Ghelthon Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de Mahai, Agora: Isto é mesmo à português. No meio da Lei, mete-se uma frase mais ambígua e sujeita a interpretação que acaba sempre por poder safar o infractor. "motivo de força maior" O que é um motivo de força maior? De certeza que para os interesses do Porto e do Conceição, fazer uma alteração táctica para vencer o jogo é um motivo de força maior. Essa não me cheira que cole mas, como o @Descartes disse, é só dizer que teve uma diarreia ou assim e pronto. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de Mahai, Agora: Isto é mesmo à português. No meio da Lei, mete-se uma frase mais ambígua e sujeita a interpretação que acaba sempre por poder safar o infractor. "motivo de força maior" O que é um motivo de força maior? De certeza que para os interesses do Porto e do Conceição, fazer uma alteração táctica para vencer o jogo é um motivo de força maior. É óbvio que o "motivo de força maior" é uma lesão ou expulsão. A questão aqui é que a porta fica escancarada com a possibilidade de se alegar a existência de uma lesão ou indisposição. Neste país onde existe uma "indústria" de produção de atestados médicos para justificar tudo e mais alguma coisa, é o caminho mais óbvio. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 30 Dezembro 2018 Este tipo de artigos ambíguos são sempre uma comédia. Custava muito fazer uma alínea em que fossem listados os "motivos de força maior"? Que amadorismo. 7 Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 30 Dezembro 2018 (editado) Mesmo que estivesse exposto que o motivo fosse uma lesão aconteceria o que aconteceu. Se uma equipa precisa de trocar um jogador neste contexto, alega simplesmente que o jogador não se estava a sentir apto e teve que se substituir. Como é que se prova que não? Editado 30 Dezembro 2018 por Mayday Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de Mayday, há 3 minutos: Mesmo que estivesse exposto que o motivo fosse uma lesão aconteceria o que aconteceu. Se uma equipa precisa de trocar um jogador neste contexto, alega simplesmente que o jogador não se estava a sentir apto e teve que se substituir. Como é que se prova que não? Com uma equipa médica independente que possa avaliar o estado físico do jogador logo no final do jogo para aferir da veracidade da sua lesão. Sim, eu sei, isto implicaria que a Liga tivesse meios r/ou organização para cumprir as suas próprias disposições... Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 30 Dezembro 2018 Um médico consegue avaliar se a dor que eu senti aqui na coxa quando corria é verdadeira ou não? Compartilhar este post Link para o post
AlBoorg Publicado 30 Dezembro 2018 E no caso duma indisposição? Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de Black Hawk, há 4 minutos: Este tipo de artigos ambíguos são sempre uma comédia. Custava muito fazer uma alínea em que fossem listados os "motivos de força maior"? Que amadorismo. Não me parece que estejas a ver bem a questão. Uma lista dessa natureza nunca seria exaustiva. Haveria sempre alguma circunstância que não tinha sido prevista que, acontecendo, seria injusta ou inviabilizaria a aplicação do Regulamento. A questão aqui é o facto de ser absurdo exigir-se que determinado jogador ou jogadores terem que cumprir os tais 45 minutos. Não faz qualquer sentido. A norma faria sentido se dissesse, por exemplo, que teriam que estar sempre em campo no mínimo 2 jogadores formados localmente. Com a única exceção no caso de existência de expulsão. Qual é a diferença de estar em campo o Bruno Costa ou o Hernâni para efeitos da Lei? Pior: a aplicação da regra como ela está definida só obriga a que estejam em campo 2 jogadores formados localmente na 1ª parte. A 2ª parte pode jogar-se sem jogadores formados localmente, o que me parece contrário ao espírito da norma. Compartilhar este post Link para o post
joao86 Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de Tio Hans, há 47 minutos: A mim, a não ser que exista alguma interpretação às regras que eu desconheça, esse artigo não me suscita dúvidas nenhumas. Tinham que jogar dois jogadores formados em Portugal de início, e jogaram. Tinham que jogar 45 minutos e não jogaram. Tinham que jogar exceto caso de força maior. O FC Porto declarou à Liga que o Bruno Costa saiu lesionado. Compartilhar este post Link para o post
AlBoorg Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de Descartes, há 7 minutos: Não me parece que estejas a ver bem a questão. Uma lista dessa natureza nunca seria exaustiva. Haveria sempre alguma circunstância que não tinha sido prevista que, acontecendo, seria injusta ou inviabilizaria a aplicação do Regulamento. A questão aqui é o facto de ser absurdo exigir-se que determinado jogador ou jogadores terem que cumprir os tais 45 minutos. Não faz qualquer sentido. A norma faria sentido se dissesse, por exemplo, que teriam que estar sempre em campo no mínimo 2 jogadores formados localmente. Com a única exceção no caso de existência de expulsão. Qual é a diferença de estar em campo o Bruno Costa ou o Hernâni para efeitos da Lei? Pior: a aplicação da regra como ela está definida só obriga a que estejam em campo 2 jogadores formados localmente na 1ª parte. A 2ª parte pode jogar-se sem jogadores formados localmente, o que me parece contrário ao espírito da norma. É exactamente isso que acontece no FM Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de joao86, há 1 hora: Danilo e Hernâni fizeram mais de 45 minutos. Esse tipo no twitter é um troll de todo o tamanho, burro que nem uma porta. Há pessoas que só têm que existir. Não é preciso mais nada. Compartilhar este post Link para o post
