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Diogo_CFB

Treinadores - Rumores e Transferências

Publicações recomendadas

Mas o Barça já está em condições de torrar 150 ou 200 milhões de euros na contratação de um ou dois jogadores apenas? Esse dinheiro não seria aplicado na contratação de um punhado de jogadores que melhorasse a qualidade global da equipa e ir apostando também em jovens talentos da cantera que esses sim, com o tempo se transformem nas figuras de proa que pretendem?

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Citação de Poeira, há 1 hora:

Mantinha o Braithwaite dessa lista, btw.

Aff, mas o quê crl. BO para este senhor.

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Só mesmo um clube à deriva como o Barcelona acha boa solução contratar o aprendiz quando tem o mestre disponível.

mw-860

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Curioso para ver quem o Messi vai escolher como treinador desta vez. 

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Citação de Vision, há 2 horas:

Mas ele é o "sucessor do Guardiola" porque? 

É um hype que já vem dos seus tempos de jogador, parece-me. Porquê ao certo, não sei. Talvez pelo seu estilo enquanto jogador. Daí criou-se a ideia e pronto, funcionou como "bola de neve" até agora.

As ideias no Qatar para mim valem 0. É uma autêntica incógnita para mim.

Citação de TariboWest, há 1 hora:

Ah sim, eu nem falei desses excendentários porque parti logo do pressuposto que são cartas fora do baralho. No actual momento financeiro do Barça, por muita vontade que o Laporta possa ter em trazer uma super estrela tenho muitas dúvidas que seja capaz de o fazer nos próximos 2/3 anos. Aliás, não sei até que ponto seria boa ideia seguir esse caminho. Daí olhar para o Dani Olmo como uma opção lógica - jovem, formado no clube, tem todas as condições para ser uma referência da selecção espanhola (e do clube) na próxima década e não implicaria um investimento astronómico. Acho que o caminho tem que ser esse, dar passos seguros e não começar a pensar imediatamente em contratar a próxima next big thing.

Um trio com Fati, Olmo e Depay suportado por aquele meio-campo cheio de juventude e qualidade já permite encarar as coisas com algum optimismo. Depois é tentar encontrar mais uma ou outra peça para completar o ataque e aí terão que ser criteriosos nas contratações porque não vai haver camiões de € para investir.

Nunca duvides das capacidades de vigarista do Laporta. É da velha escola ele, capaz de vender areia no deserto.

Para o ataque gostava do Félix, e acho que toda a gente percebe o porquê. De resto não tenho nomes em mente. Obviamente que o Olmo seria uma excelente opção, mas importante - além do talento - é que exista uma identificação clara com aquilo que se pretende que venha aí no futuro próximo, em termos futebolísticos.

Citação de Black Hawk, há 1 hora:

Mas o Barça já está em condições de torrar 150 ou 200 milhões de euros na contratação de um ou dois jogadores apenas? Esse dinheiro não seria aplicado na contratação de um punhado de jogadores que melhorasse a qualidade global da equipa e ir apostando também em jovens talentos da cantera que esses sim, com o tempo se transformem nas figuras de proa que pretendem?

O Barça não precisa de um punhado de jogadores. Aquele plantel está brutalmente mal aproveitado, mal potenciado, mal enquadrado, mal... tudo o que possas assumir de negativo. Se eu tenho vários jovens talentos para ir apostando que me garantem alguma profundidade no plantel e 7/8 titulares de valor, penso que é preferível contratar pouco mas bem do que focar na quantidade.

O meio-campo, por exemplo, é fabuloso. Mas neste momento, parece mais fabuloso para o adversário do que para os adeptos.

Citação de FabioK, há 1 hora:

Aff, mas o quê crl. BO para este senhor.

Nenhum dos outros é versátil, minimamente "affordable" (não me vem o termo português agora) para ficar no plantel e minimamente disposto a assumir um papel claramente alternativo aos titulares, sem que esse papel automaticamente sirva como mais um foco para minar o balneário aos pouquinhos.

