Peplin Publicado 23 Janeiro 2018 Isto está a pedir mais um GS para o Federer. Ou então a estreia do Chung. Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 23 Janeiro 2018 O Chung tem tempo. É mais um para o Federer Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 24 Janeiro 2018 Temos estrela, Chung :prayer: Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 25 Janeiro 2018 (editado) O jogo entre a Kerber e a Halep :prayer: Desde o meio do segundo set está muito bom, com pontos do crl. Epá tou rendido f*da-se. 22 shots e a Kerber consegue adiar mais um pouco a decisão :prayer: Editado 25 Janeiro 2018 por FabioK Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 26 Janeiro 2018 Em princípio o Federer irá conquistar, aos 36 anos, três Grand Slams em quatro participações. Não obstante isto, irá ganhar o Australian Open, o torneio de hardcourt mais duro do circuito, consecutivamente Em idade de reforma, conseguiu igualmente subir o nível do seu jogo e tanto que me pergunto se o Federer de há 14 anos (!) teria conseguido bater este jogador. Ver o documentário Icarus fez-me questionar muita coisa que já questionava no passado. Observar o suíço atingir um nível de jogo que há 2 anos era completamente impensável fez-me também questionar como é que ele conseguiu atingir esta consistência e subida no seu rendimento. Especialmente tendo em conta o facto de ter tido uma lesão em 2016. Uma simples mudança de raquete não explica tudo. Escrevo isto a bem da consistência de alguém que questionou os méritos de Nadal e Djokovic. Compartilhar este post Link para o post
bobzz Publicado 26 Janeiro 2018 (editado) Escrevo isto a bem da consistência de alguém que questionou os méritos de Nadal e Djokovic. Mas custa tanto, não custa? Juntar doping e o Roger no mesmo pensamento é uma dificuldade tão grande :lol: Editado 26 Janeiro 2018 por bobzz Compartilhar este post Link para o post
ricardo.martins Publicado 26 Janeiro 2018 A leitura deste artigo ajuda a responder a muitas das dúvidas. Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 26 Janeiro 2018 A leitura deste artigo ajuda a responder a muitas das dúvidas. Este artigo é uma ode ao Federer e ao ano que ele teve e não necessariamente uma desconstrução do porquê de ele ter conseguido aos 35 anos, ressuscitar e até mesmo melhorar o seu jogo. Da mesma forma que achei suspeita a reviravolta na carreira do Djokovic em 2011, também franzo a sobrancelha às constantes inovações ostentadas pelo suíço no ano passado. Mas custa tanto, não custa? Juntar doping e o Roger no mesmo pensamento é uma dificuldade tão grande :lol: Há um ano sim, mas já estou vacinado :mrgreen: Mas tem a sua piada que em tempos os duelos entre o Federer e Nadal baseavam-se de que um representava um desporto limpo e o outro tinha uns biceps dignos de um culturista. A WADA não tem credibilidade, a meu ver. É pena pois este desporto merecia e deveria ser escrutinado, mas como em grande parte das coisas, o dinheiro é que reina e dita o destino do ténis. Compartilhar este post Link para o post
Hugo Jr. Publicado 26 Janeiro 2018 Percebo o teu argumento, é de facto inacreditável como é que o Federer conseguir subir o rendimento e consistência numa fase tão adiantada da carreira. Mas tal como aconteceu com a caça às bruxas em relação ao Nadal e Djokovic, para mim o "inocente até prova em contrário" vai prevalecer sempre. Estamos a falar de um super atleta a nível físico, técnico/táctico e mental. Sei lá, acusem-me de ser ingénuo, mas não é tão mais interessante assistir a um encontro de ténis sem esses fantasmas na cabeça? Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 26 Janeiro 2018 Percebo o teu argumento, é de facto inacreditável como é que o Federer conseguir subir o rendimento e consistência numa fase tão adiantada da carreira. Mas tal como aconteceu com a caça às bruxas em relação ao Nadal e Djokovic, para mim o "inocente até prova em contrário" vai prevalecer sempre. Estamos a falar de um super atleta a nível físico, técnico/táctico e mental. Sei lá, acusem-me de ser ingénuo, mas não é tão mais interessante assistir a um encontro de ténis sem esses fantasmas na cabeça? Isto não me impede de apreciar bom ténis, mas tenho dificuldade de entrar na euforia de ver o Federer entrar na história do ténis. Tão simples quanto isso. Compartilhar este post Link para o post
