Puto Perdiz Publicado 28 Agosto 2020 Citação de Mayday, há 1 hora: Têm sempre um MAS. não gosto do Gil Garcia nem do Vasco Santos. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 28 Agosto 2020 Citação de Puto Perdiz, há 8 minutos: não gosto do Gil Garcia nem do Vasco Santos. Se ele é Gil ou Vasco, não sei, sei que compreende e até apoia, mas sempre com um mas. Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 28 Agosto 2020 Citação de Mayday, há 8 minutos: Se ele é Gil ou Vasco, não sei, sei que compreende e até apoia, mas sempre com um mas. Compartilhar este post Link para o post
lastdance Publicado 28 Agosto 2020 Citação de Black Hawk, há 21 horas: A malta que recorre a argumentos como "mas ele já tinha sido condenado por X" ou "era suspeito de ter feito Y" têm de entender que num Estado de Direito não cabe às forças de autoridade fazer julgamentos sumários. Se a pessoa é um bandido da pior espécie, cabe aos tribunais julgá-lo, de forma isenta e imparcial, e atribuir-lhe a pena respetiva por eventuais crimes que tenha cometido. Não está nas competências da polícia fazê-lo, caso contrário já se enveredou por um estado policial - com tudo o que isso implica. Pensem bem nas consequências disso. Querem mesmo viver - ou apoiar - um Estado em que é um sujeito armado a decidir sumariamente se merecem ser castigados, com base numa avaliação enviesada e a quente sem se apuraram todos os factos, potencialmente parcial por partir do critério, ou falta dele, do agente de autoridade, sem terem qualquer chance de apresentar a vossa defesa? É que quem pensa assim normalmente também é muito rápido nos julgamentos: o outro era um assassino, este era um violador, aquele batia na mulher. Não lhes passa pela cabeça que um dia podem ser eles a estar do outro lado, de arma apontada à cabeça (ou às costas, aparentemente) por um mal entendido qualquer, e terão as suas vidas na mão de um qualquer agente que pode interpretar incorretamente a situação e premir o gatilho. Ninguém deveria ter este tipo de poder e eu detestaria viver num mundo assim, mas há por aí gente que tem sonhos molhados com algo do género. Pode ser que um dia se phodam. Tudo certo, ninguém discorda disso aqui. Só que é nos usa, que em certos sítios se te entrarem em casa podes mandar bala neles, tu, cidadão normal. Mas também há situações f*didas, tipo o outro que entrou a policia em casa dele e ele começou aos tiros, epa era suposto a policia fazer o que? Levar bala e com sorriso na cara? Agora pergunta à população o que os preocupa mais, a policia mandar bala em criminosos ou terem looters à porta de casa a queimar tudo. E aí tens a reeleição do trump. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 28 Agosto 2020 Citação de lastdance, há 10 minutos: Tudo certo, ninguém discorda disso aqui. Só que é nos usa, que em certos sítios se te entrarem em casa podes mandar bala neles, tu, cidadão normal. Mas também há situações f*didas, tipo o outro que entrou a policia em casa dele e ele começou aos tiros, epa era suposto a policia fazer o que? Levar bala e com sorriso na cara? Agora pergunta à população o que os preocupa mais, a policia mandar bala em criminosos ou terem looters à porta de casa a queimar tudo. E aí tens a reeleição do trump. Wtf que raio de argumentação estás tu a apresentar? Se te entrarem em casa ilegalmente... estão a entrar-te em casa ilegalmente. Isso não acontece se entrarem com um mandato. Digo eu... E a polícia nos States, como em qualquer lugar do mundo, pode usar força letal em situações onde tal se justifique. Mas ninguém coloca isso em causa. O problema é usarem força letal indiscriminadamente. E tu teimas em partir direto para as consequências e a passar de largo pelas suas causas. Certo, ok, vês um problema maior nos looters do que na atuação da polícia. Só que esses são consequência desta. E não resolves um sem resolver o outro... porque um é causado pelo outro. E queres saber o que é mais engraçado? A reeleição do Trump poder ser a consequência disto, quando a mesma é em certa medida uma das causas e apenas oferece como resposta o extremar de toda a situação. Olhar para o Trump como solução é como tentar curar uma cefaleia dando cabeçadas numa parede para matar a dor. Vai dar um belíssimo resultado. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 28 Agosto 2020 O velho devia ter o direito de mandar uns balázios nos jeninhos. Compartilhar este post Link para o post