O Braithwaite já lá está, dá o que tem quando está em campo (que não é muito, é verdade) e não parece incomodar-se com fases de menor utilização. Também fazem falta alguns desses.

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Não sei se o Xavi vai ser bem sucedido no Barça, mas diria que esta é provavelmente a melhor altura para apostar nele.

Realisticamente ele tem pouco a perder a não ser que seja uma catástrofe ao nível do Pirlo, o que não me parece que vá acontecer. Para o bem e para o mal, o espanhol já tem uns anos de experiência a treinar.

Numa fase de transição pós-Messi, com os outros jogadores da velha guarda a chegarem aos anos finais de carreira; pode ser um gajo que ajude o clube a voltar à formula que teve tanto sucesso com ele dentro das 4 linhas. Vi alguns jogos da equipa dele no canal 11 e aquilo efetivamente tem muitas coisas de Barça do Guardiola, a uma escala menor.

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Citação de Poeira, há 1 hora:

O Barça não precisa de um punhado de jogadores. Aquele plantel está brutalmente mal aproveitado, mal potenciado, mal enquadrado, mal... tudo o que possas assumir de negativo. Se eu tenho vários jovens talentos para ir apostando que me garantem alguma profundidade no plantel e 7/8 titulares de valor, penso que é preferível contratar pouco mas bem do que focar na quantidade.

O meio-campo, por exemplo, é fabuloso. Mas neste momento, parece mais fabuloso para o adversário do que para os adeptos.

Não concordo. Não que estejas errado e eu certo, ou vice-versa, mas é uma perspetiva que não partilho.

Por exemplo, neste jogo contra o Rayito o Barcelona jogou com uma defesa com Roberto, Pique, Erick Garcia e Alba. Opa ao Erick Garcia ainda dou o benefício da dúvida porque é jovem, mas se calhar uma equipa da dimensão do Barcelona já pedia alternativas aos restantes. O Sergi Roberto não é para ser titular num Barça a sério, o Pique já nem deveria andar ali e o Alba mais ano, menos ano, também lhe dá o badagaio.

Aí atrás diziam que o Ronald Garcia é capaz de ser o melhor central do Barça... meh, se ele é o melhor então precisam de pelo menos dois que entrem diretos no onze.

No meio-campo foram com Busquets, Coutinho e aquele miúdo Nico. Este não conheço, mas é um menino que não deveria estar a assumir responsabilidades nesta fase de transição. O Coutinho coitado, e o Busquets está também no limiar da reforma.

E o ataque tem o Dest, quer dizer, foi a este ponto que o Barça chegou. Certo, está lá porque há uma série de lesões, mas são lesões de jogadores que estão quase sempre lesionados.

O Fati e o Dembele são feitos de cristal, o Pedri e o Gavi são mais dois meninos, o De Jong está a demorar a pegar.

Onde quero chegar: o Barcelona atual é uma mescla de miudagem e gente já bem para o entradote - quase não há meio termo. O Barcelona tem de ter meio termo. Isto é uma fase de transição em que não podem ser os miúdos todos de 17, 18 e 19 anos a assumir as rédeas. Podem e devem jogar, mas não com a responsabilidade de serem eles a assumir neste período conturbado.

Eu diria que o Barcelona precisa de quatro ou cinco reforços urgentes para entrar no onze em todos oa sectores para se misturarem com a miudagem, e de tirar dali algumas vacas que já não dão leite. É que sim, o Barcelona tem bons jogadores, mas os bons jogadores são miúdos. Que deveriam estar a conquistar a posição num onze estável, não a limpar a borrada dos mais experientes.

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O sucessor do Guardiola é ele a menos que se espete como o outro sucessor do Guardiola que era o Pirlo. Continuamos a estragar o futebol quando o termo de comparação é o Guardiola.

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Citação de Black Hawk, há 58 minutos:

Não concordo. Não que estejas errado e eu certo, ou vice-versa, mas é uma perspetiva que não partilho.

