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Perguntei às duas. Por isso é que não sei quais são os bons e quais são os maus.

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No meio da loucura do Trump sobre o Irão consegue existir alguém mais delirante que é o pretenso herdeiro do trono persa Reza Pahlavi, que passa o seu exílio entre Washington e Paris, que nestes últimos dias já deu uma data de entrevistas onde basicamente se oferece para assumir o poder caso Israel e os EUA façam o trabalho sujo de invadir o país e mandar o regime iraniano abaixo. :8_laughing:

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Citação de Descartes, há 28 minutos:

Perguntei às duas. Por isso é que não sei quais são os bons e quais são os maus.

E perguntaste aos negros linchados durante a segunda guerra mundial nos EUA? Sabes dizer quem eram os bons ou os maus?
___________________________

Uh oh.... o professor que faz propaganda para o regime iraniano diz que é mentira... 

https://x.com/s_m_marandi/status/1937273861424189741

Editado por AntiZio

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Citação de AntiZio, há 37 minutos:

E perguntaste aos negros linchados durante a segunda guerra mundial nos EUA? Sabes dizer quem eram os bons ou os maus?

Eu pergunto a toda a gente. Tu é que és seletivo nas vítimas.

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O Trump diz que foi acordado um cessar fogo entre o Israel e o Irão dentro de 6 horas quando acabarem as missões atuais. 

Como isto é dito pelo Trump o mais provável é amanhã os bombardeamentos serem piores que hoje. 

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Citação de Descartes, há 1 minuto:

Eu pergunto a toda a gente. Tu é que és seletivo nas vítimas.

OK.

Sabes dizer quem eram os bons e os maus na 2ª guerra mundial ou tens dúvidas? 

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O mundo bélico é de uma hipocrisia desenvergonhada. Apenas nas últimas horas li que: a Rússia apela ao fim da escalada do conflito Irão-Israel; a China pede para não se deitarem achas para a fogueira; a França pede cabeça fria; o Catar reserva-se no direito de responder em cumprimento com o direito internacional; os EUA dizem-se interessados na paz.

f*da-se

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Citação de AntiZio, há 6 minutos:

https://www.reuters.com/world/middle-east/qatari-prime-minister-secured-irans-agreement-us-ceasefire-proposal-after-call-2025-06-23/

Reuteurs confirma. 

Como raio é que vai haver um cessar fogo em que uma das partes vai continuar a agressão durante 6 horas???? Wtf?

 

Não é só uma das partes, pelo que se anuncia. E um cessar-fogo não tem de ser imediato.

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Citação de Duda34, há 1 minuto:

Não é só uma das partes, pelo que se anuncia. E um cessar-fogo não tem de ser imediato.

O trump diz que o irão continua a defender-se durante 6 horas e israel a atacar durante 12. 

Que raio de cessar-fogo é este? 

Editado por AntiZio

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Citação de AntiZio, há 29 minutos:

OK.

Sabes dizer quem eram os bons e os maus na 2ª guerra mundial ou tens dúvidas? 

Sei.

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Citação de AntiZio, há 16 minutos:

O trump diz que o irão continua a defender-se durante 6 horas e israel a atacar durante 12. 

Que raio de cessar-fogo é este? 

Não só o Trump não diz isso, como um cessar fogo é acordado entre as partes, não é algo unilateral. Portanto, este “raio” de cessar fogo foi o acordado entre as duas partes 

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Citação de AntiZio, há 1 hora:

O trump diz que o irão continua a defender-se durante 6 horas e israel a atacar durante 12. 

Que raio de cessar-fogo é este? 

Turn base rpg

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Citação de Lifehouse, há 14 horas:

Ir ao Intermarché ou à Galp é igual em tudo menos no preço. Somente isso. O combustível vem todo do mesmo sítio e o camião que vai à bomba da Galp vai à bomba do Intermarche. Pensava que esse mito já tinha acabado. 

Por acaso não sabia, pensava que a do Intermarché era igual às outras de "marca branca" e que a teoria que tem mais impurezas ainda se mantinha.

Citação de Jamarcus, há 14 horas:

Estou aqui a gozar mas tenho uma escala no Catar dia 11, LOL

hmmmmmmmm

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Citação de AntiZio, há 9 horas:

O trump diz que o irão continua a defender-se durante 6 horas e israel a atacar durante 12. 

