a.lopes Publicado 6 Novembro 2024 Pelo menos vamos alegrar o topico, eu começo: https://x.com/intracampos/status/1854019259107885556 "Comentário ao cenário Americano da Intrapolls: Pelos resultados provisórios que mostram a vitória de Donald Trump não nos resta espaço para desculpas. Resta-nos ser humildes e admitir que falhámos em toda a linha pela primeira vez na história do projeto, de forma retumbante, e temos que reconhecer isso de forma categórica. Nunca tínhamos falhado o vencedor de um voto popular até hoje." @Mayday vais ter que apagar a conta, certo? 2 7 Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 6 Novembro 2024 Citação de SAS_Robben, há 1 hora: Pelos vistos 44% dos eleitores acham a Kamala demasiado liberal lol Que seja é a p*ta da lição para pararem com a moderação de discurso e a tentativa de agradar a todos. Sempre que se metem nessa m*rda conquistam uns 2 em 100 e deixam de mobilizar quem os carregava antes. 13 1 Compartilhar este post Link para o post
KAralinda Publicado 6 Novembro 2024 (editado) Outro números interessantes Votantes sub30 (idade) Kamala - 52% Trump - 46% Editado 6 Novembro 2024 por KAralinda Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 6 Novembro 2024 Citação de andriy pereplyotkin, há 1 minuto: Que seja é a p*ta da lição para pararem com a moderação de discurso e a tentativa de agradar a todos. Sempre que se metem nessa m*rda conquistam uns 2 em 100 e deixam de mobilizar quem os carregava antes. cada vez me convenço mais que um Sanders 100% soviético (que não é, mas estou a dizer que mesmo que fosse full on Camarada) teria feito melhor figura contra o Trump em 2016, quanto mais não seja pela novidade, por quebrar o mesmismo que o Partido Democrata vem apresentando. Ou seja, nesta altura em que o GOP traz, pela primeira vez, para a América, um saborzinho de good old fascismo, se calhar não era má ideia os Democratas trazerem um cheirinho de marxismo para o combate, numa de "ah querem experimentar algo de novo, fellow americans? Então tomem lá um bocado de Trotsky!" 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 6 Novembro 2024 Citação de whatever, há 12 minutos: Sinceramente o mais deprimente disto tudo é a conversa de que temos o apocalipse, mais uma vez, ao virar da esquina. Eu sei que a CS não ajuda, mas a ideia de que com um candidato o mundo estava salvo e com o outro irremediavelmente condenado é um bocado cansativa. Há um episódio do Perguntar Não Ofende, já não sei com quem, onde o Daniel Oliveira diz basicamente que se o André Ventura ou a Mariana Mortágua fossem eleitos Primeiro-ministro as coisas a nível económico muito provavelmente iriam continuar como estavam antes da eleição. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 6 Novembro 2024 Citação de IlidioMA, há 6 minutos: o "mundo" é, de facto, um bocado demais, mas para nós agora vai ser algo chato ter de conviver num continente com um ditator sanguinário que passámos 3 anos a hostilizar. A guerra na Ucrânia começou há quase 11 anos, já vamos na quarta presidência americana, a invasão do Donbass deu-se na presidência do Biden, e não sendo naturalmente indiferente quem é o presidente dos EUA, não me parece que os instintos ditatoriais e sanguinários do Putin seja muito influenciada pela política externa americana. Compartilhar este post Link para o post
NIkeL Publicado 6 Novembro 2024 (editado) Citação de IlidioMA, há 15 minutos: o "mundo" é, de facto, um bocado demais, mas para nós agora vai ser algo chato ter de conviver num continente com um ditator sanguinário que passámos 3 anos a hostilizar. Ditador sanguinário 😂 Nem um era a segunda vinda de jesus à terra nem o outro é o fim do mundo. Queixam-se de extremistas e depois temos discursos deste tipo... Edit Já percebi que interpretei mal o post do Ilídio. My bad Editado 6 Novembro 2024 por NIkeL Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 6 Novembro 2024 Citação de IlidioMA, há 1 minuto: cada vez me convenço mais que um Sanders 100% soviético (que não é, mas estou a dizer que mesmo que fosse full on Camarada) teria feito melhor figura contra o Trump em 2016, quanto mais não seja pela novidade, por quebrar o mesmismo que o Partido Democrata vem apresentando. Ou seja, nesta altura em que o GOP traz, pela primeira vez, para a América, um saborzinho de good old fascismo, se calhar não era má ideia os Democratas trazerem um cheirinho de marxismo para o combate, numa de "ah querem experimentar algo de novo, fellow americans? Então tomem lá um bocado de Trotsky!" Acredito que sim. Obviamente eles têm de ter uma mensagem clara para a malta blue collar, para segurar o voto sindical na Blue Wall, mas de resto têm que manter a abordagem inicial. Já sabem que vão perder os condados rurais e vão, então mobilizem a sério o voto nos grandes centros urbanos. Deixem de tentar falar para que não quer ouvir. A moderação faz-se DEPOIS da eleição, não é antes. Discursos moderados são uma seca. Perder votos negros e latinos depois do que aconteceu nos últimos oito anos é um atestado cabal de incompetência. 