Por exemplo, neste jogo contra o Rayito o Barcelona jogou com uma defesa com Roberto, Pique, Erick Garcia e Alba. Opa ao Erick Garcia ainda dou o benefício da dúvida porque é jovem, mas se calhar uma equipa da dimensão do Barcelona já pedia alternativas aos restantes. O Sergi Roberto não é para ser titular num Barça a sério, o Pique já nem deveria andar ali e o Alba mais ano, menos ano, também lhe dá o badagaio.

Aí atrás diziam que o Ronald Garcia é capaz de ser o melhor central do Barça... meh, se ele é o melhor então precisam de pelo menos dois que entrem diretos no onze.

No meio-campo foram com Busquets, Coutinho e aquele miúdo Nico. Este não conheço, mas é um menino que não deveria estar a assumir responsabilidades nesta fase de transição. O Coutinho coitado, e o Busquets está também no limiar da reforma.

E o ataque tem o Dest, quer dizer, foi a este ponto que o Barça chegou. Certo, está lá porque há uma série de lesões, mas são lesões de jogadores que estão quase sempre lesionados.

O Fati e o Dembele são feitos de cristal, o Pedri e o Gavi são mais dois meninos, o De Jong está a demorar a pegar.

Onde quero chegar: o Barcelona atual é uma mescla de miudagem e gente já bem para o entradote - quase não há meio termo. O Barcelona tem de ter meio termo. Isto é uma fase de transição em que não podem ser os miúdos todos de 17, 18 e 19 anos a assumir as rédeas. Podem e devem jogar, mas não com a responsabilidade de serem eles a assumir neste período conturbado.

Eu diria que o Barcelona precisa de quatro ou cinco reforços urgentes para entrar no onze em todos oa sectores para se misturarem com a miudagem, e de tirar dali algumas vacas que já não dão leite. É que sim, o Barcelona tem bons jogadores, mas os bons jogadores são miúdos. Que deveriam estar a conquistar a posição num onze estável, não a limpar a borrada dos mais experientes.

O Piqué e sobretudo o Alba, enquadrados num contexto completamente diferente, ainda são mais-valias para o presente. A imagem destes e do Busquets está altamente desgastada por causa dos últimos anos, mas eles não desaprenderam de todo nem foram directamente do 80 ao 8. Não quer dizer que façam parte do futuro, mas vão ajudar a que se faça essa transição no par de anos que aí vem. O Eric García foi contratado tendo em vista a sucessão do Piqué, e para a esquerda acontece o mesmo com o Baldé, que é da formação e é largamente considerado como mais uma grande promessa do clube.

O Roberto nem desta época passa e o titular é o Dest, que obviamente é apenas e só lateral-direito. Vê-lo jogar a extremo foi apenas mais uma das surrealidades com que o Koeman nos decidiu brindar nestes últimos meses. Haverá aqui uma necessidade de uma alternativa, sim, mas nunca tão prioritária como outras e nem sequer para o 11. Pode até ser o espaço de alguém já mais velho e identificado com o clube, se surgir uma oportunidade de negócio dessas (*não, Dani Alves, não és tu, escusas de passar a vida em Camp Nou*).

O meio-campo só precisa de um sucessor para o Busquets por uma questão de perfil de todas as outras opções, dado que talento há de sobra. E o ataque precisa de uma figura no corredor central, com margem de progressão para anos futuros mas também na perspectiva de um bom rendimento imediato. Para as alas, há Fati, Depay e... os jovens, pois claro.

De resto, entendendo o teu ponto, acho que estás a desvalorizar um pouco o contexto em que estes miúdos surgem. O Pedri e o Fati já são talentos de classe mundial no presente (talvez as duas maiores estrelas da selecção espanhola ao dia de hoje), o Frenkie idem aspas (até com mais provas dadas, já), o Gavi caminha para lá e há mais um par deles que, integrados no tal contexto oposto ao dos últimos anos, rapidamente podem crescer para assumirem essas responsabilidades no "microclima" que se pretende criar em Barcelona e que existiu durante vários períodos nos últimos largos anos.