Que raio de cessar-fogo é este? 

a ceasefire the likes of which we have never seen before

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Citação de Plagio o Original, há 1 minuto:

Nesta madrugada um palestino marcou 3 golos ao futebol clube do porto, obrigado doutor andre villas boas

Raça palestiniana. ❤️🍉

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Citação

As coisas que não sabemos que não sabemos

As coisas que não sabemos que não sabemos

Nada no Médio Oriente é simples e tudo é cruelmente bíblico. As consequências são sempre devastadoras

Citemos Donald Rumsfeld, um veterano das guerras do Golfo. Há uma data de coisas que não sabemos que não sabemos.

Antes de 1991, Rumsfeld foi apertar a mão do aliado Saddam Hussein contra os ayatollahs, por ocasião da guerra Irão-Iraque que acabou com Khomeini a engolir um “cálice de veneno”, a paz em 1988, pondo termo ao sacrifício de milhões de soldados iranianos. Uma juventude dizimada durante oito longos anos. Em 1991, Rumsfeld assistiu à primeira guerra do Golfo e à entrada dos americanos na guerra para defender o Kuwait da invasão de um Saddam enlouquecido com o poder absoluto. A América desembarcou as tropas na Arábia Saudita. A consequência das tropas na Arábia Saudita solidificou no 11 de Setembro, e na emergência de Osama Bin Laden, que se juntara aos talibãs no Afeganistão, mujahidin que a América armara e financiara contra a invasão soviética em 1979.

A guerra de 1991 parou às portas de Bagdade, por desejo do primeiro Presidente Bush e para impedir a deposição do regime. O regime oprimiu, torturou e matou os xiitas do Iraque, em minoria. Em 2003, o segundo Presidente Bush qualificou o 11 de Setembro como uma consequência indireta do primado de Saddam, acusado de ter armas de destruição maciça. E decidiu finalizar o trabalho do pai e “libertar” o Iraque. Ao cabo de anos de guerra que fizeram do país terra queimada, o xiismo iraquiano ficou no poder sob influência do Irão. As bases americanas ficaram. Lentamente, o país estava a sair de décadas de crises e atentados, uma instabilidade sangrenta que por sua vez gerara o Estado Islâmico ou ISIS e a maior vaga de terrorismo que a Europa conheceu. E a revolta síria. Entretanto, a América retirou do Afeganistão de um dia para o outro, e Biden tentou apagar a humilhação com o belicismo da guerra da Rússia com a Ucrânia, sucumbindo à velha tentação americana, a mudança de regime. Plus ça change...

Esta guerra tem particularidades. Tanto Benjamin Netanyahu como Donald Trump arriscam tudo e arriscam o legado, o retrato na História. Bibi não pode perder porque esta guerra e a derrota do Irão serão a sua marca. O desenho do Médio Oriente pertence-lhe e às forças de Israel. O negro dia 7 de Outubro desvanece-se. Trump desistiu de ganhar o Prémio Nobel da Paz, e não resistiu a cavalgar as primeiras vitórias militares de Israel, um país que nunca foi atacado como está a ser. A guerra seria a entrada de Trump no Monte Rushmore, o homem que decide que no Médio Oriente quem manda é ele e a América dele, First. A relação com Bibi é íntima e complexa. Quem ajuda quem não se sabe. Note-se que esta ação militar vai ao encontro dos instintos mais fundos de Trump, o instinto de avançar contra tudo e contra todos. Tem estado certo, pode começar a perder hoje.

Não faço apostas no cavalo iraniano. Está manco e será abatido. Estes dois, Bibi e Donald, não tolerarão a sobrevivência de um Irão apostado na vingança e mais determinado do que nunca em ter a bomba atómica. O Irão sofrerá, o regime sofrerá mais. Se cair, será o caos. Se não cair, o caos será. Se retaliar será, nas imortais palavras de um general americano aos generais paquistaneses após o11 de Setembro, bombardeado até à Idade da Pedra. A máquina de guerra americana atual não é a do Vietname. É um colosso tecnológico.

Não existem transições democráticas seculares no fim das ditaduras, religiosas ou não, nem utopias do outro lado do arco-íris.

Nada no Médio Oriente é simples e tudo é cruelmente bíblico. Não há operações militares de entrar e sair. As consequências são sempre devastadoras. A tibieza tão pouco é recompensada. Obama deixou a Síria resvalar para o caos e deixou que a Rússia tomasse conta do assunto. E assim a Rússia de Putin ganhou uma convicção de poder absoluto que descambou na invasão da Ucrânia e no regresso pacificado ao Afeganistão donde retirara em humilhação em 1989.