4 1 Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 6 Novembro 2024 Citação de whatever, há 8 minutos: Sinceramente o mais deprimente disto tudo é a conversa de que temos o apocalipse, mais uma vez, ao virar da esquina. Eu sei que a CS não ajuda, mas a ideia de que com um candidato o mundo estava salvo e com o outro irremediavelmente condenado é um bocado cansativa. É mais com um candidato, salvar o mundo do outro. Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado 6 Novembro 2024 Citação de NIkeL, há 1 minuto: Ditador sanguinário 😂 Nem um era a segunda vinda de jesus à terra nem o outro é o fim do mundo. Queixam-se de extremistas e depois temos discursos deste tipo... Sim, realmente o Putin não se enquadra nada nesse termo. Compartilhar este post Link para o post
NIkeL Publicado 6 Novembro 2024 Citação de Jamarcus, Agora: Sim, realmente o Putin não se enquadra nada nesse termo. My bad, interpretei que estava a falar do Trump. Compartilhar este post Link para o post
Hidden Publicado 6 Novembro 2024 Adoro o argumento da direita portuguesa a dizer que os americanos têm outras preocupações económicas mais importantes do que as identitárias. Falta de empatia. Que se lixe a saúde e segurança das minorias. Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 6 Novembro 2024 o facto desta vitória ser tão avassaladora traz outro problema: vai dar crédito à mentira de 2020. Ou seja, ele ganhando hoje por tanto (todos os estados swinggers, e o voto popular) quase que confirma que, de facto, ele havia mesmo vencido em 2020 e a eleição foi roubada. Vai ser muito dificil arrancar isso das mentes americanas e isso pode vir a ser incrivelmente prejudicial para os Democratas no futuro. Vai passar a ser parte do discurso oficial, ser atirado à cara em cada campanha "sim, mas vocês há 20 anos roubaram uma eleição, como toda a gente sabe!" como se de uma verdade evidente de si se tratasse. Terrível. 2 Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado 6 Novembro 2024 Citação de NIkeL, Agora: My bad, interpretei que estava a falar do Trump. Esse não se enquadra. Mas que tem um fraquinho por homens desse género, tem. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 6 Novembro 2024 Citação de Lebohang, há 3 minutos: Há um episódio do Perguntar Não Ofende, já não sei com quem, onde o Daniel Oliveira diz basicamente que se o André Ventura ou a Mariana Mortágua fossem eleitos Primeiro-ministro as coisas a nível económico muito provavelmente iriam continuar como estavam antes da eleição. Vivemos num regime capitalista global em que o objectivo é fazer dinheiro. Essa ideia quase de desenhos animados do bem contra o mal, dos fascistas contra os soviéticos que o Ilídio fala lá em cima, é uma narrativa como outra qualquer, mas não passa a ser verdade só por ser uma forma mais simples de ver o mundo. 1 Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 6 Novembro 2024 Citação de NIkeL, há 3 minutos: My bad, interpretei que estava a falar do Trump. esse ainda não é nenhuma das duas coisas, mas se pudesse adoraria ser ambas. Compartilhar este post Link para o post
Stromp Publicado 6 Novembro 2024 Os 2 tones da IL que falaram não estavam a conseguir conter a alegria Compartilhar este post Link para o post
HIM Publicado 6 Novembro 2024 Citação de IlidioMA, há 3 minutos: o facto desta vitória ser tão avassaladora traz outro problema: vai dar crédito à mentira de 2020. Ou seja, ele ganhando hoje por tanto (todos os estados swinggers, e o voto popular) quase que confirma que, de facto, ele havia mesmo vencido em 2020 e a eleição foi roubada. Vai ser muito dificil arrancar isso das mentes americanas e isso pode vir a ser incrivelmente prejudicial para os Democratas no futuro. Vai passar a ser parte do discurso oficial, ser atirado à cara em cada campanha "sim, mas vocês há 20 anos roubaram uma eleição, como toda a gente sabe!" como se de uma verdade evidente de si se tratasse. Terrível. Não acho que isso faça sentido nenhum…. 2020 foi uma realidade paralela à que viremos atualmente. Tava tudo on the edge devido ao COVID, e o Trump decidiu mandar mais gasolina para uma fogueira que já era enorme. Compartilhar este post Link para o post