A estabilidade para isso é que só virá da mudança de "chip" ideológico que se pede desde sei lá quando. Não há outro caminho. E para essa mudança, alguns dos veteranos que lá estavam na "última cruzada" serão sempre importantes. Claro que outro tipo de plantel, mais experiente e preparado, poderia facilitar as coisas. Mas é o que há, e não só não existe capacidade financeira para mudar tudo de uma vez, como na minha óptica isso nem sequer faz muito sentido, porque este tem de ser um projecto que coloque os Pedris e os Fatis em plano principal, sempre que possível.

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Citação de Poeira, há 12 horas:

 

Este plantel do Barça precisa de uma figura de proa para a frente de ataque e de um sucessor para o Busquets. Estas são as verdadeiras prioridades para o imediato. Para o segundo caso não há rumores, para o primeiro o Laporta quer o Haaland e eu estou reticente em partilhar dessa opinião. Mas não há como fugir a isto. No ataque há Fati e Depay para o imediato, falta a terceira peça principal.

A prioridade para o Xavi são extremos, extremos e depois extremos. Não é impossível que tentem um médio defensivo, mas não será um substituto do Busquets porque o Xavi ainda acredita neste e porque o clube acha que tanto o Nico como De Jong podem ocupar esse papel. O Barça esteve perto de chegar a um acordo com o Sterling e o Xavi gosta bastante dele, por isso acho que pode ir por aí. O Haaland é impossível. Talvez no médio prazo se consiga, depois de passar uns anos em Inglaterra, mas agora não há margem. Nem o clube tem dinheiro, nem o limite salarial da liga permite isto e já se percebeu(com o caso Messi) que o Tebas está inflexível. 

Citação de Poeira, há 12 horas:

Só? Eu estava a pensar nos outros excedentários todos que andam emprestados/encostados (a começar por Griezmann e Pjanic) e no Sergi Roberto que acaba contrato. 

O Griezmann não volta, são 2 anos de empréstimo com opção obrigatória se o jogador jogar metade dos jogos que está disponível.

Acho que o Xavi vai ser muito bem sucedido, pelo menos numa fase inicial. Vai exigir mais, vai treinar mais e melhor e os jogadores vão estar mais motivados. Isto vai resultar numa longa lua de mel entre jogadores, treinadores, imprensa, adeptos etc, a questão é saber se depois o Xavi tem capacidade para depois elevar ainda mais a fasquia.

Agora o Xavi é a única opção viável, os treinadores de quem o Laporta gosta(Luis Enrique, Tuchel, Naggelsmann, Flick, Ten Hag) estão todos com contrato e é impossível que saiam dos seus atuais projetos para se virem meter no Barcelona. 

Editado por ascom

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Eu sou dos que acha que é inevitável que o Barça um dia siga em frente e tenha sucesso com outro estilo, em vez de continuar agarrado a uma filosofia cuja génese remonta aos anos 80, ainda que tenha levado algumas melhorias e vá funcionando...para já.

O que seria do futebol inglês se ainda estivesse agarrado ao Kick & Rush. Acho tudo menos importante que se procure manter a identidade de um clube na maneira de jogar.

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Citação de Mica, há 5 horas:

Eu sou dos que acha que é inevitável que o Barça um dia siga em frente e tenha sucesso com outro estilo, em vez de continuar agarrado a uma filosofia cuja génese remonta aos anos 80, ainda que tenha levado algumas melhorias e vá funcionando...para já.

O que seria do futebol inglês se ainda estivesse agarrado ao Kick & Rush. Acho tudo menos importante que se procure manter a identidade de um clube na maneira de jogar.

Deixas de jogar à Barcelona. Aquilo esta enraizado. Ouves isso em qualquer lado. Quanto mais fugirem disso, menos sucesso terão.

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Citação de pedritsh, há 18 minutos:

Deixas de jogar à Barcelona. Aquilo esta enraizado. Ouves isso em qualquer lado. Quanto mais fugirem disso, menos sucesso terão.