ricardo.martins Publicado 27 Janeiro 2018 Rõnin, leste o artigo todo? Sim, o tom é elogioso (no mínimo) para o Federer, mas tem ali alguns aspectos que não podem ser desconsiderados e que acredito que tenham tido muita influência, nomeadamente: 1) O facto de ter optado por não jogar Roland Garros para estar fresco em Wimbledon; 2) O facto de ele estar a bater a esquerda de forma diferente (um dos vídeos mostra a diferença); 3) O facto de ele adoptar uma estratégia diferente, e treinar para tornar os pontos o mais curto possível, porque sabe que não pode andar 5 sets seguidos a disputar pontos de 30 pancadas. Se foi só isto? Não sei. Mas acredito que o planeamento antecipado tem muito peso na performance dele. Compartilhar este post Link para o post
JPB Publicado 27 Janeiro 2018 (editado) Wozniacki venceu a final feminina. 7-6, 3-6, 6-4. Vi o último set e, a meu ver, notava-se que a dinamarquesa estava muito mais consistente apesar da Halep ser melhor ofensivamente. E já agora, a Caroline evoluiu IMENSO. Bastou ver um set. Além de continuar a ser muito segura defensivamente e forte mentalmente, a pancada de esquerda está mais ofensiva e o serviço melhorou em termos de potência, embora continue a precisar de algum trabalho. Editado 27 Janeiro 2018 por jmopborba Compartilhar este post Link para o post
Mesut Ozil Publicado 27 Janeiro 2018 O Federer esteve menos tempo em court que a Halep (sem contar com esta final). 10 horas e pouco para fazer 6 jogos e chegar a uma final mostra logo que o suíço não teve grandes batalhas e não precisou de se esforçar muito. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 27 Janeiro 2018 Eu até entendo as dúvidas do Ronin, mas qual seria o ponto do Federer dopar-se neste regresso? O homem já ganhou tudo o que havia para ganhar na história da modalidade, é consensualmente considerado um dos melhores, se não mesmo o melhor de sempre, honestamente não o vejo a sujar-se só para limpar mais uns GS. Como o Mesut diz, a final deste ano explica-se facilmente pelo quase passeio que foram todos os encontros que disputou até agora. O que fez em 2017 tem, quanto a mim, 3 ou 4 explicações: evolução da esquerda, gestão física muito rigorosa, alívio da pressão, principalmente nos encontros com o Nadal, e má época/lesões dos rivais (Djokovic, Murray ou Wawrinka). Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 27 Janeiro 2018 Rõnin, leste o artigo todo? Sim, o tom é elogioso (no mínimo) para o Federer, mas tem ali alguns aspectos que não podem ser desconsiderados e que acredito que tenham tido muita influência, nomeadamente: 1) O facto de ter optado por não jogar Roland Garros para estar fresco em Wimbledon; 2) O facto de ele estar a bater a esquerda de forma diferente (um dos vídeos mostra a diferença); 3) O facto de ele adoptar uma estratégia diferente, e treinar para tornar os pontos o mais curto possível, porque sabe que não pode andar 5 sets seguidos a disputar pontos de 30 pancadas. Se foi só isto? Não sei. Mas acredito que o planeamento antecipado tem muito peso na performance dele. Aquilo que me perturbou na vitória do Australian Open foram os vários factores que se amontoaram contra o Federer e que o passado preveria que uma vitória dificilmente iria acontecer. Um Federer a voltar mais forte depois de um longo período de repouso devido a uma lesão no joelho. Um Federer com uma esquerda rejuvenescida em apenas 6 meses. Um Federer extremamente forte mentalmente e fisicamente quando passou por vários encontros em 5 sets no torneio mais duro do circuito masculino. Um Federer que conseguiu derrotar o seu eterno nemesis à melhor de 5 sets, conseguido obter uma reviravolta no último set. Um Federer que no fim