El Colosso Publicado 6 Novembro 2024 Citação de IlidioMA, há 15 minutos: cada vez me convenço mais que um Sanders 100% soviético (que não é, mas estou a dizer que mesmo que fosse full on Camarada) teria feito melhor figura contra o Trump em 2016, quanto mais não seja pela novidade, por quebrar o mesmismo que o Partido Democrata vem apresentando. Ou seja, nesta altura em que o GOP traz, pela primeira vez, para a América, um saborzinho de good old fascismo, se calhar não era má ideia os Democratas trazerem um cheirinho de marxismo para o combate, numa de "ah querem experimentar algo de novo, fellow americans? Então tomem lá um bocado de Trotsky!" Literalmente todas as sondagens davam uma vantagem ainda maior ao Bernie do que davam à Hillary. Os republicanos já vão chamar de tudo o que seja democrata de comunista socialista que lhes quer roubar as armas e os meter em campos de concentração, f*da-se, que arrisquem uma vez na vida. E se não arriscarem a sério, ao menos que mintam. O Obama fartou-se de mentir crl! Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado 6 Novembro 2024 Citação de IlidioMA, há 1 hora: Vitória esmagadora (até Wisconsin e Michigan e em princípio, Nevada e Arizona), não há nada a dizer. A América tornou-se nisto. Temos de conviver com tal facto, já deviamos era, ao tempo, termos evoluido na Europa para uma Federação, uma coisa mais séria, para lidarmos com o mundo com uma voz própria e não estarmos dependentes da América para tudo, pois que esta América já não é feita à nossa imagem, evolui para algo que já não nos é, civilizacionalmente, familiar. ahahahahahahhahahah @antifa, houve meltdown do joné? Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 6 Novembro 2024 Citação de whatever, há 7 minutos: A guerra na Ucrânia começou há quase 11 anos, já vamos na quarta presidência americana, a invasão do Donbass deu-se na presidência do Biden, e não sendo naturalmente indiferente quem é o presidente dos EUA, não me parece que os instintos ditatoriais e sanguinários do Putin seja muito influenciada pela política externa americana. não comungo dessa visão que tens da guerra da Ucrânia. Separo, evidentemente, a Guerra no Donbass da Guerra da Ucrânia, vejo-as claramente como duas guerras distintas, com objectivos, meios e intensidade distintas. Aliás, nem vou ao ponto de dizer que uma é mãe da outra, quando mais uma continuação da outra, ou a mesma guerra. E essa guerra, a segunda, a actual, só existe (ia existir sempre, pq dependeu da vontade do Putin, mas só ainda existe) pq o Biden e a Europa deram força à Ucrânia e não apenas enviaram thoughts and prayers e dois sacos de arroz a cada 15 dias. Com a guerra do Donbass, que, oficalmente, a Russia nem sequer disputava directamente, e que rebentavam três engenhos explosivos a cada 2 dias, lamento dizer tão cinicamente, podiamos nós (a Europa, o mundo Ocidental, whatever it means depois do novo mandato de Trump) conviver a vida toda, sem tampouco nos preocuparmos meio segundo. Compartilhar este post Link para o post
KAralinda Publicado 6 Novembro 2024 Citação de Plagio o Original, há 1 minuto: ahahahahahahhahahah @antifa, houve meltdown do joné? durante a madrugada? Houve!!!... até foi um pouco trollado pela outra comentadora que agora não me lembro o nome... 1 Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado 6 Novembro 2024 Citação de Hidden, há 5 minutos: Adoro o argumento da direita portuguesa a dizer que os americanos têm outras preocupações económicas mais importantes do que as identitárias. Falta de empatia. Que se lixe a saúde e segurança das minorias. E como se fosse só isso em jogo, e não a democracia, a Ucrânia, etc... Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 6 Novembro 2024 A economia venceu a democracia De um lado, havia a democracia, do outro a economia. A inflação fez ao governo dos EUA o mesmo que a outros. E os mais pobres, mais castigados pela inflação, são negros e latinos. Parte fugiu para Trump. Desta vez, não há grande exercício a fazer para explicar a vitória de Trump. Foi a economia, estúpido! Se Trump vencer, os americanos voltaram a pôr um autoritário, hoje mais perigoso, no poder pela razão mais habitual que a política conhece: o seu bolso não gostou dos últimos quatro anos. Segundo a sondagem à boca da urna, da CNN, mais de metade dos eleitores de Donald Trump não confiava, ainda antes da votação, nos resultados eleitorais. Mais de 70% dos eleitores estavam preocupados com a violência depois das eleições. Ainda se votava e Trump já falava, preventivamente, de fraude em Filadélfia. Se perdesse iríamos ter molho. A questão democrática não é, por isso, um espantalho agitado pelo partido democrata. E o voto em Kamala era pouco mais do que um voto contra Trump. Foi quem saiu na rifa para concorrer contra ele. Não venceu primárias e, tirando poder ser a primeira mulher Presidente, não mobilizou por razões positivas. Se, de um lado, havia a democracia, do outro estava a economia. Segundo a mesma sondagem da CNN, 7% estão entusiasmados com o caminho que o país está a seguir, 19% satisfeitos, 43% insatisfeitos e 29% zangados. Ou seja, 72% não estão contentes. 