Caviar Publicado 30 Dezembro 2018 Citação de joao86, há 1 hora: Danilo e Hernâni fizeram mais de 45 minutos. Esse tipo no twitter é um troll de todo o tamanho, burro que nem uma porta. Citação de joao86, há 1 hora: Efetivos são jogadores convocados e não titulares. Citação de joao86, há 3 minutos: Tinham que jogar exceto caso de força maior. O FC Porto declarou à Liga que o Bruno Costa saiu lesionado. Fantástico. 2 Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 30 Dezembro 2018 O Bruno Costa tem uma depressão, malta. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 31 Dezembro 2018 Citação de Descartes, há 1 hora: Não me parece que estejas a ver bem a questão. Uma lista dessa natureza nunca seria exaustiva. Haveria sempre alguma circunstância que não tinha sido prevista que, acontecendo, seria injusta ou inviabilizaria a aplicação do Regulamento. A questão aqui é o facto de ser absurdo exigir-se que determinado jogador ou jogadores terem que cumprir os tais 45 minutos. Não faz qualquer sentido. A norma faria sentido se dissesse, por exemplo, que teriam que estar sempre em campo no mínimo 2 jogadores formados localmente. Com a única exceção no caso de existência de expulsão. Qual é a diferença de estar em campo o Bruno Costa ou o Hernâni para efeitos da Lei? Pior: a aplicação da regra como ela está definida só obriga a que estejam em campo 2 jogadores formados localmente na 1ª parte. A 2ª parte pode jogar-se sem jogadores formados localmente, o que me parece contrário ao espírito da norma. Quanto ao primeiro ponto, discordo. Não me parece que existam assim tantas variáveis que se aplicassem. Estamos a falar do quê: uma lesão ou uma expulsão de um dos jogadores sobre os quais a lei se aplica; eventualmente, a lesão e/ou suspensão de todos os jogadores formados localmente, impedindo o clube de apresentar dois jogadores na ficha de jogo. Lembras-te de mais algum motivo que se pudesse aplicar? Sobre a norma em si, claro que estás coberto de razão. Limitei-me a comentar do ponto de vista da existência dessa regra e do que me parece que deveria ser feito pela Liga para que fosse cumprida (aqui foi num post diferente do que citaste). Primeiro de tudo, a regra é demasiado ambígua, e a ambiguidade numa regra só deveria existir em casos onde o contexto importa, como por exemplo no caso de um castigo por vermelho directo. Dois jogadores podem receber castigos diferentes por expulsão directa atendendo ao histórico dos jogadores ou ao contexto que levou à expulsão e, nesses casos, a ambiguidade pode e deve existir. No caso de um regulamento sobre a utilização dos jogadores, a regra tem de ser clara e objetiva e, havendo atenuantes, estas têm de ser definidas à partida. Se têm de ser definidas à partida, a Liga tem de ter meios de responder às mesmas. Se uma das atenuantes for uma lesão, a Liga tem de ter uma equipa médica independente que avalie a atenuante à regra e que possa validar a atenuante. Isto deveria ser feito logo no momento em que a substituição ocorreu, e se não detetassem motivos para tal, o jogo terminava logo ali por incumprimento da regra, como acontece quando uma equipa não tem em campo os elementos necessários previstos nas leis do jogo. Seja como for, claro que esta regra é uma parvoíce, como qualquer outra que limite as opções de um treinador durante um jogo. Que deliberem sobre limites ao número de jogadores estrangeiros ou extra-comunitários, ou sobre a quantidade de jogadores formados em Portugal ou pelo clube nos 18 elementos na ficha de jogo, ainda se come, mas que se coloquem amarras às opções técnicas do treinador durante o jogo em si, pah, não. Compartilhar este post Link para o post
Genzo Publicado 31 Dezembro 2018 Regra parvoíce? Só se for na terra da Parvonia. Não vou entrar no campo do infringiu ou não, embora saiba ler e compreender o regulamento. Não sei se se lembram mas na China em todos os jogos eram obrigados a colocar chineses a estar como titulares e jogar 15min no mínimo, tudo para precaver que as equipas fossem 100% estrangeiradas (principalmente as cheias de craques) algo que seria capaz de trazer um disnivelar de forças e um estagnamento do desenvolvimento dos jogadores formados no país. O que acontecia no entanto era em alguns jogos aos 16' já haver trocas. Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado 31 Dezembro 2018 Antigamente os jogadores ficavam constipados antes de jogar com a equipa mãe, agora ficam constipados no decorrer do jogo, evolução meus caros. Curti o malabarismo nesses post's Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 31 Dezembro 2018 Citação de Axadrezado, Agora: Antigamente os jogadores ficavam constipados antes de jogar com a equipa mãe, agora ficam constipados no decorrer do jogo, evolução meus caros. Curti o malabarismo nesses post's Antigamente os jogadores jogavam de perna partida, com diarreias do piorio, bebados e completamente drogados. