa, existe contraditório. Mas mais uma vez, estás a falar de algo que tu próprio admites que não acompanhas, ou que viste uma vez. Como queres que possa defender a minha posição assim? Quanto ao ser cara da SIC no que toca a assuntos económicos, está no post acima. Não consta que a SIC seja pior ou melhor que os restantes canais na informação que presta sobre Economia, muito menos tendenciosa. Assim sendo, parece que quando não está na pele de comentador, até é um tipo competente (não descurando a parte em que não é ele sozinho que gere aquilo). Editado 10 Setembro 2016 por Visitante Compartilhar este post Link para o post
brun0 SLB Publicado 10 Setembro 2016 Porque é que os segundos sabem mais alguma coisa do que os primeiros? E podes ter economistas de diferentes ideologias, a desempenhar funções em diferentes quadrantes da economia, uma coisa não impede a outra. E lembro-me que na altura eu e tu tivemos uma discussão sobre se o investimento iria aumentar este ano, em linha com o que estava previsto. Tu dizias que era possível, eu dizia que não. Os dados que temos agora, dizem que não foi possível. É por isso que não sabias do que estavas a falar? Não. Cada um de nós fez a interpretação dos dados que tinha e chegou a uma conclusão diferente. Continuas a ser um tipo com alguma propriedade para falar de economia, apesar de também falhares. Assim como eu. E mais uma vez, ele fala com contraditório - ao apresentar factos, como sejam números de qualquer relatório do INE, estes são comprováveis. Quando apresenta a sua interpretação dos factos, passa a ser só uma opinião, que só causa comichão por ele ser jornalista. Os outros comentadores têm direito a contraditório? E aqui só estou a falar do trabalho dele nos espaços noticiosos, porque no programa dele, tem direito a contraditório - apesar de serem convidados, estão a ter uma discussão sobre determinado assunto, e quando ele partilha a sua opinião, esta é corroborada ou não. Se ele gosta muito ou pouco disso, não interessa, existe contraditório. Mas mais uma vez, estás a falar de algo que tu próprio admites que não acompanhas, ou que viste uma vez. Como queres que possa defender a minha posição assim? Quanto ao ser cara da SIC no que toca a assuntos económicos, está no post acima. Não consta que a SIC seja pior ou melhor que os restantes canais na informação que presta sobre Economia, muito menos tendenciosa. Assim sendo, parece que quando não está na pele de comentador, até é um tipo competente (não descurando a parte em que não é ele sozinho que gere aquilo). Parece-me razoável assumir que um fiscalista saiba mais de fiscalidade que um economista, ou que um advogado saiba mais de advocacia que um economista, logo também me parece lógico que um economista perceba mais de economia que um advogado e que um fiscalista. Alias uma coisa é uma analise sectorial que me parece ser feita nesse programa, outra coisa que foi o que aconteceu num dos programas que tu me disseste para ver, aquando de um dos nossos debates. Nesse programa o que aconteceu foi puramente uma analise económica ao orçamento de estado. As pessoas que la estavam não eram as mais apropriadas para discutir planos macroeconómicos. Embora algumas pessoas por mandarem umas larachas para o ar pareçam experts em economia não o são. Quanto à nossa discussão é bastante redutor falares só na questão do investimento. O que eu defendi e continuo a defender são duas coisas: 1) a politica seguida é a mais apropriada para a nossa economia 2) dadas as previsões externas, as do governo não eram optimistas. Quanto à primeira, para ser honesto, ainda não é possível concluir alguma coisa. No caso da segunda, já o referi por aqui que se pode acusar em parte o governo de optimismo, mas não na dimensão que tu defendes. Aliás deve estar neste tópico um post meu sobre o assunto. Basicamente as premissas do governo foram as mesmas do BdP logo poderia-se considerar um optimismo no PIB de 0.3% (diferença entre as previsões). Note-se que o BdP previu um crescimento de 1.5%. Não ignorando a questão do investimento, sim será preciso uma grande reviravolta na economia para que se cumpra os 5% (?). Contudo convém perceber o porque dos valores homólogos serem tão maus. A resposta é simples: Túnel do Marão. Novamente eu posso falhar em todas a minhas opiniões porque não sou jornalista, nem director de informação e muito menos sou vendido na tv como um especialista em economia. É só a diferença. Aqui a questão é simples a informação dada pelos serviços noticiosos deve ser rigorosa e imparcial. Uma coisa são comentários à la Marcelo, outra coisa é ele ir la tentar explicar ou analisar ou traduzir as medidas de um ponto de vista económico. E no segundo caso não ha espaço para dar a sua opinião/ponto de vista. Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 10 Setembro 2016 Pronto, compreendo a tua argumentação. Enquanto ele se apresentar como comentador quando dá a sua opinião e como jornalista ou director quando apresenta factos, e essa distinção for perceptível e clara (para mim), não vejo problema. :) Se achas que isto não acontece com a maioria das pessoas, porque sendo estas menos informadas, vão dar tanto os factos apresentados como a sua interpretação como um único produto jornalístico, consigo compreender perfeitamente. Compartilhar este post Link para o post