Bibi e Donald não podem permitir que o regime sobreviva. As personalidades de um e de outro têm características vitais e manipuladoras, muito corajosas, e têm características preocupantes. A noção da proporção é uma delas. Uma guerra com estas dimensões e consequências excede-os. Não se trata apenas do modo como a guerra é justificada e combatida, trata-se da linguagem usada para a justificar e combater. De um lado temos um Presidente americano cuja incontinência verbal serve de escudo e mantém a audiência suspensa dos próximos capítulos. Trump vê o mundo como um espetáculo de que ele é o ator principal, o chefe com autoridade despótica não esclarecida e o único capaz de controlar quem continua em palco.

Bibi Netanyahu é um veterano da política de Israel. Em 91 e em 2003 articulava a visão. Que não era uma “vision thing” na desabrida frase de Bush pai. Em 91, Israel foi convencido pela América a não entrar na guerra. Foi um feito diplomático. Bibi era da opinião contrária. Israel não podia ficar parado a deixar-se atacar pelos mísseis de Saddam sem se defender. A doutrina da aniquilação.

Bibi não confia em Trump e precisa de Trump. Umas gotas de lisonja nunca fizeram mal. Anos de poder quase absoluto tornam o discurso uma negligência esquecida da realidade. Netanyahu foi e é um mestre da astúcia e da retórica para consumo externo. O Bibi dos anos 80 e 90 apresentava doses de condescendência e arrogância, mas as palavras eram medidas e os interlocutores escutados. Existia um módico de respeito pelas oposições e por essa raridade, o direito internacional. Desde a formação de governos com partidos religiosos fundamentalistas, incontinentes verbais messiânicos, Bibi tem vindo a perder a retórica de chefe de Estado e a substituí-la por um discurso entre o absurdo e o absoluto. Gostaria de ver-se livre deles e esta guerra pode ser a oportunidade churchilliana. Tem de correr bem.

Desde o dia 7 de Outubro que Israel está em guerra. Há reféns em Gaza há mais de 600 dias. Há cadáveres em Gaza todos os dias. E há, no lado israelita, o sacrifício de homens e mulheres pela preservação do Estado de Israel numa região habitada por péssimos vizinhos. Pais veem os filhos serem enviados em combate sem saberem se regressarão a casa. Muitos não regressam. Outros regressaram amputados física, psicológica e moralmente.

E ninguém recusa combater, mesmo os que discordam dos motivos ou dos métodos. Não combatem por Netanyahu, combatem por Israel. Pelo medo da aniquilação 
de Israel. E combatem com coragem e grave risco. A Força Aérea é formidável, sempre foi. É formidável não por causa de Netanyahu ou dos fundamentalistas, que nem combatem nem querem combater, mas por causa 
da dedicação e mérito dos soldados envolvidos.

Nada disto se faz sem sacrifício e sem privação. Netanyahu diz que todos têm de pagar um preço e que o filho também pagou. Teve de adiar o casamento pela segunda vez. Os filhos de Netanyahu são dois delfins mimados que vivem à custa do pai. Do poder do pai.

Um dos filhos, Yair, tem estado em Miami, muitos dizem escondido, desde abril de 2023, protegido pela Shin Bet. Segundo o “Jerusalem Post”, que não é o “Haaretz” e não tem simpatias esquerdistas, o custo é de 2,5 milhões de shekels por ano. Mais de 600 mil euros. Homens com mais de 60 anos, reservistas, são chamados a combater. Parece que o único sacrifício que o filho fez a seguir a 7 de Outubro foi não frequentar tanto as discotecas e a noite de Miami. Em compensação, nas redes sociais, Yair é ativo e explosivo, especializou-se na difamação e polémicas. Chamou “pedófilo” a Ehud Barak, antigo comando e primeiro-ministro. Yair esteve envolvido em escutas de um obscuro negócio de gás e na piedosa contratação de strippers. Consta ser admirador de David Duke, um neonazi do Ku Klux Klan.

O problema de Netanyahu com a corrupção e o julgamento adiado não é tanto a corrupção pessoal, mas o gosto da família, e sobretudo da mulher Sara, uma versão extravagante de Lady Macbeth, pelo luxo e os presentes. Viagens e regalias oferecidos pelos milionários que apoiam o marido. Sara Netanyahu é uma terrorista verbal e viaja para Miami quando lhe apetece. Que diz o marido? É uma “heroína”.