lastdance Publicado 28 Agosto 2020 Citação de Black Hawk, há 13 minutos: Wtf que raio de argumentação estás tu a apresentar? Se te entrarem em casa ilegalmente... estão a entrar-te em casa ilegalmente. Isso não acontece se entrarem com um mandato. Digo eu... E a polícia nos States, como em qualquer lugar do mundo, pode usar força letal em situações onde tal se justifique. Mas ninguém coloca isso em causa. O problema é usarem força letal indiscriminadamente. E tu teimas em partir direto para as consequências e a passar de largo pelas suas causas. Certo, ok, vês um problema maior nos looters do que na atuação da polícia. Só que esses são consequência desta. E não resolves um sem resolver o outro... porque um é causado pelo outro. E queres saber o que é mais engraçado? A reeleição do Trump poder ser a consequência disto, quando a mesma é em certa medida uma das causas e apenas oferece como resposta o extremar de toda a situação. Olhar para o Trump como solução é como tentar curar uma cefaleia dando cabeçadas numa parede para matar a dor. Vai dar um belíssimo resultado. O meu ponto de vista é que o looting só vai escalar e perpetuar mais a situação. Se há abuso policial, que sejam julgados, os gajos das lojas não têm culpa nenhuma disso. Epa o trump só vai causar mais m*rda, isso é obvio, é o trump, já vimos que acontece isso em praticamente todos os temas, mas quando a população não se sente segura por causa dos riots, mais provavel estará de votar no gajo do aumento do poder policial, parece-me óbvio. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 28 Agosto 2020 O abuso policial está institucionalizado, poucos são identificados, desses há uma parte que fica em licenças com vencimento ou é transferido, quase nenhum é despedido e quando chegamos a hipotéticos julgamentos eles são defendidos com dinheiro estatal. Faz as contas e percebe que as pessoas não conseguem acreditar na justiça, estão sempre a ser f*didas pelo sistema. O looting é uma ínfima parte do que se passa lá. Aconteceu aqui e ali. Não me parece que isso esteja a deixar a população mais insegura do que os quase 900 casos de violência policial que aconteceram desde o início dos protestos (dos registados em vídeo, nem imagino os que não foram apanhados). Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 28 Agosto 2020 https://mappingpoliceviolence.org/ Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 28 Agosto 2020 E já agora: https://www.huffpost.com/entry/white-vigilantes-kenosha_n_5f4822bcc5b6cf66b2b5103e?guccounter=1 Compartilhar este post Link para o post
doom_master Publicado 28 Agosto 2020 Citação de lastdance, há 1 hora: O meu ponto de vista é que o looting só vai escalar e perpetuar mais a situação. Se há abuso policial, que sejam julgados, os gajos das lojas não têm culpa nenhuma disso. Epa o trump só vai causar mais m*rda, isso é obvio, é o trump, já vimos que acontece isso em praticamente todos os temas, mas quando a população não se sente segura por causa dos riots, mais provavel estará de votar no gajo do aumento do poder policial, parece-me óbvio. Estás a ver as coisas pelo prisma errado, last. As manifestações, o looting, tudo aquilo acontece precisamente porque o abuso policial não é julgado condignamente. Se fosse, não seria praticamente a norma, como se tem vindo a provar. Isso é que perpetua a situação, e é aí que tem de haver a principal mudança para o paradigma mudar. As outras são consequências. Citação de bmfpcdm, há 19 minutos: https://mappingpoliceviolence.org/ O calendário com os dias em que não houve mortes causadas por polícias e o último grafismo com o rácio de condenações a esses mesmos polícias são assustadores. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 29 Agosto 2020 Citação de lastdance, há 12 horas: O meu ponto de vista é que o looting só vai escalar e perpetuar mais a situação. Se há abuso policial, que sejam julgados, os gajos das lojas não têm culpa nenhuma disso. Epa o trump só vai causar mais m*rda, isso é obvio, é o trump, já vimos que acontece isso em praticamente todos os temas, mas quando a população não se sente segura por causa dos riots, mais provavel estará de votar no gajo do aumento do poder policial, parece-me óbvio. O primeiro parágrafo é a raíz do problema. Eles não são julgados, ou se forem é a custo - o outro polícia foi filmado a matar um sujeito sufocando-o até à morte e foi *suspenso*, não detido, suspenso (!!!), acabando por ser detido apenas quando a pressão social se tornou insustentável -, mas o problema maior nem é os agentes individualmente não serem julgados, é que isto está generalizado entre as forças de segurança norte-americanas. Já não sei quem abordou o tema há uns tempos no tópico da política, mas julgo que não é referido o suficiente porque explica perfeitamente o que está a acontecer: a quebra do contrato social. Pah, a sociedade funciona porque há uma aceitação tácita desse contrato. Nós aceitamos a soberania do Estado e comprometemo-nos a cumprir as leis, a constituição e um conjunto de práticas que garantem a sã convivência de todos em sociedade, mas em contrapartida o Estado assegura que usufruímos de uma série de direitos e garantias, incluindo, entre outras, as nossas liberdades, o direito ao bom nome e a um julgamento justo em caso de sermos acusados de alguma coisa. Nos EUA, a população negra sente claramente que o Estado quebrou severa e unilateralmente este contrato. Os exemplos estão por todo o lado e surgem