Não é preciso fugir, basta seguir o seu caminho. O Barcelona tem algo que há-de dar frutos eternamente, que se chama La Masia. Tudo o resto pode e deve mudar se as circunstâncias assim o encorajarem.

Todos os anos alguém ganha o campeonato, a Champions, a Liga Europa...raramente é alguém com o mesmo estilo de jogo durante anos a fio. Não tem de estar confinados ao tiki-taka.

Mas se o Xavi vier e tiver sucesso, tanto melhor. Não pelo tiki-taka, mas porque arranjou forma de devolver títulos ao Barcelona. Em última análise, é o que os adeptos pedem.

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Mas o tika-taka é o expoente máximo da filosofia.

Não têm que ter 90% de posse de bola, mas há essa cultura de posse e não de chuveirinho. Não vejo problema algum. É uma filosofia que pode ter várias nuances. O que o Koeman (não) apresentava era totalmente o oposto. Dezenas de cruzamentos bombeados por jogo.

Editado por bug
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Citação de ascom, há 6 horas:

A prioridade para o Xavi são extremos, extremos e depois extremos. Não é impossível que tentem um médio defensivo, mas não será um substituto do Busquets porque o Xavi ainda acredita neste e porque o clube acha que tanto o Nico como De Jong podem ocupar esse papel. O Barça esteve perto de chegar a um acordo com o Sterling e o Xavi gosta bastante dele, por isso acho que pode ir por aí. O Haaland é impossível. Talvez no médio prazo se consiga, depois de passar uns anos em Inglaterra, mas agora não há margem. Nem o clube tem dinheiro, nem o limite salarial da liga permite isto e já se percebeu(com o caso Messi) que o Tebas está inflexível. 

O Griezmann não volta, são 2 anos de empréstimo com opção obrigatória se o jogador jogar metade dos jogos que está disponível.

Acho que o Xavi vai ser muito bem sucedido, pelo menos numa fase inicial. Vai exigir mais, vai treinar mais e melhor e os jogadores vão estar mais motivados. Isto vai resultar numa longa lua de mel entre jogadores, treinadores, imprensa, adeptos etc, a questão é saber se depois o Xavi tem capacidade para depois elevar ainda mais a fasquia.

Agora o Xavi é a única opção viável, os treinadores de quem o Laporta gosta(Luis Enrique, Tuchel, Naggelsmann, Flick, Ten Hag) estão todos com contrato e é impossível que saiam dos seus atuais projetos para se virem meter no Barcelona. 

Se ele de facto vê o Frenkie como 6, retiro o que disse. É o sucessor perfeito do Busquets. Discordo dessa necessidade urgente de extremos, mas ele lá saberá. Há Fati e Depay, que é mais desequilibrador do que finalizador (mesmo agora), e há a "incógnita" Dembélé. Não há é um verdadeiro 9 para aquela forma de jogar.

Citação de Mica, há 5 horas:

Eu sou dos que acha que é inevitável que o Barça um dia siga em frente e tenha sucesso com outro estilo, em vez de continuar agarrado a uma filosofia cuja génese remonta aos anos 80, ainda que tenha levado algumas melhorias e vá funcionando...para já.

O que seria do futebol inglês se ainda estivesse agarrado ao Kick & Rush. Acho tudo menos importante que se procure manter a identidade de um clube na maneira de jogar.

Funciona como qualquer outra. Todas as formas possíveis e imaginárias de jogar no futebol podem ganhar muito e perder muito. Dependerá sempre de como são aplicadas e executadas, e do contexto em que isso acontece. Nenhuma ideia, por si só, ganha mais ou menos. Se nos últimos anos há outras formas de jogar que têm ganho mais, é simplesmente porque essas têm tido melhores aplicações práticas do que outras em contextos onde fazem sentido. Nada mais.