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 31 Dezembro 2018 Citação de HIM, Agora: Antigamente os jogadores jogavam de perna partida, com diarreias do piorio, bebados e completamente drogados. "O futebol é para homens, não é para meninos" Sousa, comentadeiro da Sport TV, 2018 Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 31 Dezembro 2018 Citação de Black Hawk, há 16 minutos: Quanto ao primeiro ponto, discordo. Não me parece que existam assim tantas variáveis que se aplicassem. Estamos a falar do quê: uma lesão ou uma expulsão de um dos jogadores sobre os quais a lei se aplica; eventualmente, a lesão e/ou suspensão de todos os jogadores formados localmente, impedindo o clube de apresentar dois jogadores na ficha de jogo. Lembras-te de mais algum motivo que se pudesse aplicar? 1 - O jogo é interrompido durante a 1ª parte. Por motivos climatéricos, porrada entre os adeptos, invasão de campo ou outro qualquer. A continuação do jogo é marcada para uns dias depois. Nesse entretanto um dos jogadores formados localmente é transferido (estamos em janeiro). 2 - O jogador morre em campo. E haverá mais. Todos aqueles de que eu não me lembro mas que podem acontecer. Listas exaustivas que contemplem todas as exceções é coisa que não existe. Olha outro que me lembrei agora: o jogador abandona o campo porque lhe apetece. Zangado com o treinador ou chateado com alguma outra coisa. Compartilhar este post Link para o post
joao86 Publicado 31 Dezembro 2018 Citação de Osorio, há 1 hora: Fantástico. Admito que me precipitei na primeira olhada que dei aos regulamentos. No entanto continuo a achar que não existe nada de ilegal e que o próprio regulamento não precaveu bem a situação que aconteceu hoje. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 31 Dezembro 2018 (editado) Citação de Descartes, há 6 minutos: 1 - O jogo é interrompido durante a 1ª parte. Por motivos climatéricos, porrada entre os adeptos, invasão de campo ou outro qualquer. A continuação do jogo é marcada para uns dias depois. Nesse entretanto um dos jogadores formados localmente é transferido (estamos em janeiro). 2 - O jogador morre em campo. E haverá mais. Todos aqueles de que eu não me lembro mas que podem acontecer. Listas exaustivas que contemplem todas as exceções é coisa que não existe. Olha outro que me lembrei agora: o jogador abandona o campo porque lhe apetece. Zangado com o treinador ou chateado com alguma outra coisa. Na opção da morte em campo, por mais mórbido que isto soe, aplicar-se-ia a regra da lesão. Não deveria ser difícil para uma equipa médica confirmar a morte do jogador e que se aplica a atenuante de o jogador não poder continuar em campo. Na última nem há grande discussão. Não quer jogar, a equipa deixa de cumprir os requisitos previstos para jogar, perdem. É a mesma lógica de uma equipa estar com sete em campo e um dos jogadores abandonar porque tem uma consulta às cinco. A primeira sim, é mais tricky, mas isso já nem se aplica tanto no caso em apreço. Isso é mais nas regras de como deve uma equipa jogar num jogo adiado. Se um jogador não pode porque foi transferido, salvo erro pode jogar outro no lugar dele; aqui teria de ser outro que também fosse formado localmente. Editado 31 Dezembro 2018 por Black Hawk Compartilhar este post Link para o post
Wincing Hálldor Publicado 31 Dezembro 2018 Não é novidade nenhuma, o Porto nunca passou muito cartão aos regulamentos da Taça da Liga. Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado 31 Dezembro 2018 Citação de Black Hawk, há 3 minutos: Na opção da morte em campo, por mais mórbido que isto soe, aplicar-se-ia a regra da lesão. Não deveria ser difícil para uma equipa médica confirmar a morte do jogador e que se aplica a atenuante de o jogador não poder continuar em campo. Não sei se não íamos ver comentários a dizer que o jogador fingiu a própria morte. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 31 Dezembro 2018 Citação de Black Hawk, há 16 minutos: Na opção da morte em campo, por mais mórbido que isto soe, aplicar-se-ia a regra da lesão. Não deveria ser difícil para uma equipa médica confirmar a morte do jogador e que se aplica a atenuante de o jogador não poder continuar em campo. Na última nem há grande discussão. Não quer jogar, a equipa deixa de cumprir os requisitos previstos para jogar, perdem. É a mesma lógica de uma equipa estar com sete em campo e um dos jogadores abandonar porque tem uma consulta às cinco. A primeira sim, é mais tricky, mas isso já nem se aplica tanto no caso em apreço. Isso é mais nas regras de como deve uma equipa jogar num jogo adiado. Se um jogador não pode porque foi transferido, salvo erro pode jogar outro no lugar dele; aqui teria de ser outro que também fosse formado localmente. Das 3 que referi aceitaste uma que não tinhas previsto. Já não é mau. Compartilhar este post Link para o post