do encontro estava mais fresco que o espanhol. A vitória em Wimbledon foi natural. É o torneio favorito à vitória do Federer, teve um quadro feliz e um adversário diminuído fisicamente na final. Bater a esquerda mais chapada já ele o fez em momentos escassos da carreira e até com a raquete anterior. Vem-me à cabeça o ano de 2012, curiosamente o último ano em que ganhou um Slam. Talvez ele seja um génio e consiga remodelar a esquerda em tão curto espaço de tempo e torná-la a meu ver a melhor de sempre. Encurtar os pontos já ele o fazia desde que foi treinado pelo Annacone e o Edberg. Quem não se recorda da final do US Open contra o Djokovic e o mítico SABR? Eu até entendo as dúvidas do Ronin, mas qual seria o ponto do Federer dopar-se neste regresso? O homem já ganhou tudo o que havia para ganhar na história da modalidade, é consensualmente considerado um dos melhores, se não mesmo o melhor de sempre, honestamente não o vejo a sujar-se só para limpar mais uns GS. Como o Mesut diz, a final deste ano explica-se facilmente pelo quase passeio que foram todos os encontros que disputou até agora. O que fez em 2017 tem, quanto a mim, 3 ou 4 explicações: evolução da esquerda, gestão física muito rigorosa, alívio da pressão, principalmente nos encontros com o Nadal, e má época/lesões dos rivais (Djokovic, Murray ou Wawrinka). Quem chega a este nível não se rege pelas mesmas normas que tu e eu :mrgreen: Naturalmente que é mais difícil de compreender tendo em conta a personalidade do Federer, mas é tudo muito subjectivo. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 27 Janeiro 2018 Que tipo de doping é que faz rejuvenescer a esquerda em apenas 6 meses? Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 27 Janeiro 2018 Que tipo de doping é que faz rejuvenescer a esquerda em apenas 6 meses? Boa pergunta. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 27 Janeiro 2018 (editado) O norte-americano Sebastian Korda ganhou o título de juniores derrotando na final o Chun Hsin Tseng de Taiwan. A curiosidade maior desta vitória é que faz exatamente 20 anos que o seu pai, Petr Korda, ganhou exatamente aqui o seu único título do Grand Slam. Editado 27 Janeiro 2018 por Descartes Compartilhar este post Link para o post
Mesut Ozil Publicado 27 Janeiro 2018 https://raquetc.com/2018/01/27/video-wozniacki-despediu-da-rod-laver-arena-ao-som-sweet-caroline/ Muito bom :lol: Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 27 Janeiro 2018 (editado) Eu até entendo as dúvidas do Ronin, mas qual seria o ponto do Federer dopar-se neste regresso? O homem já ganhou tudo o que havia para ganhar na história da modalidade, é consensualmente considerado um dos melhores, se não mesmo o melhor de sempre, honestamente não o vejo a sujar-se só para limpar mais uns GS. Como o Mesut diz, a final deste ano explica-se facilmente pelo quase passeio que foram todos os encontros que disputou até agora. O que fez em 2017 tem, quanto a mim, 3 ou 4 explicações: evolução da esquerda, gestão física muito rigorosa, alívio da pressão, principalmente nos encontros com o Nadal, e má época/lesões dos rivais (Djokovic, Murray ou Wawrinka). E a gestão que o próprio fez. Limpando agora o AO outra vez estamos numa fase inicial da época em que ele está fresco. Depois não joga a época de terra batida toda para limpar a época de relva. E foi depois daqui que começou a haver alguns problemas. Limpou Indian Wells (?) mas vieram as lesões que o condicionaram em Toronto e nos EUA. E no fim da época limpou mais títulos para isso abdicou de alguns torneios, coisa que se não me falha a memória o Nadal não fez quando se encontraram na final de Shangai.. Ok não li o "gestão física muito rigorosa", basicamente é isso :mrgreen: Editado 27 Janeiro 2018 por FabioK Compartilhar este post Link para o post
JPB Publicado 28 Janeiro 2018 Federer e Cilic vão a 5º set. Isto estava bem encaminhado para o Federer, mas parece-me ter quebrado fisicamente e mentalmente. Acho que vai para o Cilic. Compartilhar este post Link para o post