cada vez mais porque estão a ser filmados - e um gajo só pode perguntar-se qual a dimensão real dessa quebra *antes* de haver a generalização de smartphones com câmara de filmar. E aqui surge a questão: se o Estado não cumpre a sua parte do contrato social porque raio há de a população de fazer o mesmo? Desculpa que te diga isto (mas diria o mesmo se estivesse a falar para uma outra versão de mim próprio), mas aquilo que estás a dizer só se entende de alguém que está de fora e que nunca terá sentido na pele essa quebra. É que o problema está precisamente aí. E é por haver tanta gente que não o sente na pele, nos EUA, que ponderam votar no Trump. Porque não entendem que esse contrato social foi quebrado, pois do ponto de vista delas está tudo bem. Mas não está. E ficará sempre pior até haver um momento de ruptura que, por esta altura, me parece inevitável caso o Trump seja reeleito. E não será nada bonito de se ver. 3 1 Compartilhar este post Link para o post
Activate Publicado 29 Agosto 2020 Citação de Mayday, há 13 horas: O velho devia ter o direito de mandar uns balázios nos jeninhos. O relógio não está muito apertado? Compartilhar este post Link para o post
Lestonks Publicado 29 Agosto 2020 Para quando uma invasão neste país de terceiro mundo? 1 Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 29 Agosto 2020 Citação de Black Hawk, há 7 horas: E ficará sempre pior até haver um momento de ruptura que, por esta altura, me parece inevitável caso o Trump seja reeleito. E não será nada bonito de se ver. Que tipo de ruptura? Uma guerra civil? Não acho impossível no médio/longo prazo Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 29 Agosto 2020 Pá, o looting é terrível. Alguém que pense nas seguradoras 😱 Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 29 Agosto 2020 Citação de ascom, há 2 horas: Que tipo de ruptura? Uma guerra civil? Não acho impossível no médio/longo prazo Guerra civil não, porque isso implica pelo menos duas facções armadas a reivindicar a legitimidade de deter a autoridade governativa. Isso não imagino que aconteça. Já um recrudescimento de focos de desobediência civil que germinem em confrontos, perturbação da ordem social, violência e destruição de propriedade privada e, talvez, até de infraestruturas, isso parece-me uma inevitabilidade. Se chegar a esse ponto, há dois desenlaces possíveis: alterações sociais através de reformas que ataquem os problemas que deram origem às convulsões e faça a população revoltada acreditar que há um esforço do Estado em resolver esses problemas; ou uma resposta musculada do Estado sobre os seus próprios cidadãos com violência suficiente para instilar medo. Não é difícil imaginar qual será a proposta do Trump se confrontado com uma situação destas. Mas também aproveito para comentar, com o apoio da retrospetiva que a História nos dá, que respostas deste género são sempre tardias (se são necessárias significa que os cidadãos já chegaram a um ponto de não retorno) e nunca resolverão os problemas; quanto muito permitem ocultá-lo, tal como ao lixo que se varre para debaixo do tapete que deixa de ser visto mas continua lá, e voltará a causar novos distúrbios ao mínimo catalizador. Ah, e claro, este modo de atuação também só funcionará (mesmo que temporariamente) se for acompanhado de medidas de carácter autoritário: limitação de liberdades individuais, aumento dos poderes policiais, por aí. Os EUA têm uma boa oportunidade de virar a página de um dos momentos mais críticos da sua História. Podem atacar os problemas e resolvê-los ou, em alternativa, fingir que isto não passa de um bando de arruaceiros, ignorando que a raiz do problema é profundo e deriva do próprio tecido histórico-social norte-americano. Infelizmente, quem os vai guiar nesse processo é ou um lunático, ou um tipo que se não está senil, para lá caminha. Tenho medo genuíno do que vai acontecer naquele país nos próximos meses. PS: de notar que isto é a minha percepção, não pretendo de todo dar a entender que estou correto ou que sou dono da verdade. Posso estar enganado, obviamente. Só para deixar isso claro. Compartilhar este post Link para o post
Resende93 Publicado 29 Agosto 2020 (editado) Citação de Black Hawk, há 2 horas: Guerra civil não, porque isso implica pelo menos duas facções armadas a reivindicar a legitimidade de deter a autoridade governativa. Isso não imagino que aconteça. Neste momento sim, mas é assim tão impossível que venha a acontecer? A confiança nas instituições públicas e privadas(Polícia, governo federal, sistema educativo, Media) é baixíssima tanto do lado da esquerda como do lado da direita* por motivos diferentes. Aliás, não existe só desconfiança como ambos os lados acreditam que essas instituições actuam com o intuito, de os prejudicar. Se há um problema de legitimidade destas instituições, pode perfeitamente existir um problema de legitimidade para exercer a autoridade governativa e o sistema americano não é