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Peplin

[2021] Grand Slams + ATP World Tour Finals

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vi a coisa mal parada no terceiro set, mas realmente os huevos não se compraram.

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Numa época em que os melhores jogadores apresentam uma longevidade como (quase) nunca se viu, eis que aparece um fenómeno precoce a tornar-se o primeiro tenista da história a chegar a n.º 1 do mundo enquanto teenager.

Brilhante, Carlitos!!!

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A imprevisibilidade é realmente um dos aspetos mais fascinantes do desporto.

Nos últimos anos temos assistido a um retardar do pico da carreira dos tenistas, com muitos a atingir os seus melhores rankings após os 30 anos e, consequentemente, a uma maior dificuldade para as novas gerações se imporem, sendo o circuito maioritariamente dominado pelos jogadores mais experientes. Tivemos o Federer a ganhar o Open da Austrália com 36 anos e a quase bater o recorde do Ken Rosewall do vencedor de GS mais velho, este ano o Nadal já venceu dois grand slams e entretanto também já completou as mesmas 36 primaveras. O Djokovic, se esquecermos a patetice das vacinas, parece que tem 25 anos em vez de 35 e continua no auge. 

Nos antípodas, temos as famosas next gens que nunca conseguiram dar o salto que se expectava. Faz agora dois anos que o Thiem vence em Nova York e torna-se no primeiro jogador nascido na década de 90 - trinta anos depois do início da década - a vencer um Grand Slam. 

Já era opinião comum e popular que os anos e os feitos dos Changs, Beckers, Borgs, Wilanders, Edbergs, Sampras e mais recentemente do Nadal faziam parte de um passado irrepetível. Um dos recordes que era maioritariamente considerado mais difícil de vir a ser batido, tendo em conta esta tónica do circuito nos últimos anos, pertencia ao senhor do meu nick quando atingiu a liderança do ranking ATP com 20 anos, 8 meses e 26 dias. 

E, vindo quase do nada, aparece um adolescente espanhol que não só bate esta marca, mas fá-lo com distinção e mais de um ano de diferença para o anterior detentor dos louros. Entra também para a lista dos vencedores de Grand Slams mais jovens e, mais do que isso, altera toda a nossa perceção sobre o rumo que o circuito levava. Notável!

  • Concordo! 1

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É incrível o que o Alcaraz está a fazer com esta idade mas não sei se vai ter um domínio no futuro assim tão grande como muitos falam. Há alguns aspectos do seu jogo em que já está no topo e não tem muito por onde evoluir. A surpresa é atingir este nível tão cedo.

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Citação de treinadordebancada, há 50 minutos:

É incrível o que o Alcaraz está a fazer com esta idade mas não sei se vai ter um domínio no futuro assim tão grande como muitos falam. Há alguns aspectos do seu jogo em que já está no topo e não tem muito por onde evoluir. A surpresa é atingir este nível tão cedo.

E quem é que o vai impedir desse dominio? A ex next gen está a perder o comboio, eventualmente poderão vir a ganhar 1 ou 2 slams como fez o Thiem, mas do mesmo escalão para o acompanhar, atualmente só há o Sinner e a meu ver é pouco. Presumindo que não vão replicar o que foi feito nestas ultimas 2 decadas e papar os GS todos e contando que vai haver mais Cilics, mais Del Potros e mais Thiems, apesar de tudo o Carlitos parece ter tudo para ser ele o nome repetente em quase todos os torneios.

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Estar a prever ou a vaticinar o que quer que seja é um desperdício de tempo da a última década. O talento esta lá. A cabeça e o corpo também. O resto é aproveitar e apreciar o ténis sem preocupações e comparações porque ninguém esperava que os Big 3 ganhassem o que ganharam. 

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Citação de FabioK, há 38 minutos:

E quem é que o vai impedir desse dominio? A ex next gen está a perder o comboio, eventualmente poderão vir a ganhar 1 ou 2 slams como fez o Thiem, mas do mesmo escalão para o acompanhar, atualmente só há o Sinner e a meu ver é pouco. Presumindo que não vão replicar o que foi feito nestas ultimas 2 decadas e papar os GS todos e contando que vai haver mais Cilics, mais Del Potros e mais Thiems, apesar de tudo o Carlitos parece ter tudo para ser ele o nome repetente em quase todos os torneios.

Num circuito mais estável a nível de covid, sem restrições aos russos e sem lesões graves como a do Zverev, acho que há uma mão cheia de jogadores que pode discutir encontros contra ele quase de igual para igual. Diria Sinner, Medvedev, Ruud e Zverev. Numa segunda linha acrescentaria jogadores como o Rublev, o Tsitsipas ou o Berrettini que poderão chegar longe em qualquer torneio. Depois há uma série deles que acredito que terão os seus momentos mas sem grande regularidade.

Digo isto no sentido da imprevisibilidade. Acho que haverá muitas mais terceiras e quartas rondas bem perigosas para qualquer um e não haverá tantas certezas que este ou aquele chegará às meias, por exemplo. Até agora tínhamos o big-three (ou four com o Murray) e a única dúvida era qual seria o emparelhamento deles nas meias. Acredito que o Alcaraz será número um várias semanas e vá ganhando alguns GS mas com muitas alternâncias nos dois aspectos.

