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A nova revolução americana

Há algo da revolução leninista nesta gente de direita ou extrema-direita que por fim tem o poder de que precisa

Elon Musk forneceu o dinheiro, o tempo e a energia maníaca, ele forneceu a ideologia, a visão, a convicção e a preparação da vitória. O nome é Peter Thiel, um dos mais astutos e brilhantes operadores da vitória eleitoral, não apenas de Trump, de um novo movimento político com vários nomes e nenhum. O movimento convictamente reacionário da Nova Direita, dos nativistas conservadores, dos ideólogos nacionalistas que acreditam que a democracia liberal falhou e não passou de uma ditadura meritocrática que esqueceu a luta de classes e que instaurou um sistema opressivo de dominação cultural com a ajuda da globalização, da imigração, da tecnologia e de uma paisagem mediática favorável e controlada por elementos originários da nomenclatura educada nas escolas superiores. Para esta novíssima ideologia, com os seus filósofos políticos e os seus seguidores, as guerras culturais são guerras de classe, e uma economia liberal que encontra no globalismo e no crescimento económico o alfa e o ómega da felicidade e da prosperidade, enganou-se. Redondamente. E tem de ser eliminada. Eliminação a ser executada com a brutalidade com que os bolchevistas executaram o czarismo no princípio do século XX.

Há qualquer coisa da revolução leninista nesta gente de direita ou extrema-direita, à falta de melhor denominação, que, por fim, tem o dinheiro, o poder, os novos media e os correligionários, votos e devotos de que precisa. Um Presidente que não os ignorará, e um vice-presidente que será o futuro da América nascida da revolução económica, social e política. JD Vance.

Vance não é o único. Marco Rubio ou os filhos de Donald Trump também sustentam uma vanguarda política do movimento, e os oligarcas e multimilionários da tech garantem o suporte financeiro e tecnológico. A ideia de Thiel, e a visão à distância, é a da substituição de ordem liberal por uma ordem nova, não já libertária como no início da aventura, apenas livre e disruptora do Estado e das regulações do Estado. Uma ordem não-democrática não chega para definir o movimento. O que se pretende é uma ordem desavergonhadamente, claramente, antidemocrática. Uma nova ordem cesarista, uma espécie de monarquia esclarecida, em que o bem comum, livre das armadilhas das opiniões mediáticas convencionais e das burocracias instaladas pelo liberalismo económico regulador, é prosseguido por uma vanguarda intelectual e por uma classe trabalhadora nativa que o liberalismo esqueceu. Uma classe também operária e rural, termos que o liberalismo abandonou. As redes sociais e os novos media, do X ao Substack, os sites alternativos da opinião, farão parte dos arautos da revolução reacionária que extinguirá a paisagem mediática que controlou todo o século XX do pós-guerra e as duas primeiras décadas do século XXI.

Thiel é um visionário, adaptando a visão à evolução histórica dos acontecimentos na América. É também o papa e o pai do movimento, e foi o financiador ao longo dos anos de espera e recrutamento. Com discrição, sem que alguém se aperceba quantas ideias dali nasceram, desde o DOGE, Department of Government Efficiency ou Departamento da Eficiência do Governo, ao RAGE, Retire All Government Employees, Reformem Todos os Funcionários Públicos. Rage é Raiva.

Peter Thiel é intimidante. Tem olhos de aço, quando sorri não parece estar a sorrir, uma voz metálica que articula uma corrente de pensamento enunciada com tal velocidade e dificuldade que se torna dura ao ouvido. Tem 57 anos e uma fortuna avaliada em 14 mil milhões de dólares. Deve ser mais. Não começou como ativista político. Foi, com Musk, um dos fundadores do PayPal, a chamada PayPal máfia, e um dos primeiros investidores do Facebook. Nasceu na Alemanha, em Frankfurt (e não na África do Sul como Musk e como se tem escrito), e a família emigrou para os Estados Unidos quando tinha um ano. O pai era engenheiro químico e nunca quis a nacionalidade americana a que tinha direito. A filiação alemã é importante, porque os traços e o ethos são marcadamente alemães. A disciplina, a obstinação, a impaciência para com a fraqueza. A recusa do conformismo é americana.

A família viveu na África do Sul, em pleno apartheid, tal como a de Musk, e daí a confusão biográfica. Segundo Thiel, odiou o sistema punitivo da educação sul-africana e nasceu a tendência libertária. Refugiou-se na leitura de ficção científica. O nome Palantir, uma das companhias que fundou e a companhia mais importante dos atuais sistemas de defesa e vigilância ocidentais, vem de Tolkien e de “O Senhor dos Anéis”. Uma bola de cristal indestrutível.

É parco em graças sociais. Vi-o num encontro internacional, e ouvi-o, e não pude deixar de o associar a uma farda e a um pastor alemão. Teria dado um excelente ator secundário em filmes sobre o nazismo, e isto é o preconceito liberal a julgar. O que Thiel quer eliminar.