propriamente impermeável a isso, aliás, se nesta eleição ganha o Trump a questão dos votos por correio vai ser colocada e também do colégio eleitoral porque ele se ganhar não será com a maioria dos votos. Não quero dizer com isto que teremos uma guerra civil a seguir às eleições, mas pode ser mais um passo na degradação da confiança dos cidadãos nas instituições. Não acredito que existe uma guerra civil no curto prazo porque 1) os Estados Unidos ainda têm uma força policial e militar bem organizada, e pelo menos a militar mantém uma distância do poder político e também porque 2) não existe ainda um número suficiente de pessoas a justificar a violência em nenhum dos lados. Mas estes pontos como o que tu referiste, estão, na minha opinião, a sofrer uma evolução negativa. Existe cada vez mais gente a justificar a violência como fim político e a polícia e forças militares podem, por vários motivos, deixar de ser independentes ou podem começar a intervir de alguma forma(ou ser forçados a intervir) em algum conflito. Eu acho que o sectarismo, a polarização crescente(ajudado pelas redes sociais), a generalização da auto censura, a desigualdade que é cada vez maior, o conflito entre elites ao qual juntamos o maior número de armas per capita e aos milhões de veteranos de guerra podem fazer imaginar uma guerra civil no médio prazo. Lá está no curto prazo não vejo possível mas não acho que seja possível descartar esse cenário tendo em conta a evolução da situação política nos Estados Unidos nos últimos 15 anos. * chamemos assim para simplificar. Editado 29 Agosto 2020 por ascom Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 29 Agosto 2020 Se implementarem um ubi de 3000 dólares mensais e duas dezenas de reformas que reforcem o estado social yankee talvez a coisa ainda se salve Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 31 Agosto 2020 Citação “(...) Stigmata uses nonrealist conventions of speculative fiction, such as time travel, and theories and concepts from a genealogy of black women’s writing, such as rememory, to critique the social construction of able-mindedness and the psychiatric medical-industrial complex in direct connection to the legacies of slavery. Stigmata demonstrates how able-mindedness is constructed through racial and gendered norms and the resulting effect of this construction on black people, especially black women. Additionally, by insisting that experiences of reality are impacted by (dis)ability, race, and gender and also revealing how discourses of able-mindedness are used to discount disabled, racialized, gendered experiences of the world with often damaging material results, Stigmata engages with issues deeply important to our time. In 2012, after the murder of Trayvon Martin, a black teenage boy in Florida, the Black Lives Matter movement began, which was at first primarily represented by the hashtag #BlackLivesMatter on Twitter. The movement then became active in more-public demonstrations, including marches, protests, and die-ins, in 2014 after the highly public murders of Michael Brown in Missouri and Eric Garner in New York and the lack of indictments or guilty verdicts in their, and Martin’s, cases. Although the Black Lives Matter movement responds to the general lack of respect for and valuing of black lives in America, it has been particularly focused on police violence. While many mainstream and conservative media outlets wish to dismiss recent events as singular and unrelated, many people of color recognize that this violence is learned, systemic, and indicative of the racism still alive in this country. Black people, especially black men, are regularly represented and perceived as threats, as inherently existing outside or on the boundaries of able-mindedness because they are somehow dangerously lacking in self-control. In his 2015 grand jury testimony, police officer Darren Wilson, who shot and killed eighteen-year-old Michael Brown, stated that Brown “looked like a demon” before Wilson shot him (quoted in Cave). Also, in 2014, twelve-year-old Tamir Rice, who was shot and killed by Cleveland police within seconds of their arrival on the scene, was later described as “menacing” by Steve Loomis, president of Cleveland’s police union (quoted in Schultz). Black people’s positioning outside and on the borders of able-mindedness allows for violence justified through recourse to these often dehumanizing discourses of apparent danger and threat. Not unlike how discourses of disability were used to justify slavery and its related violence. Black people’s positioning outside of able-mindedness also allows for us to be disbelieved about our experiences of oppression, violence, and even of our own bodyminds. For example, in 2015, fifty-seven-year-old Barbara Dawson died outside of a hospital after medical professionals inside, unable to find the source of Dawson’s pain and breathing difficulties, called the police to have her forcibly