A identidade de alguns clubes dita a forma como jogam e como olham para o jogo, e isso tem um peso enorme no sucesso de uma equipa. Não é à toa que o próprio Guardiola começou a moldar as suas ideias quando aterrou em Munique, por exemplo. Eu olho para o Bayern e não consigo imaginá-los a jogarem um futebol que não seja de velocidade total, de ataques rápidos e de alto volume de oportunidades de golo. Olho para o Ajax e não vejo o sentido de jogarem outro futebol que não o habitual futebol holandês de posse e de um jogo solto e livre de posicionamentos fixos. Olho até para o Porto, e "não bate certo" ver uma equipa de azul e branco que não seja aguerrida e intensa na recuperação de bola. São traços identitários que fazem parte do próprio clube, mais até que das suas equipas.

E claro, no caso do Barça há ainda uma ideia errada do que é a identidade do clube. O "tiki-taka", como o @bug disse, é o expoente máximo da filosofia e não "A" filosofia em si. A identidade do Barça não é ser a equipa mais dominadora da história do jogo (era bom que assim fosse), é jogar de uma forma que procura vencer com base no controlo e domínio do jogo através da posse de bola.

Ninguém acredita que vai ser possível igualar o nível de 2008-2011, por inúmeros motivos, ou que daqui por um ano teremos uma nova "Dream Team". Mas é possível caminhar nesse sentido e vencer dessa forma.

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Citação de Poeira, há 38 minutos:

Se ele de facto vê o Frenkie como 6, retiro o que disse. É o sucessor perfeito do Busquets. Discordo dessa necessidade urgente de extremos, mas ele lá saberá. Há Fati e Depay, que é mais desequilibrador do que finalizador (mesmo agora), e há a "incógnita" Dembélé. Não há é um verdadeiro 9 para aquela forma de jogar.

 

Ya mas repara que o Fati é uma incógnita, esteve 10 meses lesionado e voltou, fez uns minutos e já vai falhar o segundo jogo consecutivo amanhã por problemas físicos no outros joelho, o Dembele também todos os anos passa 4 ou 5 meses lesionado e ainda não se sabe se renova ou não. Acho que a ideia pode passar por usar ou o Fati ou o Depay a falso 9 e depois extremos.

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Citação de ascom, há 45 minutos:

Ya mas repara que o Fati é uma incógnita, esteve 10 meses lesionado e voltou, fez uns minutos e já vai falhar o segundo jogo consecutivo amanhã por problemas físicos no outros joelho, o Dembele também todos os anos passa 4 ou 5 meses lesionado e ainda não se sabe se renova ou não. Acho que a ideia pode passar por usar ou o Fati ou o Depay a falso 9 e depois extremos.

Até ver os primeiros jogos é difícil decidir, mas não rejeito de todo essa abordagem, também poderá funcionar. Preferia alguém talhado para a posição de "falso 9", mas não é a única possibilidade.

De qualquer forma, concordo que a "lua de mel" deverá ser algo longa, e até ao final da época só corria com o Luuk de Jong e inscrevia o Collado em Janeiro.

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Citação de Mica, há 7 horas:

Eu sou dos que acha que é inevitável que o Barça um dia siga em frente e tenha sucesso com outro estilo, em vez de continuar agarrado a uma filosofia cuja génese remonta aos anos 80, ainda que tenha levado algumas melhorias e vá funcionando...para já.

O que seria do futebol inglês se ainda estivesse agarrado ao Kick & Rush. Acho tudo menos importante que se procure manter a identidade de um clube na maneira de jogar.

Mas o Barcelona já teve sucesso com outro estilo! Rijkaard foi campeão europeu com o Barcelona e não jogavam "tiki taka" nenhum. E até quando ganhou com o Cruyff a treinador, não foi pelos frutos da La Masía.

Editado por DS7
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Citação de DS7, há 39 minutos:

Mas o Barcelona já teve sucesso com outro estilo! Rijkaard foi campeão europeu com o Barcelona e não jogavam "tiki taka" nenhum. E até quando ganhou com o Cruyff a treinador, não foi pelos frutos da La Masía.