O outro filho, há ainda uma filha, é Avner Netanyahu. Outro extremista das redes. Um Netanyahu em pose em frente à poeira do hospital Soroka, destruído pelo Irão, afirmou que todos têm de pagar um preço e que Avner e a família estavam a pagar o deles, o adiamento. A festa prevista para uma propriedade de luxo, Ronit Farm. Alguém imagina Moshe Dayan, o herói da Guerra dos Seis Dias, a dizer isto? Ou mesmo Ariel Sharon? Representa um transtorno simétrico das tiradas de Donald Trump e não uma projeção de poder.

A não distinção entre impedir o Irão de prosseguir um programa nuclear claramente ofensivo e destinado a chantagear toda a região e em particular “o grande Satã”, e condenar o Irão a ser um estado falhado, será fatal. O Irão não pode tornar-se um país em desordem social, política e militar, sem monitorização do urânio enriquecido, que desperta apetites sinistros. Se alguma coisa Putin fez foi meter a Rússia na ordem e impedir a venda e desmantelamento, para fins criminosos, de armas nucleares. Impedindo as máfias de se apoderarem de material e o colocarem no mercado flutuante dos traficantes de armas e terroristas.

A retórica de Bibi e Trump e o narcisismo podem tornar o mundo refém da insanidade em capítulos. E tornam a operação muitíssimo mais perigosa. A América arrastada para uma guerra total contra um dos principais produtores de petróleo, com um chefe sem sentido de Estado e sem liturgia de Estado, pode determinar a desestabilização geoestratégica na região do eterno retorno da guerra.


Nota do editor: A crónica de Clara Ferreira Alves foi escrita na segunda-feira, antes do anúncio de cessar-fogo, cujos efeitos são ainda indeterminados.

 

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Citação de Plagio o Original, há 30 minutos:

Nesta madrugada um palestino marcou 3 golos ao futebol clube do porto, obrigado doutor andre villas boas

#threepalestine

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Citação de Lifehouse, há 19 horas:

Ir ao Intermarché ou à Galp é igual em tudo menos no preço. Somente isso. O combustível vem todo do mesmo sítio e o camião que vai à bomba da Galp vai à bomba do Intermarche. Pensava que esse mito já tinha acabado. 

Percebo o que dizes, e tens razão numa parte importante — o combustível base é de facto o mesmo, vindo das mesmas refinarias e depósitos como os de Sines. Isso é regulado a nível europeu e cumpre os mesmos padrões.

Mas há um ponto onde as marcas realmente se diferenciam: nos aditivos que cada uma coloca no combustível antes de o vender ao consumidor. É aí que a Galp, BP, Repsol, etc, aplicam os seus próprios "cocktails" de detergentes, lubrificantes e anti-corrosivos — e isso já não é mito.

Por exemplo, a Galp tem o Evologic, a BP o Ultimate, e a Repsol o Neotech. Estes aditivos não são obrigatórios por lei, mas são feitos para manter os injetores limpos, reduzir consumo e emissões e proteger o motor a longo prazo.

Já marcas low-cost como Intermarché, Prio ou Auchan, tendem a usar fórmulas mais simples ou até nenhuma, o que ajuda no preço claro, mas pode não ter os mesmos benefícios para o motor a longo prazo.

Não estou a dizer que uma bomba low-cost vai “matar” o motor (longe disso) mas dizer que é "igual em tudo menos no preço" também não é 100% verdade. É igual no ponto de partida, mas cada marca faz o seu próprio caminho a partir daí.

No fim do dia, cada um escolhe o que faz sentido para o seu carro e carteira. Eu próprio uso combustível barato no dia a dia e meto premium de vez em quando para equilibrar.

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Damn, a presidência do Trump é mesmo uma brincadeira reality TV deste gajo.

- Alguém larga a notícia de nomear o Trump para nobel da paz (algo que o presidente que gozou com ele, Obama, ganhou)

- Trump entra em modo "este é o novo episódio do Keeping up with the President"

- USA manda o proxy state Israel bombardear o Irão às escuras

- Irão retalia

- USA a namorar entrar em guerra com Irão e ataca nuclear sites

- Irão retalia

- Trump anuncia cessar fogo da "Guerra dos 12 dias"

 

For your Nobel Peace Prize consideration!

 

Impressionante, um gajo passa anos a evitar reality TV para não amolecer o cérebro e acaba a levar com a mesma m*rda por 8 anos, no mínimo 😞

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