removed from the hospital despite her continued insistence that she was sick and unable to breathe (Gast et al.). Dawson collapsed on the ground in police custody due to, it was later determined, a blood clot in her lung; yet for twenty minutes police assumed she was faking and being “non-compliant” so they continued to order her get up and threatened her with jail as she slowly died before them (Gast et al.). The bulk of the encounter, including Dawson’s heart-wrenching plea “Please don’t let me die,” was caught on the dashboard camera audio. Here, police and the medical-industrial complex come together in their biopolitical authority and in their interpretation of black people as being on the boundary of able-mindedness and thus not to be believed, again with deadly consequences. While not all black Americans are directly, physically, impacted by police and medical violence in such extreme and deadly ways — though far too many of us are — the impact of violence against black people and its justification through discourses of able-mindedness and mental disability impacts even those of us whose class, skin tone, education, and other privileges might otherwise provide some semblance of protection. That is, as social media and other internet sites allow for the intense documentation and sharing of violence against black people by police and others, the emotional and psychic toll these events have on black people across the country and the world is material and real. As Venetria K. Patton writes, “A distinguishing component of cultural trauma is that one need not directly experience an event that induces trauma” (116). We have all seen and heard too many images — from the widely shared and viewed videos of the choking death of Eric Garner to the body-slamming of a black female student by school security at Spring Valley High School in South Carolina; from the audio of Barbara Dawson’s death to the video of Philando Castile bleeding to death in his car after being shot by police in Minneapolis as his girlfriend and her four-year-old daughter watched. In our contemporary moment, smartphones, dashboard cameras, body cameras, and more allow for video and audio recording of violence against black people in exceptional, yet also quotidian ways. These video and audio recordings are then quickly shared and viewed widely via twenty-four-hour news stations and social media, making the concept of “direct” experience of cultural trauma more difficult to define when we can see and hear so clearly what has occurred (again and again). I remember clearly sitting in the Indianapolis airport on a four-hour weather delay a few days after the Castile murder. I sat charging my phone near an airport television on which cnn was playing. They played and replayed the video, showed and reshowed still images, again and again as a summer storm outside grounded all flights for hours. I had already seen the video. So each time, I turned my head and pumped up the music in my earbuds because I did not need to experience that trauma again. Not again. Yet even having to turn my head, having to look around to see so many people around me unmoved, either not even paying attention to the death on-screen or looking at it casually — even these things made me want to despair. There is the trauma of violence against black people — often justified through discourses of (dis)ability — the trauma of witnessing violence against black people, and the trauma of witnessing people not care about, be dismissive of, or shift the blame back onto us for violence against black people. Our contemporary age brings trauma in layers upon reverberating layers for black people. The traumatic rememories of the murders of Martin, Brown, Garner, Rice, Dawson, Castile, and others whose names pile up faster than I can revise this conclusion each impact how contemporary black Americans experience reality. We have now all lived it and relived it. We live in various levels of fear of it. These rememories catch me whenever I see a police car behind me on the road or another black person pulled over or stopped on the street by police. Each time I wonder if it is about to happen again. Unlike Lizzie’s reality, which was highly individual and difficult to show to or share with others, this reality of mine, of ours, is one that is readily evident in the news and on social media. Black fear of violence, especially police violence, is real, valid, and justified. Black anger about the implicitly sanctioned violence against black bodyminds in the United States is real, valid, and justified. As the Black Poets Speak Out members repeatedly insist in their videos and performances, we have a right to be angry. But our cultural position outside or on the border of able-mindedness allows our fear and anger to be discounted and ignored. You’re just being paranoid. You’re overreacting. Denials of systemic violence and dismissal of black fear and anger