Depois de ter sido advogado e operador de mercados, foi um aluno excecional a matemática, dedicou-se ao capital de risco. Antes, Thiel trabalhou para William Bennett, um dos avatares do conservadorismo republicano e o czar antidroga de Reagan (achava que os traficantes deveriam ser decapitados e sabemos que os cartéis lhe continuam a fazer a vontade) e admirou Reagan e a desregulação. Foi construindo a fortuna e a influência política, com método. Para esta gente, os anos Obama foram a cimentação da ideologia. Tudo, menos aquilo. Com o primeiro Trump, as aproximações foram nascendo, a teia de cumplicidades, o poder de Silicon Valley. Thiel celebrizou-se quando destruiu um tabloide online, Gawker, que o tinha exposto como homossexual. A vingança foi exemplar. Os media ainda hoje evitam fazê-lo zangar. Mas Thiel não apreciava Trump, e o seu candidato em 2024 era Ron DeSantis.

Quando DeSantis fracassou, por inépcia na campanha, Thiel dedicou-se a continuar a apoiar candidatos republicanos e os primeiros filósofos dos movimentos antiliberais, como Curtis Garvin, o teorizador mor. E a financiar um ambicioso, e também anti-Trump, senador do Ohio. JD Vance. Vance, que era um tech bro, um marine e um feroz descendente da white trash, do “lixo branco” da América, procurava uma definição política para a ambição. Steve Bannon e a populaça MAGA não eram a vocação inicial e, sendo um feixe de contradições, Vance conseguiu aliar pensamentos antitéticos. Defender as teses MAGA, atacando o poder da tecnocracia que esquece a classe baixa, sendo ao mesmo tempo um dos lordes da tecnocracia. Oscar Wilde diria que é um génio, capaz de conviver com duas ideias opostas dentro da cabeça.

A aliança Thiel-Vance, Thiel deu milhões de dólares à campanha de Vance, é essencial para compreender o admirável mundo novo. Donald Jr. juntar-se-ia ao grupo, e vem daí a relação com Donald Sr. Trump, é o veículo essencial, mas não é o futuro, tem apenas um mandato. O futuro, por enquanto, é Vance. Bannon sabe isto, e vocifera porque perdeu a influência e o acesso. Foi engolido por um grupo mais inteligente e rico do que ele, e que não precisa de recorrer à corrupção que levou Bannon à prisão. Thiel trouxe Musk para a ideologia, sabemos como corre. Musk e Thiel, amigos e por vezes rivais, detestam Zuckerberg, e devem ter tido um prazer especial em obrigá-lo a dobrar o joelho. No entanto, precisam dele e do poder dele. Até a ideia de comprar a Gronelândia não é de Trump, é dos techies. Um deles, Dryden Brown, outro fundador milionário de uma startup, a Praxis, desembarcou no território para o comprar e aí instalar uma cidade do futuro chamada Praxis. O protótipo da Terminus, a cidade que Musk quer fundar em Marte. O projeto da Praxis angariou, através de Peter Thiel, 525 milhões de dólares. A Gronelândia acabará, pressinto, nas mãos dos americanos. Donald Jr. está no negócio. A filosofia virtual de Dryden Brown é o domínio do mundo pela internet e as conexões da internet. Sem peias.

Thiel deu uma festa na mansão de Washington na véspera da inauguração. Os bilionários estiveram todos lá, techies e não techies. E os encarregados de destruir a administração pública e substituí-la pela nova ordem. Todos são amigos e quase súbditos de Thiel. Sam Altman, da IA, Alex Karp, da Palantir, David Sachs, Matt Danzeisen, Marc Andreessen et alia. E Jeff Bezos, dono do detestado “Washington Post”. Outro que dobrou o joelho. Todos apadrinham o projeto DOGE. Peter Thiel, que na imortal frase de um jornalista, “perdeu o interesse pela democracia”, continuará o trabalho na sombra, fundando e financiando, deixando a Musk o centro das atenções. E contradições.

Este mandato de Trump será muito diferente do de 2016, quando os amadores se atropelavam nos corredores. Existem agora equipas profissionais, solidamente financiadas por um clube de aliados que controlam o mundo e querem mudar a ordem do mundo. E determinar o século XXI. Trump, um génio do marketing, chama-lhe “a revolução do senso comum”.

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A Europa tem de aderir aos BRICS+ e seguir um rumo de paz, desenvolvimento e prosperidade. 

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Citação de Che, há 2 minutos:

A Europa tem de aderir aos BRICS+ e seguir um rumo de paz, desenvolvimento e prosperidade. 

A Espanha já lá está

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Citação de Petar Musa, há 38 minutos:

Primeiro, tudo o que li sobre o primeiro mandato, foi que não "veio o diabo" como se previa.