Mas o "tiki-taka" não é o estilo. O "tiki-taka" foi um fenómeno isolado que durou 3/4 anos e que provavelmente não mais se voltará a repetir. A própria aposta na formação não é o estilo.

O estilo é o futebol de posse, é o gosto pela posse, é a intenção de vencer tendo mais bola e ditando dessa forma como se jogam os 90 minutos. É a fluidez de posicionamentos e a liberdade ofensiva, que potencia o espectáculo dos inúmeros criativos que passaram por Camp Nou. É a preferência por jogadores de um determinado perfil, com determinadas características ou que, no mínimo, já tenham experienciado contextos parecidos. É a intenção de tentar vencer de uma forma mais definida e menos adaptativa.

Essa é a identidade. E nessa identidade, cabem praticamente todas as épocas minimamente bem sucedidas do Barça nos últimos 30 anos. Cruyff, Van Gaal, Rijkaard, Guardiola, Tito, Luis Enrique...

Aliás, é olhar aos nomes acima. Ou da escola holandesa ou catalães. Todos eles com fortes ligações ao Ajax ou ao Barça. Isto é um padrão claríssimo.

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Citação de Poeira, há 15 horas:

O Piqué e sobretudo o Alba, enquadrados num contexto completamente diferente, ainda são mais-valias para o presente. A imagem destes e do Busquets está altamente desgastada por causa dos últimos anos, mas eles não desaprenderam de todo nem foram directamente do 80 ao 8. Não quer dizer que façam parte do futuro, mas vão ajudar a que se faça essa transição no par de anos que aí vem. O Eric García foi contratado tendo em vista a sucessão do Piqué, e para a esquerda acontece o mesmo com o Baldé, que é da formação e é largamente considerado como mais uma grande promessa do clube.

O Roberto nem desta época passa e o titular é o Dest, que obviamente é apenas e só lateral-direito. Vê-lo jogar a extremo foi apenas mais uma das surrealidades com que o Koeman nos decidiu brindar nestes últimos meses. Haverá aqui uma necessidade de uma alternativa, sim, mas nunca tão prioritária como outras e nem sequer para o 11. Pode até ser o espaço de alguém já mais velho e identificado com o clube, se surgir uma oportunidade de negócio dessas (*não, Dani Alves, não és tu, escusas de passar a vida em Camp Nou*).

O meio-campo só precisa de um sucessor para o Busquets por uma questão de perfil de todas as outras opções, dado que talento há de sobra. E o ataque precisa de uma figura no corredor central, com margem de progressão para anos futuros mas também na perspectiva de um bom rendimento imediato. Para as alas, há Fati, Depay e... os jovens, pois claro.

De resto, entendendo o teu ponto, acho que estás a desvalorizar um pouco o contexto em que estes miúdos surgem. O Pedri e o Fati já são talentos de classe mundial no presente (talvez as duas maiores estrelas da selecção espanhola ao dia de hoje), o Frenkie idem aspas (até com mais provas dadas, já), o Gavi caminha para lá e há mais um par deles que, integrados no tal contexto oposto ao dos últimos anos, rapidamente podem crescer para assumirem essas responsabilidades no "microclima" que se pretende criar em Barcelona e que existiu durante vários períodos nos últimos largos anos.

A estabilidade para isso é que só virá da mudança de "chip" ideológico que se pede desde sei lá quando. Não há outro caminho. E para essa mudança, alguns dos veteranos que lá estavam na "última cruzada" serão sempre importantes. Claro que outro tipo de plantel, mais experiente e preparado, poderia facilitar as coisas. Mas é o que há, e não só não existe capacidade financeira para mudar tudo de uma vez, como na minha óptica isso nem sequer faz muito sentido, porque este tem de ser um projecto que coloque os Pedris e os Fatis em plano principal, sempre que possível.

Conhecerás a miudagem do Barcelona melhor do que eu, pelo que não vou tentar debater isso contigo - e provavelmente terás razão no que dizes quanto ao talento da garotada.