serve to deny the reality of black people and to continue to position us outside of able-mindedness through accusations of paranoia, overreaction, and unreasonableness. Ableism against those positioned outside of able-mindedness — people with mental disabilities — is therefore used to dismiss our reality as false and allow for the continuation of racist violence. In order to resist this racist dismissal of black realities, we must also challenge the ableism inherent in it. To be clear, I am not saying that black people’s realities are equivalent to the realities of people with mental disabilities, but rather that some of the discourses used to discount and disbelieve both black people and mentally disabled people are based in ableism. As Metzl writes, “In unintended and often invisible ways, psychiatric definitions of insanity continue to police racial hierarchies, tensions, and unspoken codes in addition to separating normal from abnormal behavior. Sometimes, the boundaries of sanity align closely with the perceived borders of the racial status quo” (ix). Ableism and the social construction of able-mindedness have been and continue to be used as weapons of racist violence. A similar argument could be made in regards to contemporary rape culture and the constant questioning of the mental stability of sexual assault survivors before, during, and after their experiences of sexual violence in order to discount or dismiss their realities. Ableism and the social construction of able-mindedness are used here in the continuation of patriarchal sexual violence. Like Stigmata, these real-life examples demonstrate how ableism, racism, and sexism not only can intersect, but also can be deployed in service of one another. To interpret and respond to these overlapping, intersecting, and mutually constitutive oppressions, we must change the rules of academic and activist approaches to better include anti-ableism in antiracist and antisexist movements. Perry’s speculative fictional neo – slave narrative, Stigmata, highlights the role of (dis)ability, race, and gender in experiences of reality and critiques the discursive and material consequences of the social construction of able-mindedness. The novel engages how able-mindedness is upheld through racial and gendered norms and how such norms impact practices within the psychiatric medical-industrial complex. By representing (dis)ability, race, and gender in realities distinctly different from general expectations of the rules of reality, black women’s speculative fiction demonstrates how ableism, racism, and sexism can not only interact in the lives of those multiply marginalized by these systems, but can also support, supplement, or act in place of one another in the lives of those typically oppressed by one system, but not another — as my discussion of contemporary violence against black people indicates. It is through reimagining the possibilities and meanings of bodyminds in nonrealist contexts that black women’s speculative fiction highlights the mutual constitution of (dis)ability, race, and gender and its impact on so many of us in often oppressive and violent ways. (...)” Conclusion to Chapter 2: Whose Reality Is It Anyway? Deconscrtucting Able-Mindedness; from “Bodyminds Reimagined: (Dis)ability, Race, and Gender in Black Women's Speculative Fiction”, by Sami Schalk. 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Mister Master Publicado 3 Setembro 2020 Algemaram e pressionaram a cara contra o chão. Divulgadas imagens de homem negro que morreu às mãos da polícia nos EUA Vídeo foi agora divulgado pela família da vítima. Correio da Manhã Um vídeo divulgado esta quarta-feira mostra um homem negro a ser asfixiado pela polícia a 23 de março em Rochester, Nova Iorque, Estados Unidos da América. As imagens foram divulgadas pela família. No vídeo, veem-se os agentes a colocar um capuz sobre a cabeça e a pressioná-la no chão durante dois minutos enquanto o detinham. De acordo com a família, Daniel Prude, de 41 anos, morreu uma semana depois de os médicos desligarem o ventilador. O médico legista que efetuou a autópsia ao corpo de Daniel Prude, referiu que a causa de morte teve que ver com "complicações de asfixia" e que "delírio" e intoxicação aguda por fenciclidina foram fatores que contribuíram para o desfecho. O irmão da vítima referiu que ligou para o 112 quando Prude saiu de sua casa com um comportamento esquisito, sendo que tinha estado no hospital no dia anterior com aparentes problemas mentais. Um condutor que passava na rua por onde Daniel corria nu também chamou o 112 antes de a polícia chegar, alegando que este estava a tentar assaltar um carro e que tinha coronavírus. A ambulância chegou cerca de cinco minutos depois para efetuar manobras de reanimação. A polícia de Rochester está a investigar o caso. Enquanto isso, os agentes envolvidos no acontecimento continuam em funções. Compartilhar este post Link para o post