Agora será pior, sem dúvida: deixou a família de lado e agora vem com gente mais perigosa, já conhece melhor os cantos à casa.

No entanto, para começar ele terá que refazer (já começou) tudo o que o Biden "desfez"; após isso, começar a aplicar tudo o que quer: apostar novamente nos combustíveis fósseis, deportações em massa, etc. Mas fará isso se não encontrar bloqueios pelo meio.

E só terá 2 anos para isso que aquela gente passa 2 anos a governar, 2 anos a preparar as eleições seguintes 

Duas coisas, ontem ou anteontem, já assinou ordens executivas que incluem: a negação de cidadania a quem nasce nos EUA, definição dos dois sexos, autorização da exploração de petróleo no Alasca, retirada dos EUA dos acordos de Paris e da OMS, etc... Já conhece os cantos à casa e está a se marimbar pois sabe que não vai sofrer com as consequências disso. 

Quanto ao Bold, controla o Supremo, o Senado e Câmara de Representantes, boa sorte em arranjar alguém que faça bloqueios.

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nunca é assim tão mau se fores um branco heterossexual de classe média para cima, a verdade é essa 

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Citação de Che, há 43 minutos:

A Europa tem de aderir aos BRICS+ e seguir um rumo de paz, desenvolvimento e prosperidade. 

Sim a solucao esta num grupo de 5 paises onde 1 'e oficialmente um estado totalitario, 1 'e de facto um estado autoritario e os outros 3 sao flawed democracies...

Btw nao ha "a Europa"...a UE 'e um manto de retalhos que em nada do que 'e verdadeiramente importante, falam a uma so voz.

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Citação de Burkina2008, há 1 minuto:

Sim a solucao esta num grupo de 5 paises onde 1 'e oficialmente um estado totalitario, 1 'e de facto um estado autoritario e os outros 3 sao flawed democracies...

Btw nao ha "a Europa"...a UE 'e um manto de retalhos que em nada do que 'e verdadeiramente importante, falam a uma so voz.

Prefiro uma aliança liderada pela China do que uma aliança liderada pelos EUA. Prefiro a paz à guerra. Prefiro o desenvolvimento à estagnação. Prefiro pessoas decentes a pessoas degeneradas. 

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Citação de Che, há 1 minuto:

Prefiro uma aliança liderada pela China do que uma aliança liderada pelos EUA. Prefiro a paz à guerra. Prefiro o desenvolvimento à estagnação. Prefiro pessoas decentes a pessoas degeneradas. 

Ou seja preferes uma sociedade mais capitalista que os States e com menos liberdades...ainda bem que 'es apenas uma personagem criada para o CMPT

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

 

Claramente arrependido

Como é que fazes embed dessa m*rda?

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Citação de Petar Musa, há 3 horas:

Continuo sem achar que será muito pior que há 8 anos atrás 

Será "pior" porque em 2016 achava-se que Trump era um meme, um fenómeno passageiro, e o partido republicano tradicional ainda existia e ele estava dependente dessa gente que bem ou mal ainda eram parte de um aparelho politico tradicional, sendo que para o fim aquilo entrou numa espiral descendente e já só restavam era maluquinhos incompetentes tipo um milionário que vendia almofadas, ou seja, pouco mais se fazia que a gestão corrente, não havia grandes decisões. Resumidamente, como Trump no fundo não é nada e nesse primeiro mandato estava basicamente sozinho, o mandato de 2016 não teve uma direcção politica coerente, nem gente competente para aplicar o que quer que fosse.

A cena é que 2016 foi há 9 anos. Em 9 anos tens muita gente cuja carreira politica, e pior, cuja formação e educação politica foi feita na totalidade dentro das ideologias que rodeiam a cena MAGA. Ao mesmo tempo o partido republicano tradicional desapareceu porque o apelo MAGA é demasiado grande e todos os republicanos perceberam que ou o adoptavam ou eram incapazes de ganhar eleições locais, o MAGA é hoje a ideologia dominante e está muito para além da figura de Trump. Depois já se percebeu que as maiores fortunas do país estão todas abertas a trabalhar com ele e que têm via directa para influenciar as politicas. É por isso que vai ser pior, porque neste mandato tem gente inteligente capaz de definir objectivos e equipas de tecnocratas que podem meter esse programa em funcionamento, isto sem ter grande oposição para além de um partido democrata sem liderança, uma vez que tem os apoios corporativos das grandes fortunas que controlam media, etc. Aliás, na minha opinião estes primeiros dias já mostram isso com estas ordens executivas.

Editado por antifa
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Citação de antifa, há 23 minutos:

Como é que fazes embed dessa m*rda?