A única coisa que discordo contigo é em acreditares que esse talento é suficiente para reerguer o Barcelona para outros patamares, nisso não acredito. O talento, por si só, não resolve o problema em que estão metidos.

É minha percepção que o lançamento de jovens talentos numa equipa funciona bem quando há um contexto que o favoreça (eh! La Palisse!). Esses contextos normalmente envolvem ou uma equipa bem estabelecida, no qual os miúdos se vão integrando progressivamente e conquistando a sua posição podendo aqui e além falhar (as dores de crescimento) sem que isso implique um desastre desportivo (a importância de haver jogadores de qualidade já com experiência para o patamar do Barcelona); ou, pelo menos, um projecto de aposta sistemática em jovens de tal forma que os mais experientes são ainda eles jovens, mas já com alguma rodagem a esse nível que os faz parecer quase veteranos (Ajax?).

Este Barcelona não está em nenhum desses contextos. Os jogadores mais experientes são medíocres ou demasiado entradotes para assegurar essa função enquanto mantêm também qualidade exibicional - elogiaste Pique, Alba e Busquets, mas não considero que já estejam ao nível necessário para assegurar a titularidade uma época inteira mantendo padrões elevados de excelência.

Do plantel do Barcelona atual, diria que nesse contexto, muito honestamente, apenas apanho o Depay, o De Jong (que, reforço, está a demorar a pegar) e o Aguero (que já tem quê, 33 ou 34 anos?). Dou o benefício da dúvida ao Dest porque não o conheço o suficiente. Os restantes ou são miúdos, ou são feitos de cristal.

Daí dizer que o Barcelona precisa de titulares. Gente de qualidade para ser titular que sirvam de espinha-dorsal a uma equipa à qual será adicionada a malta jovem de qualidade que têm, e que mais importante, sejam reliable, que se possa contar com eles e não que se esteja sempre com medo que a qualquer momento parem mais dois ou três meses.

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Citação de Black Hawk, há 49 minutos:

Daí dizer que o Barcelona precisa de titulares. Gente de qualidade para ser titular que sirvam de espinha-dorsal a uma equipa à qual será adicionada a malta jovem de qualidade que têm, e que mais importante, sejam reliable, que se possa contar com eles e não que se esteja sempre com medo que a qualquer momento parem mais dois ou três meses.

Precisa do que foi o Barça do Rijkaard antes de chegar o Guardiola.

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Minha opinião, vale o que vale, mas com um bom treinador, com ideia de jogo, imaginando 433 isto:

Ter Stegen; Jordi Alba, Lenglet, Araujo, Dest, Busquets, Pedri, Coutinho, Fati, Depay, Aguero

É mais que suficiente para top-3 no espaço de 1 ano, assumindo que alguns jogadores vão evoluir de acordo com o esperado (Araújo, Dest, Pedri) e que o plantel vá prevendo o facto de ter muitos jogadores em final de carreira e já na curva descendente (Pique, Jordi, Busquets, Aguero) ... para nenhum destes tens substitutos aceitáveis.

Falta ao Barcelona, a meu ver, um avançado que garanta 20/25 golos por época (não sei se o Aguero é para isso), ter jogadores mais consistentes e sem caruncho (Dembeles ...).

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Citação de Poeira, há 1 hora:

Mas o "tiki-taka" não é o estilo. O "tiki-taka" foi um fenómeno isolado que durou 3/4 anos e que provavelmente não mais se voltará a repetir. A própria aposta na formação não é o estilo.

 

É precisamente isto que estou a argumentar. É que eu vejo muita gente falar como se o Barcelona no sucesso todo que teve dos anos 90 para cá tivesse sido todo com base na La Masía quando criticam as idas do Barcelona ao mercado e isso não é verdade.

A equipa do Rijkaard nem era uma equipa baseada numa postura de foco total da posse de bola e antes do Guardiola e do tiki taka-que nem era a primeira opção do Laporta- jogadores como o Xavi e o Iniesta pouco tinham para mostrar nas suas carreiras no Barcelona. 

Editado por DS7

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