58% desaprovam o mandato de Joe Biden. Só era possível vencer isto se a defesa da democracia superasse a vida quotidiana da maioria das pessoas, coisa que raramente acontece. Segundo as mesmas sondagens, 35% valorizava a democracia, 31% a economia, 14% o aborto, (apenas) 11% a imigração e 4% a política externa. Era aqui que estava a esperança. Os resultados económicos de Biden nem foram maus. Mas os mais castigados pela inflação foram os do costume. Aconteceu ao governo dos EUA o mesmo que aos governos de quase todas as democracias. A relação da inflação, que os salários não acompanharam, e do aumento do preço das casas com a votação salta à vista em qualquer análise do mapa eleitoral. E era previsível. Neste cenário, Trump não se ficou pela presidência, em que, roubando eleitores democratas e reforçando a base republicana, conseguiu uma pouco habitual vitória de direita no voto popular. Garantiu o domínio do Senado e, à hora que escrevo, os democratas recuam na câmara de representantes. Chegado o momento de contar os votos, os democratas descobriram o que acabaria sempre por acontecer. Ao transformarem o partido numa aliança de minorias e abandonarem a representação dos trabalhadores, prepararam o momento em que a identidade das minorias sucumbiria à pertença dessas minorias à maioria social dos trabalhadores. Na realidade, os mais pobres, mais castigados pela inflação, são negros e latinos. Parte deles fugiram para Trump. Quando os democratas desistiram dos “deploráveis”, como lhes chamou Hillary Clinton, abandonaram o eleitorado branco trabalhador. Quando a inflação castigou todos, hispânicos e negros não agradeceram uma representação identitária que ignora a questão económica e social. Isso terá sido, em parte, compensado pelo voto feminino, que, um pouco por todo o ocidente, tem resistido à agressividade misógina e tóxica do populismo de direita. E que, com uma candidata mulher e uma nova centralidade do aborto no debate político, fez diferença. Mas não chegou. Desta vez, não há grande exercício a fazer para explicar a vitória de Trump. Foi a “economia, estúpido!” Da mesma forma que Trump perdeu, em 2020, por causa da pandemia. Como aconteceu a tantos governos. Nada disto é surpreendente ou merece, ao contrário de outros resultados da extrema-direita noutras latitudes, grande ciência política. O problema é que a questão democrática é, nas consequências destas eleições, muitíssimo relevante. Como se explica no Podcast de Gideon Rachman, colunista de assuntos internacionais do Financial Times, numa conversa com Ivo Daalder, ex-embaixador na NATO, Trump tem um perfil fascizante. Este não é o Trump de 2016. Está lá o mesmo narcisismo doentio, exigindo a total lealdade à sua pessoa. Mas o partido republicano já não está lá. Quem venceu as eleições foi a MAGA (Make America Great Again). Na última convenção republicana, não havia um ex-presidente, um vice-presidente ou alguém que tenha concorrido a esses cargos. À volta de um Trump, que já não será apanhado impreparado pela vitória, está gente mais fanática do que ele. Donald Trump define-se pelos seus inimigos externos e internos. Os externos são os imigrantes que invadem o país e, expressão com sonoridade sinistra, “envenenam o sangue” dos EUA. Os internos são os opositores políticos. Não hesitará em usar o Estado para a sua agenda de vingança. O novo Presidente Trump terá o poder da inimputabilidade dado pelo Supremo, que mudou, com esta decisão, o regime democrático nos Estados Unidos. As implicações desta vitória para todo o mundo serão brutais e a elas dedicaremos análises dramáticas nas próximas semanas. Por agora, os americanos voltaram a pôr um autoritário, hoje mais perigoso do que em 2016, no poder. E fizeram-no pela razão mais habitual que a política conhece: o seu bolso não gostou dos últimos quatro anos. Ser contra Trump não chegou. 3 1 Compartilhar este post Link para o post