Tiras o x e metes twitter

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Citação de Lebohang, há 9 minutos:

Tiras o x e metes twitter

já não me funciona desde há uns meses

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Citação de Burkina2008, há 1 hora:

Ou seja preferes uma sociedade mais capitalista que os States e com menos liberdades...ainda bem que 'es apenas uma personagem criada para o CMPT

O capitalismo gera paz, prosperidade e desenvolvimento. 

Ainda que os chineses sejam coagidos a viver em apartamentos recentes, a ter saúde acessível e a ter emprego digno que gera um rendimento que permite comprar 1 kilo de batatas que custa 25 cêntimos, eu sou a favor desse regime. 

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Citação de Che, há 1 minuto:

O capitalismo gera paz, prosperidade e desenvolvimento. 

Ainda que os chineses sejam coagidos a viver em apartamentos recentes, a ter saúde acessível e a ter emprego digno que gera um rendimento que permite comprar 1 kilo de batatas que custa 25 cêntimos, eu sou a favor desse regime. 

o-que-%C3%A9-rednote-app-chin%C3%AAs-est

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Citação de antifa, há 3 minutos:

já não me funciona desde há uns meses

Experimenta reabrir o tópico, ir para a página anterior, e fazer embed lá. Costuma resultar comigo.

 

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Ok, aqui no ocidente a gente tem liberdade de expressão e falamos o que nos apetece, até irmos a tribunal porque injuriámos alguém, mas não conseguimos mudar verdadeiramente nada porque a narrativa não é controlada por nós, mas por uns quantos malucos dentro dos partidos. Na china eles n podem dizer o que lhes apetece, mas ao menos n ficam malucos dos cornos com os qanons e os "profissões pela verdade" e os seus lideres políticos não são palhacitos. Tem uma grande desvantagem, não poderem falar como querem, mas ao mesmo tempo é bonito e saudável

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Citação de Burkina2008, há 1 hora:

Ou seja preferes uma sociedade mais capitalista que os States e com menos liberdades...ainda bem que 'es apenas uma personagem criada para o CMPT

Fdç Burkina os posts do Che não são para levar a sério!

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Citação de Plagio o Original, há 17 minutos:

Ok, aqui no ocidente a gente tem liberdade de expressão e falamos o que nos apetece, até irmos a tribunal porque injuriámos alguém, mas não conseguimos mudar verdadeiramente nada porque a narrativa não é controlada por nós, mas por uns quantos malucos dentro dos partidos. Na china eles n podem dizer o que lhes apetece, mas ao menos n ficam malucos dos cornos com os qanons e os "profissões pela verdade" e os seus lideres políticos não são palhacitos. Tem uma grande desvantagem, não poderem falar como querem, mas ao mesmo tempo é bonito e saudável

É a tal da democracia plena e absoluta da Europa/EUA.

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Citação de SAS_Robben, há 5 horas:

O Trump assinou uma ordem executiva que revogou uma do LBJ de 1965 que impedia descriminação na contratação de trabalhadores públicos.

Acho mesmo importante olharmos para o que se está a passar nos USA porque estás coisas acabam sempre por chegar a Europa e resto do mundo.

image.thumb.png.eb09c367ad1694ed2368f065a6afac64.png

Surreal. Aguentou 60 anos, isto.

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Citação de Petar Musa, há 22 minutos:

Fdç Burkina os posts do Che não são para levar a sério!

A resposta foi ao post dele, mas nao 'e tanto parar ele mas sim para uns 3 ou 4 maluquinhos que aqui andam que tem ideias que existe um melhor sistema do que a democracia ocidental...dando exemplos de paises autocraticos, ditaduras e sitios onde metade ou mais da populacao vive na pobreza, como ideais para mudanca....

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Citação de Jamarcus, há 9 minutos:

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Surreal. Aguentou 60 anos, isto.

Daqui a 4 anos falamos de como estão os direitos das minorias e das mulheres nos USA e dos danos a longo prazo que estas pessoas e respetivas comunidades vão sofrer por estas medidas. E daqui a 4 anos vamos também se se consegue efetivamente ter um processo minimamente (mesmo minimamente) democrático nos USA.

Vamos também ver se quando as AfD desta vida começarem a ter a capacidade de ditar legislação na Europa como as coisas ficarão por cá.

Desde o Brexit que isto está em acelaração e só travou um bocadinho porque uma pandemia mundial se colocou pelo meio mas tenho cá para mim que quando nos apercebermos todos já estamos enterrados até à ponta do cabelo em m*rda.

E se acham que "choques no sistema" até são bons e que as instituições protegem-nos desta gente... é pá... tenho uma Torre Eiffel para vos vender.

Editado por SAS_Robben
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Citação de SAS_Robben, há 1 minuto:

E daqui a 4 anos vamos também se se consegue efetivamente ter um processo minimamente (mesmo minimamente) democrático nos USA.

Nunca foi bem democrático, diga-se. 

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