Se calhar até é só um problema de semântica em relação ao domínio. 😀

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Citação de treinadordebancada, há 13 minutos:

Num circuito mais estável a nível de covid, sem restrições aos russos e sem lesões graves como a do Zverev, acho que há uma mão cheia de jogadores que pode discutir encontros contra ele quase de igual para igual. Diria Sinner, Medvedev, Ruud e Zverev. Numa segunda linha acrescentaria jogadores como o Rublev, o Tsitsipas ou o Berrettini que poderão chegar longe em qualquer torneio. Depois há uma série deles que acredito que terão os seus momentos mas sem grande regularidade.

Digo isto no sentido da imprevisibilidade. Acho que haverá muitas mais terceiras e quartas rondas bem perigosas para qualquer um e não haverá tantas certezas que este ou aquele chegará às meias, por exemplo. Até agora tínhamos o big-three (ou four com o Murray) e a única dúvida era qual seria o emparelhamento deles nas meias. Acredito que o Alcaraz será número um várias semanas e vá ganhando alguns GS mas com muitas alternâncias nos dois aspectos.

Se calhar até é só um problema de semântica em relação ao domínio. 😀

Diria que o Medvedev sem restrições, ganhará mais alguns GS, e o Kyrgios se continuar focado e focar-se nos torneios individuais e deixar os pares, vai andar na luta.

O Alcaraz é muito completo, impressionante com apenas 19 anos, mas calma, vamos ver como continua...olho para ele e parece ser um "mini" Nadal, apesar de ele ser fã do Roger.

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Citação de treinadordebancada, há 7 horas:

É incrível o que o Alcaraz está a fazer com esta idade mas não sei se vai ter um domínio no futuro assim tão grande como muitos falam. Há alguns aspectos do seu jogo em que já está no topo e não tem muito por onde evoluir. A surpresa é atingir este nível tão cedo.

ele já tem a base, que é muito completa e com muita qualidade (coisas como s&v que normalmente so se desenvolve mais para a frente na carreira e ele já o tem como recurso habitual). tenho notado que ele usa muito menos o amortie do que usava nos challengers, mas é outra vertente em que ele é fantastico e nem tem explorado por aí além. o que ele precisa é só de aprimorar aquilo que já faz muito bem, e ir fazendo o seu caminho para diminuir esta tendencia de prolongar os jogos mais do que aquilo que deviam durar. quando o fizer, o céu é o limite.

Editado por bobzz

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Citação de treinadordebancada, há 7 horas:

É incrível o que o Alcaraz está a fazer com esta idade mas não sei se vai ter um domínio no futuro assim tão grande como muitos falam. Há alguns aspectos do seu jogo em que já está no topo e não tem muito por onde evoluir. A surpresa é atingir este nível tão cedo.

Subscrevo. Acho que é um fora de serie, mas é muito cedo para dizer que vá ter esse domínio que toda a gente vaticina. É muito difícil do ponto de vista psicológico conseguir estar sempre a top, e diria que será mais por aí que ele terá que trabalhar. 

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Depois de ver o ridículo da situação do miúdo que foi forçado a tirar a camisola do Benfica e a palhaçada do erro do VAR e a confusão no fim jogo da Juve, ver numa final importantíssima que dava o primeiro lugar no ranking um jogador a admitir um erro e a oferecer o ponto ao adversário... É outro nível, nem dá para comparar este desporto com mais nada. Parabéns ao Alcaraz e ao Ruud, só me lembrei que havia umpire quando ele foi receber a cena no fim.

 

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@Diogo_CFB, tu ou algum colega teu podem passar estes posts sobre a retirada oficial do Federer para o tópico correto?

Ficam ali bem melhor os tributos do que aqui no meio do tópico dos Grand Slam.

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Citação de Descartes, há 11 horas:

@Diogo_CFB, tu ou algum colega teu podem passar estes posts sobre a retirada oficial do Federer para o tópico correto?

Ficam ali bem melhor os tributos do que aqui no meio do tópico dos Grand Slam.

Feito, companheiro. 

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O americano Brandon Nakashima venceu a NextGen Finals derrotando o Jiri Lehecka na final por 43 43 42.

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O Carlos Alcaraz anunciou a desistência do Open da Austrália por lesão.

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Já são conhecidos os adversários do Frederico Silva e do Gastão Elias na 1ª ronda do qualifying do Open da Austrália. O Frederico defronta o americano Bradley Klahn e o Gastão joga com o japonês Kaichi Uchida.

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O Gastão segue em frente. Derrotou o Uchida por 67 76 61. Não foi fácil dado que teve que salvar 2 MP quando o japonês servia, no 2º set, com 5-4 (40-15). Segue-se o americano Brandon Holt, uma das principais surpresas do último US Open.

Quanto ao Frederico teve menos sorte, perdendo de entrada com o Klahn por 63 76. Nunca incomodou o serviço do americano, dispondo apenas de 1 ponto de break (não concretizado) na partida. Duas quebras de serviço no 1º set e 1 mini-break no TB do 2º set foram suficientes para o Klahn.

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O Gastão terminou a sua participação sem brilho. Perdeu com o Holt por 62 76.

O 1º set foi miserável, com o americano a tomar vantagem até aos 4-0 e depois foi só gerir. O 2º set foi diferente. O Gastão chegou a liderar por 4-1, não segurou o break de vantagem, o set foi para o tie-break e o Gastão cedeu logo ao 1º MP quando servia com 5-6.

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Nuno vs Sonego e João vs Bautista-Agut.

Está bom para virem para casa à primeira.

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Citação de Lleyton, há 6 horas:

Nuno vs Sonego e João vs Bautista-Agut.

Está bom para virem para casa à primeira.

Ainda tenho alguma esperança no Nuno.

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